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Caso Master

Conteúdo atualizado até

Sobre o projeto

Este site existe para que qualquer pessoa consiga acompanhar o caso Banco Master com informação verificável: o que foi dito, por quem, quando e com que fonte. Sem opinião, sem recorte de rede social, sem boato.

Por que ele existe

O caso é grande e está espalhado. A liquidação do Banco Master levou o Fundo Garantidor de Créditos ao maior pagamento da sua história, com cerca de R$ 51,7 bilhões somando as instituições do grupo e as liquidações seguintes. A conta é paga pelos próprios bancos, o que significa que, de um jeito ou de outro, ela chega a todo mundo que usa o sistema financeiro.

A partir daí, as investigações da Polícia Federal, que apuram suspeitas de fraude, corrupção e lavagem de dinheiro, passaram a alcançar senadores, ministros de Estado, dois ministros do Supremo Tribunal Federal, os presidentes da Câmara e do Senado e o próprio Palácio do Planalto. Em setembro de 2026, isso virou uma crise dentro do Supremo.

Acompanhar uma história desse tamanho por manchetes soltas é quase impossível. Cada dia traz um nome novo, e o que veio antes se perde. Este site foi feito para resolver esse problema: juntar tudo num lugar só, em ordem, com a fonte de cada informação à vista.

O que o site faz

A unidade do site não é a notícia, é o registro. Cada registro guarda uma informação com a sua procedência: o texto, a data, as pessoas e organizações envolvidas, a fonte com link, e a resposta de quem foi citado, quando existe.

Cada registro também diz o que ele é. Um fato aconteceu e pode ser verificado. Uma decisão é um ato formal de um órgão. Uma alegação é alguém afirmando algo que ainda não está provado, e vem sempre com o nome de quem afirmou. Um desmentido foi negado ou refutado, e continua no site, marcado assim. Essa distinção é a coisa mais importante daqui.

Os mesmos registros são mostrados de quatro formas, porque cada pessoa entra por uma porta diferente: uma linha do tempo, os casos separados, um grafo de quem se liga a quem, e uma árvore que mostra de onde o caso partiu e como se dividiu.

O que o site não faz

Não julga mérito. Não diz quem é culpado, não sugere condenação e não trata acusação como se fosse prova. Ninguém citado aqui foi condenado criminalmente até agora, e o site repete isso ao lado de cada lista de registros.

Também não é jornalismo de opinião nem agregador de notícias. Não há análise, não há editorial, não há "o que isso significa". Há o registro e a fonte. Quem julga é quem lê.

Como conferir

Toda afirmação aponta para pelo menos uma fonte com link, e cada fonte tem um nível que diz o quanto ela é próxima do documento original: nível 1 é o próprio órgão, como a Polícia Federal, o Banco Central ou o Supremo; nível 4 é agregador, que serve só de ponto de partida e nunca sustenta nada sozinho.

A lista completa de fontes está aberta, com quantas vezes cada uma foi usada. Só entram fontes de domínios previamente aceitos, e essa lista também é pública.

A cada publicação o site examina os próprios registros e aponta o que falta em cada um: fonte única, sem resposta do citado, sem fonte primária, fonte a confirmar. O aviso aparece no registro e some sozinho quando o dado melhora. O panorama está na página de qualidade. Expor a própria fraqueza de forma automática é mais honesto do que prometer uma revisão manual que uma pessoa só não consegue manter em dia.

Erros e correções

Correção aqui não é silenciosa. Quando um registro muda, a mudança fica anotada no histórico dele, com data e motivo, e aparece na página de Correções. Afirmações desmentidas ou arquivadas não são apagadas: mudam de natureza e continuam visíveis, porque apagar seria reescrever a história.

Se você encontrar um erro, cada registro tem um botão que leva ao canal de correção com o identificador já preenchido. Pessoas citadas que quiserem apresentar sua versão podem usar o mesmo caminho, e a manifestação entra junto do registro.

Quem mantém

Projeto pessoal, mantido por uma única pessoa, sem fins lucrativos, sem publicidade e sem financiamento. O site é estático: não tem cadastro, não coleta dados de quem visita e não usa rastreadores. Todo o histórico de mudanças é público.

Licença

O que foi escrito aqui — os títulos, os resumos, os textos dos registros, a introdução e esta página — e a forma como a base está organizada estão sob Creative Commons Atribuição 4.0. Você pode copiar, redistribuir, adaptar e usar para qualquer fim, inclusive comercial, desde que cite a origem.

A licença não alcança o que não é nosso. As reportagens e os documentos citados pertencem a quem os publicou; aqui há apenas o link, a referência e, quando necessário, o trecho curto que sustenta o registro. Fotos seguem cada uma a sua própria licença, indicada junto da imagem.

Se reusar, o pedido é simples: mantenha a fonte de cada afirmação junto dela. Uma informação sem procedência deixa de ser o que este projeto tentou construir.

Ver todas as fontes → Correções →