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Caso Master

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out 2022dez 2023fev 2024mar 2024abr 2024mai 2024ago 2024dez 2024fev 2025mar 2025mai 2025jun 2025set 2025out 2025nov 2025dez 2025jan 2026fev 2026mar 2026abr 2026mai 2026jun 2026jul 2026ago 2026set 2026 Vorcaro alega que doações de 2022 a Bolsonaro e Tarcísio eram propina nasce de: Nikolas, o pastor da Lagoinha e VorcaroPF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família nasce de: Nikolas, o pastor da Lagoinha e VorcaroPF aponta pedido de Hugo Motta ao Master para empréstimo a empresa de familiar nasce de: Nikolas, o pastor da Lagoinha e VorcaroPF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça nasce de: Nikolas, o pastor da Lagoinha e VorcaroPF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC nasce de: Nikolas, o pastor da Lagoinha e VorcaroA reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda nasce de: Nikolas, o pastor da Lagoinha e VorcaroDark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio nasce de: Nikolas, o pastor da Lagoinha e VorcaroMendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete nasce de: PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da famíliaBRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta nasce de: Nikolas, o pastor da Lagoinha e VorcaroO maior rombo da história do FGC nasce de: Nikolas, o pastor da Lagoinha e VorcaroVorcaro é preso e o Banco Master é liquidado nasce de: O maior rombo da história do FGCReag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada nasce de: Nikolas, o pastor da Lagoinha e VorcaroCongresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai nasce de: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de FlávioA PF pede a suspeição de Toffoli nasce de: Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidadoBanco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos nasce de: Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidadoVorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação nasce de: Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidadoSupervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto nasce de: Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anosPF investiga aportes da Rioprevidência no Master e mira Cláudio Castro nasce de: Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidaçãoPF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta nasce de: Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidaçãoConsignado em Mato Grosso: STJ investiga ex-governador por favorecimento ao Master nasce de: PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no CredcestaMendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro nasce de: Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabineteA crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro nasce de: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro · 7 registros, 10/2022 a 04/09/2026 Vorcaro alega que doações de 2022 a Bolsonaro e Tarcísio eram propina · 2 registros, 10/2022 a 03/09/2026 Nikolas, o pastor da Lagoinha e VorcaroVorcaro alega que doações de 2022 a Bolsonaro e Tarcísio eram propina 10/2022 Fato Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, presidia a Igreja Batista da Lagoinha Belverde, em Belo Horizonte; PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família · 12 registros, 26/12/2023 a 01/09/2026 PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 26/12/2023 Alegação Segundo o relatório da Polícia Federal divulgado em setembro de 2026, o ex-ministro Fábio Faria teria intermediado,… PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 02/02/2024 Alegação Segundo a Polícia Federal, Vorcaro e Moraes teriam se encontrado ao menos seis vezes entre novembro de 2024 e agosto… PF aponta pedido de Hugo Motta ao Master para empréstimo a empresa de familiar · 3 registros, 03/2024 a 06/2026 PF aponta pedido de Hugo Motta ao Master para empréstimo a empresa de familiar 03/2024 Alegação Segundo relatório da Polícia Federal noticiado em junho de 2026 pela Folha de S.Paulo e pelo Estadão, o presidente da… PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 15/03/2024 Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, mensagens extraídas do celular de Vorcaro mostram que ele tratava os repasses… PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 15/03/2024 Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, em 15 de março de 2024 o ex-ministro das Comunicações Fábio Faria enviou a… Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 04/2024 Fato Em abril de 2024, Vorcaro escreveu ao pastor André Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, pedindo ajuda com Nikolas… PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 24/04/2024 Alegação Segundo o relatório da PF, Moraes teria ajudado a organizar um fórum jurídico-político "superexclusivo" patrocinado… PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça · 3 registros, 22/05/2024 a 03/09/2026 PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 22/05/2024 Alegação Segundo o relatório da PF divulgado em julho de 2026, Vorcaro contou a Fábio Faria, em 22 de maio de 2024, que ACM… PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC · 3 registros, 08/2024 a 07/05/2026 PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC 08/2024 Alegação Segundo a Polícia Federal, a emenda apresentada por Ciro Nogueira em agosto de 2024 à PEC 65/2023, elevando a… A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda · 4 registros, 04/12/2024 a 09/09/2026 A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 04/12/2024 Fato Em 4 de dezembro de 2024, Daniel Vorcaro foi recebido por Lula no Palácio do Planalto, em encontro de cerca de uma… A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 04/12/2024 Alegação Segundo documento obtido pela Polícia Federal e revelado pelo UOL em maio de 2026, Lula teria aconselhado Vorcaro,… Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio · 14 registros, 02/2025 a 11/09/2026 Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 02/2025 Alegação Segundo mensagens e documentos divulgados pelo Intercept Brasil em maio de 2026, Flávio Bolsonaro teria negociado com… Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete · 3 registros, 08/02/2025 a 27/08/2026 Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete 08/02/2025 Alegação Em áudio de 8 de fevereiro de 2025 extraído do celular de Vorcaro, o advogado Ciro Rocha Soares diz ao banqueiro:… Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete 14/03/2025 Fato Em nota de 2 de setembro de 2026, após reportagem do portal ICL sobre a articulação de um encontro, o gabinete de… BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta · 10 registros, 28/03/2025 a 09/09/2026 BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 28/03/2025 Fato Em 28 de março de 2025, o conselho de administração do BRB aprovou e comunicou ao mercado a compra de 49% das ações… Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 30/03/2025 Fato Em áudio revelado pela jornalista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias, o deputado Nikolas Ferreira teria pedido ao… Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 30/03/2025 Fato Nos áudios revelados pela jornalista Juliana Dal Piva, do ICL, em 3 de setembro de 2026, Nikolas chama Vorcaro de… O maior rombo da história do FGC · 4 registros, 05/2025 a 28/04/2026 PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 05/2025 Alegação Segundo o relatório da PF, além do contrato de janeiro de 2024 com o Master (R$ 131,3 milhões brutos em três anos), o… O maior rombo da história do FGC 05/2025 Fato Em maio de 2025, o FGC celebrou operação de suporte financeiro ao conglomerado Master, para honrar credores elegíveis… BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 17/06/2025 Fato O Cade aprovou a operação entre BRB e Master em 17 de junho de 2025, e a Câmara Legislativa do Distrito Federal… BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 03/09/2025 Decisão Em 3 de setembro de 2025, o Banco Central indeferiu o pedido de aquisição do Banco Master pelo BRB, protocolado em 28… PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 01/10/2025 Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, em 1º de outubro de 2025 o responsável pelas operações financeiras do Master,… Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado · 7 registros, 11/2025 a 28/08/2026 PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 11/2025 Alegação Entre as mensagens do celular de Vorcaro divulgadas em 1º de setembro de 2026, há referência a um suposto pedido de… Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado 11/2025 Alegação Em novembro de 2025, antes da operação que resultou na prisão, a Polícia Federal registrou que Vorcaro teria… PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 17/11/2025 Alegação Segundo relatório da Polícia Federal entregue ao STF em 27 de agosto de 2026 e tornado público em 1º de setembro pelo… Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado 17/11/2025 Fato A Polícia Federal prendeu preventivamente Daniel Vorcaro na noite de 17 de novembro de 2025, no Aeroporto de… Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado 17/11/2025 Fato Em 17 de novembro de 2025, horas antes da prisão de Vorcaro, a Fictor Holding Financeira anunciou, com um consórcio… BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 18/11/2025 Alegação Segundo a Polícia Federal, o Master teria vendido ao BRB carteiras de crédito "insubsistentes" e, após fiscalização… O maior rombo da história do FGC 18/11/2025 Fato Ao ser decretada a liquidação, o FGC estimou em cerca de R$ 41 bilhões as garantias devidas a aproximadamente 1,6… O maior rombo da história do FGCVorcaro é preso e o Banco Master é liquidado 18/11/2025 Decisão Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master S/A, do Banco Master… Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada · 3 registros, 19/11/2025 a 11/03/2026 Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada 19/11/2025 Fato A Operação Carbono Oculto, da PF e da Receita contra lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, identificou que o… Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai · 8 registros, 26/11/2025 a 28/07/2026 Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 26/11/2025 Fato O requerimento de CPI do Banco Master foi protocolado no Senado em 26 de novembro de 2025 e reuniu 53 senadores, mais… Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado 28/11/2025 Decisão Em 28 de novembro de 2025, a desembargadora Solange Salgado da Silva, do TRF da 1ª Região, mandou soltar Vorcaro e os… PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 11/12/2025 Fato Em dezembro de 2025, O Globo revelou contrato do escritório Barci de Moraes com o Banco Master de R$ 129 milhões em… BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 30/12/2025 Fato Em 30 de dezembro de 2025, Vorcaro e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foram acareados perante a Polícia… BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 01/2026 Alegação A PF apontou o empresário Nelson Tanure como possível "sócio oculto" do Master e investiga se seria "destinatário… A PF pede a suspeição de Toffoli · 5 registros, 06/01/2026 a 21/02/2026 A PF pede a suspeição de Toffoli 06/01/2026 Decisão Em decisão de 6 de janeiro de 2026, tornada pública após a segunda fase da Operação Compliance Zero (14/1), o… Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada 15/01/2026 Decisão Em 15 de janeiro de 2026, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Reag Trust DTVM, renomeada CBSF… Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos · 6 registros, 21/01/2026 a 08/04/2026 Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 21/01/2026 Decisão Em 21 de janeiro de 2026, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira, do grupo Master,… PF aponta pedido de Hugo Motta ao Master para empréstimo a empresa de familiar 02/2026 Fato Como presidente da Câmara, Hugo Motta afirmou que os pedidos de CPI sobre o Banco Master receberão "tratamento… Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 02/2026 Decisão Em fevereiro de 2026, Mendonça dispensou Vorcaro de comparecer a comissões do Congresso e garantiu o direito ao… Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado 02/02/2026 Fato Em fevereiro de 2026, o Grupo Fictor pediu recuperação judicial na Justiça de São Paulo, com compromissos de cerca de… Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 03/02/2026 Fato Em 3 de fevereiro de 2026, o deputado Carlos Jordy protocolou pedido de CPMI do Banco Master com 280 assinaturas, 239… A PF pede a suspeição de Toffoli 09/02/2026 Alegação Em 9 de fevereiro de 2026, a Polícia Federal pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, a suspeição de Dias Toffoli na… A PF pede a suspeição de Toffoli 12/02/2026 Fato Em 12 de fevereiro de 2026, após reunião de dez ministros convocada por Fachin para dar ciência do relatório da PF,… A PF pede a suspeição de Toffoli 12/02/2026 Fato No mesmo dia, André Mendonça foi sorteado eletronicamente novo relator do inquérito sobre o caso Master. Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 18/02/2026 Decisão Em 18 de fevereiro de 2026, o Banco Central liquidou o Banco Pleno, de Augusto Lima, citando comprometimento da… Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 20/02/2026 Decisão Em 20 de fevereiro de 2026, o ministro André Mendonça determinou à Presidência do Congresso Nacional a "imediata… A PF pede a suspeição de Toffoli 21/02/2026 Decisão Em 21 de fevereiro de 2026, Fachin arquivou o pedido de suspeição de Toffoli, prejudicado pela troca de relator; BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 26/02/2026 Decisão Em 26 de fevereiro de 2026, a 13ª Vara Cível do Distrito Federal determinou o bloqueio e arresto de participações… Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação · 8 registros, 03/2026 a 11/09/2026 Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 03/2026 Fato Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, tratado nos autos pelo apelido "Sicário" e apontado pela Polícia Federal como… Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto · 2 registros, 04/03/2026 a 23/03/2026 Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 04/03/2026 Fato Em 4 de março de 2026, na terceira fase da Compliance Zero, autorizada por André Mendonça, Vorcaro foi preso… Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 04/03/2026 Alegação Segundo a representação da Polícia Federal que embasou a nova prisão, Vorcaro teria coordenado um núcleo de… Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto 04/03/2026 Alegação Na terceira fase da Compliance Zero, a PF apontou que dois servidores do Banco Central, Paulo Sérgio de Souza,… Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada 11/03/2026 Fato Na CPI do Crime Organizado, em 11 de março de 2026, o fundador da Reag, João Carlos Mansur, negou vínculo com o PCC… Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 17/03/2026 Decisão Em 17 de março de 2026, o Banco Central converteu em liquidação extrajudicial o regime de administração especial… Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 18/03/2026 Decisão Em 18 de março de 2026, a CPI do Crime Organizado aprovou requerimentos para identificar, junto a CVM, Banco Central,… Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 18/03/2026 Alegação Mensagens interceptadas pela PF indicariam que Vorcaro planejava transferir uma mansão de R$ 450 milhões e outros… Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 19/03/2026 Decisão Em 19 de março de 2026, o ministro Flávio Dino, em ação sobre transparência de emendas, deu cinco dias ao Senado e ao… Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto 23/03/2026 Fato Convocado pela CPI do Crime Organizado para 3 de março de 2026, o ex-presidente do BC Roberto Campos Neto afirmou em… Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 24/03/2026 Decisão Em 24 de março de 2026, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidida por Renan Calheiros, derrubou o sigilo… PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 08/04/2026 Fato Segundo relatórios da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado e divulgados em abril de 2026, o… Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 08/04/2026 Fato O Banco Central impôs sigilo de oito anos aos documentos da liquidação do Master; Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 08/04/2026 Fato Na mesma sessão da CPI, Galípolo confirmou ter se reunido com ministros do STF, mas para tratar da Lei Magnitsky, e… Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 14/04/2026 Fato Em 14 de abril de 2026, a CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou, por 6 votos a 4, o relatório final do senador… BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 16/04/2026 Fato Na quarta fase da Operação Compliance Zero, em 16 de abril de 2026, a Polícia Federal prendeu preventivamente o… BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 16/04/2026 Alegação Segundo a Polícia Federal, Paulo Henrique Costa teria aceitado vantagem indevida estimada em R$ 146,6 milhões, na… O maior rombo da história do FGC 28/04/2026 Fato Em abril de 2026, o FGC informou provisão de R$ 40,6 bilhões para as garantias do conglomerado Master (Banco Master,… Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 05/2026 Fato A Polícia Federal abriu investigação sobre possível desvio de parte desses recursos para despesas de Eduardo… PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC 07/05/2026 Fato Na quinta fase, em 7 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca e um de prisão temporária,… PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC 07/05/2026 Alegação Segundo relatório da Polícia Federal ao STF, Ciro Nogueira teria recebido de Vorcaro repasses mensais de R$ 300 mil a… Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 13/05/2026 Fato Questionado no STF em 13 de maio de 2026, dia da reportagem do Intercept Brasil, Flávio Bolsonaro disse: "É mentira. Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 13/05/2026 Fato No áudio divulgado pelo Intercept Brasil em 13 de maio de 2026, Flávio Bolsonaro diz a Vorcaro: "Apesar de você ter… Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 14/05/2026 Fato A produtora Go Up Entertainment afirmou não ter recebido "um único centavo do Banco Master"; Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 14/05/2026 Fato Em 14 de maio de 2026, Flávio afirmou que o pai, Jair Bolsonaro, lhe disse para "ficar firme, pois não havia… Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 14/05/2026 Fato "Dark Horse" ("O Azarão") é uma cinebiografia de Jair Bolsonaro dirigida pelo norte-americano Cyrus Nowrasteh, com… Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 14/05/2026 Fato O fundo Havengate, no Texas, por onde passaram os repasses de Vorcaro ao filme, é administrado pelo advogado de… Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 14/05/2026 Fato Na sexta fase, em 14 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 7 mandados de prisão preventiva e 17 de busca em SP,… Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 15/05/2026 Fato Entidades presididas por Karina Gama, sócia-administradora da Go Up, acertaram o recebimento de R$ 110,8 milhões em… PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 19/05/2026 Alegação Na sétima fase da Compliance Zero, em 19 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu dois mandados contra um perito… PF investiga aportes da Rioprevidência no Master e mira Cláudio Castro · 1 registro, 26/05/2026 a 26/05/2026 PF investiga aportes da Rioprevidência no Master e mira Cláudio Castro 26/05/2026 Alegação Na oitava fase, em 26 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca no Rio de Janeiro e em Brasília… PF aponta pedido de Hugo Motta ao Master para empréstimo a empresa de familiar 06/2026 Alegação Ainda segundo o material apreendido com Vorcaro, o banqueiro teria relatado em mensagens que Hugo Motta esteve com… Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 01/06/2026 Fato Em 1º de junho de 2026, a Polícia Civil de São Paulo deflagrou a Operação Wi-Fi Livre, com oito mandados de busca,… Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 10/06/2026 Fato A Polícia Federal rejeitou duas propostas de delação premiada de Vorcaro: a primeira em 20 de maio de 2026, por… PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta · 3 registros, 18/06/2026 a 10/08/2026 PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta 18/06/2026 Fato Na nona fase, em 18 de junho de 2026, a Polícia Federal cumpriu 18 mandados de busca na Bahia, em São Paulo e no… Consignado em Mato Grosso: STJ investiga ex-governador por favorecimento ao Master · 1 registro, 24/06/2026 a 24/06/2026 Consignado em Mato Grosso: STJ investiga ex-governador por favorecimento ao Master 24/06/2026 Fato O STJ investiga, sob sigilo, o ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes por suspeita de favorecimento ao Master no… Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 09/07/2026 Alegação Na décima fase, em 9 de julho de 2026, a Polícia Federal apontou uma campanha coordenada em redes sociais contra a… Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 28/07/2026 Fato Em 28 de julho de 2026, o grupo da Comissão de Assuntos Econômicos que acompanha o caso, presidido por Renan… A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 30/07/2026 Alegação Em relatório da nona fase da Operação Compliance Zero entregue ao STF e noticiado em 30 de julho de 2026, a PF… PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta 30/07/2026 Alegação Segundo relatórios da Polícia Federal tornados públicos por Mendonça em 30 de julho de 2026, Wagner teria recebido… PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta 10/08/2026 Alegação Segundo a decisão de Mendonça na nona fase, Wagner e o ministro Rui Costa teriam favorecido, em 2018, a venda da Ebal… Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 18/08/2026 Fato Em 18 de agosto de 2026, a PF pediu à Ancine registros do filme Dark Horse, dados dos responsáveis e informação sobre… Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 26/08/2026 Fato O perito Anísio Castelo Branco, contratado pela Go Up, disse em agosto de 2026 não ter rastreado a origem do dinheiro… Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete 27/08/2026 Fato Em 27 de agosto de 2026, Vorcaro foi ouvido no gabinete de Mendonça pelo juiz auxiliar João Azambuja, na presença de… Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado 28/08/2026 Fato Em depoimento à Polícia Federal em 28 de agosto de 2026, por videoconferência da Papudinha, em Brasília, ao delegado… Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro · 9 registros, 01/09/2026 a 11/09/2026 A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro · 15 registros, 01/09/2026 a 11/09/2026 PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da famíliaMendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outroA crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 01/09/2026 Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e… Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 01/09/2026 Decisão Em 1º de setembro de 2026, o procurador-geral Paulo Gonet pediu ao STF a anulação da investigação sobre as mensagens… A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 01/09/2026 Fato Após a retirada do sigilo, em 1º de setembro de 2026, presidentes de 18 das 27 seccionais da OAB pediram ao STF… Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 02/09/2026 Fato Em 2 de setembro de 2026, Nikolas Ferreira publicou vídeo de quase 12 minutos com trechos do relatório da PF sobre… Vorcaro alega que doações de 2022 a Bolsonaro e Tarcísio eram propina 03/09/2026 Alegação Na proposta de delação rejeitada pela PF e pela PGR, Vorcaro teria afirmado que as doações de 2022 feitas em nome de… PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 03/09/2026 Alegação Relatórios de inteligência da PF sobre as operações Sem Desconto e Compliance Zero, anexados por Moraes a decisão de… Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 03/09/2026 Fato Em setembro de 2026, a PGR fechou acordo de delação com o empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, o "Mineiro", dono… Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 03/09/2026 Decisão Em 3 de setembro de 2026, no inquérito das fake news, Moraes pediu a Fachin providências contra Mendonça por "fortes… Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 03/09/2026 Alegação Os relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça, com cerca de 50 páginas, sem timbre, assinatura ou data,… A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 03/09/2026 Decisão Em 3 de setembro de 2026, Fachin determinou que Moraes, Mendonça, Gonet e Andrei Rodrigues prestem informações em… Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 04/09/2026 Fato Em 4 de setembro de 2026, a PF confirmou ser falso um suposto laudo que circulou nas redes segundo o qual as… A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 04/09/2026 Fato Em 4 de setembro de 2026, em evento no Palácio do Planalto, Fachin colocou o encerramento do inquérito das fake news… Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 06/09/2026 Decisão Em 6 de setembro de 2026, Mendonça formalizou o pedido para que o plenário do STF analise o caso das conversas de… A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 08/09/2026 Decisão Em 8 de setembro de 2026, a pedido do partido Novo, Mendonça afastou preventivamente o diretor-geral da PF, Andrei… A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 08/09/2026 Decisão Em sessão extraordinária em 8 de setembro de 2026, a Segunda Turma do STF formou maioria, com Mendonça, Fux e Nunes… A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 08/09/2026 Fato Em 8 de setembro de 2026, Fachin manifestou a intenção de reunir reservadamente os quatro ministros que já presidiram… A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 08/09/2026 Fato Em 8 de setembro de 2026, cerca de 3.000 entidades lideradas pela Fiesp — entre elas CNI, CNC, CACB, Facesp e… A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 09/09/2026 Fato Em 9 de setembro de 2026, em publicação nas redes sociais, Lula defendeu a quebra completa do sigilo das… BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 09/09/2026 Decisão Em decisão assinada em 9 de setembro de 2026 e noticiada em 11 de setembro, Fux deu 15 dias para que a União, o Banco… A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 09/09/2026 Decisão Em 9 de setembro de 2026, um dia depois do afastamento decidido por Mendonça, o ministro Flávio Dino determinou a… A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 09/09/2026 Decisão Em 9 de setembro de 2026, Fachin convocou sessão extraordinária do plenário para terça-feira, 15 de setembro, às 10h. A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 09/09/2026 Decisão Em 9 de setembro de 2026, horas depois de Dino reverter o afastamento decidido por Mendonça, Fachin suspendeu as duas… Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 10/09/2026 Alegação Relatórios da Polícia Federal divulgados por Mendonça em 10 de setembro de 2026 descrevem coação, ameaças, agressões… Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outroA crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 10/09/2026 Decisão Em 10 de setembro de 2026, atendendo a pedido de Fachin feito no mesmo dia, Mendonça retirou o sigilo da Petição… Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de FlávioMendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outroA crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 11/09/2026 Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou… Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 11/09/2026 Alegação Relatório da Polícia Federal de 164 páginas, tornado público em 11 de setembro de 2026, sustenta que Vorcaro pagava… Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 11/09/2026 Fato Em 11 de setembro de 2026, Moraes enviou ofício a Fachin apontando "escolha seletiva" na retirada do sigilo feita por… Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 11/09/2026 Alegação Em novo ofício a Fachin, na noite de 11 de setembro de 2026, Moraes afirmou que Mendonça faria um levantamento… A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 11/09/2026 Fato Em 11 de setembro de 2026, o ministro Cristiano Zanin pediu a Fachin acesso à íntegra dos dados extraídos do celular… A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 11/09/2026 Decisão Em 11 de setembro de 2026, às 15h40, Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que…
  1. 1 Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro
  2. 2 Vorcaro alega que doações de 2022 a Bolsonaro e Tarcísio eram propina
  3. 3 PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família
  4. 4 PF aponta pedido de Hugo Motta ao Master para empréstimo a empresa de familiar
  5. 5 PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça
  6. 6 PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC
  7. 7 A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda
  8. 8 Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio
  9. 9 Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete
  10. 10 BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta
  11. 11 O maior rombo da história do FGC
  12. 12 Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado
  13. 13 Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada
  14. 14 Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai
  15. 15 A PF pede a suspeição de Toffoli
  16. 16 Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos
  17. 17 Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação
  18. 18 Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto
  19. 19 PF investiga aportes da Rioprevidência no Master e mira Cláudio Castro
  20. 20 PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta
  21. 21 Consignado em Mato Grosso: STJ investiga ex-governador por favorecimento ao Master
  22. 22 Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro
  23. 23 A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Estrutura divisão → entidade → casos → afirmações

Núcleo Master 7 entidades
Augusto Ferreira Lima 7 casos · 8 registros
Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado 1 registro
  • Decisão Em 28 de novembro de 2025, a desembargadora Solange Salgado da Silva, do TRF da 1ª Região, mandou soltar Vorcaro e os sócios Augusto Ferreira Lima, Luiz Antonio Bull, Alberto Feliz de Oliveira e Angelo Antonio Ribeiro da Silva, com tornozeleira eletrônica, proibição de atuar no setor financeiro, de contato entre investigados e de deixar o país. ver no caso
Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 1 registro
  • Decisão Em 18 de fevereiro de 2026, o Banco Central liquidou o Banco Pleno, de Augusto Lima, citando comprometimento da situação econômico-financeira, deterioração da liquidez e infringência às normas. Lima foi sócio de Vorcaro no Master de 2019 a maio de 2024, trouxe o Credcesta ao banco e é casado desde janeiro de 2024 com Flávia Arruda, ex-ministra do governo Bolsonaro e ex-diretora de sustentabilidade do Master. ver no caso
PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta 3 registros
  • Fato Na nona fase, em 18 de junho de 2026, a Polícia Federal cumpriu 18 mandados de busca na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal, com o senador Jaques Wagner, líder do governo, e o ex-sócio do Master Augusto Lima entre os alvos, por autorização de André Mendonça. ver no caso
  • Alegação Segundo relatórios da Polícia Federal tornados públicos por Mendonça em 30 de julho de 2026, Wagner teria recebido vantagens do núcleo do Master por meio de familiares e pessoas de confiança: apartamento de R$ 2,45 milhões em Salvador, ingressos de show no valor de R$ 63 mil, uso gratuito de aeronaves de Augusto Lima e de Vorcaro e presentes; e teria acompanhado de perto a "emenda Master" no Senado. ver no caso
  • Alegação Segundo a decisão de Mendonça na nona fase, Wagner e o ministro Rui Costa teriam favorecido, em 2018, a venda da Ebal e do cartão Credcesta por R$ 15 milhões e, dias depois, decretos que permitiram crédito consignado com juros próximos a 5% ao mês ao operador ligado a Augusto Lima; a PF identificou transferência de R$ 3,5 milhões da PKL One Participações à BN Financeira, ligada à família de Wagner, em outubro de 2025. ver no caso
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 1 registro
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 2 registros
  • Fato Em 11 de setembro de 2026, Moraes enviou ofício a Fachin apontando "escolha seletiva" na retirada do sigilo feita por Mendonça. Segundo levantamento anexado ao ofício, 4.334 dos 4.514 documentos foram liberados e 180 continuaram fora do alcance dos demais ministros, entre eles peças sobre os recursos atribuídos a Vorcaro no filme Dark Horse e sobre a relação entre o senador Jaques Wagner e o ex-sócio do Master Augusto Ferreira Lima. Moraes pediu a retirada "imediata de todo e qualquer sigilo, sem exceção" dos procedimentos ligados à PET 15.556, a intimação de todos os magistrados citados na investigação e que seu pedido de investigação contra Mendonça entre na pauta de 15 de setembro. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 1 registro
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 1 registro
  • Fato Em 4 de dezembro de 2024, Daniel Vorcaro foi recebido por Lula no Palácio do Planalto, em encontro de cerca de uma hora e meia que não constou da agenda oficial do presidente nem da de Gabriel Galípolo. A reunião foi marcada pelo ex-ministro Guido Mantega e teve ainda os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então presidente do Master, Augusto Lima. Segundo relatos, Vorcaro sustentou no encontro que grandes bancos agiriam para preservar a concentração do mercado e prejudicar o Master. ver no caso
Banco Master 16 casos · 47 registros
Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado 7 registros
  • Alegação Em novembro de 2025, antes da operação que resultou na prisão, a Polícia Federal registrou que Vorcaro teria conhecimento prévio da apuração. Segundo o delegado responsável, "há fortes indícios de que o investigado, Daniel Bueno Vorcaro, sabia de antemão não apenas da investigação criminal, mas também da vara, do nome do juiz que conduzia o caso e de vários integrantes da equipe de investigação". A PF sustentou que esse conhecimento reforçava a suspeita de que ele pretendia deixar o país, e registrou que não identificou como nem por meio de quem a informação chegou até ele, nem afirmou que soubesse a data da operação. O trecho veio a público em 11 de setembro de 2026, com a retirada do sigilo determinada na véspera. ver no caso
  • Fato A Polícia Federal prendeu preventivamente Daniel Vorcaro na noite de 17 de novembro de 2025, no Aeroporto de Guarulhos (SP), quando embarcaria em jato particular para Dubai, na primeira fase da Operação Compliance Zero, que apura a emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras. ver no caso
  • Fato Em 17 de novembro de 2025, horas antes da prisão de Vorcaro, a Fictor Holding Financeira anunciou, com um consórcio de investidores dos Emirados Árabes Unidos, a compra do Banco Master com aporte imediato de R$ 3 bilhões; após a liquidação do banco, no dia seguinte, o consórcio suspendeu a tentativa. ver no caso
  • Decisão Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master S/A, do Banco Master de Investimento, do Banco Letsbank e da Master Corretora (Atos do Presidente nº 1.369, 1.371, 1.372 e 1.373), citando "grave crise de liquidez do Conglomerado Master" e "graves violações às normas" que regem o sistema financeiro. ver no caso
  • Decisão Em 28 de novembro de 2025, a desembargadora Solange Salgado da Silva, do TRF da 1ª Região, mandou soltar Vorcaro e os sócios Augusto Ferreira Lima, Luiz Antonio Bull, Alberto Feliz de Oliveira e Angelo Antonio Ribeiro da Silva, com tornozeleira eletrônica, proibição de atuar no setor financeiro, de contato entre investigados e de deixar o país. ver no caso
  • Fato Em fevereiro de 2026, o Grupo Fictor pediu recuperação judicial na Justiça de São Paulo, com compromissos de cerca de R$ 4 bilhões, atribuindo a crise à "repercussão midiática negativa" da tentativa de compra do Master. ver no caso
  • Fato Em depoimento à Polícia Federal em 28 de agosto de 2026, por videoconferência da Papudinha, em Brasília, ao delegado Albert Paulo Sérgio de Moura, Vorcaro contou que na manhã de 17 de novembro de 2025 avisou o Banco Central de que tinha encontrado comprador: "eu aviso pela manhã o Banco Central que eu arrumei uma solução, que eu já estava protocolando o primeiro contrato". Disse que viajaria naquela noite para apresentar outros dois contratos nos dias seguintes. Foi preso no aeroporto de Guarulhos naquela mesma noite, e o banco foi liquidado no dia seguinte. Sobre a liquidação, afirmou que o processo "tinha sido aberto há muito tempo e não era mexido" e "teve um desfecho rápido e inusitado" naquela tarde, e que só então soube que o banco seria liquidado. Descreveu o que vivia como "um terror" e "algo desumano", reconheceu que "houveram erros no desenrolar do tema do Banco Master" e disse ter "muito a contribuir e a falar". O depoimento foi tomado na investigação sobre suposto pagamento de propina a servidores do Banco Central; as duas tentativas de acordo de delação do banqueiro já haviam sido recusadas pela PF e pela PGR. ver no caso
A PF pede a suspeição de Toffoli 1 registro
  • Decisão Em decisão de 6 de janeiro de 2026, tornada pública após a segunda fase da Operação Compliance Zero (14/1), o ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, determinou o bloqueio e sequestro de R$ 5,7 bilhões em bens de 38 investigados e a quebra de sigilo bancário e fiscal de 101 pessoas e entidades, a pedido da PGR. ver no caso
O maior rombo da história do FGC 4 registros
  • Fato Em maio de 2025, o FGC celebrou operação de suporte financeiro ao conglomerado Master, para honrar credores elegíveis até a análise da venda ao BRB pelo Banco Central; ao fim de 2025, o saldo dessas emissões era de R$ 5,7 bilhões. ver no caso
  • Fato Ao ser decretada a liquidação, o FGC estimou em cerca de R$ 41 bilhões as garantias devidas a aproximadamente 1,6 milhão de credores das instituições do conglomerado Master, o maior pagamento da história do fundo; o recorde anterior era o do Bamerindus, em 1997. ver no caso
  • Decisão Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master S/A, do Banco Master de Investimento, do Banco Letsbank e da Master Corretora (Atos do Presidente nº 1.369, 1.371, 1.372 e 1.373), citando "grave crise de liquidez do Conglomerado Master" e "graves violações às normas" que regem o sistema financeiro. ver no caso
  • Fato Em abril de 2026, o FGC informou provisão de R$ 40,6 bilhões para as garantias do conglomerado Master (Banco Master, Master de Investimentos e Letsbank), cujo pagamento começou em 17 de janeiro de 2026. Somadas as liquidações da Will Financeira e do Banco Pleno, ocorridas no início de 2026, a estimativa total de garantias chega a R$ 51,7 bilhões; até aquela data, cerca de R$ 49 bilhões já haviam sido pagos a quase 870 mil credores. ver no caso
BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 8 registros
  • Fato Em 28 de março de 2025, o conselho de administração do BRB aprovou e comunicou ao mercado a compra de 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais do Banco Master, 58% do capital, por valor equivalente a 75% do patrimônio líquido do Master; pelo acordo, Vorcaro ficaria fora da gestão do novo grupo. ver no caso
  • Fato O Cade aprovou a operação entre BRB e Master em 17 de junho de 2025, e a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, em agosto de 2025, o projeto de lei que autorizava o negócio, sancionado pelo governador em 20 de agosto. ver no caso
  • Decisão Em 3 de setembro de 2025, o Banco Central indeferiu o pedido de aquisição do Banco Master pelo BRB, protocolado em 28 de março; segundo o BRB, em fato relevante, o regulador apontou riscos excessivos nos ativos do Master, incompatíveis com o perfil do banco público e de seus correntistas. ver no caso
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, o Master teria vendido ao BRB carteiras de crédito "insubsistentes" e, após fiscalização do Banco Central, as teria substituído por outros ativos sem avaliação técnica adequada; as operações investigadas somariam R$ 12,2 bilhões. ver no caso
  • Alegação A PF apontou o empresário Nelson Tanure como possível "sócio oculto" do Master e investiga se seria "destinatário final" de recursos suspeitos movimentados pela rede de Vorcaro; seu celular foi apreendido em janeiro de 2026, e mensagens mostrariam agradecimento por um relógio de luxo avaliado em até R$ 1 milhão enviado pelo banqueiro. ver no caso
  • Decisão Em 26 de fevereiro de 2026, a 13ª Vara Cível do Distrito Federal determinou o bloqueio e arresto de participações societárias de investigados na Operação Compliance Zero, avaliadas em R$ 376,4 milhões, para ressarcir prejuízos causados ao BRB. ver no caso
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, Paulo Henrique Costa teria aceitado vantagem indevida estimada em R$ 146,6 milhões, na forma de seis imóveis de alto padrão escolhidos por critérios pessoais e familiares, em troca de operações sem lastro adequado com o Banco Master. ver no caso
  • Decisão Em decisão assinada em 9 de setembro de 2026 e noticiada em 11 de setembro, Fux deu 15 dias para que a União, o Banco Central e o FGC expliquem os entraves ao empréstimo destinado a cobrir R$ 6,6 bilhões de prejuízo do BRB com as carteiras compradas do Banco Master. O acordo foi homologado por Fux em maio e continua sem execução; as garantias previstas são o Fundo de Participação dos Estados e o Fundo de Participação dos Municípios, e não recursos federais diretos. Cumprido o prazo, a PGR deve se manifestar em seguida. Sem o socorro, o BRB corre risco de não cumprir requisitos regulatórios. ver no caso
Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 4 registros
  • Decisão Em 21 de janeiro de 2026, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira, do grupo Master, citando o comprometimento de sua situação econômico-financeira e o descumprimento de obrigações no arranjo de pagamentos da Mastercard, que a bloqueou. ver no caso
  • Decisão Em 18 de fevereiro de 2026, o Banco Central liquidou o Banco Pleno, de Augusto Lima, citando comprometimento da situação econômico-financeira, deterioração da liquidez e infringência às normas. Lima foi sócio de Vorcaro no Master de 2019 a maio de 2024, trouxe o Credcesta ao banco e é casado desde janeiro de 2024 com Flávia Arruda, ex-ministra do governo Bolsonaro e ex-diretora de sustentabilidade do Master. ver no caso
  • Decisão Em 17 de março de 2026, o Banco Central converteu em liquidação extrajudicial o regime de administração especial temporária do Banco Master Múltiplo, decretado em 18 de novembro de 2025 na tentativa de preservar a Will Financeira. ver no caso
  • Fato O Banco Central impôs sigilo de oito anos aos documentos da liquidação do Master; à CPI do Crime Organizado, em 8 de abril de 2026, Galípolo disse que o prazo segue norma interna de 2018 e que, na liquidação, o banco tinha em caixa apenas 10% do necessário para pagar os CDBs que venciam. ver no caso
PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 5 registros
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, mensagens extraídas do celular de Vorcaro mostram que ele tratava os repasses ao escritório Barci de Moraes como a conta mais importante do Banco Master. A uma funcionária escreveu: "Esse Barci de Moraes por favor não deixe atrasar um dia, coloca no seu controle. É o pgto mais importante que temos". Em 8 de fevereiro de 2024 cobrou o primeiro pagamento e confirmou transferência de R$ 3.422.268,14. Em 15 de março de 2024, diante de novo atraso, escreveu a um funcionário identificado como Angelo: "Angelo. Pqp. Não pagaram Barci de Moraes. Não to entendendo isso. Contrato mais importante que temos". As cobranças se referiam às parcelas mensais, de R$ 3 milhões líquidos, do contrato assinado em janeiro de 2024. Procurados, Moraes, o procurador-geral Paulo Gonet e a defesa de Vorcaro não se manifestaram até a publicação da reportagem. ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, em 15 de março de 2024 o ex-ministro das Comunicações Fábio Faria enviou a Vorcaro uma captura de tela com a frase "O careca não pode atrasar". A mensagem se referia às parcelas do contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, que previa pagamento até o quinto dia útil de cada mês e cujos repasses de fevereiro e março atrasaram. Procurados, Moraes, o procurador-geral e a defesa de Vorcaro não se manifestaram; o escritório Barci de Moraes divulgou nota sobre seus procedimentos de compliance, sem comentar especificamente o alerta. ver no caso
  • Alegação Segundo o relatório da PF, Moraes teria ajudado a organizar um fórum jurídico-político "superexclusivo" patrocinado pelo Master em Londres, de 24 a 27 de abril de 2024, com homenagens a Michel Temer e Rodrigo Pacheco, convidando autoridades e com poder de veto sobre participantes; em mensagem, convidou Gilmar Mendes para um painel. Sobre uma restrição, Vorcaro teria escrito a uma funcionária: "De jeito nenhum. Alexandre morre se você fizer isso". ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, em 1º de outubro de 2025 o responsável pelas operações financeiras do Master, Alberto Felix, informou a Vorcaro os pagamentos feitos. Vorcaro perguntou: "Mas nao faz barci pix ne?". Felix respondeu: "Fez, nao pode? Foi pix para os mesmos dados da ted". Vorcaro concluiu: "Nao e bom". O relatório indica que ele orientou o funcionário a não usar Pix nesses repasses, mas não registra o motivo. A conversa foi extraída do celular apreendido na Operação Compliance Zero. Procurados, Moraes, o escritório Barci, o procurador-geral e a defesa de Vorcaro não se manifestaram até a publicação. ver no caso
  • Fato Em dezembro de 2025, O Globo revelou contrato do escritório Barci de Moraes com o Banco Master de R$ 129 milhões em três anos, R$ 3,6 milhões mensais, interrompido com a liquidação; em março de 2026 o escritório confirmou ter prestado ao banco "ampla consultoria" entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, com 36 pareceres, e afirmou que "nunca conduziu nenhuma causa para o Banco Master no âmbito do STF". Dados da Receita enviados à CPI indicam R$ 80,2 milhões recebidos em 2024 e 2025. ver no caso
PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC 1 registro
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, a emenda apresentada por Ciro Nogueira em agosto de 2024 à PEC 65/2023, elevando a garantia do FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão, teria sido "elaborada pela assessoria do Banco Master" e "reproduzida de forma integral pelo parlamentar"; a emenda foi rejeitada na CCJ do Senado por inconstitucionalidade e inadequação. ver no caso
PF investiga aportes da Rioprevidência no Master e mira Cláudio Castro 1 registro
  • Alegação Na oitava fase, em 26 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca no Rio de Janeiro e em Brasília sobre aportes de cerca de R$ 3 bilhões da Rioprevidência em fundos do Master; segundo a decisão de Mendonça, o ex-governador Cláudio Castro teria relação próxima com Vorcaro que teria facilitado as aplicações, e encontros entre os dois teriam coincidido com as datas dos aportes. ver no caso
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 3 registros
  • Fato O requerimento de CPI do Banco Master foi protocolado no Senado em 26 de novembro de 2025 e reuniu 53 senadores, mais de 65% da Casa, número acima do mínimo constitucional. Depois de quase quatro meses e de várias sessões deliberativas, o texto seguia sem ser lido em plenário pela Mesa do Congresso, passo necessário para instalar a comissão. Um grupo de senadores recorreu ao STF com mandado de segurança para obrigar a leitura. ver no caso
  • Decisão Em 18 de março de 2026, a CPI do Crime Organizado aprovou requerimentos para identificar, junto a CVM, Banco Central, Receita e Anbima, os beneficiários finais dos fundos ligados ao Master e à Reag; a convocação e a quebra de sigilos da Prime Aviation, empresa de jatos ligada a Vorcaro; e a convocação de Martha Graeff, ex-noiva do banqueiro, e do ex-governador Pedro Taques. Rejeitou a quebra de sigilo de Paulo Guedes e a convocação de Valdemar Costa Neto. ver no caso
  • Fato Em 28 de julho de 2026, o grupo da Comissão de Assuntos Econômicos que acompanha o caso, presidido por Renan Calheiros, apresentou três projetos: mudar regras do FGC, ampliar a fiscalização de títulos bancários vendidos em plataformas e elevar penas de fraude financeira para até 12 anos; a CVM informou ter detectado operações atípicas do Master desde 2022 sem equipe para concluir apurações, e o BRB estimou perdas de cerca de R$ 3 bilhões. ver no caso
PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 1 registro
  • Fato Segundo relatórios da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado e divulgados em abril de 2026, o conglomerado Master declarou pagamentos a escritórios e empresas ligados a quatro figuras públicas: R$ 10 milhões ao escritório de advocacia de Michel Temer em 2025, R$ 6,4 milhões a escritórios de Antonio Rueda em 2023, R$ 5,93 milhões ao escritório de Ricardo Lewandowski entre 2023 e 2025 e R$ 5,4 milhões à consultoria de ACM Neto entre 2023 e 2025. Os citados descrevem os valores como remuneração por serviços jurídicos ou de consultoria; o relatório não afirma irregularidade nos contratos. ver no caso
Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete 2 registros
  • Alegação Em áudio de 8 de fevereiro de 2025 extraído do celular de Vorcaro, o advogado Ciro Rocha Soares diz ao banqueiro: "Fala, Vorcarinho, trabalhando por você! Levei o André lá no Vasco agora, para fazer um terno". Junto seguiu uma foto do advogado ao lado de Mendonça na alfaiataria. A mensagem sugere que o ministro teria recebido roupas ligadas ao entorno de Vorcaro; o conteúdo veio a público em 2 de setembro de 2026, em reportagem do portal ICL. ver no caso
  • Fato Em nota de 2 de setembro de 2026, após reportagem do portal ICL sobre a articulação de um encontro, o gabinete de Mendonça afirmou que o ministro recebeu Vorcaro "uma única vez", em 14 de março de 2025, "por iniciativa do próprio empresário", e também o advogado dele no mesmo mês, com memorandos escritos; o assunto foi a STP 976, sobre precatórios de interesse do Master, e "a atuação jurisdicional do ministro foi contrária à posição defendida pelo empresário". ver no caso
Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada 3 registros
  • Fato A Operação Carbono Oculto, da PF e da Receita contra lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, identificou que o fundo Hans 95, gerido por uma das sociedades controladas pela Reag Investimentos e atribuído a organização criminosa, negociou CDBs do Banco Master; a Reag disse que as operações não tinham "atipicidade" e que o Master era "apenas um entre centenas de clientes". ver no caso
  • Decisão Em 15 de janeiro de 2026, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Reag Trust DTVM, renomeada CBSF Distribuidora, por "graves violações" às normas do sistema financeiro: fundos administrados pela Reag teriam estruturado operações fraudulentas com o Master entre julho de 2023 e julho de 2024, segundo relatório do BC ao TCU. A gestora administrava cerca de 700 fundos, somando R$ 300 bilhões, e já era alvo da Carbono Oculto. ver no caso
  • Fato Na CPI do Crime Organizado, em 11 de março de 2026, o fundador da Reag, João Carlos Mansur, negou vínculo com o PCC ("Não temos nenhuma ligação"), disse que as 15 mil páginas da Carbono Oculto não mencionam a associação e admitiu que o Master era cliente da gestora, recusando-se a responder por que a empresa foi alvo de três operações. ver no caso
Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto 1 registro
  • Fato Convocado pela CPI do Crime Organizado para 3 de março de 2026, o ex-presidente do BC Roberto Campos Neto afirmou em nota que "a presidência do Banco Central não trata das operações específicas de bancos do segmento S3 e não pode ser responsabilizada por falhas de terceiros", e que a supervisão é conduzida por servidores de carreira; em agosto de 2023, o BC havia endurecido as regras para bancos do S3 declararem o valor real de seus ativos. ver no caso
Consignado em Mato Grosso: STJ investiga ex-governador por favorecimento ao Master 1 registro
  • Fato O STJ investiga, sob sigilo, o ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes por suspeita de favorecimento ao Master no credenciamento do Credcesta para servidores estaduais; em março de 2026, o ex-governador Pedro Taques, advogado de sindicatos, disse à CPI do Crime que o Master comandaria uma rede de instituições no consignado do estado. ver no caso
PF aponta pedido de Hugo Motta ao Master para empréstimo a empresa de familiar 2 registros
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal noticiado em junho de 2026 pela Folha de S.Paulo e pelo Estadão, o presidente da Câmara, Hugo Motta, teria pedido a Daniel Vorcaro, em março de 2024, que o Banco Master liberasse um empréstimo de ao menos R$ 22 milhões à empresa de uma familiar do deputado. O dinheiro seria destinado à compra de um terreno em João Pessoa (PB), onde se planejava erguer um novo bairro. ver no caso
  • Fato Como presidente da Câmara, Hugo Motta afirmou que os pedidos de CPI sobre o Banco Master receberão "tratamento regimental" e que a análise seguirá a ordem cronológica dos requerimentos protocolados na Casa. ver no caso
A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 4 registros
  • Fato Em 4 de dezembro de 2024, Daniel Vorcaro foi recebido por Lula no Palácio do Planalto, em encontro de cerca de uma hora e meia que não constou da agenda oficial do presidente nem da de Gabriel Galípolo. A reunião foi marcada pelo ex-ministro Guido Mantega e teve ainda os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então presidente do Master, Augusto Lima. Segundo relatos, Vorcaro sustentou no encontro que grandes bancos agiriam para preservar a concentração do mercado e prejudicar o Master. ver no caso
  • Alegação Segundo documento obtido pela Polícia Federal e revelado pelo UOL em maio de 2026, Lula teria aconselhado Vorcaro, naquele encontro, a não vender o Banco Master ao BTG Pactual pelo valor simbólico de R$ 1, recomendando que mantivesse o banco; teria ainda criticado a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central e indicado que a direção seguinte agiria de outro modo. ver no caso
  • Alegação Em relatório da nona fase da Operação Compliance Zero entregue ao STF e noticiado em 30 de julho de 2026, a PF registra que Vorcaro apontava três integrantes do governo como favoráveis à venda do Master: os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então líder do governo no Senado, Jaques Wagner. ver no caso
  • Fato Em 9 de setembro de 2026, em publicação nas redes sociais, Lula defendeu a quebra completa do sigilo das investigações sobre todos os envolvidos no caso Master, "seja quem for, doa a quem doer", afirmou que "o Brasil precisa saber a verdade" e disse que o país enfrenta uma crise institucional no Judiciário. ver no caso
Ciro Rocha Soares 1 caso · 1 registro
Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete 1 registro
  • Alegação Em áudio de 8 de fevereiro de 2025 extraído do celular de Vorcaro, o advogado Ciro Rocha Soares diz ao banqueiro: "Fala, Vorcarinho, trabalhando por você! Levei o André lá no Vasco agora, para fazer um terno". Junto seguiu uma foto do advogado ao lado de Mendonça na alfaiataria. A mensagem sugere que o ministro teria recebido roupas ligadas ao entorno de Vorcaro; o conteúdo veio a público em 2 de setembro de 2026, em reportagem do portal ICL. ver no caso
Daniel Vorcaro 19 casos · 64 registros
Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado 5 registros
  • Alegação Em novembro de 2025, antes da operação que resultou na prisão, a Polícia Federal registrou que Vorcaro teria conhecimento prévio da apuração. Segundo o delegado responsável, "há fortes indícios de que o investigado, Daniel Bueno Vorcaro, sabia de antemão não apenas da investigação criminal, mas também da vara, do nome do juiz que conduzia o caso e de vários integrantes da equipe de investigação". A PF sustentou que esse conhecimento reforçava a suspeita de que ele pretendia deixar o país, e registrou que não identificou como nem por meio de quem a informação chegou até ele, nem afirmou que soubesse a data da operação. O trecho veio a público em 11 de setembro de 2026, com a retirada do sigilo determinada na véspera. ver no caso
  • Fato A Polícia Federal prendeu preventivamente Daniel Vorcaro na noite de 17 de novembro de 2025, no Aeroporto de Guarulhos (SP), quando embarcaria em jato particular para Dubai, na primeira fase da Operação Compliance Zero, que apura a emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras. ver no caso
  • Fato Em 17 de novembro de 2025, horas antes da prisão de Vorcaro, a Fictor Holding Financeira anunciou, com um consórcio de investidores dos Emirados Árabes Unidos, a compra do Banco Master com aporte imediato de R$ 3 bilhões; após a liquidação do banco, no dia seguinte, o consórcio suspendeu a tentativa. ver no caso
  • Decisão Em 28 de novembro de 2025, a desembargadora Solange Salgado da Silva, do TRF da 1ª Região, mandou soltar Vorcaro e os sócios Augusto Ferreira Lima, Luiz Antonio Bull, Alberto Feliz de Oliveira e Angelo Antonio Ribeiro da Silva, com tornozeleira eletrônica, proibição de atuar no setor financeiro, de contato entre investigados e de deixar o país. ver no caso
  • Fato Em depoimento à Polícia Federal em 28 de agosto de 2026, por videoconferência da Papudinha, em Brasília, ao delegado Albert Paulo Sérgio de Moura, Vorcaro contou que na manhã de 17 de novembro de 2025 avisou o Banco Central de que tinha encontrado comprador: "eu aviso pela manhã o Banco Central que eu arrumei uma solução, que eu já estava protocolando o primeiro contrato". Disse que viajaria naquela noite para apresentar outros dois contratos nos dias seguintes. Foi preso no aeroporto de Guarulhos naquela mesma noite, e o banco foi liquidado no dia seguinte. Sobre a liquidação, afirmou que o processo "tinha sido aberto há muito tempo e não era mexido" e "teve um desfecho rápido e inusitado" naquela tarde, e que só então soube que o banco seria liquidado. Descreveu o que vivia como "um terror" e "algo desumano", reconheceu que "houveram erros no desenrolar do tema do Banco Master" e disse ter "muito a contribuir e a falar". O depoimento foi tomado na investigação sobre suposto pagamento de propina a servidores do Banco Central; as duas tentativas de acordo de delação do banqueiro já haviam sido recusadas pela PF e pela PGR. ver no caso
A PF pede a suspeição de Toffoli 2 registros
  • Decisão Em decisão de 6 de janeiro de 2026, tornada pública após a segunda fase da Operação Compliance Zero (14/1), o ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, determinou o bloqueio e sequestro de R$ 5,7 bilhões em bens de 38 investigados e a quebra de sigilo bancário e fiscal de 101 pessoas e entidades, a pedido da PGR. ver no caso
  • Alegação Em 9 de fevereiro de 2026, a Polícia Federal pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, a suspeição de Dias Toffoli na relatoria do caso. Segundo a PF, o ministro seria citado em conversas, extraídas do celular de Vorcaro, entre o banqueiro e seu cunhado Fabiano Zettel, relacionadas ao resort Tayayá (PR), cuja empresa controladora teria tido como sócios parentes de Toffoli. ver no caso
BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 5 registros
  • Fato Em 28 de março de 2025, o conselho de administração do BRB aprovou e comunicou ao mercado a compra de 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais do Banco Master, 58% do capital, por valor equivalente a 75% do patrimônio líquido do Master; pelo acordo, Vorcaro ficaria fora da gestão do novo grupo. ver no caso
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, o Master teria vendido ao BRB carteiras de crédito "insubsistentes" e, após fiscalização do Banco Central, as teria substituído por outros ativos sem avaliação técnica adequada; as operações investigadas somariam R$ 12,2 bilhões. ver no caso
  • Fato Em 30 de dezembro de 2025, Vorcaro e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foram acareados perante a Polícia Federal e se contradisseram sobre a origem dos créditos comprados do Master: Vorcaro disse que o BRB fora informado de que vinham de uma terceira empresa, a Tirreno, e Paulo Henrique afirmou ter entendido que as carteiras eram originadas pelo próprio Master. Toffoli retirou o sigilo dos depoimentos em 29 de janeiro de 2026. ver no caso
  • Alegação A PF apontou o empresário Nelson Tanure como possível "sócio oculto" do Master e investiga se seria "destinatário final" de recursos suspeitos movimentados pela rede de Vorcaro; seu celular foi apreendido em janeiro de 2026, e mensagens mostrariam agradecimento por um relógio de luxo avaliado em até R$ 1 milhão enviado pelo banqueiro. ver no caso
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, Paulo Henrique Costa teria aceitado vantagem indevida estimada em R$ 146,6 milhões, na forma de seis imóveis de alto padrão escolhidos por critérios pessoais e familiares, em troca de operações sem lastro adequado com o Banco Master. ver no caso
PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 10 registros
  • Alegação Segundo o relatório da Polícia Federal divulgado em setembro de 2026, o ex-ministro Fábio Faria teria intermediado, em 26 de dezembro de 2023, o primeiro contato entre Vorcaro e Moraes, compartilhando contatos do ministro, e depois teria tratado com o banqueiro do prazo do contrato com o escritório da mulher do ministro e de atrasos em pagamentos. ver no caso
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, Vorcaro e Moraes teriam se encontrado ao menos seis vezes entre novembro de 2024 e agosto de 2025, além de um jantar com as esposas em 2 de fevereiro de 2024, e o ministro teria feito ajustes em um contrato do escritório antes da assinatura; em mensagem, Vorcaro teria escrito: "Estamos juntos sempre. Você sabe que tenho gratidão da minha vida a você". ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, mensagens extraídas do celular de Vorcaro mostram que ele tratava os repasses ao escritório Barci de Moraes como a conta mais importante do Banco Master. A uma funcionária escreveu: "Esse Barci de Moraes por favor não deixe atrasar um dia, coloca no seu controle. É o pgto mais importante que temos". Em 8 de fevereiro de 2024 cobrou o primeiro pagamento e confirmou transferência de R$ 3.422.268,14. Em 15 de março de 2024, diante de novo atraso, escreveu a um funcionário identificado como Angelo: "Angelo. Pqp. Não pagaram Barci de Moraes. Não to entendendo isso. Contrato mais importante que temos". As cobranças se referiam às parcelas mensais, de R$ 3 milhões líquidos, do contrato assinado em janeiro de 2024. Procurados, Moraes, o procurador-geral Paulo Gonet e a defesa de Vorcaro não se manifestaram até a publicação da reportagem. ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, em 15 de março de 2024 o ex-ministro das Comunicações Fábio Faria enviou a Vorcaro uma captura de tela com a frase "O careca não pode atrasar". A mensagem se referia às parcelas do contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, que previa pagamento até o quinto dia útil de cada mês e cujos repasses de fevereiro e março atrasaram. Procurados, Moraes, o procurador-geral e a defesa de Vorcaro não se manifestaram; o escritório Barci de Moraes divulgou nota sobre seus procedimentos de compliance, sem comentar especificamente o alerta. ver no caso
  • Alegação Segundo o relatório da PF, Moraes teria ajudado a organizar um fórum jurídico-político "superexclusivo" patrocinado pelo Master em Londres, de 24 a 27 de abril de 2024, com homenagens a Michel Temer e Rodrigo Pacheco, convidando autoridades e com poder de veto sobre participantes; em mensagem, convidou Gilmar Mendes para um painel. Sobre uma restrição, Vorcaro teria escrito a uma funcionária: "De jeito nenhum. Alexandre morre se você fizer isso". ver no caso
  • Alegação Segundo o relatório da PF, além do contrato de janeiro de 2024 com o Master (R$ 131,3 milhões brutos em três anos), o escritório Barci de Moraes teria firmado em maio de 2025 contrato de R$ 50 milhões com a Viking Participações, ligada a Vorcaro; metadados indicariam que Moraes editou um dos contratos, e, em outubro de 2025, Vorcaro teria objetado ao pagamento por Pix ("Nao e bom"). ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, em 1º de outubro de 2025 o responsável pelas operações financeiras do Master, Alberto Felix, informou a Vorcaro os pagamentos feitos. Vorcaro perguntou: "Mas nao faz barci pix ne?". Felix respondeu: "Fez, nao pode? Foi pix para os mesmos dados da ted". Vorcaro concluiu: "Nao e bom". O relatório indica que ele orientou o funcionário a não usar Pix nesses repasses, mas não registra o motivo. A conversa foi extraída do celular apreendido na Operação Compliance Zero. Procurados, Moraes, o escritório Barci, o procurador-geral e a defesa de Vorcaro não se manifestaram até a publicação. ver no caso
  • Alegação Entre as mensagens do celular de Vorcaro divulgadas em 1º de setembro de 2026, há referência a um suposto pedido de "proteção" para "Andrei" e "Paulo", que os investigadores interpretam como o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral Paulo Gonet; Mendonça acionou a PGR pedindo esclarecimentos. ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal entregue ao STF em 27 de agosto de 2026 e tornado público em 1º de setembro pelo ministro André Mendonça, Daniel Vorcaro teria enviado mensagens, nos dias anteriores à prisão, a um contato salvo em seu celular como "Alexandre de Moraes BRASILIA", entre elas, às 20h48 de 17 de novembro de 2025, minutos antes de ser preso, o texto "To indo assinar com os investidores de fora e estou online". As mensagens teriam sido enviadas em modo de visualização única e recuperadas pela perícia a partir de rascunhos salvos no aparelho. ver no caso
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 8 registros
  • Fato Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, tratado nos autos pelo apelido "Sicário" e apontado pela Polícia Federal como o responsável pelos acessos clandestinos a sistemas oficiais, foi preso em março de 2026 e morreu dois dias depois, na prisão, após uma tentativa de suicídio. As condutas atribuídas a ele nos relatórios da PF, portanto, nunca chegaram a ser respondidas em juízo por ele próprio. ver no caso
  • Fato Em 4 de março de 2026, na terceira fase da Compliance Zero, autorizada por André Mendonça, Vorcaro foi preso preventivamente de novo, com mais três pessoas; foram cumpridos 4 mandados de prisão e 15 de busca em São Paulo e Minas Gerais, com sequestro e bloqueio de bens de até R$ 22 bilhões. ver no caso
  • Alegação Segundo a representação da Polícia Federal que embasou a nova prisão, Vorcaro teria coordenado um núcleo de intimidação e obstrução, chamado "A Turma", responsável por ameaças, intimidações presenciais, levantamentos clandestinos e obtenção ilegal de informações sigilosas, e um grupo de ataques digitais chamado "Os Meninos", que faria invasões, derrubada de perfis e monitoramento digital ilegal. ver no caso
  • Fato Na sexta fase, em 14 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 7 mandados de prisão preventiva e 17 de busca em SP, RJ e MG e prendeu Henrique Vorcaro, pai do banqueiro; a decisão de Mendonça cita a "persistência das atividades ilícitas" dos grupos após as prisões e conversas em que Henrique Vorcaro teria seguido acionando o grupo, com repasses de R$ 400 mil a R$ 800 mil. ver no caso
  • Fato A Polícia Federal rejeitou duas propostas de delação premiada de Vorcaro: a primeira em 20 de maio de 2026, por considerar o material "superficial" e omisso sobre aliados políticos, e a segunda, protocolada na PGR entre 1º e 2 de junho, em 10 de junho; a PGR também rejeitou proposta por não trazer elementos novos. ver no caso
  • Alegação Na décima fase, em 9 de julho de 2026, a Polícia Federal apontou uma campanha coordenada em redes sociais contra a credibilidade do Banco Central, chamada "Projeto DV", que teria sido financiada por Vorcaro com influenciadores e veículos sob contratos de confidencialidade com multa de até R$ 2 milhões; o publicitário Thiago Miranda foi alvo de busca. ver no caso
  • Alegação Relatórios da Polícia Federal divulgados por Mendonça em 10 de setembro de 2026 descrevem coação, ameaças, agressões físicas e constrangimento praticados, segundo a apuração, pelo grupo em torno de Vorcaro. Um trecho diz: "Se diante do público Daniel Vorcaro se apresenta como uma pessoa de boa interlocução e amigável, nas conversas com o Sicário Felipe Mourão surge uma versão voltada para a realização de atos de violência". Os documentos citam o ex-piloto Luís Felipe Woyceichoski, alvo de ameaças que teriam alcançado a família dele, e o ex-chefe de cozinha Leandro Garcia da Silva, que teria sido ameaçado de morte por sete pessoas no local de trabalho depois de publicar um vídeo nas redes. ver no caso
  • Alegação Relatório da Polícia Federal de 164 páginas, tornado público em 11 de setembro de 2026, sustenta que Vorcaro pagava R$ 1 milhão por mês para manter o grupo chamado "A Turma" e que o responsável pelos acessos clandestinos, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, fazia "acesso recorrente e irregular a procedimentos sigilosos em andamento no MPF, na PF, na Polícia Civil e no Banco Central", pela "utilização de logins funcionais de terceiros". Segundo o documento, o alcance chegou a organismos internacionais como o FBI e a Interpol. Em 15 de fevereiro de 2024, quarenta minutos depois de Vorcaro pedir informações sobre inquéritos, veio a resposta com o áudio de um policial federal dizendo que a "Tropa" daria atenção especial; em seguida foram enviados comprovantes de consulta ao CPF do banqueiro nos sistemas do MPF, que apontaram quinze procedimentos ligados a ele, onze deles sigilosos. Questionado se deveria buscar todos os processos com "BRB AND MASTER", Vorcaro respondeu: "Quero tudo. Atenção total". A PF registra que o servidor que fez a consulta tentou ocultar a própria identificação, apagando o nome e o setor, o que indicaria "intenção deliberada do servidor de ocultar sua identidade". O policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva, preso em 4 de março de 2026, é apontado como quem tinha acesso aos sistemas do MPF. ver no caso
PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC 2 registros
  • Fato Na quinta fase, em 7 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca e um de prisão temporária, contra Felipe Cançado Vorcaro, primo do banqueiro, no Piauí, em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal, com o senador Ciro Nogueira entre os alvos, por autorização de André Mendonça. ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal ao STF, Ciro Nogueira teria recebido de Vorcaro repasses mensais de R$ 300 mil a R$ 500 mil, participação societária de cerca de R$ 13 milhões comprada por R$ 1 milhão, imóvel de alto padrão cedido gratuitamente e o pagamento de despesas pessoais, viagens internacionais e cartão de crédito. ver no caso
PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta 1 registro
  • Alegação Segundo relatórios da Polícia Federal tornados públicos por Mendonça em 30 de julho de 2026, Wagner teria recebido vantagens do núcleo do Master por meio de familiares e pessoas de confiança: apartamento de R$ 2,45 milhões em Salvador, ingressos de show no valor de R$ 63 mil, uso gratuito de aeronaves de Augusto Lima e de Vorcaro e presentes; e teria acompanhado de perto a "emenda Master" no Senado. ver no caso
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 7 registros
  • Alegação Segundo mensagens e documentos divulgados pelo Intercept Brasil em maio de 2026, Flávio Bolsonaro teria negociado com Vorcaro US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões) para financiar o filme "Dark Horse", sobre Jair Bolsonaro, e Vorcaro teria pago ao menos US$ 10,6 milhões (R$ 61 milhões) em seis transferências entre fevereiro e maio de 2025; US$ 2 milhões teriam ido a um fundo no Texas gerido pelo advogado de Eduardo Bolsonaro. ver no caso
  • Fato A Polícia Federal abriu investigação sobre possível desvio de parte desses recursos para despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. ver no caso
  • Fato Questionado no STF em 13 de maio de 2026, dia da reportagem do Intercept Brasil, Flávio Bolsonaro disse: "É mentira. De onde você tirou isso?" e "é dinheiro privado"; áudios divulgados em seguida mostraram o senador pedindo a Vorcaro a continuidade dos pagamentos, e ele passou a confirmar o pedido de patrocínio. ver no caso
  • Fato No áudio divulgado pelo Intercept Brasil em 13 de maio de 2026, Flávio Bolsonaro diz a Vorcaro: "Apesar de você ter dado a liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando", "agora que é a reta final, que a gente não pode vacilar. Não pode não honrar com os compromissos aqui" e "Perde tudo, cara, todo o contrato, perde ator, perde diretor, perde equipe"; em mensagens, chama o banqueiro de "irmão". A última mensagem foi enviada na véspera da prisão de Vorcaro, em novembro de 2025. ver no caso
  • Fato O fundo Havengate, no Texas, por onde passaram os repasses de Vorcaro ao filme, é administrado pelo advogado de imigração Paulo Calixto, próximo a Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos; em 14 de maio de 2026, Eduardo negou ter recebido dinheiro de Vorcaro por meio do fundo. ver no caso
  • Fato Em setembro de 2026, a PGR fechou acordo de delação com o empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, o "Mineiro", dono da Entre Investimentos e Participações, cuja empresa, segundo a apuração, teria canalizado pagamentos ao Havengate Development Fund, fundo no Texas que repassou recursos à Go Up; é o primeiro acordo ligado ao filme e depende de homologação por Mendonça. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
PF investiga aportes da Rioprevidência no Master e mira Cláudio Castro 1 registro
  • Alegação Na oitava fase, em 26 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca no Rio de Janeiro e em Brasília sobre aportes de cerca de R$ 3 bilhões da Rioprevidência em fundos do Master; segundo a decisão de Mendonça, o ex-governador Cláudio Castro teria relação próxima com Vorcaro que teria facilitado as aplicações, e encontros entre os dois teriam coincidido com as datas dos aportes. ver no caso
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 3 registros
  • Decisão Em fevereiro de 2026, Mendonça dispensou Vorcaro de comparecer a comissões do Congresso e garantiu o direito ao silêncio caso comparecesse, citando a garantia contra a autoincriminação; a CPI do Crime Organizado recorreu ao STF em 10 de março. ver no caso
  • Decisão Em 20 de fevereiro de 2026, o ministro André Mendonça determinou à Presidência do Congresso Nacional a "imediata entrega às autoridades da Polícia Federal" de todos os elementos obtidos com as quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de Daniel Vorcaro, sem retenção de cópias. O material estava sob custódia da presidência do Senado desde 15 de dezembro, quando o então relator Dias Toffoli o retirou da CPMI do INSS. ver no caso
  • Alegação Mensagens interceptadas pela PF indicariam que Vorcaro planejava transferir uma mansão de R$ 450 milhões e outros bens para o nome da ex-noiva, Martha Graeff, como blindagem patrimonial; a CPI do Crime e a CPMI do INSS aprovaram sua convocação e não conseguiram localizá-la. ver no caso
Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 4 registros
  • Fato Em abril de 2024, Vorcaro escreveu ao pastor André Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, pedindo ajuda com Nikolas Ferreira, cujas declarações estariam sendo usadas para atacá-lo por causa do patrocínio de um evento em Londres; Valadão, que diz conhecer Vorcaro há mais de 30 anos, confirmou ter sugerido que os dois falassem diretamente, e Nikolas afirma ter recebido o contato do banqueiro por meio do pastor, em 2023. ver no caso
  • Fato Em áudio revelado pela jornalista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias, o deputado Nikolas Ferreira teria pedido ao banqueiro, em 30 de março de 2025, ajuda para que Thiago Faria, seu advogado e ex-assessor de gabinete, conseguisse liberar "um ativo de minério", e teria usado, em outubro de 2022, jato da Prime You, empresa então ligada a Vorcaro, durante a caravana "Juventude pelo Brasil". ver no caso
  • Fato Nos áudios revelados pela jornalista Juliana Dal Piva, do ICL, em 3 de setembro de 2026, Nikolas chama Vorcaro de "Dani" e "lindão", diz "não tenho a proximidade assim, até mesmo a que eu queria ter" e, em 30 de março de 2025, pede ajuda para o ex-assessor Thiago Faria liberar "um ativo de minério"; em 1º de abril avisa que Faria estará em Brasília: "Só dar o toque e vamos encontrar!". ver no caso
  • Fato Em 2 de setembro de 2026, Nikolas Ferreira publicou vídeo de quase 12 minutos com trechos do relatório da PF sobre Vorcaro e Moraes, citando contratos de cerca de R$ 208 milhões entre empresas ligadas ao banqueiro e o escritório Barci de Moraes e cartões do Master com limite de R$ 300 mil aprovados para dois filhos do ministro, que o escritório diz nunca terem sido usados; o deputado pediu o afastamento cautelar de Moraes. ver no caso
PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 1 registro
  • Alegação Segundo o relatório da PF divulgado em julho de 2026, Vorcaro contou a Fábio Faria, em 22 de maio de 2024, que ACM Neto teria ido à sua casa e lhe dado "apoio total", sem que o relatório esclareça a que assunto o apoio se referia; Faria teria respondido "Agora eh aproximar o PT da Bahia". A PF usou o diálogo para sustentar que Vorcaro buscava ampliar canais políticos na Bahia e não identificou providências posteriores. ver no caso
Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete 3 registros
  • Alegação Em áudio de 8 de fevereiro de 2025 extraído do celular de Vorcaro, o advogado Ciro Rocha Soares diz ao banqueiro: "Fala, Vorcarinho, trabalhando por você! Levei o André lá no Vasco agora, para fazer um terno". Junto seguiu uma foto do advogado ao lado de Mendonça na alfaiataria. A mensagem sugere que o ministro teria recebido roupas ligadas ao entorno de Vorcaro; o conteúdo veio a público em 2 de setembro de 2026, em reportagem do portal ICL. ver no caso
  • Fato Em nota de 2 de setembro de 2026, após reportagem do portal ICL sobre a articulação de um encontro, o gabinete de Mendonça afirmou que o ministro recebeu Vorcaro "uma única vez", em 14 de março de 2025, "por iniciativa do próprio empresário", e também o advogado dele no mesmo mês, com memorandos escritos; o assunto foi a STP 976, sobre precatórios de interesse do Master, e "a atuação jurisdicional do ministro foi contrária à posição defendida pelo empresário". ver no caso
  • Fato Em 27 de agosto de 2026, Vorcaro foi ouvido no gabinete de Mendonça pelo juiz auxiliar João Azambuja, na presença de seus advogados Daniel Bialski e Engels Muniz e de um integrante do Ministério Público Federal, sem agentes da Polícia Federal. Relatou que a mãe passou a receber ameaças de morte depois da prisão dele — "receberam inúmeras ameaças de morte e falaram que eu seria morto. Tem e-mails, inclusive" — e disse que os remetentes eram anônimos, sem entregar os e-mails na ocasião. Em nota de 2 de setembro, o gabinete confirmou o depoimento, afirmou que ele foi feito "por requerimento expresso da defesa do depoente, que relatou estar sofrendo graves intimidações e solicitou ser ouvido com urgência", que a ausência da PF "seguiu essa mesma diretriz de proteção" e que a presença do Ministério Público "é exigência legal, e foi observada". A nota também negou que temas relacionados a Moraes tivessem sido abordados. No mesmo 2 de setembro, a PGR pediu o arquivamento do depoimento, sustentando que Vorcaro não apresentou provas das supostas ameaças; as tratativas de delação do banqueiro já haviam sido recusadas duas vezes pela PF e pela própria PGR. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 4 registros
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
  • Decisão Em 10 de setembro de 2026, atendendo a pedido de Fachin feito no mesmo dia, Mendonça retirou o sigilo da Petição 15.556 e de mais catorze procedimentos: os Inquéritos 5.026 e 5.035, a Reclamação 88.121 e as Petições 15.198, 15.478, 15.504, 15.562, 15.563, 15.693, 15.976, 15.977, 15.978, 16.019 e 16.662. Manteve fechado o material que, segundo ele, possa prejudicar diligências e novos procedimentos — entre o que continuou em sigilo está o caso do filme Dark Horse, também sob sua relatoria, por não ter pertinência com o julgamento sobre Moraes. Informou ainda que enviaria cópias completas dos processos, em HDs dedicados, à Presidência do STF e aos gabinetes dos demais ministros. No dia seguinte, sob nova ordem de Fachin, esse sigilo remanescente caiu, inclusive o do Dark Horse. ver no caso
  • Fato Em 11 de setembro de 2026, Moraes enviou ofício a Fachin apontando "escolha seletiva" na retirada do sigilo feita por Mendonça. Segundo levantamento anexado ao ofício, 4.334 dos 4.514 documentos foram liberados e 180 continuaram fora do alcance dos demais ministros, entre eles peças sobre os recursos atribuídos a Vorcaro no filme Dark Horse e sobre a relação entre o senador Jaques Wagner e o ex-sócio do Master Augusto Ferreira Lima. Moraes pediu a retirada "imediata de todo e qualquer sigilo, sem exceção" dos procedimentos ligados à PET 15.556, a intimação de todos os magistrados citados na investigação e que seu pedido de investigação contra Mendonça entre na pauta de 15 de setembro. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 6 registros
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
  • Fato Em 8 de setembro de 2026, Fachin manifestou a intenção de reunir reservadamente os quatro ministros que já presidiram o STF e continuam na Corte — Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luiz Fux — para tratar da crise aberta pela divulgação das mensagens enviadas por Vorcaro ao contato atribuído a Moraes. Fachin havia dito que a resposta da Corte seria "firme, proporcional e rigorosa". ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, Fachin convocou sessão extraordinária do plenário para terça-feira, 15 de setembro, às 10h. O plenário deve decidir três pontos: se foi regular a ordem de Mendonça que levou ao aprofundamento da análise dos dados do celular de Vorcaro, se o material produzido pela PF a partir dessa medida pode ser usado, e o que fazer com o pedido da PGR de anulação do procedimento. Da resposta a esses pontos depende o destino dos elementos que envolvem Moraes. ver no caso
  • Decisão Em 10 de setembro de 2026, atendendo a pedido de Fachin feito no mesmo dia, Mendonça retirou o sigilo da Petição 15.556 e de mais catorze procedimentos: os Inquéritos 5.026 e 5.035, a Reclamação 88.121 e as Petições 15.198, 15.478, 15.504, 15.562, 15.563, 15.693, 15.976, 15.977, 15.978, 16.019 e 16.662. Manteve fechado o material que, segundo ele, possa prejudicar diligências e novos procedimentos — entre o que continuou em sigilo está o caso do filme Dark Horse, também sob sua relatoria, por não ter pertinência com o julgamento sobre Moraes. Informou ainda que enviaria cópias completas dos processos, em HDs dedicados, à Presidência do STF e aos gabinetes dos demais ministros. No dia seguinte, sob nova ordem de Fachin, esse sigilo remanescente caiu, inclusive o do Dark Horse. ver no caso
  • Fato Em 11 de setembro de 2026, o ministro Cristiano Zanin pediu a Fachin acesso à íntegra dos dados extraídos do celular de Vorcaro — um iPhone sob a guarda do gabinete de Mendonça —, requerendo que todo o conteúdo da mídia examinada pela PF fosse gravado em um HD. Zanin argumentou que quer analisar não apenas os trechos aproveitados pelos investigadores no laudo, mas a mídia referenciada por inteiro, antes do julgamento de 15 de setembro. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Vorcaro alega que doações de 2022 a Bolsonaro e Tarcísio eram propina 1 registro
  • Alegação Na proposta de delação rejeitada pela PF e pela PGR, Vorcaro teria afirmado que as doações de 2022 feitas em nome de Zettel a Bolsonaro e a Tarcísio seriam "contrapartidas financeiras" de um acerto com Gilberto Kassab para manter o Credcesta no governo de Tarcísio, com exigência de contribuições a partidos, 5% do lucro da operação e R$ 10 milhões em dinheiro a intermediários. ver no caso
Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto 1 registro
  • Alegação Na terceira fase da Compliance Zero, a PF apontou que dois servidores do Banco Central, Paulo Sérgio de Souza, ex-diretor de fiscalização, e Bellini Santana, ex-chefe de departamento de supervisão bancária, teriam mantido contato com Vorcaro e prestado "consultoria informal", com orientações estratégicas sobre procedimentos do Banco Central que envolviam o Master. Galípolo afastou os dois dos cargos e abriu sindicância, e a CGU analisa o relatório para decidir se instaura processo disciplinar. ver no caso
PF aponta pedido de Hugo Motta ao Master para empréstimo a empresa de familiar 2 registros
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal noticiado em junho de 2026 pela Folha de S.Paulo e pelo Estadão, o presidente da Câmara, Hugo Motta, teria pedido a Daniel Vorcaro, em março de 2024, que o Banco Master liberasse um empréstimo de ao menos R$ 22 milhões à empresa de uma familiar do deputado. O dinheiro seria destinado à compra de um terreno em João Pessoa (PB), onde se planejava erguer um novo bairro. ver no caso
  • Alegação Ainda segundo o material apreendido com Vorcaro, o banqueiro teria relatado em mensagens que Hugo Motta esteve com ele "até quase 3h" em sua mansão no Lago Sul, em Brasília, e que o deputado queria "saber de tudo no detalhe". ver no caso
A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 3 registros
  • Fato Em 4 de dezembro de 2024, Daniel Vorcaro foi recebido por Lula no Palácio do Planalto, em encontro de cerca de uma hora e meia que não constou da agenda oficial do presidente nem da de Gabriel Galípolo. A reunião foi marcada pelo ex-ministro Guido Mantega e teve ainda os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então presidente do Master, Augusto Lima. Segundo relatos, Vorcaro sustentou no encontro que grandes bancos agiriam para preservar a concentração do mercado e prejudicar o Master. ver no caso
  • Alegação Segundo documento obtido pela Polícia Federal e revelado pelo UOL em maio de 2026, Lula teria aconselhado Vorcaro, naquele encontro, a não vender o Banco Master ao BTG Pactual pelo valor simbólico de R$ 1, recomendando que mantivesse o banco; teria ainda criticado a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central e indicado que a direção seguinte agiria de outro modo. ver no caso
  • Alegação Em relatório da nona fase da Operação Compliance Zero entregue ao STF e noticiado em 30 de julho de 2026, a PF registra que Vorcaro apontava três integrantes do governo como favoráveis à venda do Master: os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então líder do governo no Senado, Jaques Wagner. ver no caso
Fabiano Zettel 3 casos · 4 registros
A PF pede a suspeição de Toffoli 1 registro
  • Alegação Em 9 de fevereiro de 2026, a Polícia Federal pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, a suspeição de Dias Toffoli na relatoria do caso. Segundo a PF, o ministro seria citado em conversas, extraídas do celular de Vorcaro, entre o banqueiro e seu cunhado Fabiano Zettel, relacionadas ao resort Tayayá (PR), cuja empresa controladora teria tido como sócios parentes de Toffoli. ver no caso
Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 2 registros
  • Fato Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, presidia a Igreja Batista da Lagoinha Belverde, em Belo Horizonte; segundo a igreja, está afastado das funções pastorais desde novembro de 2025. Em 2022, doou R$ 3 milhões à campanha de Jair Bolsonaro e R$ 2 milhões à de Tarcísio de Freitas. ver no caso
  • Decisão Em 19 de março de 2026, o ministro Flávio Dino, em ação sobre transparência de emendas, deu cinco dias ao Senado e ao senador Carlos Viana para explicar cerca de R$ 3,6 milhões em emendas destinadas, via prefeituras de Belo Horizonte e Capim Branco, à Fundação Oásis, ligada à Igreja Batista da Lagoinha; em 30 de março considerou as respostas "genéricas e insuficientes", abriu petição própria e apontou possível conflito de interesses, já que Viana presidia a CPMI que investigava entidades beneficiadas. ver no caso
Vorcaro alega que doações de 2022 a Bolsonaro e Tarcísio eram propina 2 registros
  • Fato Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, presidia a Igreja Batista da Lagoinha Belverde, em Belo Horizonte; segundo a igreja, está afastado das funções pastorais desde novembro de 2025. Em 2022, doou R$ 3 milhões à campanha de Jair Bolsonaro e R$ 2 milhões à de Tarcísio de Freitas. ver no caso
  • Alegação Na proposta de delação rejeitada pela PF e pela PGR, Vorcaro teria afirmado que as doações de 2022 feitas em nome de Zettel a Bolsonaro e a Tarcísio seriam "contrapartidas financeiras" de um acerto com Gilberto Kassab para manter o Credcesta no governo de Tarcísio, com exigência de contribuições a partidos, 5% do lucro da operação e R$ 10 milhões em dinheiro a intermediários. ver no caso
Henrique Vorcaro 1 caso · 1 registro
Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 1 registro
  • Fato Na sexta fase, em 14 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 7 mandados de prisão preventiva e 17 de busca em SP, RJ e MG e prendeu Henrique Vorcaro, pai do banqueiro; a decisão de Mendonça cita a "persistência das atividades ilícitas" dos grupos após as prisões e conversas em que Henrique Vorcaro teria seguido acionando o grupo, com repasses de R$ 400 mil a R$ 800 mil. ver no caso
Will Financeira 1 caso · 1 registro
Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 1 registro
  • Decisão Em 21 de janeiro de 2026, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira, do grupo Master, citando o comprometimento de sua situação econômico-financeira e o descumprimento de obrigações no arranjo de pagamentos da Mastercard, que a bloqueou. ver no caso
Políticos 28 entidades
ACM Neto 1 caso · 3 registros
PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 3 registros
  • Alegação Segundo o relatório da PF divulgado em julho de 2026, Vorcaro contou a Fábio Faria, em 22 de maio de 2024, que ACM Neto teria ido à sua casa e lhe dado "apoio total", sem que o relatório esclareça a que assunto o apoio se referia; Faria teria respondido "Agora eh aproximar o PT da Bahia". A PF usou o diálogo para sustentar que Vorcaro buscava ampliar canais políticos na Bahia e não identificou providências posteriores. ver no caso
  • Fato Segundo relatórios da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado e divulgados em abril de 2026, o conglomerado Master declarou pagamentos a escritórios e empresas ligados a quatro figuras públicas: R$ 10 milhões ao escritório de advocacia de Michel Temer em 2025, R$ 6,4 milhões a escritórios de Antonio Rueda em 2023, R$ 5,93 milhões ao escritório de Ricardo Lewandowski entre 2023 e 2025 e R$ 5,4 milhões à consultoria de ACM Neto entre 2023 e 2025. Os citados descrevem os valores como remuneração por serviços jurídicos ou de consultoria; o relatório não afirma irregularidade nos contratos. ver no caso
  • Alegação Relatórios de inteligência da PF sobre as operações Sem Desconto e Compliance Zero, anexados por Moraes a decisão de 3 de setembro de 2026, sugerem "assimetria" nas decisões de Mendonça conforme o investigado: citam que, em reunião de 13 de agosto, o ministro teria dito ter a "percepção" de que ACM Neto "aparentaria estar exercendo atividade de representação de interesses dentro dos limites do permitido", tratamento comparado ao dado a Lulinha; a própria PF classifica a confiança da amostra como "baixa". ver no caso
Alexandre Silveira 1 caso · 2 registros
A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 2 registros
  • Fato Em 4 de dezembro de 2024, Daniel Vorcaro foi recebido por Lula no Palácio do Planalto, em encontro de cerca de uma hora e meia que não constou da agenda oficial do presidente nem da de Gabriel Galípolo. A reunião foi marcada pelo ex-ministro Guido Mantega e teve ainda os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então presidente do Master, Augusto Lima. Segundo relatos, Vorcaro sustentou no encontro que grandes bancos agiriam para preservar a concentração do mercado e prejudicar o Master. ver no caso
  • Alegação Em relatório da nona fase da Operação Compliance Zero entregue ao STF e noticiado em 30 de julho de 2026, a PF registra que Vorcaro apontava três integrantes do governo como favoráveis à venda do Master: os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então líder do governo no Senado, Jaques Wagner. ver no caso
Antonio Rueda 1 caso · 1 registro
PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 1 registro
  • Fato Segundo relatórios da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado e divulgados em abril de 2026, o conglomerado Master declarou pagamentos a escritórios e empresas ligados a quatro figuras públicas: R$ 10 milhões ao escritório de advocacia de Michel Temer em 2025, R$ 6,4 milhões a escritórios de Antonio Rueda em 2023, R$ 5,93 milhões ao escritório de Ricardo Lewandowski entre 2023 e 2025 e R$ 5,4 milhões à consultoria de ACM Neto entre 2023 e 2025. Os citados descrevem os valores como remuneração por serviços jurídicos ou de consultoria; o relatório não afirma irregularidade nos contratos. ver no caso
Câmara dos Deputados 1 caso · 2 registros
PF aponta pedido de Hugo Motta ao Master para empréstimo a empresa de familiar 2 registros
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal noticiado em junho de 2026 pela Folha de S.Paulo e pelo Estadão, o presidente da Câmara, Hugo Motta, teria pedido a Daniel Vorcaro, em março de 2024, que o Banco Master liberasse um empréstimo de ao menos R$ 22 milhões à empresa de uma familiar do deputado. O dinheiro seria destinado à compra de um terreno em João Pessoa (PB), onde se planejava erguer um novo bairro. ver no caso
  • Fato Como presidente da Câmara, Hugo Motta afirmou que os pedidos de CPI sobre o Banco Master receberão "tratamento regimental" e que a análise seguirá a ordem cronológica dos requerimentos protocolados na Casa. ver no caso
Carlos Viana 1 caso · 1 registro
Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 1 registro
  • Decisão Em 19 de março de 2026, o ministro Flávio Dino, em ação sobre transparência de emendas, deu cinco dias ao Senado e ao senador Carlos Viana para explicar cerca de R$ 3,6 milhões em emendas destinadas, via prefeituras de Belo Horizonte e Capim Branco, à Fundação Oásis, ligada à Igreja Batista da Lagoinha; em 30 de março considerou as respostas "genéricas e insuficientes", abriu petição própria e apontou possível conflito de interesses, já que Viana presidia a CPMI que investigava entidades beneficiadas. ver no caso
Ciro Nogueira 4 casos · 4 registros
PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC 3 registros
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, a emenda apresentada por Ciro Nogueira em agosto de 2024 à PEC 65/2023, elevando a garantia do FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão, teria sido "elaborada pela assessoria do Banco Master" e "reproduzida de forma integral pelo parlamentar"; a emenda foi rejeitada na CCJ do Senado por inconstitucionalidade e inadequação. ver no caso
  • Fato Na quinta fase, em 7 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca e um de prisão temporária, contra Felipe Cançado Vorcaro, primo do banqueiro, no Piauí, em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal, com o senador Ciro Nogueira entre os alvos, por autorização de André Mendonça. ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal ao STF, Ciro Nogueira teria recebido de Vorcaro repasses mensais de R$ 300 mil a R$ 500 mil, participação societária de cerca de R$ 13 milhões comprada por R$ 1 milhão, imóvel de alto padrão cedido gratuitamente e o pagamento de despesas pessoais, viagens internacionais e cartão de crédito. ver no caso
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 1 registro
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 1 registro
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 1 registro
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Cláudio Castro 4 casos · 2 registros
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 1 registro
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
PF investiga aportes da Rioprevidência no Master e mira Cláudio Castro 1 registro
  • Alegação Na oitava fase, em 26 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca no Rio de Janeiro e em Brasília sobre aportes de cerca de R$ 3 bilhões da Rioprevidência em fundos do Master; segundo a decisão de Mendonça, o ex-governador Cláudio Castro teria relação próxima com Vorcaro que teria facilitado as aplicações, e encontros entre os dois teriam coincidido com as datas dos aportes. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 1 registro
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 1 registro
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Davi Alcolumbre 1 caso · 2 registros
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 2 registros
  • Fato O requerimento de CPI do Banco Master foi protocolado no Senado em 26 de novembro de 2025 e reuniu 53 senadores, mais de 65% da Casa, número acima do mínimo constitucional. Depois de quase quatro meses e de várias sessões deliberativas, o texto seguia sem ser lido em plenário pela Mesa do Congresso, passo necessário para instalar a comissão. Um grupo de senadores recorreu ao STF com mandado de segurança para obrigar a leitura. ver no caso
  • Decisão Em 20 de fevereiro de 2026, o ministro André Mendonça determinou à Presidência do Congresso Nacional a "imediata entrega às autoridades da Polícia Federal" de todos os elementos obtidos com as quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de Daniel Vorcaro, sem retenção de cópias. O material estava sob custódia da presidência do Senado desde 15 de dezembro, quando o então relator Dias Toffoli o retirou da CPMI do INSS. ver no caso
Eduardo Bolsonaro 3 casos · 4 registros
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 4 registros
  • Fato O fundo Havengate, no Texas, por onde passaram os repasses de Vorcaro ao filme, é administrado pelo advogado de imigração Paulo Calixto, próximo a Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos; em 14 de maio de 2026, Eduardo negou ter recebido dinheiro de Vorcaro por meio do fundo. ver no caso
  • Fato Em 18 de agosto de 2026, a PF pediu à Ancine registros do filme Dark Horse, dados dos responsáveis e informação sobre incentivos fiscais ou recursos públicos, em inquérito no STF relatado por Mendonça sobre a origem e a destinação do dinheiro do Master usado na produção e sobre eventual custeio de despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. ver no caso
  • Fato Em setembro de 2026, a PGR fechou acordo de delação com o empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, o "Mineiro", dono da Entre Investimentos e Participações, cuja empresa, segundo a apuração, teria canalizado pagamentos ao Havengate Development Fund, fundo no Texas que repassou recursos à Go Up; é o primeiro acordo ligado ao filme e depende de homologação por Mendonça. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 1 registro
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 1 registro
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Fábio Faria 2 casos · 3 registros
PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 2 registros
  • Alegação Segundo o relatório da Polícia Federal divulgado em setembro de 2026, o ex-ministro Fábio Faria teria intermediado, em 26 de dezembro de 2023, o primeiro contato entre Vorcaro e Moraes, compartilhando contatos do ministro, e depois teria tratado com o banqueiro do prazo do contrato com o escritório da mulher do ministro e de atrasos em pagamentos. ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, em 15 de março de 2024 o ex-ministro das Comunicações Fábio Faria enviou a Vorcaro uma captura de tela com a frase "O careca não pode atrasar". A mensagem se referia às parcelas do contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, que previa pagamento até o quinto dia útil de cada mês e cujos repasses de fevereiro e março atrasaram. Procurados, Moraes, o procurador-geral e a defesa de Vorcaro não se manifestaram; o escritório Barci de Moraes divulgou nota sobre seus procedimentos de compliance, sem comentar especificamente o alerta. ver no caso
PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 1 registro
  • Alegação Segundo o relatório da PF divulgado em julho de 2026, Vorcaro contou a Fábio Faria, em 22 de maio de 2024, que ACM Neto teria ido à sua casa e lhe dado "apoio total", sem que o relatório esclareça a que assunto o apoio se referia; Faria teria respondido "Agora eh aproximar o PT da Bahia". A PF usou o diálogo para sustentar que Vorcaro buscava ampliar canais políticos na Bahia e não identificou providências posteriores. ver no caso
Flávia Arruda 1 caso · 1 registro
Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 1 registro
  • Decisão Em 18 de fevereiro de 2026, o Banco Central liquidou o Banco Pleno, de Augusto Lima, citando comprometimento da situação econômico-financeira, deterioração da liquidez e infringência às normas. Lima foi sócio de Vorcaro no Master de 2019 a maio de 2024, trouxe o Credcesta ao banco e é casado desde janeiro de 2024 com Flávia Arruda, ex-ministra do governo Bolsonaro e ex-diretora de sustentabilidade do Master. ver no caso
Flávio Bolsonaro 3 casos · 10 registros
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 9 registros
  • Alegação Segundo mensagens e documentos divulgados pelo Intercept Brasil em maio de 2026, Flávio Bolsonaro teria negociado com Vorcaro US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões) para financiar o filme "Dark Horse", sobre Jair Bolsonaro, e Vorcaro teria pago ao menos US$ 10,6 milhões (R$ 61 milhões) em seis transferências entre fevereiro e maio de 2025; US$ 2 milhões teriam ido a um fundo no Texas gerido pelo advogado de Eduardo Bolsonaro. ver no caso
  • Fato A Polícia Federal abriu investigação sobre possível desvio de parte desses recursos para despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. ver no caso
  • Fato Questionado no STF em 13 de maio de 2026, dia da reportagem do Intercept Brasil, Flávio Bolsonaro disse: "É mentira. De onde você tirou isso?" e "é dinheiro privado"; áudios divulgados em seguida mostraram o senador pedindo a Vorcaro a continuidade dos pagamentos, e ele passou a confirmar o pedido de patrocínio. ver no caso
  • Fato No áudio divulgado pelo Intercept Brasil em 13 de maio de 2026, Flávio Bolsonaro diz a Vorcaro: "Apesar de você ter dado a liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando", "agora que é a reta final, que a gente não pode vacilar. Não pode não honrar com os compromissos aqui" e "Perde tudo, cara, todo o contrato, perde ator, perde diretor, perde equipe"; em mensagens, chama o banqueiro de "irmão". A última mensagem foi enviada na véspera da prisão de Vorcaro, em novembro de 2025. ver no caso
  • Fato A produtora Go Up Entertainment afirmou não ter recebido "um único centavo do Banco Master"; segundo a CNN, o deputado Mário Frias, produtor executivo, admitiu depois o recebimento por meio de empresa intermediária. Em 14 de maio de 2026, Frias disse que o filme foi feito "com orçamento muito menor do que o planejado" e, em apuração no STF relatada por Flávio Dino sobre R$ 2 milhões enviados ao Instituto Conhecer Brasil, negou ter usado emenda parlamentar para a produção. ver no caso
  • Fato Em 14 de maio de 2026, Flávio afirmou que o pai, Jair Bolsonaro, lhe disse para "ficar firme, pois não havia absolutamente nada de errado com o filme", e descartou Michelle Bolsonaro como alternativa na disputa presidencial. ver no caso
  • Fato Em 1º de junho de 2026, a Polícia Civil de São Paulo deflagrou a Operação Wi-Fi Livre, com oito mandados de busca, para apurar fraude no contrato de R$ 108 milhões do Instituto Conhecer Brasil com a prefeitura: dos 5 mil pontos de wi-fi previstos, 3,2 mil foram instalados, e ao menos R$ 16,5 milhões em notas fiscais são questionados. ver no caso
  • Fato O perito Anísio Castelo Branco, contratado pela Go Up, disse em agosto de 2026 não ter rastreado a origem do dinheiro do filme: "Eu não sei quanto foi enviado do Brasil aos EUA, nem sei se foi enviado, porque eu não estou investigando o fundo, eu não falo pelo fundo, eu não pertenço ao Havengate"; Flávio Bolsonaro havia afirmado que a perícia comprovava o uso integral dos recursos no filme. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 1 registro
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 2 registros
  • Decisão Em 11 de setembro de 2026, às 15h40, Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que Mendonça retirasse em 24 horas o sigilo de todos os documentos da Operação Compliance Zero, "ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade". Para a PGR, a divulgação apenas parcial passava a "ideia equivocada" de que a transparência estava comprometida. A ordem veio depois de Mendonça ter atendido em parte o pedido anterior, na véspera, abrindo quinze procedimentos e mantendo em sigilo outras linhas de apuração, entre elas as que envolvem Flávio Bolsonaro e o senador Jaques Wagner. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Gilberto Kassab 1 caso · 1 registro
Vorcaro alega que doações de 2022 a Bolsonaro e Tarcísio eram propina 1 registro
  • Alegação Na proposta de delação rejeitada pela PF e pela PGR, Vorcaro teria afirmado que as doações de 2022 feitas em nome de Zettel a Bolsonaro e a Tarcísio seriam "contrapartidas financeiras" de um acerto com Gilberto Kassab para manter o Credcesta no governo de Tarcísio, com exigência de contribuições a partidos, 5% do lucro da operação e R$ 10 milhões em dinheiro a intermediários. ver no caso
Guido Mantega 1 caso · 1 registro
A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 1 registro
  • Fato Em 4 de dezembro de 2024, Daniel Vorcaro foi recebido por Lula no Palácio do Planalto, em encontro de cerca de uma hora e meia que não constou da agenda oficial do presidente nem da de Gabriel Galípolo. A reunião foi marcada pelo ex-ministro Guido Mantega e teve ainda os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então presidente do Master, Augusto Lima. Segundo relatos, Vorcaro sustentou no encontro que grandes bancos agiriam para preservar a concentração do mercado e prejudicar o Master. ver no caso
Hugo Motta 1 caso · 3 registros
PF aponta pedido de Hugo Motta ao Master para empréstimo a empresa de familiar 3 registros
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal noticiado em junho de 2026 pela Folha de S.Paulo e pelo Estadão, o presidente da Câmara, Hugo Motta, teria pedido a Daniel Vorcaro, em março de 2024, que o Banco Master liberasse um empréstimo de ao menos R$ 22 milhões à empresa de uma familiar do deputado. O dinheiro seria destinado à compra de um terreno em João Pessoa (PB), onde se planejava erguer um novo bairro. ver no caso
  • Fato Como presidente da Câmara, Hugo Motta afirmou que os pedidos de CPI sobre o Banco Master receberão "tratamento regimental" e que a análise seguirá a ordem cronológica dos requerimentos protocolados na Casa. ver no caso
  • Alegação Ainda segundo o material apreendido com Vorcaro, o banqueiro teria relatado em mensagens que Hugo Motta esteve com ele "até quase 3h" em sua mansão no Lago Sul, em Brasília, e que o deputado queria "saber de tudo no detalhe". ver no caso
Jair Bolsonaro 3 casos · 4 registros
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 2 registros
  • Fato Em 14 de maio de 2026, Flávio afirmou que o pai, Jair Bolsonaro, lhe disse para "ficar firme, pois não havia absolutamente nada de errado com o filme", e descartou Michelle Bolsonaro como alternativa na disputa presidencial. ver no caso
  • Fato "Dark Horse" ("O Azarão") é uma cinebiografia de Jair Bolsonaro dirigida pelo norte-americano Cyrus Nowrasteh, com Jim Caviezel no papel do ex-presidente, produção e roteiro de Mário Frias e produtora Go Up Entertainment, de Karina Gama; a estreia foi anunciada para 11 de setembro de 2026. Em 7 de agosto, a Ancine concedeu o Registro de Obra Estrangeira e abriu processo contra a produtora por filmar sem comunicação prévia. ver no caso
Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 1 registro
  • Fato Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, presidia a Igreja Batista da Lagoinha Belverde, em Belo Horizonte; segundo a igreja, está afastado das funções pastorais desde novembro de 2025. Em 2022, doou R$ 3 milhões à campanha de Jair Bolsonaro e R$ 2 milhões à de Tarcísio de Freitas. ver no caso
Vorcaro alega que doações de 2022 a Bolsonaro e Tarcísio eram propina 2 registros
  • Fato Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, presidia a Igreja Batista da Lagoinha Belverde, em Belo Horizonte; segundo a igreja, está afastado das funções pastorais desde novembro de 2025. Em 2022, doou R$ 3 milhões à campanha de Jair Bolsonaro e R$ 2 milhões à de Tarcísio de Freitas. ver no caso
  • Alegação Na proposta de delação rejeitada pela PF e pela PGR, Vorcaro teria afirmado que as doações de 2022 feitas em nome de Zettel a Bolsonaro e a Tarcísio seriam "contrapartidas financeiras" de um acerto com Gilberto Kassab para manter o Credcesta no governo de Tarcísio, com exigência de contribuições a partidos, 5% do lucro da operação e R$ 10 milhões em dinheiro a intermediários. ver no caso
Jaques Wagner 5 casos · 7 registros
PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta 3 registros
  • Fato Na nona fase, em 18 de junho de 2026, a Polícia Federal cumpriu 18 mandados de busca na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal, com o senador Jaques Wagner, líder do governo, e o ex-sócio do Master Augusto Lima entre os alvos, por autorização de André Mendonça. ver no caso
  • Alegação Segundo relatórios da Polícia Federal tornados públicos por Mendonça em 30 de julho de 2026, Wagner teria recebido vantagens do núcleo do Master por meio de familiares e pessoas de confiança: apartamento de R$ 2,45 milhões em Salvador, ingressos de show no valor de R$ 63 mil, uso gratuito de aeronaves de Augusto Lima e de Vorcaro e presentes; e teria acompanhado de perto a "emenda Master" no Senado. ver no caso
  • Alegação Segundo a decisão de Mendonça na nona fase, Wagner e o ministro Rui Costa teriam favorecido, em 2018, a venda da Ebal e do cartão Credcesta por R$ 15 milhões e, dias depois, decretos que permitiram crédito consignado com juros próximos a 5% ao mês ao operador ligado a Augusto Lima; a PF identificou transferência de R$ 3,5 milhões da PKL One Participações à BN Financeira, ligada à família de Wagner, em outubro de 2025. ver no caso
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 1 registro
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 2 registros
  • Fato Em 11 de setembro de 2026, Moraes enviou ofício a Fachin apontando "escolha seletiva" na retirada do sigilo feita por Mendonça. Segundo levantamento anexado ao ofício, 4.334 dos 4.514 documentos foram liberados e 180 continuaram fora do alcance dos demais ministros, entre eles peças sobre os recursos atribuídos a Vorcaro no filme Dark Horse e sobre a relação entre o senador Jaques Wagner e o ex-sócio do Master Augusto Ferreira Lima. Moraes pediu a retirada "imediata de todo e qualquer sigilo, sem exceção" dos procedimentos ligados à PET 15.556, a intimação de todos os magistrados citados na investigação e que seu pedido de investigação contra Mendonça entre na pauta de 15 de setembro. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 2 registros
  • Decisão Em 11 de setembro de 2026, às 15h40, Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que Mendonça retirasse em 24 horas o sigilo de todos os documentos da Operação Compliance Zero, "ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade". Para a PGR, a divulgação apenas parcial passava a "ideia equivocada" de que a transparência estava comprometida. A ordem veio depois de Mendonça ter atendido em parte o pedido anterior, na véspera, abrindo quinze procedimentos e mantendo em sigilo outras linhas de apuração, entre elas as que envolvem Flávio Bolsonaro e o senador Jaques Wagner. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 1 registro
  • Alegação Em relatório da nona fase da Operação Compliance Zero entregue ao STF e noticiado em 30 de julho de 2026, a PF registra que Vorcaro apontava três integrantes do governo como favoráveis à venda do Master: os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então líder do governo no Senado, Jaques Wagner. ver no caso
Luiz Inácio Lula da Silva 2 casos · 4 registros
Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 1 registro
  • Fato Na mesma sessão da CPI, Galípolo confirmou ter se reunido com ministros do STF, mas para tratar da Lei Magnitsky, e afirmou que nenhum processo relacionado ao Master foi tema dessas conversas: "Nenhum processo relacionado com o que está colocado aqui". Disse ainda que recebeu de Lula a orientação "Seja técnico, o mais técnico possível. Não proteja ninguém, não persiga ninguém". ver no caso
A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 3 registros
  • Fato Em 4 de dezembro de 2024, Daniel Vorcaro foi recebido por Lula no Palácio do Planalto, em encontro de cerca de uma hora e meia que não constou da agenda oficial do presidente nem da de Gabriel Galípolo. A reunião foi marcada pelo ex-ministro Guido Mantega e teve ainda os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então presidente do Master, Augusto Lima. Segundo relatos, Vorcaro sustentou no encontro que grandes bancos agiriam para preservar a concentração do mercado e prejudicar o Master. ver no caso
  • Alegação Segundo documento obtido pela Polícia Federal e revelado pelo UOL em maio de 2026, Lula teria aconselhado Vorcaro, naquele encontro, a não vender o Banco Master ao BTG Pactual pelo valor simbólico de R$ 1, recomendando que mantivesse o banco; teria ainda criticado a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central e indicado que a direção seguinte agiria de outro modo. ver no caso
  • Fato Em 9 de setembro de 2026, em publicação nas redes sociais, Lula defendeu a quebra completa do sigilo das investigações sobre todos os envolvidos no caso Master, "seja quem for, doa a quem doer", afirmou que "o Brasil precisa saber a verdade" e disse que o país enfrenta uma crise institucional no Judiciário. ver no caso
Mário Frias 1 caso · 3 registros
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 3 registros
  • Fato A produtora Go Up Entertainment afirmou não ter recebido "um único centavo do Banco Master"; segundo a CNN, o deputado Mário Frias, produtor executivo, admitiu depois o recebimento por meio de empresa intermediária. Em 14 de maio de 2026, Frias disse que o filme foi feito "com orçamento muito menor do que o planejado" e, em apuração no STF relatada por Flávio Dino sobre R$ 2 milhões enviados ao Instituto Conhecer Brasil, negou ter usado emenda parlamentar para a produção. ver no caso
  • Fato "Dark Horse" ("O Azarão") é uma cinebiografia de Jair Bolsonaro dirigida pelo norte-americano Cyrus Nowrasteh, com Jim Caviezel no papel do ex-presidente, produção e roteiro de Mário Frias e produtora Go Up Entertainment, de Karina Gama; a estreia foi anunciada para 11 de setembro de 2026. Em 7 de agosto, a Ancine concedeu o Registro de Obra Estrangeira e abriu processo contra a produtora por filmar sem comunicação prévia. ver no caso
  • Fato Entidades presididas por Karina Gama, sócia-administradora da Go Up, acertaram o recebimento de R$ 110,8 milhões em recursos públicos: contrato de R$ 108,8 milhões com a Prefeitura de São Paulo para instalar wi-fi em comunidades e R$ 4,8 milhões em emendas de deputados do PL, incluindo R$ 1 milhão de Mário Frias. A produtora afirma que o filme foi estruturado "sem utilização de recursos públicos", e a prefeitura diz que o contrato não tem relação com o filme. ver no caso
Mauro Mendes 1 caso · 1 registro
Consignado em Mato Grosso: STJ investiga ex-governador por favorecimento ao Master 1 registro
  • Fato O STJ investiga, sob sigilo, o ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes por suspeita de favorecimento ao Master no credenciamento do Credcesta para servidores estaduais; em março de 2026, o ex-governador Pedro Taques, advogado de sindicatos, disse à CPI do Crime que o Master comandaria uma rede de instituições no consignado do estado. ver no caso
Michel Temer 1 caso · 1 registro
PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 1 registro
  • Fato Segundo relatórios da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado e divulgados em abril de 2026, o conglomerado Master declarou pagamentos a escritórios e empresas ligados a quatro figuras públicas: R$ 10 milhões ao escritório de advocacia de Michel Temer em 2025, R$ 6,4 milhões a escritórios de Antonio Rueda em 2023, R$ 5,93 milhões ao escritório de Ricardo Lewandowski entre 2023 e 2025 e R$ 5,4 milhões à consultoria de ACM Neto entre 2023 e 2025. Os citados descrevem os valores como remuneração por serviços jurídicos ou de consultoria; o relatório não afirma irregularidade nos contratos. ver no caso
Nikolas Ferreira 1 caso · 5 registros
Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 5 registros
  • Fato Em abril de 2024, Vorcaro escreveu ao pastor André Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, pedindo ajuda com Nikolas Ferreira, cujas declarações estariam sendo usadas para atacá-lo por causa do patrocínio de um evento em Londres; Valadão, que diz conhecer Vorcaro há mais de 30 anos, confirmou ter sugerido que os dois falassem diretamente, e Nikolas afirma ter recebido o contato do banqueiro por meio do pastor, em 2023. ver no caso
  • Fato Em áudio revelado pela jornalista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias, o deputado Nikolas Ferreira teria pedido ao banqueiro, em 30 de março de 2025, ajuda para que Thiago Faria, seu advogado e ex-assessor de gabinete, conseguisse liberar "um ativo de minério", e teria usado, em outubro de 2022, jato da Prime You, empresa então ligada a Vorcaro, durante a caravana "Juventude pelo Brasil". ver no caso
  • Fato Nos áudios revelados pela jornalista Juliana Dal Piva, do ICL, em 3 de setembro de 2026, Nikolas chama Vorcaro de "Dani" e "lindão", diz "não tenho a proximidade assim, até mesmo a que eu queria ter" e, em 30 de março de 2025, pede ajuda para o ex-assessor Thiago Faria liberar "um ativo de minério"; em 1º de abril avisa que Faria estará em Brasília: "Só dar o toque e vamos encontrar!". ver no caso
  • Fato Em 2 de setembro de 2026, Nikolas Ferreira publicou vídeo de quase 12 minutos com trechos do relatório da PF sobre Vorcaro e Moraes, citando contratos de cerca de R$ 208 milhões entre empresas ligadas ao banqueiro e o escritório Barci de Moraes e cartões do Master com limite de R$ 300 mil aprovados para dois filhos do ministro, que o escritório diz nunca terem sido usados; o deputado pediu o afastamento cautelar de Moraes. ver no caso
  • Fato Em 4 de setembro de 2026, a PF confirmou ser falso um suposto laudo que circulou nas redes segundo o qual as conversas entre Nikolas e Vorcaro indicariam apenas "contato pessoal e profissional", sem elementos para investigação; Nikolas admitiu ter repostado o documento e disse tê-lo apagado quando o perfil original o removeu. ver no caso
Partido Novo 1 caso · 2 registros
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 2 registros
  • Decisão Em 8 de setembro de 2026, a pedido do partido Novo, Mendonça afastou preventivamente o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada, citando documento assinado por Andrei que mostraria ao menos seis relatórios de inteligência sobre o próprio ministro entre 3 e 31 de agosto: "ao menos há mais de 30 dias este relator tem sido monitorado pela Polícia Federal"; a Segunda Turma formou maioria para manter a decisão, e Gilmar Mendes pediu vista. ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, um dia depois do afastamento decidido por Mendonça, o ministro Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal e de Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Dino sustentou que o Partido Novo, autor do pedido, "não possui legitimidade para requerer medidas cautelares em investigações criminais", apontou que a legenda tem candidato próprio na eleição presidencial e, portanto, interesse direto no afastamento, e afirmou que a matéria está sob a relatoria do presidente do STF — só a ele ou ao plenário caberia decidir. ver no caso
Ricardo Lewandowski 1 caso · 1 registro
PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 1 registro
  • Fato Segundo relatórios da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado e divulgados em abril de 2026, o conglomerado Master declarou pagamentos a escritórios e empresas ligados a quatro figuras públicas: R$ 10 milhões ao escritório de advocacia de Michel Temer em 2025, R$ 6,4 milhões a escritórios de Antonio Rueda em 2023, R$ 5,93 milhões ao escritório de Ricardo Lewandowski entre 2023 e 2025 e R$ 5,4 milhões à consultoria de ACM Neto entre 2023 e 2025. Os citados descrevem os valores como remuneração por serviços jurídicos ou de consultoria; o relatório não afirma irregularidade nos contratos. ver no caso
Rioprevidência 1 caso · 1 registro
PF investiga aportes da Rioprevidência no Master e mira Cláudio Castro 1 registro
  • Alegação Na oitava fase, em 26 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca no Rio de Janeiro e em Brasília sobre aportes de cerca de R$ 3 bilhões da Rioprevidência em fundos do Master; segundo a decisão de Mendonça, o ex-governador Cláudio Castro teria relação próxima com Vorcaro que teria facilitado as aplicações, e encontros entre os dois teriam coincidido com as datas dos aportes. ver no caso
Rui Costa 2 casos · 3 registros
PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta 1 registro
  • Alegação Segundo a decisão de Mendonça na nona fase, Wagner e o ministro Rui Costa teriam favorecido, em 2018, a venda da Ebal e do cartão Credcesta por R$ 15 milhões e, dias depois, decretos que permitiram crédito consignado com juros próximos a 5% ao mês ao operador ligado a Augusto Lima; a PF identificou transferência de R$ 3,5 milhões da PKL One Participações à BN Financeira, ligada à família de Wagner, em outubro de 2025. ver no caso
A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 2 registros
  • Fato Em 4 de dezembro de 2024, Daniel Vorcaro foi recebido por Lula no Palácio do Planalto, em encontro de cerca de uma hora e meia que não constou da agenda oficial do presidente nem da de Gabriel Galípolo. A reunião foi marcada pelo ex-ministro Guido Mantega e teve ainda os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então presidente do Master, Augusto Lima. Segundo relatos, Vorcaro sustentou no encontro que grandes bancos agiriam para preservar a concentração do mercado e prejudicar o Master. ver no caso
  • Alegação Em relatório da nona fase da Operação Compliance Zero entregue ao STF e noticiado em 30 de julho de 2026, a PF registra que Vorcaro apontava três integrantes do governo como favoráveis à venda do Master: os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então líder do governo no Senado, Jaques Wagner. ver no caso
Senado Federal 3 casos · 8 registros
Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 1 registro
  • Decisão Em 24 de março de 2026, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidida por Renan Calheiros, derrubou o sigilo que o TCU impôs às auditorias sobre as fraudes do Banco Master. ver no caso
PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC 1 registro
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, a emenda apresentada por Ciro Nogueira em agosto de 2024 à PEC 65/2023, elevando a garantia do FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão, teria sido "elaborada pela assessoria do Banco Master" e "reproduzida de forma integral pelo parlamentar"; a emenda foi rejeitada na CCJ do Senado por inconstitucionalidade e inadequação. ver no caso
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 6 registros
  • Fato O requerimento de CPI do Banco Master foi protocolado no Senado em 26 de novembro de 2025 e reuniu 53 senadores, mais de 65% da Casa, número acima do mínimo constitucional. Depois de quase quatro meses e de várias sessões deliberativas, o texto seguia sem ser lido em plenário pela Mesa do Congresso, passo necessário para instalar a comissão. Um grupo de senadores recorreu ao STF com mandado de segurança para obrigar a leitura. ver no caso
  • Fato Em 3 de fevereiro de 2026, o deputado Carlos Jordy protocolou pedido de CPMI do Banco Master com 280 assinaturas, 239 de deputados e 41 de senadores; até maio a comissão não havia sido instalada, e um mandado de segurança do deputado Rodrigo Rollemberg, relatado no STF por Cristiano Zanin, cobrou a instalação. ver no caso
  • Decisão Em 20 de fevereiro de 2026, o ministro André Mendonça determinou à Presidência do Congresso Nacional a "imediata entrega às autoridades da Polícia Federal" de todos os elementos obtidos com as quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de Daniel Vorcaro, sem retenção de cópias. O material estava sob custódia da presidência do Senado desde 15 de dezembro, quando o então relator Dias Toffoli o retirou da CPMI do INSS. ver no caso
  • Decisão Em 18 de março de 2026, a CPI do Crime Organizado aprovou requerimentos para identificar, junto a CVM, Banco Central, Receita e Anbima, os beneficiários finais dos fundos ligados ao Master e à Reag; a convocação e a quebra de sigilos da Prime Aviation, empresa de jatos ligada a Vorcaro; e a convocação de Martha Graeff, ex-noiva do banqueiro, e do ex-governador Pedro Taques. Rejeitou a quebra de sigilo de Paulo Guedes e a convocação de Valdemar Costa Neto. ver no caso
  • Fato Em 14 de abril de 2026, a CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou, por 6 votos a 4, o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral Paulo Gonet por crimes de responsabilidade, com base no caso Master; a CPI terminou sem relatório aprovado. ver no caso
  • Fato Em 28 de julho de 2026, o grupo da Comissão de Assuntos Econômicos que acompanha o caso, presidido por Renan Calheiros, apresentou três projetos: mudar regras do FGC, ampliar a fiscalização de títulos bancários vendidos em plataformas e elevar penas de fraude financeira para até 12 anos; a CVM informou ter detectado operações atípicas do Master desde 2022 sem equipe para concluir apurações, e o BRB estimou perdas de cerca de R$ 3 bilhões. ver no caso
Tarcísio de Freitas 2 casos · 2 registros
Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 1 registro
  • Fato Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, presidia a Igreja Batista da Lagoinha Belverde, em Belo Horizonte; segundo a igreja, está afastado das funções pastorais desde novembro de 2025. Em 2022, doou R$ 3 milhões à campanha de Jair Bolsonaro e R$ 2 milhões à de Tarcísio de Freitas. ver no caso
Vorcaro alega que doações de 2022 a Bolsonaro e Tarcísio eram propina 2 registros
  • Fato Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, presidia a Igreja Batista da Lagoinha Belverde, em Belo Horizonte; segundo a igreja, está afastado das funções pastorais desde novembro de 2025. Em 2022, doou R$ 3 milhões à campanha de Jair Bolsonaro e R$ 2 milhões à de Tarcísio de Freitas. ver no caso
  • Alegação Na proposta de delação rejeitada pela PF e pela PGR, Vorcaro teria afirmado que as doações de 2022 feitas em nome de Zettel a Bolsonaro e a Tarcísio seriam "contrapartidas financeiras" de um acerto com Gilberto Kassab para manter o Credcesta no governo de Tarcísio, com exigência de contribuições a partidos, 5% do lucro da operação e R$ 10 milhões em dinheiro a intermediários. ver no caso
Judiciário 9 entidades
Alexandre de Moraes 6 casos · 25 registros
PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 10 registros
  • Alegação Segundo o relatório da Polícia Federal divulgado em setembro de 2026, o ex-ministro Fábio Faria teria intermediado, em 26 de dezembro de 2023, o primeiro contato entre Vorcaro e Moraes, compartilhando contatos do ministro, e depois teria tratado com o banqueiro do prazo do contrato com o escritório da mulher do ministro e de atrasos em pagamentos. ver no caso
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, Vorcaro e Moraes teriam se encontrado ao menos seis vezes entre novembro de 2024 e agosto de 2025, além de um jantar com as esposas em 2 de fevereiro de 2024, e o ministro teria feito ajustes em um contrato do escritório antes da assinatura; em mensagem, Vorcaro teria escrito: "Estamos juntos sempre. Você sabe que tenho gratidão da minha vida a você". ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, mensagens extraídas do celular de Vorcaro mostram que ele tratava os repasses ao escritório Barci de Moraes como a conta mais importante do Banco Master. A uma funcionária escreveu: "Esse Barci de Moraes por favor não deixe atrasar um dia, coloca no seu controle. É o pgto mais importante que temos". Em 8 de fevereiro de 2024 cobrou o primeiro pagamento e confirmou transferência de R$ 3.422.268,14. Em 15 de março de 2024, diante de novo atraso, escreveu a um funcionário identificado como Angelo: "Angelo. Pqp. Não pagaram Barci de Moraes. Não to entendendo isso. Contrato mais importante que temos". As cobranças se referiam às parcelas mensais, de R$ 3 milhões líquidos, do contrato assinado em janeiro de 2024. Procurados, Moraes, o procurador-geral Paulo Gonet e a defesa de Vorcaro não se manifestaram até a publicação da reportagem. ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, em 15 de março de 2024 o ex-ministro das Comunicações Fábio Faria enviou a Vorcaro uma captura de tela com a frase "O careca não pode atrasar". A mensagem se referia às parcelas do contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, que previa pagamento até o quinto dia útil de cada mês e cujos repasses de fevereiro e março atrasaram. Procurados, Moraes, o procurador-geral e a defesa de Vorcaro não se manifestaram; o escritório Barci de Moraes divulgou nota sobre seus procedimentos de compliance, sem comentar especificamente o alerta. ver no caso
  • Alegação Segundo o relatório da PF, Moraes teria ajudado a organizar um fórum jurídico-político "superexclusivo" patrocinado pelo Master em Londres, de 24 a 27 de abril de 2024, com homenagens a Michel Temer e Rodrigo Pacheco, convidando autoridades e com poder de veto sobre participantes; em mensagem, convidou Gilmar Mendes para um painel. Sobre uma restrição, Vorcaro teria escrito a uma funcionária: "De jeito nenhum. Alexandre morre se você fizer isso". ver no caso
  • Alegação Segundo o relatório da PF, além do contrato de janeiro de 2024 com o Master (R$ 131,3 milhões brutos em três anos), o escritório Barci de Moraes teria firmado em maio de 2025 contrato de R$ 50 milhões com a Viking Participações, ligada a Vorcaro; metadados indicariam que Moraes editou um dos contratos, e, em outubro de 2025, Vorcaro teria objetado ao pagamento por Pix ("Nao e bom"). ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, em 1º de outubro de 2025 o responsável pelas operações financeiras do Master, Alberto Felix, informou a Vorcaro os pagamentos feitos. Vorcaro perguntou: "Mas nao faz barci pix ne?". Felix respondeu: "Fez, nao pode? Foi pix para os mesmos dados da ted". Vorcaro concluiu: "Nao e bom". O relatório indica que ele orientou o funcionário a não usar Pix nesses repasses, mas não registra o motivo. A conversa foi extraída do celular apreendido na Operação Compliance Zero. Procurados, Moraes, o escritório Barci, o procurador-geral e a defesa de Vorcaro não se manifestaram até a publicação. ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal entregue ao STF em 27 de agosto de 2026 e tornado público em 1º de setembro pelo ministro André Mendonça, Daniel Vorcaro teria enviado mensagens, nos dias anteriores à prisão, a um contato salvo em seu celular como "Alexandre de Moraes BRASILIA", entre elas, às 20h48 de 17 de novembro de 2025, minutos antes de ser preso, o texto "To indo assinar com os investidores de fora e estou online". As mensagens teriam sido enviadas em modo de visualização única e recuperadas pela perícia a partir de rascunhos salvos no aparelho. ver no caso
  • Fato Em dezembro de 2025, O Globo revelou contrato do escritório Barci de Moraes com o Banco Master de R$ 129 milhões em três anos, R$ 3,6 milhões mensais, interrompido com a liquidação; em março de 2026 o escritório confirmou ter prestado ao banco "ampla consultoria" entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, com 36 pareceres, e afirmou que "nunca conduziu nenhuma causa para o Banco Master no âmbito do STF". Dados da Receita enviados à CPI indicam R$ 80,2 milhões recebidos em 2024 e 2025. ver no caso
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 1 registro
  • Fato Em 14 de abril de 2026, a CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou, por 6 votos a 4, o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral Paulo Gonet por crimes de responsabilidade, com base no caso Master; a CPI terminou sem relatório aprovado. ver no caso
Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 1 registro
  • Fato Em 2 de setembro de 2026, Nikolas Ferreira publicou vídeo de quase 12 minutos com trechos do relatório da PF sobre Vorcaro e Moraes, citando contratos de cerca de R$ 208 milhões entre empresas ligadas ao banqueiro e o escritório Barci de Moraes e cartões do Master com limite de R$ 300 mil aprovados para dois filhos do ministro, que o escritório diz nunca terem sido usados; o deputado pediu o afastamento cautelar de Moraes. ver no caso
PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 1 registro
  • Alegação Relatórios de inteligência da PF sobre as operações Sem Desconto e Compliance Zero, anexados por Moraes a decisão de 3 de setembro de 2026, sugerem "assimetria" nas decisões de Mendonça conforme o investigado: citam que, em reunião de 13 de agosto, o ministro teria dito ter a "percepção" de que ACM Neto "aparentaria estar exercendo atividade de representação de interesses dentro dos limites do permitido", tratamento comparado ao dado a Lulinha; a própria PF classifica a confiança da amostra como "baixa". ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 8 registros
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, o procurador-geral Paulo Gonet pediu ao STF a anulação da investigação sobre as mensagens entre Vorcaro e Moraes, sustentando que Mendonça investigou ilegalmente um ministro da Corte: "A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual"; segundo a manifestação, 188 das mais de 200 páginas do relatório tratam de Moraes. ver no caso
  • Decisão Em 3 de setembro de 2026, no inquérito das fake news, Moraes pediu a Fachin providências contra Mendonça por "fortes indícios" de improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade, acusando-o de direcionar investigações contra ministros (Moraes, Gilmar Mendes, Toffoli, Fux e Nunes Marques), de conduzir irregularmente negociações de delação, de tentar atingir Davi Alcolumbre por meio de Antonio Rueda e de ter retirado o sigilo do caso Vorcaro para desviar atenção; baseou-se em relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça. ver no caso
  • Alegação Os relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça, com cerca de 50 páginas, sem timbre, assinatura ou data, produzidos antes de 1º de setembro de 2026 e enviados a Moraes, que os juntou ao inquérito das fake news, levantam hipóteses: que Mendonça veria no presidente do União Brasil, Antonio Rueda, uma "rota de acesso" a Davi Alcolumbre, "provável alvo estratégico" por controlar a pauta de impeachment de ministros; que haveria "interesse" em investigar Moraes e "contemporização" com Toffoli; e que Gonet seria tido como "indigno de confiança" pela proximidade com Gilmar. O próprio documento diz não ter valor probatório. ver no caso
  • Decisão Em 6 de setembro de 2026, Mendonça formalizou o pedido para que o plenário do STF analise o caso das conversas de Vorcaro com Moraes e as referências a Gonet e Andrei Rodrigues, defendendo exame "pública e transparente, em sessão presencial". ver no caso
  • Decisão Em 10 de setembro de 2026, atendendo a pedido de Fachin feito no mesmo dia, Mendonça retirou o sigilo da Petição 15.556 e de mais catorze procedimentos: os Inquéritos 5.026 e 5.035, a Reclamação 88.121 e as Petições 15.198, 15.478, 15.504, 15.562, 15.563, 15.693, 15.976, 15.977, 15.978, 16.019 e 16.662. Manteve fechado o material que, segundo ele, possa prejudicar diligências e novos procedimentos — entre o que continuou em sigilo está o caso do filme Dark Horse, também sob sua relatoria, por não ter pertinência com o julgamento sobre Moraes. Informou ainda que enviaria cópias completas dos processos, em HDs dedicados, à Presidência do STF e aos gabinetes dos demais ministros. No dia seguinte, sob nova ordem de Fachin, esse sigilo remanescente caiu, inclusive o do Dark Horse. ver no caso
  • Fato Em 11 de setembro de 2026, Moraes enviou ofício a Fachin apontando "escolha seletiva" na retirada do sigilo feita por Mendonça. Segundo levantamento anexado ao ofício, 4.334 dos 4.514 documentos foram liberados e 180 continuaram fora do alcance dos demais ministros, entre eles peças sobre os recursos atribuídos a Vorcaro no filme Dark Horse e sobre a relação entre o senador Jaques Wagner e o ex-sócio do Master Augusto Ferreira Lima. Moraes pediu a retirada "imediata de todo e qualquer sigilo, sem exceção" dos procedimentos ligados à PET 15.556, a intimação de todos os magistrados citados na investigação e que seu pedido de investigação contra Mendonça entre na pauta de 15 de setembro. ver no caso
  • Alegação Em novo ofício a Fachin, na noite de 11 de setembro de 2026, Moraes afirmou que Mendonça faria um levantamento "seletivo e direcionado" do sigilo no caso Master, com o efeito de proteger "determinado grupo político". Anexou telas do sistema do STF que apontariam "a existência de documentos sigilosos e não visíveis" nos procedimentos, e escreveu que "não é o que consta dos autos". Sustentou que o colegiado seguia sem acesso a dezoito petições e cento e oitenta documentos, e contestou que caiba ao relator escolher quais peças ficam disponíveis aos demais ministros. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 7 registros
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
  • Fato Após a retirada do sigilo, em 1º de setembro de 2026, presidentes de 18 das 27 seccionais da OAB pediram ao STF "apuração rigorosa e isenta de todos os fatos" envolvendo Mendonça, Moraes e Gonet; a seccional do Paraná pediu o afastamento de Moraes e a suspeição de Gonet. ver no caso
  • Decisão Em 3 de setembro de 2026, Fachin determinou que Moraes, Mendonça, Gonet e Andrei Rodrigues prestem informações em cinco dias úteis, até 11 de setembro, abriu procedimento próprio sobre a investigação do caso Master e, no dia seguinte, retirou do inquérito das fake news o pedido contra Mendonça, incluindo-o nesse procedimento; anunciou sessão do plenário para a semana seguinte, com transmissão pela TV Justiça. ver no caso
  • Fato Em 8 de setembro de 2026, Fachin manifestou a intenção de reunir reservadamente os quatro ministros que já presidiram o STF e continuam na Corte — Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luiz Fux — para tratar da crise aberta pela divulgação das mensagens enviadas por Vorcaro ao contato atribuído a Moraes. Fachin havia dito que a resposta da Corte seria "firme, proporcional e rigorosa". ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, Fachin convocou sessão extraordinária do plenário para terça-feira, 15 de setembro, às 10h. O plenário deve decidir três pontos: se foi regular a ordem de Mendonça que levou ao aprofundamento da análise dos dados do celular de Vorcaro, se o material produzido pela PF a partir dessa medida pode ser usado, e o que fazer com o pedido da PGR de anulação do procedimento. Da resposta a esses pontos depende o destino dos elementos que envolvem Moraes. ver no caso
  • Decisão Em 10 de setembro de 2026, atendendo a pedido de Fachin feito no mesmo dia, Mendonça retirou o sigilo da Petição 15.556 e de mais catorze procedimentos: os Inquéritos 5.026 e 5.035, a Reclamação 88.121 e as Petições 15.198, 15.478, 15.504, 15.562, 15.563, 15.693, 15.976, 15.977, 15.978, 16.019 e 16.662. Manteve fechado o material que, segundo ele, possa prejudicar diligências e novos procedimentos — entre o que continuou em sigilo está o caso do filme Dark Horse, também sob sua relatoria, por não ter pertinência com o julgamento sobre Moraes. Informou ainda que enviaria cópias completas dos processos, em HDs dedicados, à Presidência do STF e aos gabinetes dos demais ministros. No dia seguinte, sob nova ordem de Fachin, esse sigilo remanescente caiu, inclusive o do Dark Horse. ver no caso
  • Decisão Em 11 de setembro de 2026, às 15h40, Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que Mendonça retirasse em 24 horas o sigilo de todos os documentos da Operação Compliance Zero, "ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade". Para a PGR, a divulgação apenas parcial passava a "ideia equivocada" de que a transparência estava comprometida. A ordem veio depois de Mendonça ter atendido em parte o pedido anterior, na véspera, abrindo quinze procedimentos e mantendo em sigilo outras linhas de apuração, entre elas as que envolvem Flávio Bolsonaro e o senador Jaques Wagner. ver no caso
André Mendonça 14 casos · 37 registros
A PF pede a suspeição de Toffoli 1 registro
  • Fato No mesmo dia, André Mendonça foi sorteado eletronicamente novo relator do inquérito sobre o caso Master. ver no caso
BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 1 registro
  • Fato Na quarta fase da Operação Compliance Zero, em 16 de abril de 2026, a Polícia Federal prendeu preventivamente o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, por decisão de André Mendonça, em investigação sobre lavagem de dinheiro para pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos; foram cumpridos dois mandados de prisão e sete de busca no DF e em SP. ver no caso
PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 2 registros
  • Alegação Entre as mensagens do celular de Vorcaro divulgadas em 1º de setembro de 2026, há referência a um suposto pedido de "proteção" para "Andrei" e "Paulo", que os investigadores interpretam como o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral Paulo Gonet; Mendonça acionou a PGR pedindo esclarecimentos. ver no caso
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 4 registros
  • Fato Em 4 de março de 2026, na terceira fase da Compliance Zero, autorizada por André Mendonça, Vorcaro foi preso preventivamente de novo, com mais três pessoas; foram cumpridos 4 mandados de prisão e 15 de busca em São Paulo e Minas Gerais, com sequestro e bloqueio de bens de até R$ 22 bilhões. ver no caso
  • Fato Na sexta fase, em 14 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 7 mandados de prisão preventiva e 17 de busca em SP, RJ e MG e prendeu Henrique Vorcaro, pai do banqueiro; a decisão de Mendonça cita a "persistência das atividades ilícitas" dos grupos após as prisões e conversas em que Henrique Vorcaro teria seguido acionando o grupo, com repasses de R$ 400 mil a R$ 800 mil. ver no caso
  • Alegação Na décima fase, em 9 de julho de 2026, a Polícia Federal apontou uma campanha coordenada em redes sociais contra a credibilidade do Banco Central, chamada "Projeto DV", que teria sido financiada por Vorcaro com influenciadores e veículos sob contratos de confidencialidade com multa de até R$ 2 milhões; o publicitário Thiago Miranda foi alvo de busca. ver no caso
  • Alegação Relatórios da Polícia Federal divulgados por Mendonça em 10 de setembro de 2026 descrevem coação, ameaças, agressões físicas e constrangimento praticados, segundo a apuração, pelo grupo em torno de Vorcaro. Um trecho diz: "Se diante do público Daniel Vorcaro se apresenta como uma pessoa de boa interlocução e amigável, nas conversas com o Sicário Felipe Mourão surge uma versão voltada para a realização de atos de violência". Os documentos citam o ex-piloto Luís Felipe Woyceichoski, alvo de ameaças que teriam alcançado a família dele, e o ex-chefe de cozinha Leandro Garcia da Silva, que teria sido ameaçado de morte por sete pessoas no local de trabalho depois de publicar um vídeo nas redes. ver no caso
PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC 1 registro
  • Fato Na quinta fase, em 7 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca e um de prisão temporária, contra Felipe Cançado Vorcaro, primo do banqueiro, no Piauí, em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal, com o senador Ciro Nogueira entre os alvos, por autorização de André Mendonça. ver no caso
PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta 1 registro
  • Fato Na nona fase, em 18 de junho de 2026, a Polícia Federal cumpriu 18 mandados de busca na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal, com o senador Jaques Wagner, líder do governo, e o ex-sócio do Master Augusto Lima entre os alvos, por autorização de André Mendonça. ver no caso
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 3 registros
  • Fato Em 18 de agosto de 2026, a PF pediu à Ancine registros do filme Dark Horse, dados dos responsáveis e informação sobre incentivos fiscais ou recursos públicos, em inquérito no STF relatado por Mendonça sobre a origem e a destinação do dinheiro do Master usado na produção e sobre eventual custeio de despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. ver no caso
  • Fato Em setembro de 2026, a PGR fechou acordo de delação com o empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, o "Mineiro", dono da Entre Investimentos e Participações, cuja empresa, segundo a apuração, teria canalizado pagamentos ao Havengate Development Fund, fundo no Texas que repassou recursos à Go Up; é o primeiro acordo ligado ao filme e depende de homologação por Mendonça. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
PF investiga aportes da Rioprevidência no Master e mira Cláudio Castro 1 registro
  • Alegação Na oitava fase, em 26 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca no Rio de Janeiro e em Brasília sobre aportes de cerca de R$ 3 bilhões da Rioprevidência em fundos do Master; segundo a decisão de Mendonça, o ex-governador Cláudio Castro teria relação próxima com Vorcaro que teria facilitado as aplicações, e encontros entre os dois teriam coincidido com as datas dos aportes. ver no caso
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 2 registros
  • Decisão Em fevereiro de 2026, Mendonça dispensou Vorcaro de comparecer a comissões do Congresso e garantiu o direito ao silêncio caso comparecesse, citando a garantia contra a autoincriminação; a CPI do Crime Organizado recorreu ao STF em 10 de março. ver no caso
  • Decisão Em 20 de fevereiro de 2026, o ministro André Mendonça determinou à Presidência do Congresso Nacional a "imediata entrega às autoridades da Polícia Federal" de todos os elementos obtidos com as quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de Daniel Vorcaro, sem retenção de cópias. O material estava sob custódia da presidência do Senado desde 15 de dezembro, quando o então relator Dias Toffoli o retirou da CPMI do INSS. ver no caso
PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 1 registro
  • Alegação Relatórios de inteligência da PF sobre as operações Sem Desconto e Compliance Zero, anexados por Moraes a decisão de 3 de setembro de 2026, sugerem "assimetria" nas decisões de Mendonça conforme o investigado: citam que, em reunião de 13 de agosto, o ministro teria dito ter a "percepção" de que ACM Neto "aparentaria estar exercendo atividade de representação de interesses dentro dos limites do permitido", tratamento comparado ao dado a Lulinha; a própria PF classifica a confiança da amostra como "baixa". ver no caso
Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete 3 registros
  • Alegação Em áudio de 8 de fevereiro de 2025 extraído do celular de Vorcaro, o advogado Ciro Rocha Soares diz ao banqueiro: "Fala, Vorcarinho, trabalhando por você! Levei o André lá no Vasco agora, para fazer um terno". Junto seguiu uma foto do advogado ao lado de Mendonça na alfaiataria. A mensagem sugere que o ministro teria recebido roupas ligadas ao entorno de Vorcaro; o conteúdo veio a público em 2 de setembro de 2026, em reportagem do portal ICL. ver no caso
  • Fato Em nota de 2 de setembro de 2026, após reportagem do portal ICL sobre a articulação de um encontro, o gabinete de Mendonça afirmou que o ministro recebeu Vorcaro "uma única vez", em 14 de março de 2025, "por iniciativa do próprio empresário", e também o advogado dele no mesmo mês, com memorandos escritos; o assunto foi a STP 976, sobre precatórios de interesse do Master, e "a atuação jurisdicional do ministro foi contrária à posição defendida pelo empresário". ver no caso
  • Fato Em 27 de agosto de 2026, Vorcaro foi ouvido no gabinete de Mendonça pelo juiz auxiliar João Azambuja, na presença de seus advogados Daniel Bialski e Engels Muniz e de um integrante do Ministério Público Federal, sem agentes da Polícia Federal. Relatou que a mãe passou a receber ameaças de morte depois da prisão dele — "receberam inúmeras ameaças de morte e falaram que eu seria morto. Tem e-mails, inclusive" — e disse que os remetentes eram anônimos, sem entregar os e-mails na ocasião. Em nota de 2 de setembro, o gabinete confirmou o depoimento, afirmou que ele foi feito "por requerimento expresso da defesa do depoente, que relatou estar sofrendo graves intimidações e solicitou ser ouvido com urgência", que a ausência da PF "seguiu essa mesma diretriz de proteção" e que a presença do Ministério Público "é exigência legal, e foi observada". A nota também negou que temas relacionados a Moraes tivessem sido abordados. No mesmo 2 de setembro, a PGR pediu o arquivamento do depoimento, sustentando que Vorcaro não apresentou provas das supostas ameaças; as tratativas de delação do banqueiro já haviam sido recusadas duas vezes pela PF e pela própria PGR. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 9 registros
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, o procurador-geral Paulo Gonet pediu ao STF a anulação da investigação sobre as mensagens entre Vorcaro e Moraes, sustentando que Mendonça investigou ilegalmente um ministro da Corte: "A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual"; segundo a manifestação, 188 das mais de 200 páginas do relatório tratam de Moraes. ver no caso
  • Decisão Em 3 de setembro de 2026, no inquérito das fake news, Moraes pediu a Fachin providências contra Mendonça por "fortes indícios" de improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade, acusando-o de direcionar investigações contra ministros (Moraes, Gilmar Mendes, Toffoli, Fux e Nunes Marques), de conduzir irregularmente negociações de delação, de tentar atingir Davi Alcolumbre por meio de Antonio Rueda e de ter retirado o sigilo do caso Vorcaro para desviar atenção; baseou-se em relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça. ver no caso
  • Alegação Os relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça, com cerca de 50 páginas, sem timbre, assinatura ou data, produzidos antes de 1º de setembro de 2026 e enviados a Moraes, que os juntou ao inquérito das fake news, levantam hipóteses: que Mendonça veria no presidente do União Brasil, Antonio Rueda, uma "rota de acesso" a Davi Alcolumbre, "provável alvo estratégico" por controlar a pauta de impeachment de ministros; que haveria "interesse" em investigar Moraes e "contemporização" com Toffoli; e que Gonet seria tido como "indigno de confiança" pela proximidade com Gilmar. O próprio documento diz não ter valor probatório. ver no caso
  • Decisão Em 6 de setembro de 2026, Mendonça formalizou o pedido para que o plenário do STF analise o caso das conversas de Vorcaro com Moraes e as referências a Gonet e Andrei Rodrigues, defendendo exame "pública e transparente, em sessão presencial". ver no caso
  • Decisão Em 10 de setembro de 2026, atendendo a pedido de Fachin feito no mesmo dia, Mendonça retirou o sigilo da Petição 15.556 e de mais catorze procedimentos: os Inquéritos 5.026 e 5.035, a Reclamação 88.121 e as Petições 15.198, 15.478, 15.504, 15.562, 15.563, 15.693, 15.976, 15.977, 15.978, 16.019 e 16.662. Manteve fechado o material que, segundo ele, possa prejudicar diligências e novos procedimentos — entre o que continuou em sigilo está o caso do filme Dark Horse, também sob sua relatoria, por não ter pertinência com o julgamento sobre Moraes. Informou ainda que enviaria cópias completas dos processos, em HDs dedicados, à Presidência do STF e aos gabinetes dos demais ministros. No dia seguinte, sob nova ordem de Fachin, esse sigilo remanescente caiu, inclusive o do Dark Horse. ver no caso
  • Fato Em 11 de setembro de 2026, Moraes enviou ofício a Fachin apontando "escolha seletiva" na retirada do sigilo feita por Mendonça. Segundo levantamento anexado ao ofício, 4.334 dos 4.514 documentos foram liberados e 180 continuaram fora do alcance dos demais ministros, entre eles peças sobre os recursos atribuídos a Vorcaro no filme Dark Horse e sobre a relação entre o senador Jaques Wagner e o ex-sócio do Master Augusto Ferreira Lima. Moraes pediu a retirada "imediata de todo e qualquer sigilo, sem exceção" dos procedimentos ligados à PET 15.556, a intimação de todos os magistrados citados na investigação e que seu pedido de investigação contra Mendonça entre na pauta de 15 de setembro. ver no caso
  • Alegação Em novo ofício a Fachin, na noite de 11 de setembro de 2026, Moraes afirmou que Mendonça faria um levantamento "seletivo e direcionado" do sigilo no caso Master, com o efeito de proteger "determinado grupo político". Anexou telas do sistema do STF que apontariam "a existência de documentos sigilosos e não visíveis" nos procedimentos, e escreveu que "não é o que consta dos autos". Sustentou que o colegiado seguia sem acesso a dezoito petições e cento e oitenta documentos, e contestou que caiba ao relator escolher quais peças ficam disponíveis aos demais ministros. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 12 registros
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
  • Fato Após a retirada do sigilo, em 1º de setembro de 2026, presidentes de 18 das 27 seccionais da OAB pediram ao STF "apuração rigorosa e isenta de todos os fatos" envolvendo Mendonça, Moraes e Gonet; a seccional do Paraná pediu o afastamento de Moraes e a suspeição de Gonet. ver no caso
  • Decisão Em 3 de setembro de 2026, Fachin determinou que Moraes, Mendonça, Gonet e Andrei Rodrigues prestem informações em cinco dias úteis, até 11 de setembro, abriu procedimento próprio sobre a investigação do caso Master e, no dia seguinte, retirou do inquérito das fake news o pedido contra Mendonça, incluindo-o nesse procedimento; anunciou sessão do plenário para a semana seguinte, com transmissão pela TV Justiça. ver no caso
  • Decisão Em 8 de setembro de 2026, a pedido do partido Novo, Mendonça afastou preventivamente o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada, citando documento assinado por Andrei que mostraria ao menos seis relatórios de inteligência sobre o próprio ministro entre 3 e 31 de agosto: "ao menos há mais de 30 dias este relator tem sido monitorado pela Polícia Federal"; a Segunda Turma formou maioria para manter a decisão, e Gilmar Mendes pediu vista. ver no caso
  • Decisão Em sessão extraordinária em 8 de setembro de 2026, a Segunda Turma do STF formou maioria, com Mendonça, Fux e Nunes Marques, para manter o afastamento de Andrei Rodrigues; Gilmar Mendes pediu vista logo na abertura, com o voto de Toffoli pendente, e a liminar segue em vigor. ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, um dia depois do afastamento decidido por Mendonça, o ministro Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal e de Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Dino sustentou que o Partido Novo, autor do pedido, "não possui legitimidade para requerer medidas cautelares em investigações criminais", apontou que a legenda tem candidato próprio na eleição presidencial e, portanto, interesse direto no afastamento, e afirmou que a matéria está sob a relatoria do presidente do STF — só a ele ou ao plenário caberia decidir. ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, Fachin convocou sessão extraordinária do plenário para terça-feira, 15 de setembro, às 10h. O plenário deve decidir três pontos: se foi regular a ordem de Mendonça que levou ao aprofundamento da análise dos dados do celular de Vorcaro, se o material produzido pela PF a partir dessa medida pode ser usado, e o que fazer com o pedido da PGR de anulação do procedimento. Da resposta a esses pontos depende o destino dos elementos que envolvem Moraes. ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, horas depois de Dino reverter o afastamento decidido por Mendonça, Fachin suspendeu as duas decisões e manteve Andrei Rodrigues na direção-geral da Polícia Federal, acolhendo recurso da Advocacia-Geral da União. Escreveu que "é grave o quadro em que decisões de Ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal". Na mesma decisão, suspendeu o procedimento da PGR que apurava possível interferência de Mendonça na condução das investigações da PF e determinou que nenhuma apuração envolvendo ministros do STF siga sem análise prévia da Presidência. ver no caso
  • Decisão Em 10 de setembro de 2026, atendendo a pedido de Fachin feito no mesmo dia, Mendonça retirou o sigilo da Petição 15.556 e de mais catorze procedimentos: os Inquéritos 5.026 e 5.035, a Reclamação 88.121 e as Petições 15.198, 15.478, 15.504, 15.562, 15.563, 15.693, 15.976, 15.977, 15.978, 16.019 e 16.662. Manteve fechado o material que, segundo ele, possa prejudicar diligências e novos procedimentos — entre o que continuou em sigilo está o caso do filme Dark Horse, também sob sua relatoria, por não ter pertinência com o julgamento sobre Moraes. Informou ainda que enviaria cópias completas dos processos, em HDs dedicados, à Presidência do STF e aos gabinetes dos demais ministros. No dia seguinte, sob nova ordem de Fachin, esse sigilo remanescente caiu, inclusive o do Dark Horse. ver no caso
  • Fato Em 11 de setembro de 2026, o ministro Cristiano Zanin pediu a Fachin acesso à íntegra dos dados extraídos do celular de Vorcaro — um iPhone sob a guarda do gabinete de Mendonça —, requerendo que todo o conteúdo da mídia examinada pela PF fosse gravado em um HD. Zanin argumentou que quer analisar não apenas os trechos aproveitados pelos investigadores no laudo, mas a mídia referenciada por inteiro, antes do julgamento de 15 de setembro. ver no caso
  • Decisão Em 11 de setembro de 2026, às 15h40, Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que Mendonça retirasse em 24 horas o sigilo de todos os documentos da Operação Compliance Zero, "ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade". Para a PGR, a divulgação apenas parcial passava a "ideia equivocada" de que a transparência estava comprometida. A ordem veio depois de Mendonça ter atendido em parte o pedido anterior, na véspera, abrindo quinze procedimentos e mantendo em sigilo outras linhas de apuração, entre elas as que envolvem Flávio Bolsonaro e o senador Jaques Wagner. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto 1 registro
  • Alegação Na terceira fase da Compliance Zero, a PF apontou que dois servidores do Banco Central, Paulo Sérgio de Souza, ex-diretor de fiscalização, e Bellini Santana, ex-chefe de departamento de supervisão bancária, teriam mantido contato com Vorcaro e prestado "consultoria informal", com orientações estratégicas sobre procedimentos do Banco Central que envolviam o Master. Galípolo afastou os dois dos cargos e abriu sindicância, e a CGU analisa o relatório para decidir se instaura processo disciplinar. ver no caso
Cristiano Zanin 1 caso · 2 registros
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 2 registros
  • Fato Em 11 de setembro de 2026, o ministro Cristiano Zanin pediu a Fachin acesso à íntegra dos dados extraídos do celular de Vorcaro — um iPhone sob a guarda do gabinete de Mendonça —, requerendo que todo o conteúdo da mídia examinada pela PF fosse gravado em um HD. Zanin argumentou que quer analisar não apenas os trechos aproveitados pelos investigadores no laudo, mas a mídia referenciada por inteiro, antes do julgamento de 15 de setembro. ver no caso
  • Decisão Em 11 de setembro de 2026, às 15h40, Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que Mendonça retirasse em 24 horas o sigilo de todos os documentos da Operação Compliance Zero, "ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade". Para a PGR, a divulgação apenas parcial passava a "ideia equivocada" de que a transparência estava comprometida. A ordem veio depois de Mendonça ter atendido em parte o pedido anterior, na véspera, abrindo quinze procedimentos e mantendo em sigilo outras linhas de apuração, entre elas as que envolvem Flávio Bolsonaro e o senador Jaques Wagner. ver no caso
Dias Toffoli 5 casos · 10 registros
A PF pede a suspeição de Toffoli 4 registros
  • Decisão Em decisão de 6 de janeiro de 2026, tornada pública após a segunda fase da Operação Compliance Zero (14/1), o ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, determinou o bloqueio e sequestro de R$ 5,7 bilhões em bens de 38 investigados e a quebra de sigilo bancário e fiscal de 101 pessoas e entidades, a pedido da PGR. ver no caso
  • Alegação Em 9 de fevereiro de 2026, a Polícia Federal pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, a suspeição de Dias Toffoli na relatoria do caso. Segundo a PF, o ministro seria citado em conversas, extraídas do celular de Vorcaro, entre o banqueiro e seu cunhado Fabiano Zettel, relacionadas ao resort Tayayá (PR), cuja empresa controladora teria tido como sócios parentes de Toffoli. ver no caso
  • Fato Em 12 de fevereiro de 2026, após reunião de dez ministros convocada por Fachin para dar ciência do relatório da PF, Toffoli pediu para deixar a relatoria do caso; nota assinada pelos ministros afirmou que ele "atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR" e que não havia motivo para suspeição ou impedimento. ver no caso
  • Decisão Em 21 de fevereiro de 2026, Fachin arquivou o pedido de suspeição de Toffoli, prejudicado pela troca de relator; Toffoli não foi declarado suspeito e, em princípio, pode participar de julgamentos ligados ao caso. ver no caso
BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 1 registro
  • Fato Em 30 de dezembro de 2025, Vorcaro e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foram acareados perante a Polícia Federal e se contradisseram sobre a origem dos créditos comprados do Master: Vorcaro disse que o BRB fora informado de que vinham de uma terceira empresa, a Tirreno, e Paulo Henrique afirmou ter entendido que as carteiras eram originadas pelo próprio Master. Toffoli retirou o sigilo dos depoimentos em 29 de janeiro de 2026. ver no caso
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 2 registros
  • Decisão Em 20 de fevereiro de 2026, o ministro André Mendonça determinou à Presidência do Congresso Nacional a "imediata entrega às autoridades da Polícia Federal" de todos os elementos obtidos com as quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de Daniel Vorcaro, sem retenção de cópias. O material estava sob custódia da presidência do Senado desde 15 de dezembro, quando o então relator Dias Toffoli o retirou da CPMI do INSS. ver no caso
  • Fato Em 14 de abril de 2026, a CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou, por 6 votos a 4, o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral Paulo Gonet por crimes de responsabilidade, com base no caso Master; a CPI terminou sem relatório aprovado. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 1 registro
  • Alegação Os relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça, com cerca de 50 páginas, sem timbre, assinatura ou data, produzidos antes de 1º de setembro de 2026 e enviados a Moraes, que os juntou ao inquérito das fake news, levantam hipóteses: que Mendonça veria no presidente do União Brasil, Antonio Rueda, uma "rota de acesso" a Davi Alcolumbre, "provável alvo estratégico" por controlar a pauta de impeachment de ministros; que haveria "interesse" em investigar Moraes e "contemporização" com Toffoli; e que Gonet seria tido como "indigno de confiança" pela proximidade com Gilmar. O próprio documento diz não ter valor probatório. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 2 registros
  • Decisão Em sessão extraordinária em 8 de setembro de 2026, a Segunda Turma do STF formou maioria, com Mendonça, Fux e Nunes Marques, para manter o afastamento de Andrei Rodrigues; Gilmar Mendes pediu vista logo na abertura, com o voto de Toffoli pendente, e a liminar segue em vigor. ver no caso
  • Fato Em 8 de setembro de 2026, Fachin manifestou a intenção de reunir reservadamente os quatro ministros que já presidiram o STF e continuam na Corte — Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luiz Fux — para tratar da crise aberta pela divulgação das mensagens enviadas por Vorcaro ao contato atribuído a Moraes. Fachin havia dito que a resposta da Corte seria "firme, proporcional e rigorosa". ver no caso
Edson Fachin 4 casos · 14 registros
A PF pede a suspeição de Toffoli 2 registros
  • Fato Em 12 de fevereiro de 2026, após reunião de dez ministros convocada por Fachin para dar ciência do relatório da PF, Toffoli pediu para deixar a relatoria do caso; nota assinada pelos ministros afirmou que ele "atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR" e que não havia motivo para suspeição ou impedimento. ver no caso
  • Decisão Em 21 de fevereiro de 2026, Fachin arquivou o pedido de suspeição de Toffoli, prejudicado pela troca de relator; Toffoli não foi declarado suspeito e, em princípio, pode participar de julgamentos ligados ao caso. ver no caso
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 1 registro
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 5 registros
  • Decisão Em 3 de setembro de 2026, no inquérito das fake news, Moraes pediu a Fachin providências contra Mendonça por "fortes indícios" de improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade, acusando-o de direcionar investigações contra ministros (Moraes, Gilmar Mendes, Toffoli, Fux e Nunes Marques), de conduzir irregularmente negociações de delação, de tentar atingir Davi Alcolumbre por meio de Antonio Rueda e de ter retirado o sigilo do caso Vorcaro para desviar atenção; baseou-se em relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça. ver no caso
  • Decisão Em 10 de setembro de 2026, atendendo a pedido de Fachin feito no mesmo dia, Mendonça retirou o sigilo da Petição 15.556 e de mais catorze procedimentos: os Inquéritos 5.026 e 5.035, a Reclamação 88.121 e as Petições 15.198, 15.478, 15.504, 15.562, 15.563, 15.693, 15.976, 15.977, 15.978, 16.019 e 16.662. Manteve fechado o material que, segundo ele, possa prejudicar diligências e novos procedimentos — entre o que continuou em sigilo está o caso do filme Dark Horse, também sob sua relatoria, por não ter pertinência com o julgamento sobre Moraes. Informou ainda que enviaria cópias completas dos processos, em HDs dedicados, à Presidência do STF e aos gabinetes dos demais ministros. No dia seguinte, sob nova ordem de Fachin, esse sigilo remanescente caiu, inclusive o do Dark Horse. ver no caso
  • Fato Em 11 de setembro de 2026, Moraes enviou ofício a Fachin apontando "escolha seletiva" na retirada do sigilo feita por Mendonça. Segundo levantamento anexado ao ofício, 4.334 dos 4.514 documentos foram liberados e 180 continuaram fora do alcance dos demais ministros, entre eles peças sobre os recursos atribuídos a Vorcaro no filme Dark Horse e sobre a relação entre o senador Jaques Wagner e o ex-sócio do Master Augusto Ferreira Lima. Moraes pediu a retirada "imediata de todo e qualquer sigilo, sem exceção" dos procedimentos ligados à PET 15.556, a intimação de todos os magistrados citados na investigação e que seu pedido de investigação contra Mendonça entre na pauta de 15 de setembro. ver no caso
  • Alegação Em novo ofício a Fachin, na noite de 11 de setembro de 2026, Moraes afirmou que Mendonça faria um levantamento "seletivo e direcionado" do sigilo no caso Master, com o efeito de proteger "determinado grupo político". Anexou telas do sistema do STF que apontariam "a existência de documentos sigilosos e não visíveis" nos procedimentos, e escreveu que "não é o que consta dos autos". Sustentou que o colegiado seguia sem acesso a dezoito petições e cento e oitenta documentos, e contestou que caiba ao relator escolher quais peças ficam disponíveis aos demais ministros. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 9 registros
  • Decisão Em 3 de setembro de 2026, Fachin determinou que Moraes, Mendonça, Gonet e Andrei Rodrigues prestem informações em cinco dias úteis, até 11 de setembro, abriu procedimento próprio sobre a investigação do caso Master e, no dia seguinte, retirou do inquérito das fake news o pedido contra Mendonça, incluindo-o nesse procedimento; anunciou sessão do plenário para a semana seguinte, com transmissão pela TV Justiça. ver no caso
  • Fato Em 4 de setembro de 2026, em evento no Palácio do Planalto, Fachin colocou o encerramento do inquérito das fake news entre suas três prioridades e disse que a resposta à crise será "firme, proporcional e rigorosa", sem "precipitação, tampouco omissão". ver no caso
  • Fato Em 8 de setembro de 2026, Fachin manifestou a intenção de reunir reservadamente os quatro ministros que já presidiram o STF e continuam na Corte — Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luiz Fux — para tratar da crise aberta pela divulgação das mensagens enviadas por Vorcaro ao contato atribuído a Moraes. Fachin havia dito que a resposta da Corte seria "firme, proporcional e rigorosa". ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, Fachin convocou sessão extraordinária do plenário para terça-feira, 15 de setembro, às 10h. O plenário deve decidir três pontos: se foi regular a ordem de Mendonça que levou ao aprofundamento da análise dos dados do celular de Vorcaro, se o material produzido pela PF a partir dessa medida pode ser usado, e o que fazer com o pedido da PGR de anulação do procedimento. Da resposta a esses pontos depende o destino dos elementos que envolvem Moraes. ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, horas depois de Dino reverter o afastamento decidido por Mendonça, Fachin suspendeu as duas decisões e manteve Andrei Rodrigues na direção-geral da Polícia Federal, acolhendo recurso da Advocacia-Geral da União. Escreveu que "é grave o quadro em que decisões de Ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal". Na mesma decisão, suspendeu o procedimento da PGR que apurava possível interferência de Mendonça na condução das investigações da PF e determinou que nenhuma apuração envolvendo ministros do STF siga sem análise prévia da Presidência. ver no caso
  • Decisão Em 10 de setembro de 2026, atendendo a pedido de Fachin feito no mesmo dia, Mendonça retirou o sigilo da Petição 15.556 e de mais catorze procedimentos: os Inquéritos 5.026 e 5.035, a Reclamação 88.121 e as Petições 15.198, 15.478, 15.504, 15.562, 15.563, 15.693, 15.976, 15.977, 15.978, 16.019 e 16.662. Manteve fechado o material que, segundo ele, possa prejudicar diligências e novos procedimentos — entre o que continuou em sigilo está o caso do filme Dark Horse, também sob sua relatoria, por não ter pertinência com o julgamento sobre Moraes. Informou ainda que enviaria cópias completas dos processos, em HDs dedicados, à Presidência do STF e aos gabinetes dos demais ministros. No dia seguinte, sob nova ordem de Fachin, esse sigilo remanescente caiu, inclusive o do Dark Horse. ver no caso
  • Fato Em 11 de setembro de 2026, o ministro Cristiano Zanin pediu a Fachin acesso à íntegra dos dados extraídos do celular de Vorcaro — um iPhone sob a guarda do gabinete de Mendonça —, requerendo que todo o conteúdo da mídia examinada pela PF fosse gravado em um HD. Zanin argumentou que quer analisar não apenas os trechos aproveitados pelos investigadores no laudo, mas a mídia referenciada por inteiro, antes do julgamento de 15 de setembro. ver no caso
  • Decisão Em 11 de setembro de 2026, às 15h40, Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que Mendonça retirasse em 24 horas o sigilo de todos os documentos da Operação Compliance Zero, "ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade". Para a PGR, a divulgação apenas parcial passava a "ideia equivocada" de que a transparência estava comprometida. A ordem veio depois de Mendonça ter atendido em parte o pedido anterior, na véspera, abrindo quinze procedimentos e mantendo em sigilo outras linhas de apuração, entre elas as que envolvem Flávio Bolsonaro e o senador Jaques Wagner. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Flávio Dino 2 casos · 3 registros
Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 1 registro
  • Decisão Em 19 de março de 2026, o ministro Flávio Dino, em ação sobre transparência de emendas, deu cinco dias ao Senado e ao senador Carlos Viana para explicar cerca de R$ 3,6 milhões em emendas destinadas, via prefeituras de Belo Horizonte e Capim Branco, à Fundação Oásis, ligada à Igreja Batista da Lagoinha; em 30 de março considerou as respostas "genéricas e insuficientes", abriu petição própria e apontou possível conflito de interesses, já que Viana presidia a CPMI que investigava entidades beneficiadas. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 2 registros
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, um dia depois do afastamento decidido por Mendonça, o ministro Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal e de Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Dino sustentou que o Partido Novo, autor do pedido, "não possui legitimidade para requerer medidas cautelares em investigações criminais", apontou que a legenda tem candidato próprio na eleição presidencial e, portanto, interesse direto no afastamento, e afirmou que a matéria está sob a relatoria do presidente do STF — só a ele ou ao plenário caberia decidir. ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, horas depois de Dino reverter o afastamento decidido por Mendonça, Fachin suspendeu as duas decisões e manteve Andrei Rodrigues na direção-geral da Polícia Federal, acolhendo recurso da Advocacia-Geral da União. Escreveu que "é grave o quadro em que decisões de Ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal". Na mesma decisão, suspendeu o procedimento da PGR que apurava possível interferência de Mendonça na condução das investigações da PF e determinou que nenhuma apuração envolvendo ministros do STF siga sem análise prévia da Presidência. ver no caso
Gilmar Mendes 3 casos · 4 registros
PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 1 registro
  • Alegação Segundo o relatório da PF, Moraes teria ajudado a organizar um fórum jurídico-político "superexclusivo" patrocinado pelo Master em Londres, de 24 a 27 de abril de 2024, com homenagens a Michel Temer e Rodrigo Pacheco, convidando autoridades e com poder de veto sobre participantes; em mensagem, convidou Gilmar Mendes para um painel. Sobre uma restrição, Vorcaro teria escrito a uma funcionária: "De jeito nenhum. Alexandre morre se você fizer isso". ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 1 registro
  • Alegação Os relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça, com cerca de 50 páginas, sem timbre, assinatura ou data, produzidos antes de 1º de setembro de 2026 e enviados a Moraes, que os juntou ao inquérito das fake news, levantam hipóteses: que Mendonça veria no presidente do União Brasil, Antonio Rueda, uma "rota de acesso" a Davi Alcolumbre, "provável alvo estratégico" por controlar a pauta de impeachment de ministros; que haveria "interesse" em investigar Moraes e "contemporização" com Toffoli; e que Gonet seria tido como "indigno de confiança" pela proximidade com Gilmar. O próprio documento diz não ter valor probatório. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 2 registros
  • Decisão Em sessão extraordinária em 8 de setembro de 2026, a Segunda Turma do STF formou maioria, com Mendonça, Fux e Nunes Marques, para manter o afastamento de Andrei Rodrigues; Gilmar Mendes pediu vista logo na abertura, com o voto de Toffoli pendente, e a liminar segue em vigor. ver no caso
  • Fato Em 8 de setembro de 2026, Fachin manifestou a intenção de reunir reservadamente os quatro ministros que já presidiram o STF e continuam na Corte — Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luiz Fux — para tratar da crise aberta pela divulgação das mensagens enviadas por Vorcaro ao contato atribuído a Moraes. Fachin havia dito que a resposta da Corte seria "firme, proporcional e rigorosa". ver no caso
Luiz Fux 2 casos · 2 registros
BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 1 registro
  • Decisão Em decisão assinada em 9 de setembro de 2026 e noticiada em 11 de setembro, Fux deu 15 dias para que a União, o Banco Central e o FGC expliquem os entraves ao empréstimo destinado a cobrir R$ 6,6 bilhões de prejuízo do BRB com as carteiras compradas do Banco Master. O acordo foi homologado por Fux em maio e continua sem execução; as garantias previstas são o Fundo de Participação dos Estados e o Fundo de Participação dos Municípios, e não recursos federais diretos. Cumprido o prazo, a PGR deve se manifestar em seguida. Sem o socorro, o BRB corre risco de não cumprir requisitos regulatórios. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 1 registro
  • Fato Em 8 de setembro de 2026, Fachin manifestou a intenção de reunir reservadamente os quatro ministros que já presidiram o STF e continuam na Corte — Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luiz Fux — para tratar da crise aberta pela divulgação das mensagens enviadas por Vorcaro ao contato atribuído a Moraes. Fachin havia dito que a resposta da Corte seria "firme, proporcional e rigorosa". ver no caso
Supremo Tribunal Federal 12 casos · 42 registros
A PF pede a suspeição de Toffoli 5 registros
  • Decisão Em decisão de 6 de janeiro de 2026, tornada pública após a segunda fase da Operação Compliance Zero (14/1), o ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, determinou o bloqueio e sequestro de R$ 5,7 bilhões em bens de 38 investigados e a quebra de sigilo bancário e fiscal de 101 pessoas e entidades, a pedido da PGR. ver no caso
  • Alegação Em 9 de fevereiro de 2026, a Polícia Federal pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, a suspeição de Dias Toffoli na relatoria do caso. Segundo a PF, o ministro seria citado em conversas, extraídas do celular de Vorcaro, entre o banqueiro e seu cunhado Fabiano Zettel, relacionadas ao resort Tayayá (PR), cuja empresa controladora teria tido como sócios parentes de Toffoli. ver no caso
  • Fato Em 12 de fevereiro de 2026, após reunião de dez ministros convocada por Fachin para dar ciência do relatório da PF, Toffoli pediu para deixar a relatoria do caso; nota assinada pelos ministros afirmou que ele "atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR" e que não havia motivo para suspeição ou impedimento. ver no caso
  • Fato No mesmo dia, André Mendonça foi sorteado eletronicamente novo relator do inquérito sobre o caso Master. ver no caso
  • Decisão Em 21 de fevereiro de 2026, Fachin arquivou o pedido de suspeição de Toffoli, prejudicado pela troca de relator; Toffoli não foi declarado suspeito e, em princípio, pode participar de julgamentos ligados ao caso. ver no caso
BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 3 registros
  • Fato Em 30 de dezembro de 2025, Vorcaro e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foram acareados perante a Polícia Federal e se contradisseram sobre a origem dos créditos comprados do Master: Vorcaro disse que o BRB fora informado de que vinham de uma terceira empresa, a Tirreno, e Paulo Henrique afirmou ter entendido que as carteiras eram originadas pelo próprio Master. Toffoli retirou o sigilo dos depoimentos em 29 de janeiro de 2026. ver no caso
  • Fato Na quarta fase da Operação Compliance Zero, em 16 de abril de 2026, a Polícia Federal prendeu preventivamente o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, por decisão de André Mendonça, em investigação sobre lavagem de dinheiro para pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos; foram cumpridos dois mandados de prisão e sete de busca no DF e em SP. ver no caso
  • Decisão Em decisão assinada em 9 de setembro de 2026 e noticiada em 11 de setembro, Fux deu 15 dias para que a União, o Banco Central e o FGC expliquem os entraves ao empréstimo destinado a cobrir R$ 6,6 bilhões de prejuízo do BRB com as carteiras compradas do Banco Master. O acordo foi homologado por Fux em maio e continua sem execução; as garantias previstas são o Fundo de Participação dos Estados e o Fundo de Participação dos Municípios, e não recursos federais diretos. Cumprido o prazo, a PGR deve se manifestar em seguida. Sem o socorro, o BRB corre risco de não cumprir requisitos regulatórios. ver no caso
Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 1 registro
  • Fato Na mesma sessão da CPI, Galípolo confirmou ter se reunido com ministros do STF, mas para tratar da Lei Magnitsky, e afirmou que nenhum processo relacionado ao Master foi tema dessas conversas: "Nenhum processo relacionado com o que está colocado aqui". Disse ainda que recebeu de Lula a orientação "Seja técnico, o mais técnico possível. Não proteja ninguém, não persiga ninguém". ver no caso
PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 2 registros
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal entregue ao STF em 27 de agosto de 2026 e tornado público em 1º de setembro pelo ministro André Mendonça, Daniel Vorcaro teria enviado mensagens, nos dias anteriores à prisão, a um contato salvo em seu celular como "Alexandre de Moraes BRASILIA", entre elas, às 20h48 de 17 de novembro de 2025, minutos antes de ser preso, o texto "To indo assinar com os investidores de fora e estou online". As mensagens teriam sido enviadas em modo de visualização única e recuperadas pela perícia a partir de rascunhos salvos no aparelho. ver no caso
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 1 registro
  • Fato Em 4 de março de 2026, na terceira fase da Compliance Zero, autorizada por André Mendonça, Vorcaro foi preso preventivamente de novo, com mais três pessoas; foram cumpridos 4 mandados de prisão e 15 de busca em São Paulo e Minas Gerais, com sequestro e bloqueio de bens de até R$ 22 bilhões. ver no caso
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 3 registros
  • Fato A produtora Go Up Entertainment afirmou não ter recebido "um único centavo do Banco Master"; segundo a CNN, o deputado Mário Frias, produtor executivo, admitiu depois o recebimento por meio de empresa intermediária. Em 14 de maio de 2026, Frias disse que o filme foi feito "com orçamento muito menor do que o planejado" e, em apuração no STF relatada por Flávio Dino sobre R$ 2 milhões enviados ao Instituto Conhecer Brasil, negou ter usado emenda parlamentar para a produção. ver no caso
  • Fato Em 18 de agosto de 2026, a PF pediu à Ancine registros do filme Dark Horse, dados dos responsáveis e informação sobre incentivos fiscais ou recursos públicos, em inquérito no STF relatado por Mendonça sobre a origem e a destinação do dinheiro do Master usado na produção e sobre eventual custeio de despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 4 registros
  • Fato O requerimento de CPI do Banco Master foi protocolado no Senado em 26 de novembro de 2025 e reuniu 53 senadores, mais de 65% da Casa, número acima do mínimo constitucional. Depois de quase quatro meses e de várias sessões deliberativas, o texto seguia sem ser lido em plenário pela Mesa do Congresso, passo necessário para instalar a comissão. Um grupo de senadores recorreu ao STF com mandado de segurança para obrigar a leitura. ver no caso
  • Decisão Em fevereiro de 2026, Mendonça dispensou Vorcaro de comparecer a comissões do Congresso e garantiu o direito ao silêncio caso comparecesse, citando a garantia contra a autoincriminação; a CPI do Crime Organizado recorreu ao STF em 10 de março. ver no caso
  • Fato Em 3 de fevereiro de 2026, o deputado Carlos Jordy protocolou pedido de CPMI do Banco Master com 280 assinaturas, 239 de deputados e 41 de senadores; até maio a comissão não havia sido instalada, e um mandado de segurança do deputado Rodrigo Rollemberg, relatado no STF por Cristiano Zanin, cobrou a instalação. ver no caso
  • Decisão Em 20 de fevereiro de 2026, o ministro André Mendonça determinou à Presidência do Congresso Nacional a "imediata entrega às autoridades da Polícia Federal" de todos os elementos obtidos com as quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de Daniel Vorcaro, sem retenção de cópias. O material estava sob custódia da presidência do Senado desde 15 de dezembro, quando o então relator Dias Toffoli o retirou da CPMI do INSS. ver no caso
Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 1 registro
  • Decisão Em 19 de março de 2026, o ministro Flávio Dino, em ação sobre transparência de emendas, deu cinco dias ao Senado e ao senador Carlos Viana para explicar cerca de R$ 3,6 milhões em emendas destinadas, via prefeituras de Belo Horizonte e Capim Branco, à Fundação Oásis, ligada à Igreja Batista da Lagoinha; em 30 de março considerou as respostas "genéricas e insuficientes", abriu petição própria e apontou possível conflito de interesses, já que Viana presidia a CPMI que investigava entidades beneficiadas. ver no caso
Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete 2 registros
  • Fato Em nota de 2 de setembro de 2026, após reportagem do portal ICL sobre a articulação de um encontro, o gabinete de Mendonça afirmou que o ministro recebeu Vorcaro "uma única vez", em 14 de março de 2025, "por iniciativa do próprio empresário", e também o advogado dele no mesmo mês, com memorandos escritos; o assunto foi a STP 976, sobre precatórios de interesse do Master, e "a atuação jurisdicional do ministro foi contrária à posição defendida pelo empresário". ver no caso
  • Fato Em 27 de agosto de 2026, Vorcaro foi ouvido no gabinete de Mendonça pelo juiz auxiliar João Azambuja, na presença de seus advogados Daniel Bialski e Engels Muniz e de um integrante do Ministério Público Federal, sem agentes da Polícia Federal. Relatou que a mãe passou a receber ameaças de morte depois da prisão dele — "receberam inúmeras ameaças de morte e falaram que eu seria morto. Tem e-mails, inclusive" — e disse que os remetentes eram anônimos, sem entregar os e-mails na ocasião. Em nota de 2 de setembro, o gabinete confirmou o depoimento, afirmou que ele foi feito "por requerimento expresso da defesa do depoente, que relatou estar sofrendo graves intimidações e solicitou ser ouvido com urgência", que a ausência da PF "seguiu essa mesma diretriz de proteção" e que a presença do Ministério Público "é exigência legal, e foi observada". A nota também negou que temas relacionados a Moraes tivessem sido abordados. No mesmo 2 de setembro, a PGR pediu o arquivamento do depoimento, sustentando que Vorcaro não apresentou provas das supostas ameaças; as tratativas de delação do banqueiro já haviam sido recusadas duas vezes pela PF e pela própria PGR. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 8 registros
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, o procurador-geral Paulo Gonet pediu ao STF a anulação da investigação sobre as mensagens entre Vorcaro e Moraes, sustentando que Mendonça investigou ilegalmente um ministro da Corte: "A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual"; segundo a manifestação, 188 das mais de 200 páginas do relatório tratam de Moraes. ver no caso
  • Decisão Em 3 de setembro de 2026, no inquérito das fake news, Moraes pediu a Fachin providências contra Mendonça por "fortes indícios" de improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade, acusando-o de direcionar investigações contra ministros (Moraes, Gilmar Mendes, Toffoli, Fux e Nunes Marques), de conduzir irregularmente negociações de delação, de tentar atingir Davi Alcolumbre por meio de Antonio Rueda e de ter retirado o sigilo do caso Vorcaro para desviar atenção; baseou-se em relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça. ver no caso
  • Decisão Em 6 de setembro de 2026, Mendonça formalizou o pedido para que o plenário do STF analise o caso das conversas de Vorcaro com Moraes e as referências a Gonet e Andrei Rodrigues, defendendo exame "pública e transparente, em sessão presencial". ver no caso
  • Decisão Em 10 de setembro de 2026, atendendo a pedido de Fachin feito no mesmo dia, Mendonça retirou o sigilo da Petição 15.556 e de mais catorze procedimentos: os Inquéritos 5.026 e 5.035, a Reclamação 88.121 e as Petições 15.198, 15.478, 15.504, 15.562, 15.563, 15.693, 15.976, 15.977, 15.978, 16.019 e 16.662. Manteve fechado o material que, segundo ele, possa prejudicar diligências e novos procedimentos — entre o que continuou em sigilo está o caso do filme Dark Horse, também sob sua relatoria, por não ter pertinência com o julgamento sobre Moraes. Informou ainda que enviaria cópias completas dos processos, em HDs dedicados, à Presidência do STF e aos gabinetes dos demais ministros. No dia seguinte, sob nova ordem de Fachin, esse sigilo remanescente caiu, inclusive o do Dark Horse. ver no caso
  • Fato Em 11 de setembro de 2026, Moraes enviou ofício a Fachin apontando "escolha seletiva" na retirada do sigilo feita por Mendonça. Segundo levantamento anexado ao ofício, 4.334 dos 4.514 documentos foram liberados e 180 continuaram fora do alcance dos demais ministros, entre eles peças sobre os recursos atribuídos a Vorcaro no filme Dark Horse e sobre a relação entre o senador Jaques Wagner e o ex-sócio do Master Augusto Ferreira Lima. Moraes pediu a retirada "imediata de todo e qualquer sigilo, sem exceção" dos procedimentos ligados à PET 15.556, a intimação de todos os magistrados citados na investigação e que seu pedido de investigação contra Mendonça entre na pauta de 15 de setembro. ver no caso
  • Alegação Em novo ofício a Fachin, na noite de 11 de setembro de 2026, Moraes afirmou que Mendonça faria um levantamento "seletivo e direcionado" do sigilo no caso Master, com o efeito de proteger "determinado grupo político". Anexou telas do sistema do STF que apontariam "a existência de documentos sigilosos e não visíveis" nos procedimentos, e escreveu que "não é o que consta dos autos". Sustentou que o colegiado seguia sem acesso a dezoito petições e cento e oitenta documentos, e contestou que caiba ao relator escolher quais peças ficam disponíveis aos demais ministros. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 15 registros
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
  • Fato Após a retirada do sigilo, em 1º de setembro de 2026, presidentes de 18 das 27 seccionais da OAB pediram ao STF "apuração rigorosa e isenta de todos os fatos" envolvendo Mendonça, Moraes e Gonet; a seccional do Paraná pediu o afastamento de Moraes e a suspeição de Gonet. ver no caso
  • Decisão Em 3 de setembro de 2026, Fachin determinou que Moraes, Mendonça, Gonet e Andrei Rodrigues prestem informações em cinco dias úteis, até 11 de setembro, abriu procedimento próprio sobre a investigação do caso Master e, no dia seguinte, retirou do inquérito das fake news o pedido contra Mendonça, incluindo-o nesse procedimento; anunciou sessão do plenário para a semana seguinte, com transmissão pela TV Justiça. ver no caso
  • Fato Em 4 de setembro de 2026, em evento no Palácio do Planalto, Fachin colocou o encerramento do inquérito das fake news entre suas três prioridades e disse que a resposta à crise será "firme, proporcional e rigorosa", sem "precipitação, tampouco omissão". ver no caso
  • Decisão Em 8 de setembro de 2026, a pedido do partido Novo, Mendonça afastou preventivamente o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada, citando documento assinado por Andrei que mostraria ao menos seis relatórios de inteligência sobre o próprio ministro entre 3 e 31 de agosto: "ao menos há mais de 30 dias este relator tem sido monitorado pela Polícia Federal"; a Segunda Turma formou maioria para manter a decisão, e Gilmar Mendes pediu vista. ver no caso
  • Decisão Em sessão extraordinária em 8 de setembro de 2026, a Segunda Turma do STF formou maioria, com Mendonça, Fux e Nunes Marques, para manter o afastamento de Andrei Rodrigues; Gilmar Mendes pediu vista logo na abertura, com o voto de Toffoli pendente, e a liminar segue em vigor. ver no caso
  • Fato Em 8 de setembro de 2026, Fachin manifestou a intenção de reunir reservadamente os quatro ministros que já presidiram o STF e continuam na Corte — Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luiz Fux — para tratar da crise aberta pela divulgação das mensagens enviadas por Vorcaro ao contato atribuído a Moraes. Fachin havia dito que a resposta da Corte seria "firme, proporcional e rigorosa". ver no caso
  • Fato Em 8 de setembro de 2026, cerca de 3.000 entidades lideradas pela Fiesp — entre elas CNI, CNC, CACB, Facesp e FecomercioSP — divulgaram manifesto pedindo que o STF "examine em sessão pública os fatos, decida com absoluta urgência, sem subterfúgios e sem corporativismo". O texto afirma que a legitimidade do Judiciário depende de "imparcialidade, a transparência e a exemplaridade" e que "cada dia é um dia a mais de descrédito". ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, um dia depois do afastamento decidido por Mendonça, o ministro Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal e de Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Dino sustentou que o Partido Novo, autor do pedido, "não possui legitimidade para requerer medidas cautelares em investigações criminais", apontou que a legenda tem candidato próprio na eleição presidencial e, portanto, interesse direto no afastamento, e afirmou que a matéria está sob a relatoria do presidente do STF — só a ele ou ao plenário caberia decidir. ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, Fachin convocou sessão extraordinária do plenário para terça-feira, 15 de setembro, às 10h. O plenário deve decidir três pontos: se foi regular a ordem de Mendonça que levou ao aprofundamento da análise dos dados do celular de Vorcaro, se o material produzido pela PF a partir dessa medida pode ser usado, e o que fazer com o pedido da PGR de anulação do procedimento. Da resposta a esses pontos depende o destino dos elementos que envolvem Moraes. ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, horas depois de Dino reverter o afastamento decidido por Mendonça, Fachin suspendeu as duas decisões e manteve Andrei Rodrigues na direção-geral da Polícia Federal, acolhendo recurso da Advocacia-Geral da União. Escreveu que "é grave o quadro em que decisões de Ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal". Na mesma decisão, suspendeu o procedimento da PGR que apurava possível interferência de Mendonça na condução das investigações da PF e determinou que nenhuma apuração envolvendo ministros do STF siga sem análise prévia da Presidência. ver no caso
  • Decisão Em 10 de setembro de 2026, atendendo a pedido de Fachin feito no mesmo dia, Mendonça retirou o sigilo da Petição 15.556 e de mais catorze procedimentos: os Inquéritos 5.026 e 5.035, a Reclamação 88.121 e as Petições 15.198, 15.478, 15.504, 15.562, 15.563, 15.693, 15.976, 15.977, 15.978, 16.019 e 16.662. Manteve fechado o material que, segundo ele, possa prejudicar diligências e novos procedimentos — entre o que continuou em sigilo está o caso do filme Dark Horse, também sob sua relatoria, por não ter pertinência com o julgamento sobre Moraes. Informou ainda que enviaria cópias completas dos processos, em HDs dedicados, à Presidência do STF e aos gabinetes dos demais ministros. No dia seguinte, sob nova ordem de Fachin, esse sigilo remanescente caiu, inclusive o do Dark Horse. ver no caso
  • Fato Em 11 de setembro de 2026, o ministro Cristiano Zanin pediu a Fachin acesso à íntegra dos dados extraídos do celular de Vorcaro — um iPhone sob a guarda do gabinete de Mendonça —, requerendo que todo o conteúdo da mídia examinada pela PF fosse gravado em um HD. Zanin argumentou que quer analisar não apenas os trechos aproveitados pelos investigadores no laudo, mas a mídia referenciada por inteiro, antes do julgamento de 15 de setembro. ver no caso
  • Decisão Em 11 de setembro de 2026, às 15h40, Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que Mendonça retirasse em 24 horas o sigilo de todos os documentos da Operação Compliance Zero, "ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade". Para a PGR, a divulgação apenas parcial passava a "ideia equivocada" de que a transparência estava comprometida. A ordem veio depois de Mendonça ter atendido em parte o pedido anterior, na véspera, abrindo quinze procedimentos e mantendo em sigilo outras linhas de apuração, entre elas as que envolvem Flávio Bolsonaro e o senador Jaques Wagner. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 2 registros
  • Alegação Em relatório da nona fase da Operação Compliance Zero entregue ao STF e noticiado em 30 de julho de 2026, a PF registra que Vorcaro apontava três integrantes do governo como favoráveis à venda do Master: os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então líder do governo no Senado, Jaques Wagner. ver no caso
  • Fato Em 9 de setembro de 2026, em publicação nas redes sociais, Lula defendeu a quebra completa do sigilo das investigações sobre todos os envolvidos no caso Master, "seja quem for, doa a quem doer", afirmou que "o Brasil precisa saber a verdade" e disse que o país enfrenta uma crise institucional no Judiciário. ver no caso
Órgãos de controle 12 entidades
Andrei Rodrigues 3 casos · 7 registros
PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 1 registro
  • Alegação Entre as mensagens do celular de Vorcaro divulgadas em 1º de setembro de 2026, há referência a um suposto pedido de "proteção" para "Andrei" e "Paulo", que os investigadores interpretam como o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral Paulo Gonet; Mendonça acionou a PGR pedindo esclarecimentos. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 1 registro
  • Decisão Em 6 de setembro de 2026, Mendonça formalizou o pedido para que o plenário do STF analise o caso das conversas de Vorcaro com Moraes e as referências a Gonet e Andrei Rodrigues, defendendo exame "pública e transparente, em sessão presencial". ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 5 registros
  • Decisão Em 3 de setembro de 2026, Fachin determinou que Moraes, Mendonça, Gonet e Andrei Rodrigues prestem informações em cinco dias úteis, até 11 de setembro, abriu procedimento próprio sobre a investigação do caso Master e, no dia seguinte, retirou do inquérito das fake news o pedido contra Mendonça, incluindo-o nesse procedimento; anunciou sessão do plenário para a semana seguinte, com transmissão pela TV Justiça. ver no caso
  • Decisão Em 8 de setembro de 2026, a pedido do partido Novo, Mendonça afastou preventivamente o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada, citando documento assinado por Andrei que mostraria ao menos seis relatórios de inteligência sobre o próprio ministro entre 3 e 31 de agosto: "ao menos há mais de 30 dias este relator tem sido monitorado pela Polícia Federal"; a Segunda Turma formou maioria para manter a decisão, e Gilmar Mendes pediu vista. ver no caso
  • Decisão Em sessão extraordinária em 8 de setembro de 2026, a Segunda Turma do STF formou maioria, com Mendonça, Fux e Nunes Marques, para manter o afastamento de Andrei Rodrigues; Gilmar Mendes pediu vista logo na abertura, com o voto de Toffoli pendente, e a liminar segue em vigor. ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, um dia depois do afastamento decidido por Mendonça, o ministro Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal e de Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Dino sustentou que o Partido Novo, autor do pedido, "não possui legitimidade para requerer medidas cautelares em investigações criminais", apontou que a legenda tem candidato próprio na eleição presidencial e, portanto, interesse direto no afastamento, e afirmou que a matéria está sob a relatoria do presidente do STF — só a ele ou ao plenário caberia decidir. ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, horas depois de Dino reverter o afastamento decidido por Mendonça, Fachin suspendeu as duas decisões e manteve Andrei Rodrigues na direção-geral da Polícia Federal, acolhendo recurso da Advocacia-Geral da União. Escreveu que "é grave o quadro em que decisões de Ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal". Na mesma decisão, suspendeu o procedimento da PGR que apurava possível interferência de Mendonça na condução das investigações da PF e determinou que nenhuma apuração envolvendo ministros do STF siga sem análise prévia da Presidência. ver no caso
Banco Central do Brasil 8 casos · 18 registros
Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado 2 registros
  • Decisão Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master S/A, do Banco Master de Investimento, do Banco Letsbank e da Master Corretora (Atos do Presidente nº 1.369, 1.371, 1.372 e 1.373), citando "grave crise de liquidez do Conglomerado Master" e "graves violações às normas" que regem o sistema financeiro. ver no caso
  • Fato Em depoimento à Polícia Federal em 28 de agosto de 2026, por videoconferência da Papudinha, em Brasília, ao delegado Albert Paulo Sérgio de Moura, Vorcaro contou que na manhã de 17 de novembro de 2025 avisou o Banco Central de que tinha encontrado comprador: "eu aviso pela manhã o Banco Central que eu arrumei uma solução, que eu já estava protocolando o primeiro contrato". Disse que viajaria naquela noite para apresentar outros dois contratos nos dias seguintes. Foi preso no aeroporto de Guarulhos naquela mesma noite, e o banco foi liquidado no dia seguinte. Sobre a liquidação, afirmou que o processo "tinha sido aberto há muito tempo e não era mexido" e "teve um desfecho rápido e inusitado" naquela tarde, e que só então soube que o banco seria liquidado. Descreveu o que vivia como "um terror" e "algo desumano", reconheceu que "houveram erros no desenrolar do tema do Banco Master" e disse ter "muito a contribuir e a falar". O depoimento foi tomado na investigação sobre suposto pagamento de propina a servidores do Banco Central; as duas tentativas de acordo de delação do banqueiro já haviam sido recusadas pela PF e pela PGR. ver no caso
O maior rombo da história do FGC 1 registro
  • Decisão Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master S/A, do Banco Master de Investimento, do Banco Letsbank e da Master Corretora (Atos do Presidente nº 1.369, 1.371, 1.372 e 1.373), citando "grave crise de liquidez do Conglomerado Master" e "graves violações às normas" que regem o sistema financeiro. ver no caso
BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 4 registros
  • Decisão Em 3 de setembro de 2025, o Banco Central indeferiu o pedido de aquisição do Banco Master pelo BRB, protocolado em 28 de março; segundo o BRB, em fato relevante, o regulador apontou riscos excessivos nos ativos do Master, incompatíveis com o perfil do banco público e de seus correntistas. ver no caso
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, o Master teria vendido ao BRB carteiras de crédito "insubsistentes" e, após fiscalização do Banco Central, as teria substituído por outros ativos sem avaliação técnica adequada; as operações investigadas somariam R$ 12,2 bilhões. ver no caso
  • Fato Em 30 de dezembro de 2025, Vorcaro e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foram acareados perante a Polícia Federal e se contradisseram sobre a origem dos créditos comprados do Master: Vorcaro disse que o BRB fora informado de que vinham de uma terceira empresa, a Tirreno, e Paulo Henrique afirmou ter entendido que as carteiras eram originadas pelo próprio Master. Toffoli retirou o sigilo dos depoimentos em 29 de janeiro de 2026. ver no caso
  • Decisão Em decisão assinada em 9 de setembro de 2026 e noticiada em 11 de setembro, Fux deu 15 dias para que a União, o Banco Central e o FGC expliquem os entraves ao empréstimo destinado a cobrir R$ 6,6 bilhões de prejuízo do BRB com as carteiras compradas do Banco Master. O acordo foi homologado por Fux em maio e continua sem execução; as garantias previstas são o Fundo de Participação dos Estados e o Fundo de Participação dos Municípios, e não recursos federais diretos. Cumprido o prazo, a PGR deve se manifestar em seguida. Sem o socorro, o BRB corre risco de não cumprir requisitos regulatórios. ver no caso
Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 6 registros
  • Decisão Em 21 de janeiro de 2026, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira, do grupo Master, citando o comprometimento de sua situação econômico-financeira e o descumprimento de obrigações no arranjo de pagamentos da Mastercard, que a bloqueou. ver no caso
  • Decisão Em 18 de fevereiro de 2026, o Banco Central liquidou o Banco Pleno, de Augusto Lima, citando comprometimento da situação econômico-financeira, deterioração da liquidez e infringência às normas. Lima foi sócio de Vorcaro no Master de 2019 a maio de 2024, trouxe o Credcesta ao banco e é casado desde janeiro de 2024 com Flávia Arruda, ex-ministra do governo Bolsonaro e ex-diretora de sustentabilidade do Master. ver no caso
  • Decisão Em 17 de março de 2026, o Banco Central converteu em liquidação extrajudicial o regime de administração especial temporária do Banco Master Múltiplo, decretado em 18 de novembro de 2025 na tentativa de preservar a Will Financeira. ver no caso
  • Decisão Em 24 de março de 2026, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidida por Renan Calheiros, derrubou o sigilo que o TCU impôs às auditorias sobre as fraudes do Banco Master. ver no caso
  • Fato O Banco Central impôs sigilo de oito anos aos documentos da liquidação do Master; à CPI do Crime Organizado, em 8 de abril de 2026, Galípolo disse que o prazo segue norma interna de 2018 e que, na liquidação, o banco tinha em caixa apenas 10% do necessário para pagar os CDBs que venciam. ver no caso
  • Fato Na mesma sessão da CPI, Galípolo confirmou ter se reunido com ministros do STF, mas para tratar da Lei Magnitsky, e afirmou que nenhum processo relacionado ao Master foi tema dessas conversas: "Nenhum processo relacionado com o que está colocado aqui". Disse ainda que recebeu de Lula a orientação "Seja técnico, o mais técnico possível. Não proteja ninguém, não persiga ninguém". ver no caso
Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 2 registros
  • Alegação Na décima fase, em 9 de julho de 2026, a Polícia Federal apontou uma campanha coordenada em redes sociais contra a credibilidade do Banco Central, chamada "Projeto DV", que teria sido financiada por Vorcaro com influenciadores e veículos sob contratos de confidencialidade com multa de até R$ 2 milhões; o publicitário Thiago Miranda foi alvo de busca. ver no caso
  • Alegação Relatório da Polícia Federal de 164 páginas, tornado público em 11 de setembro de 2026, sustenta que Vorcaro pagava R$ 1 milhão por mês para manter o grupo chamado "A Turma" e que o responsável pelos acessos clandestinos, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, fazia "acesso recorrente e irregular a procedimentos sigilosos em andamento no MPF, na PF, na Polícia Civil e no Banco Central", pela "utilização de logins funcionais de terceiros". Segundo o documento, o alcance chegou a organismos internacionais como o FBI e a Interpol. Em 15 de fevereiro de 2024, quarenta minutos depois de Vorcaro pedir informações sobre inquéritos, veio a resposta com o áudio de um policial federal dizendo que a "Tropa" daria atenção especial; em seguida foram enviados comprovantes de consulta ao CPF do banqueiro nos sistemas do MPF, que apontaram quinze procedimentos ligados a ele, onze deles sigilosos. Questionado se deveria buscar todos os processos com "BRB AND MASTER", Vorcaro respondeu: "Quero tudo. Atenção total". A PF registra que o servidor que fez a consulta tentou ocultar a própria identificação, apagando o nome e o setor, o que indicaria "intenção deliberada do servidor de ocultar sua identidade". O policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva, preso em 4 de março de 2026, é apontado como quem tinha acesso aos sistemas do MPF. ver no caso
Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada 1 registro
  • Decisão Em 15 de janeiro de 2026, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Reag Trust DTVM, renomeada CBSF Distribuidora, por "graves violações" às normas do sistema financeiro: fundos administrados pela Reag teriam estruturado operações fraudulentas com o Master entre julho de 2023 e julho de 2024, segundo relatório do BC ao TCU. A gestora administrava cerca de 700 fundos, somando R$ 300 bilhões, e já era alvo da Carbono Oculto. ver no caso
Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto 2 registros
  • Alegação Na terceira fase da Compliance Zero, a PF apontou que dois servidores do Banco Central, Paulo Sérgio de Souza, ex-diretor de fiscalização, e Bellini Santana, ex-chefe de departamento de supervisão bancária, teriam mantido contato com Vorcaro e prestado "consultoria informal", com orientações estratégicas sobre procedimentos do Banco Central que envolviam o Master. Galípolo afastou os dois dos cargos e abriu sindicância, e a CGU analisa o relatório para decidir se instaura processo disciplinar. ver no caso
  • Fato Convocado pela CPI do Crime Organizado para 3 de março de 2026, o ex-presidente do BC Roberto Campos Neto afirmou em nota que "a presidência do Banco Central não trata das operações específicas de bancos do segmento S3 e não pode ser responsabilizada por falhas de terceiros", e que a supervisão é conduzida por servidores de carreira; em agosto de 2023, o BC havia endurecido as regras para bancos do S3 declararem o valor real de seus ativos. ver no caso
A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 1 registro
  • Alegação Segundo documento obtido pela Polícia Federal e revelado pelo UOL em maio de 2026, Lula teria aconselhado Vorcaro, naquele encontro, a não vender o Banco Master ao BTG Pactual pelo valor simbólico de R$ 1, recomendando que mantivesse o banco; teria ainda criticado a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central e indicado que a direção seguinte agiria de outro modo. ver no caso
Bellini Santana 1 caso · 1 registro
Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto 1 registro
  • Alegação Na terceira fase da Compliance Zero, a PF apontou que dois servidores do Banco Central, Paulo Sérgio de Souza, ex-diretor de fiscalização, e Bellini Santana, ex-chefe de departamento de supervisão bancária, teriam mantido contato com Vorcaro e prestado "consultoria informal", com orientações estratégicas sobre procedimentos do Banco Central que envolviam o Master. Galípolo afastou os dois dos cargos e abriu sindicância, e a CGU analisa o relatório para decidir se instaura processo disciplinar. ver no caso
CPI do Crime Organizado 6 casos · 10 registros
Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 2 registros
  • Fato O Banco Central impôs sigilo de oito anos aos documentos da liquidação do Master; à CPI do Crime Organizado, em 8 de abril de 2026, Galípolo disse que o prazo segue norma interna de 2018 e que, na liquidação, o banco tinha em caixa apenas 10% do necessário para pagar os CDBs que venciam. ver no caso
  • Fato Na mesma sessão da CPI, Galípolo confirmou ter se reunido com ministros do STF, mas para tratar da Lei Magnitsky, e afirmou que nenhum processo relacionado ao Master foi tema dessas conversas: "Nenhum processo relacionado com o que está colocado aqui". Disse ainda que recebeu de Lula a orientação "Seja técnico, o mais técnico possível. Não proteja ninguém, não persiga ninguém". ver no caso
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 4 registros
  • Decisão Em fevereiro de 2026, Mendonça dispensou Vorcaro de comparecer a comissões do Congresso e garantiu o direito ao silêncio caso comparecesse, citando a garantia contra a autoincriminação; a CPI do Crime Organizado recorreu ao STF em 10 de março. ver no caso
  • Decisão Em 18 de março de 2026, a CPI do Crime Organizado aprovou requerimentos para identificar, junto a CVM, Banco Central, Receita e Anbima, os beneficiários finais dos fundos ligados ao Master e à Reag; a convocação e a quebra de sigilos da Prime Aviation, empresa de jatos ligada a Vorcaro; e a convocação de Martha Graeff, ex-noiva do banqueiro, e do ex-governador Pedro Taques. Rejeitou a quebra de sigilo de Paulo Guedes e a convocação de Valdemar Costa Neto. ver no caso
  • Alegação Mensagens interceptadas pela PF indicariam que Vorcaro planejava transferir uma mansão de R$ 450 milhões e outros bens para o nome da ex-noiva, Martha Graeff, como blindagem patrimonial; a CPI do Crime e a CPMI do INSS aprovaram sua convocação e não conseguiram localizá-la. ver no caso
  • Fato Em 14 de abril de 2026, a CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou, por 6 votos a 4, o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral Paulo Gonet por crimes de responsabilidade, com base no caso Master; a CPI terminou sem relatório aprovado. ver no caso
PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 1 registro
  • Fato Segundo relatórios da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado e divulgados em abril de 2026, o conglomerado Master declarou pagamentos a escritórios e empresas ligados a quatro figuras públicas: R$ 10 milhões ao escritório de advocacia de Michel Temer em 2025, R$ 6,4 milhões a escritórios de Antonio Rueda em 2023, R$ 5,93 milhões ao escritório de Ricardo Lewandowski entre 2023 e 2025 e R$ 5,4 milhões à consultoria de ACM Neto entre 2023 e 2025. Os citados descrevem os valores como remuneração por serviços jurídicos ou de consultoria; o relatório não afirma irregularidade nos contratos. ver no caso
Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada 1 registro
  • Fato Na CPI do Crime Organizado, em 11 de março de 2026, o fundador da Reag, João Carlos Mansur, negou vínculo com o PCC ("Não temos nenhuma ligação"), disse que as 15 mil páginas da Carbono Oculto não mencionam a associação e admitiu que o Master era cliente da gestora, recusando-se a responder por que a empresa foi alvo de três operações. ver no caso
Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto 1 registro
  • Fato Convocado pela CPI do Crime Organizado para 3 de março de 2026, o ex-presidente do BC Roberto Campos Neto afirmou em nota que "a presidência do Banco Central não trata das operações específicas de bancos do segmento S3 e não pode ser responsabilizada por falhas de terceiros", e que a supervisão é conduzida por servidores de carreira; em agosto de 2023, o BC havia endurecido as regras para bancos do S3 declararem o valor real de seus ativos. ver no caso
Consignado em Mato Grosso: STJ investiga ex-governador por favorecimento ao Master 1 registro
  • Fato O STJ investiga, sob sigilo, o ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes por suspeita de favorecimento ao Master no credenciamento do Credcesta para servidores estaduais; em março de 2026, o ex-governador Pedro Taques, advogado de sindicatos, disse à CPI do Crime que o Master comandaria uma rede de instituições no consignado do estado. ver no caso
Gabriel Galípolo 3 casos · 4 registros
Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 2 registros
  • Fato O Banco Central impôs sigilo de oito anos aos documentos da liquidação do Master; à CPI do Crime Organizado, em 8 de abril de 2026, Galípolo disse que o prazo segue norma interna de 2018 e que, na liquidação, o banco tinha em caixa apenas 10% do necessário para pagar os CDBs que venciam. ver no caso
  • Fato Na mesma sessão da CPI, Galípolo confirmou ter se reunido com ministros do STF, mas para tratar da Lei Magnitsky, e afirmou que nenhum processo relacionado ao Master foi tema dessas conversas: "Nenhum processo relacionado com o que está colocado aqui". Disse ainda que recebeu de Lula a orientação "Seja técnico, o mais técnico possível. Não proteja ninguém, não persiga ninguém". ver no caso
Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto 1 registro
  • Alegação Na terceira fase da Compliance Zero, a PF apontou que dois servidores do Banco Central, Paulo Sérgio de Souza, ex-diretor de fiscalização, e Bellini Santana, ex-chefe de departamento de supervisão bancária, teriam mantido contato com Vorcaro e prestado "consultoria informal", com orientações estratégicas sobre procedimentos do Banco Central que envolviam o Master. Galípolo afastou os dois dos cargos e abriu sindicância, e a CGU analisa o relatório para decidir se instaura processo disciplinar. ver no caso
A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 1 registro
  • Fato Em 4 de dezembro de 2024, Daniel Vorcaro foi recebido por Lula no Palácio do Planalto, em encontro de cerca de uma hora e meia que não constou da agenda oficial do presidente nem da de Gabriel Galípolo. A reunião foi marcada pelo ex-ministro Guido Mantega e teve ainda os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então presidente do Master, Augusto Lima. Segundo relatos, Vorcaro sustentou no encontro que grandes bancos agiriam para preservar a concentração do mercado e prejudicar o Master. ver no caso
Paulo Gonet 3 casos · 7 registros
PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 1 registro
  • Alegação Entre as mensagens do celular de Vorcaro divulgadas em 1º de setembro de 2026, há referência a um suposto pedido de "proteção" para "Andrei" e "Paulo", que os investigadores interpretam como o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral Paulo Gonet; Mendonça acionou a PGR pedindo esclarecimentos. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 3 registros
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, o procurador-geral Paulo Gonet pediu ao STF a anulação da investigação sobre as mensagens entre Vorcaro e Moraes, sustentando que Mendonça investigou ilegalmente um ministro da Corte: "A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual"; segundo a manifestação, 188 das mais de 200 páginas do relatório tratam de Moraes. ver no caso
  • Alegação Os relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça, com cerca de 50 páginas, sem timbre, assinatura ou data, produzidos antes de 1º de setembro de 2026 e enviados a Moraes, que os juntou ao inquérito das fake news, levantam hipóteses: que Mendonça veria no presidente do União Brasil, Antonio Rueda, uma "rota de acesso" a Davi Alcolumbre, "provável alvo estratégico" por controlar a pauta de impeachment de ministros; que haveria "interesse" em investigar Moraes e "contemporização" com Toffoli; e que Gonet seria tido como "indigno de confiança" pela proximidade com Gilmar. O próprio documento diz não ter valor probatório. ver no caso
  • Decisão Em 6 de setembro de 2026, Mendonça formalizou o pedido para que o plenário do STF analise o caso das conversas de Vorcaro com Moraes e as referências a Gonet e Andrei Rodrigues, defendendo exame "pública e transparente, em sessão presencial". ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 3 registros
  • Fato Após a retirada do sigilo, em 1º de setembro de 2026, presidentes de 18 das 27 seccionais da OAB pediram ao STF "apuração rigorosa e isenta de todos os fatos" envolvendo Mendonça, Moraes e Gonet; a seccional do Paraná pediu o afastamento de Moraes e a suspeição de Gonet. ver no caso
  • Decisão Em 3 de setembro de 2026, Fachin determinou que Moraes, Mendonça, Gonet e Andrei Rodrigues prestem informações em cinco dias úteis, até 11 de setembro, abriu procedimento próprio sobre a investigação do caso Master e, no dia seguinte, retirou do inquérito das fake news o pedido contra Mendonça, incluindo-o nesse procedimento; anunciou sessão do plenário para a semana seguinte, com transmissão pela TV Justiça. ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, Fachin convocou sessão extraordinária do plenário para terça-feira, 15 de setembro, às 10h. O plenário deve decidir três pontos: se foi regular a ordem de Mendonça que levou ao aprofundamento da análise dos dados do celular de Vorcaro, se o material produzido pela PF a partir dessa medida pode ser usado, e o que fazer com o pedido da PGR de anulação do procedimento. Da resposta a esses pontos depende o destino dos elementos que envolvem Moraes. ver no caso
Paulo Sérgio de Souza 1 caso · 1 registro
Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto 1 registro
  • Alegação Na terceira fase da Compliance Zero, a PF apontou que dois servidores do Banco Central, Paulo Sérgio de Souza, ex-diretor de fiscalização, e Bellini Santana, ex-chefe de departamento de supervisão bancária, teriam mantido contato com Vorcaro e prestado "consultoria informal", com orientações estratégicas sobre procedimentos do Banco Central que envolviam o Master. Galípolo afastou os dois dos cargos e abriu sindicância, e a CGU analisa o relatório para decidir se instaura processo disciplinar. ver no caso
Polícia Federal 19 casos · 60 registros
Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado 3 registros
  • Alegação Em novembro de 2025, antes da operação que resultou na prisão, a Polícia Federal registrou que Vorcaro teria conhecimento prévio da apuração. Segundo o delegado responsável, "há fortes indícios de que o investigado, Daniel Bueno Vorcaro, sabia de antemão não apenas da investigação criminal, mas também da vara, do nome do juiz que conduzia o caso e de vários integrantes da equipe de investigação". A PF sustentou que esse conhecimento reforçava a suspeita de que ele pretendia deixar o país, e registrou que não identificou como nem por meio de quem a informação chegou até ele, nem afirmou que soubesse a data da operação. O trecho veio a público em 11 de setembro de 2026, com a retirada do sigilo determinada na véspera. ver no caso
  • Fato A Polícia Federal prendeu preventivamente Daniel Vorcaro na noite de 17 de novembro de 2025, no Aeroporto de Guarulhos (SP), quando embarcaria em jato particular para Dubai, na primeira fase da Operação Compliance Zero, que apura a emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras. ver no caso
  • Fato Em depoimento à Polícia Federal em 28 de agosto de 2026, por videoconferência da Papudinha, em Brasília, ao delegado Albert Paulo Sérgio de Moura, Vorcaro contou que na manhã de 17 de novembro de 2025 avisou o Banco Central de que tinha encontrado comprador: "eu aviso pela manhã o Banco Central que eu arrumei uma solução, que eu já estava protocolando o primeiro contrato". Disse que viajaria naquela noite para apresentar outros dois contratos nos dias seguintes. Foi preso no aeroporto de Guarulhos naquela mesma noite, e o banco foi liquidado no dia seguinte. Sobre a liquidação, afirmou que o processo "tinha sido aberto há muito tempo e não era mexido" e "teve um desfecho rápido e inusitado" naquela tarde, e que só então soube que o banco seria liquidado. Descreveu o que vivia como "um terror" e "algo desumano", reconheceu que "houveram erros no desenrolar do tema do Banco Master" e disse ter "muito a contribuir e a falar". O depoimento foi tomado na investigação sobre suposto pagamento de propina a servidores do Banco Central; as duas tentativas de acordo de delação do banqueiro já haviam sido recusadas pela PF e pela PGR. ver no caso
A PF pede a suspeição de Toffoli 4 registros
  • Decisão Em decisão de 6 de janeiro de 2026, tornada pública após a segunda fase da Operação Compliance Zero (14/1), o ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, determinou o bloqueio e sequestro de R$ 5,7 bilhões em bens de 38 investigados e a quebra de sigilo bancário e fiscal de 101 pessoas e entidades, a pedido da PGR. ver no caso
  • Alegação Em 9 de fevereiro de 2026, a Polícia Federal pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, a suspeição de Dias Toffoli na relatoria do caso. Segundo a PF, o ministro seria citado em conversas, extraídas do celular de Vorcaro, entre o banqueiro e seu cunhado Fabiano Zettel, relacionadas ao resort Tayayá (PR), cuja empresa controladora teria tido como sócios parentes de Toffoli. ver no caso
  • Fato Em 12 de fevereiro de 2026, após reunião de dez ministros convocada por Fachin para dar ciência do relatório da PF, Toffoli pediu para deixar a relatoria do caso; nota assinada pelos ministros afirmou que ele "atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR" e que não havia motivo para suspeição ou impedimento. ver no caso
  • Decisão Em 21 de fevereiro de 2026, Fachin arquivou o pedido de suspeição de Toffoli, prejudicado pela troca de relator; Toffoli não foi declarado suspeito e, em princípio, pode participar de julgamentos ligados ao caso. ver no caso
BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 5 registros
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, o Master teria vendido ao BRB carteiras de crédito "insubsistentes" e, após fiscalização do Banco Central, as teria substituído por outros ativos sem avaliação técnica adequada; as operações investigadas somariam R$ 12,2 bilhões. ver no caso
  • Fato Em 30 de dezembro de 2025, Vorcaro e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foram acareados perante a Polícia Federal e se contradisseram sobre a origem dos créditos comprados do Master: Vorcaro disse que o BRB fora informado de que vinham de uma terceira empresa, a Tirreno, e Paulo Henrique afirmou ter entendido que as carteiras eram originadas pelo próprio Master. Toffoli retirou o sigilo dos depoimentos em 29 de janeiro de 2026. ver no caso
  • Alegação A PF apontou o empresário Nelson Tanure como possível "sócio oculto" do Master e investiga se seria "destinatário final" de recursos suspeitos movimentados pela rede de Vorcaro; seu celular foi apreendido em janeiro de 2026, e mensagens mostrariam agradecimento por um relógio de luxo avaliado em até R$ 1 milhão enviado pelo banqueiro. ver no caso
  • Fato Na quarta fase da Operação Compliance Zero, em 16 de abril de 2026, a Polícia Federal prendeu preventivamente o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, por decisão de André Mendonça, em investigação sobre lavagem de dinheiro para pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos; foram cumpridos dois mandados de prisão e sete de busca no DF e em SP. ver no caso
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, Paulo Henrique Costa teria aceitado vantagem indevida estimada em R$ 146,6 milhões, na forma de seis imóveis de alto padrão escolhidos por critérios pessoais e familiares, em troca de operações sem lastro adequado com o Banco Master. ver no caso
PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 11 registros
  • Alegação Segundo o relatório da Polícia Federal divulgado em setembro de 2026, o ex-ministro Fábio Faria teria intermediado, em 26 de dezembro de 2023, o primeiro contato entre Vorcaro e Moraes, compartilhando contatos do ministro, e depois teria tratado com o banqueiro do prazo do contrato com o escritório da mulher do ministro e de atrasos em pagamentos. ver no caso
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, Vorcaro e Moraes teriam se encontrado ao menos seis vezes entre novembro de 2024 e agosto de 2025, além de um jantar com as esposas em 2 de fevereiro de 2024, e o ministro teria feito ajustes em um contrato do escritório antes da assinatura; em mensagem, Vorcaro teria escrito: "Estamos juntos sempre. Você sabe que tenho gratidão da minha vida a você". ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, mensagens extraídas do celular de Vorcaro mostram que ele tratava os repasses ao escritório Barci de Moraes como a conta mais importante do Banco Master. A uma funcionária escreveu: "Esse Barci de Moraes por favor não deixe atrasar um dia, coloca no seu controle. É o pgto mais importante que temos". Em 8 de fevereiro de 2024 cobrou o primeiro pagamento e confirmou transferência de R$ 3.422.268,14. Em 15 de março de 2024, diante de novo atraso, escreveu a um funcionário identificado como Angelo: "Angelo. Pqp. Não pagaram Barci de Moraes. Não to entendendo isso. Contrato mais importante que temos". As cobranças se referiam às parcelas mensais, de R$ 3 milhões líquidos, do contrato assinado em janeiro de 2024. Procurados, Moraes, o procurador-geral Paulo Gonet e a defesa de Vorcaro não se manifestaram até a publicação da reportagem. ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, em 15 de março de 2024 o ex-ministro das Comunicações Fábio Faria enviou a Vorcaro uma captura de tela com a frase "O careca não pode atrasar". A mensagem se referia às parcelas do contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, que previa pagamento até o quinto dia útil de cada mês e cujos repasses de fevereiro e março atrasaram. Procurados, Moraes, o procurador-geral e a defesa de Vorcaro não se manifestaram; o escritório Barci de Moraes divulgou nota sobre seus procedimentos de compliance, sem comentar especificamente o alerta. ver no caso
  • Alegação Segundo o relatório da PF, Moraes teria ajudado a organizar um fórum jurídico-político "superexclusivo" patrocinado pelo Master em Londres, de 24 a 27 de abril de 2024, com homenagens a Michel Temer e Rodrigo Pacheco, convidando autoridades e com poder de veto sobre participantes; em mensagem, convidou Gilmar Mendes para um painel. Sobre uma restrição, Vorcaro teria escrito a uma funcionária: "De jeito nenhum. Alexandre morre se você fizer isso". ver no caso
  • Alegação Segundo o relatório da PF, além do contrato de janeiro de 2024 com o Master (R$ 131,3 milhões brutos em três anos), o escritório Barci de Moraes teria firmado em maio de 2025 contrato de R$ 50 milhões com a Viking Participações, ligada a Vorcaro; metadados indicariam que Moraes editou um dos contratos, e, em outubro de 2025, Vorcaro teria objetado ao pagamento por Pix ("Nao e bom"). ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, em 1º de outubro de 2025 o responsável pelas operações financeiras do Master, Alberto Felix, informou a Vorcaro os pagamentos feitos. Vorcaro perguntou: "Mas nao faz barci pix ne?". Felix respondeu: "Fez, nao pode? Foi pix para os mesmos dados da ted". Vorcaro concluiu: "Nao e bom". O relatório indica que ele orientou o funcionário a não usar Pix nesses repasses, mas não registra o motivo. A conversa foi extraída do celular apreendido na Operação Compliance Zero. Procurados, Moraes, o escritório Barci, o procurador-geral e a defesa de Vorcaro não se manifestaram até a publicação. ver no caso
  • Alegação Entre as mensagens do celular de Vorcaro divulgadas em 1º de setembro de 2026, há referência a um suposto pedido de "proteção" para "Andrei" e "Paulo", que os investigadores interpretam como o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral Paulo Gonet; Mendonça acionou a PGR pedindo esclarecimentos. ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal entregue ao STF em 27 de agosto de 2026 e tornado público em 1º de setembro pelo ministro André Mendonça, Daniel Vorcaro teria enviado mensagens, nos dias anteriores à prisão, a um contato salvo em seu celular como "Alexandre de Moraes BRASILIA", entre elas, às 20h48 de 17 de novembro de 2025, minutos antes de ser preso, o texto "To indo assinar com os investidores de fora e estou online". As mensagens teriam sido enviadas em modo de visualização única e recuperadas pela perícia a partir de rascunhos salvos no aparelho. ver no caso
  • Alegação Na sétima fase da Compliance Zero, em 19 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu dois mandados contra um perito criminal federal lotado em Rondônia que, segundo a corporação, teria repassado à imprensa dados sigilosos da investigação, entre eles o contrato do escritório Barci de Moraes com o Master. ver no caso
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 8 registros
  • Fato Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, tratado nos autos pelo apelido "Sicário" e apontado pela Polícia Federal como o responsável pelos acessos clandestinos a sistemas oficiais, foi preso em março de 2026 e morreu dois dias depois, na prisão, após uma tentativa de suicídio. As condutas atribuídas a ele nos relatórios da PF, portanto, nunca chegaram a ser respondidas em juízo por ele próprio. ver no caso
  • Fato Em 4 de março de 2026, na terceira fase da Compliance Zero, autorizada por André Mendonça, Vorcaro foi preso preventivamente de novo, com mais três pessoas; foram cumpridos 4 mandados de prisão e 15 de busca em São Paulo e Minas Gerais, com sequestro e bloqueio de bens de até R$ 22 bilhões. ver no caso
  • Alegação Segundo a representação da Polícia Federal que embasou a nova prisão, Vorcaro teria coordenado um núcleo de intimidação e obstrução, chamado "A Turma", responsável por ameaças, intimidações presenciais, levantamentos clandestinos e obtenção ilegal de informações sigilosas, e um grupo de ataques digitais chamado "Os Meninos", que faria invasões, derrubada de perfis e monitoramento digital ilegal. ver no caso
  • Fato Na sexta fase, em 14 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 7 mandados de prisão preventiva e 17 de busca em SP, RJ e MG e prendeu Henrique Vorcaro, pai do banqueiro; a decisão de Mendonça cita a "persistência das atividades ilícitas" dos grupos após as prisões e conversas em que Henrique Vorcaro teria seguido acionando o grupo, com repasses de R$ 400 mil a R$ 800 mil. ver no caso
  • Fato A Polícia Federal rejeitou duas propostas de delação premiada de Vorcaro: a primeira em 20 de maio de 2026, por considerar o material "superficial" e omisso sobre aliados políticos, e a segunda, protocolada na PGR entre 1º e 2 de junho, em 10 de junho; a PGR também rejeitou proposta por não trazer elementos novos. ver no caso
  • Alegação Na décima fase, em 9 de julho de 2026, a Polícia Federal apontou uma campanha coordenada em redes sociais contra a credibilidade do Banco Central, chamada "Projeto DV", que teria sido financiada por Vorcaro com influenciadores e veículos sob contratos de confidencialidade com multa de até R$ 2 milhões; o publicitário Thiago Miranda foi alvo de busca. ver no caso
  • Alegação Relatórios da Polícia Federal divulgados por Mendonça em 10 de setembro de 2026 descrevem coação, ameaças, agressões físicas e constrangimento praticados, segundo a apuração, pelo grupo em torno de Vorcaro. Um trecho diz: "Se diante do público Daniel Vorcaro se apresenta como uma pessoa de boa interlocução e amigável, nas conversas com o Sicário Felipe Mourão surge uma versão voltada para a realização de atos de violência". Os documentos citam o ex-piloto Luís Felipe Woyceichoski, alvo de ameaças que teriam alcançado a família dele, e o ex-chefe de cozinha Leandro Garcia da Silva, que teria sido ameaçado de morte por sete pessoas no local de trabalho depois de publicar um vídeo nas redes. ver no caso
  • Alegação Relatório da Polícia Federal de 164 páginas, tornado público em 11 de setembro de 2026, sustenta que Vorcaro pagava R$ 1 milhão por mês para manter o grupo chamado "A Turma" e que o responsável pelos acessos clandestinos, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, fazia "acesso recorrente e irregular a procedimentos sigilosos em andamento no MPF, na PF, na Polícia Civil e no Banco Central", pela "utilização de logins funcionais de terceiros". Segundo o documento, o alcance chegou a organismos internacionais como o FBI e a Interpol. Em 15 de fevereiro de 2024, quarenta minutos depois de Vorcaro pedir informações sobre inquéritos, veio a resposta com o áudio de um policial federal dizendo que a "Tropa" daria atenção especial; em seguida foram enviados comprovantes de consulta ao CPF do banqueiro nos sistemas do MPF, que apontaram quinze procedimentos ligados a ele, onze deles sigilosos. Questionado se deveria buscar todos os processos com "BRB AND MASTER", Vorcaro respondeu: "Quero tudo. Atenção total". A PF registra que o servidor que fez a consulta tentou ocultar a própria identificação, apagando o nome e o setor, o que indicaria "intenção deliberada do servidor de ocultar sua identidade". O policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva, preso em 4 de março de 2026, é apontado como quem tinha acesso aos sistemas do MPF. ver no caso
PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC 3 registros
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, a emenda apresentada por Ciro Nogueira em agosto de 2024 à PEC 65/2023, elevando a garantia do FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão, teria sido "elaborada pela assessoria do Banco Master" e "reproduzida de forma integral pelo parlamentar"; a emenda foi rejeitada na CCJ do Senado por inconstitucionalidade e inadequação. ver no caso
  • Fato Na quinta fase, em 7 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca e um de prisão temporária, contra Felipe Cançado Vorcaro, primo do banqueiro, no Piauí, em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal, com o senador Ciro Nogueira entre os alvos, por autorização de André Mendonça. ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal ao STF, Ciro Nogueira teria recebido de Vorcaro repasses mensais de R$ 300 mil a R$ 500 mil, participação societária de cerca de R$ 13 milhões comprada por R$ 1 milhão, imóvel de alto padrão cedido gratuitamente e o pagamento de despesas pessoais, viagens internacionais e cartão de crédito. ver no caso
PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta 3 registros
  • Fato Na nona fase, em 18 de junho de 2026, a Polícia Federal cumpriu 18 mandados de busca na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal, com o senador Jaques Wagner, líder do governo, e o ex-sócio do Master Augusto Lima entre os alvos, por autorização de André Mendonça. ver no caso
  • Alegação Segundo relatórios da Polícia Federal tornados públicos por Mendonça em 30 de julho de 2026, Wagner teria recebido vantagens do núcleo do Master por meio de familiares e pessoas de confiança: apartamento de R$ 2,45 milhões em Salvador, ingressos de show no valor de R$ 63 mil, uso gratuito de aeronaves de Augusto Lima e de Vorcaro e presentes; e teria acompanhado de perto a "emenda Master" no Senado. ver no caso
  • Alegação Segundo a decisão de Mendonça na nona fase, Wagner e o ministro Rui Costa teriam favorecido, em 2018, a venda da Ebal e do cartão Credcesta por R$ 15 milhões e, dias depois, decretos que permitiram crédito consignado com juros próximos a 5% ao mês ao operador ligado a Augusto Lima; a PF identificou transferência de R$ 3,5 milhões da PKL One Participações à BN Financeira, ligada à família de Wagner, em outubro de 2025. ver no caso
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 2 registros
  • Fato A Polícia Federal abriu investigação sobre possível desvio de parte desses recursos para despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. ver no caso
  • Fato Em 18 de agosto de 2026, a PF pediu à Ancine registros do filme Dark Horse, dados dos responsáveis e informação sobre incentivos fiscais ou recursos públicos, em inquérito no STF relatado por Mendonça sobre a origem e a destinação do dinheiro do Master usado na produção e sobre eventual custeio de despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. ver no caso
PF investiga aportes da Rioprevidência no Master e mira Cláudio Castro 1 registro
  • Alegação Na oitava fase, em 26 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca no Rio de Janeiro e em Brasília sobre aportes de cerca de R$ 3 bilhões da Rioprevidência em fundos do Master; segundo a decisão de Mendonça, o ex-governador Cláudio Castro teria relação próxima com Vorcaro que teria facilitado as aplicações, e encontros entre os dois teriam coincidido com as datas dos aportes. ver no caso
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 2 registros
  • Decisão Em 20 de fevereiro de 2026, o ministro André Mendonça determinou à Presidência do Congresso Nacional a "imediata entrega às autoridades da Polícia Federal" de todos os elementos obtidos com as quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de Daniel Vorcaro, sem retenção de cópias. O material estava sob custódia da presidência do Senado desde 15 de dezembro, quando o então relator Dias Toffoli o retirou da CPMI do INSS. ver no caso
  • Alegação Mensagens interceptadas pela PF indicariam que Vorcaro planejava transferir uma mansão de R$ 450 milhões e outros bens para o nome da ex-noiva, Martha Graeff, como blindagem patrimonial; a CPI do Crime e a CPMI do INSS aprovaram sua convocação e não conseguiram localizá-la. ver no caso
Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 2 registros
  • Fato Em áudio revelado pela jornalista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias, o deputado Nikolas Ferreira teria pedido ao banqueiro, em 30 de março de 2025, ajuda para que Thiago Faria, seu advogado e ex-assessor de gabinete, conseguisse liberar "um ativo de minério", e teria usado, em outubro de 2022, jato da Prime You, empresa então ligada a Vorcaro, durante a caravana "Juventude pelo Brasil". ver no caso
  • Fato Em 4 de setembro de 2026, a PF confirmou ser falso um suposto laudo que circulou nas redes segundo o qual as conversas entre Nikolas e Vorcaro indicariam apenas "contato pessoal e profissional", sem elementos para investigação; Nikolas admitiu ter repostado o documento e disse tê-lo apagado quando o perfil original o removeu. ver no caso
PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 2 registros
  • Alegação Segundo o relatório da PF divulgado em julho de 2026, Vorcaro contou a Fábio Faria, em 22 de maio de 2024, que ACM Neto teria ido à sua casa e lhe dado "apoio total", sem que o relatório esclareça a que assunto o apoio se referia; Faria teria respondido "Agora eh aproximar o PT da Bahia". A PF usou o diálogo para sustentar que Vorcaro buscava ampliar canais políticos na Bahia e não identificou providências posteriores. ver no caso
  • Alegação Relatórios de inteligência da PF sobre as operações Sem Desconto e Compliance Zero, anexados por Moraes a decisão de 3 de setembro de 2026, sugerem "assimetria" nas decisões de Mendonça conforme o investigado: citam que, em reunião de 13 de agosto, o ministro teria dito ter a "percepção" de que ACM Neto "aparentaria estar exercendo atividade de representação de interesses dentro dos limites do permitido", tratamento comparado ao dado a Lulinha; a própria PF classifica a confiança da amostra como "baixa". ver no caso
Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete 1 registro
  • Fato Em 27 de agosto de 2026, Vorcaro foi ouvido no gabinete de Mendonça pelo juiz auxiliar João Azambuja, na presença de seus advogados Daniel Bialski e Engels Muniz e de um integrante do Ministério Público Federal, sem agentes da Polícia Federal. Relatou que a mãe passou a receber ameaças de morte depois da prisão dele — "receberam inúmeras ameaças de morte e falaram que eu seria morto. Tem e-mails, inclusive" — e disse que os remetentes eram anônimos, sem entregar os e-mails na ocasião. Em nota de 2 de setembro, o gabinete confirmou o depoimento, afirmou que ele foi feito "por requerimento expresso da defesa do depoente, que relatou estar sofrendo graves intimidações e solicitou ser ouvido com urgência", que a ausência da PF "seguiu essa mesma diretriz de proteção" e que a presença do Ministério Público "é exigência legal, e foi observada". A nota também negou que temas relacionados a Moraes tivessem sido abordados. No mesmo 2 de setembro, a PGR pediu o arquivamento do depoimento, sustentando que Vorcaro não apresentou provas das supostas ameaças; as tratativas de delação do banqueiro já haviam sido recusadas duas vezes pela PF e pela própria PGR. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 3 registros
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
  • Decisão Em 3 de setembro de 2026, no inquérito das fake news, Moraes pediu a Fachin providências contra Mendonça por "fortes indícios" de improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade, acusando-o de direcionar investigações contra ministros (Moraes, Gilmar Mendes, Toffoli, Fux e Nunes Marques), de conduzir irregularmente negociações de delação, de tentar atingir Davi Alcolumbre por meio de Antonio Rueda e de ter retirado o sigilo do caso Vorcaro para desviar atenção; baseou-se em relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça. ver no caso
  • Alegação Os relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça, com cerca de 50 páginas, sem timbre, assinatura ou data, produzidos antes de 1º de setembro de 2026 e enviados a Moraes, que os juntou ao inquérito das fake news, levantam hipóteses: que Mendonça veria no presidente do União Brasil, Antonio Rueda, uma "rota de acesso" a Davi Alcolumbre, "provável alvo estratégico" por controlar a pauta de impeachment de ministros; que haveria "interesse" em investigar Moraes e "contemporização" com Toffoli; e que Gonet seria tido como "indigno de confiança" pela proximidade com Gilmar. O próprio documento diz não ter valor probatório. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 6 registros
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Vorcaro e Moraes, entregue ao STF em 27 de agosto, e afirmou que o caso deve seguir ao plenário em sessão pública. ver no caso
  • Decisão Em 8 de setembro de 2026, a pedido do partido Novo, Mendonça afastou preventivamente o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada, citando documento assinado por Andrei que mostraria ao menos seis relatórios de inteligência sobre o próprio ministro entre 3 e 31 de agosto: "ao menos há mais de 30 dias este relator tem sido monitorado pela Polícia Federal"; a Segunda Turma formou maioria para manter a decisão, e Gilmar Mendes pediu vista. ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, um dia depois do afastamento decidido por Mendonça, o ministro Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal e de Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Dino sustentou que o Partido Novo, autor do pedido, "não possui legitimidade para requerer medidas cautelares em investigações criminais", apontou que a legenda tem candidato próprio na eleição presidencial e, portanto, interesse direto no afastamento, e afirmou que a matéria está sob a relatoria do presidente do STF — só a ele ou ao plenário caberia decidir. ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, Fachin convocou sessão extraordinária do plenário para terça-feira, 15 de setembro, às 10h. O plenário deve decidir três pontos: se foi regular a ordem de Mendonça que levou ao aprofundamento da análise dos dados do celular de Vorcaro, se o material produzido pela PF a partir dessa medida pode ser usado, e o que fazer com o pedido da PGR de anulação do procedimento. Da resposta a esses pontos depende o destino dos elementos que envolvem Moraes. ver no caso
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, horas depois de Dino reverter o afastamento decidido por Mendonça, Fachin suspendeu as duas decisões e manteve Andrei Rodrigues na direção-geral da Polícia Federal, acolhendo recurso da Advocacia-Geral da União. Escreveu que "é grave o quadro em que decisões de Ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal". Na mesma decisão, suspendeu o procedimento da PGR que apurava possível interferência de Mendonça na condução das investigações da PF e determinou que nenhuma apuração envolvendo ministros do STF siga sem análise prévia da Presidência. ver no caso
  • Fato Em 11 de setembro de 2026, o ministro Cristiano Zanin pediu a Fachin acesso à íntegra dos dados extraídos do celular de Vorcaro — um iPhone sob a guarda do gabinete de Mendonça —, requerendo que todo o conteúdo da mídia examinada pela PF fosse gravado em um HD. Zanin argumentou que quer analisar não apenas os trechos aproveitados pelos investigadores no laudo, mas a mídia referenciada por inteiro, antes do julgamento de 15 de setembro. ver no caso
Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada 1 registro
  • Fato A Operação Carbono Oculto, da PF e da Receita contra lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, identificou que o fundo Hans 95, gerido por uma das sociedades controladas pela Reag Investimentos e atribuído a organização criminosa, negociou CDBs do Banco Master; a Reag disse que as operações não tinham "atipicidade" e que o Master era "apenas um entre centenas de clientes". ver no caso
Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto 1 registro
  • Alegação Na terceira fase da Compliance Zero, a PF apontou que dois servidores do Banco Central, Paulo Sérgio de Souza, ex-diretor de fiscalização, e Bellini Santana, ex-chefe de departamento de supervisão bancária, teriam mantido contato com Vorcaro e prestado "consultoria informal", com orientações estratégicas sobre procedimentos do Banco Central que envolviam o Master. Galípolo afastou os dois dos cargos e abriu sindicância, e a CGU analisa o relatório para decidir se instaura processo disciplinar. ver no caso
PF aponta pedido de Hugo Motta ao Master para empréstimo a empresa de familiar 2 registros
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal noticiado em junho de 2026 pela Folha de S.Paulo e pelo Estadão, o presidente da Câmara, Hugo Motta, teria pedido a Daniel Vorcaro, em março de 2024, que o Banco Master liberasse um empréstimo de ao menos R$ 22 milhões à empresa de uma familiar do deputado. O dinheiro seria destinado à compra de um terreno em João Pessoa (PB), onde se planejava erguer um novo bairro. ver no caso
  • Alegação Ainda segundo o material apreendido com Vorcaro, o banqueiro teria relatado em mensagens que Hugo Motta esteve com ele "até quase 3h" em sua mansão no Lago Sul, em Brasília, e que o deputado queria "saber de tudo no detalhe". ver no caso
A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 2 registros
  • Alegação Segundo documento obtido pela Polícia Federal e revelado pelo UOL em maio de 2026, Lula teria aconselhado Vorcaro, naquele encontro, a não vender o Banco Master ao BTG Pactual pelo valor simbólico de R$ 1, recomendando que mantivesse o banco; teria ainda criticado a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central e indicado que a direção seguinte agiria de outro modo. ver no caso
  • Alegação Em relatório da nona fase da Operação Compliance Zero entregue ao STF e noticiado em 30 de julho de 2026, a PF registra que Vorcaro apontava três integrantes do governo como favoráveis à venda do Master: os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então líder do governo no Senado, Jaques Wagner. ver no caso
Procuradoria-Geral da República 9 casos · 12 registros
Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado 1 registro
  • Fato Em depoimento à Polícia Federal em 28 de agosto de 2026, por videoconferência da Papudinha, em Brasília, ao delegado Albert Paulo Sérgio de Moura, Vorcaro contou que na manhã de 17 de novembro de 2025 avisou o Banco Central de que tinha encontrado comprador: "eu aviso pela manhã o Banco Central que eu arrumei uma solução, que eu já estava protocolando o primeiro contrato". Disse que viajaria naquela noite para apresentar outros dois contratos nos dias seguintes. Foi preso no aeroporto de Guarulhos naquela mesma noite, e o banco foi liquidado no dia seguinte. Sobre a liquidação, afirmou que o processo "tinha sido aberto há muito tempo e não era mexido" e "teve um desfecho rápido e inusitado" naquela tarde, e que só então soube que o banco seria liquidado. Descreveu o que vivia como "um terror" e "algo desumano", reconheceu que "houveram erros no desenrolar do tema do Banco Master" e disse ter "muito a contribuir e a falar". O depoimento foi tomado na investigação sobre suposto pagamento de propina a servidores do Banco Central; as duas tentativas de acordo de delação do banqueiro já haviam sido recusadas pela PF e pela PGR. ver no caso
A PF pede a suspeição de Toffoli 1 registro
  • Decisão Em decisão de 6 de janeiro de 2026, tornada pública após a segunda fase da Operação Compliance Zero (14/1), o ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, determinou o bloqueio e sequestro de R$ 5,7 bilhões em bens de 38 investigados e a quebra de sigilo bancário e fiscal de 101 pessoas e entidades, a pedido da PGR. ver no caso
BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 1 registro
  • Decisão Em decisão assinada em 9 de setembro de 2026 e noticiada em 11 de setembro, Fux deu 15 dias para que a União, o Banco Central e o FGC expliquem os entraves ao empréstimo destinado a cobrir R$ 6,6 bilhões de prejuízo do BRB com as carteiras compradas do Banco Master. O acordo foi homologado por Fux em maio e continua sem execução; as garantias previstas são o Fundo de Participação dos Estados e o Fundo de Participação dos Municípios, e não recursos federais diretos. Cumprido o prazo, a PGR deve se manifestar em seguida. Sem o socorro, o BRB corre risco de não cumprir requisitos regulatórios. ver no caso
Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 2 registros
  • Fato A Polícia Federal rejeitou duas propostas de delação premiada de Vorcaro: a primeira em 20 de maio de 2026, por considerar o material "superficial" e omisso sobre aliados políticos, e a segunda, protocolada na PGR entre 1º e 2 de junho, em 10 de junho; a PGR também rejeitou proposta por não trazer elementos novos. ver no caso
  • Alegação Relatório da Polícia Federal de 164 páginas, tornado público em 11 de setembro de 2026, sustenta que Vorcaro pagava R$ 1 milhão por mês para manter o grupo chamado "A Turma" e que o responsável pelos acessos clandestinos, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, fazia "acesso recorrente e irregular a procedimentos sigilosos em andamento no MPF, na PF, na Polícia Civil e no Banco Central", pela "utilização de logins funcionais de terceiros". Segundo o documento, o alcance chegou a organismos internacionais como o FBI e a Interpol. Em 15 de fevereiro de 2024, quarenta minutos depois de Vorcaro pedir informações sobre inquéritos, veio a resposta com o áudio de um policial federal dizendo que a "Tropa" daria atenção especial; em seguida foram enviados comprovantes de consulta ao CPF do banqueiro nos sistemas do MPF, que apontaram quinze procedimentos ligados a ele, onze deles sigilosos. Questionado se deveria buscar todos os processos com "BRB AND MASTER", Vorcaro respondeu: "Quero tudo. Atenção total". A PF registra que o servidor que fez a consulta tentou ocultar a própria identificação, apagando o nome e o setor, o que indicaria "intenção deliberada do servidor de ocultar sua identidade". O policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva, preso em 4 de março de 2026, é apontado como quem tinha acesso aos sistemas do MPF. ver no caso
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 2 registros
  • Fato Em setembro de 2026, a PGR fechou acordo de delação com o empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, o "Mineiro", dono da Entre Investimentos e Participações, cuja empresa, segundo a apuração, teria canalizado pagamentos ao Havengate Development Fund, fundo no Texas que repassou recursos à Go Up; é o primeiro acordo ligado ao filme e depende de homologação por Mendonça. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 1 registro
  • Fato Em 14 de abril de 2026, a CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou, por 6 votos a 4, o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral Paulo Gonet por crimes de responsabilidade, com base no caso Master; a CPI terminou sem relatório aprovado. ver no caso
Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete 1 registro
  • Fato Em 27 de agosto de 2026, Vorcaro foi ouvido no gabinete de Mendonça pelo juiz auxiliar João Azambuja, na presença de seus advogados Daniel Bialski e Engels Muniz e de um integrante do Ministério Público Federal, sem agentes da Polícia Federal. Relatou que a mãe passou a receber ameaças de morte depois da prisão dele — "receberam inúmeras ameaças de morte e falaram que eu seria morto. Tem e-mails, inclusive" — e disse que os remetentes eram anônimos, sem entregar os e-mails na ocasião. Em nota de 2 de setembro, o gabinete confirmou o depoimento, afirmou que ele foi feito "por requerimento expresso da defesa do depoente, que relatou estar sofrendo graves intimidações e solicitou ser ouvido com urgência", que a ausência da PF "seguiu essa mesma diretriz de proteção" e que a presença do Ministério Público "é exigência legal, e foi observada". A nota também negou que temas relacionados a Moraes tivessem sido abordados. No mesmo 2 de setembro, a PGR pediu o arquivamento do depoimento, sustentando que Vorcaro não apresentou provas das supostas ameaças; as tratativas de delação do banqueiro já haviam sido recusadas duas vezes pela PF e pela própria PGR. ver no caso
Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro 2 registros
  • Decisão Em 1º de setembro de 2026, o procurador-geral Paulo Gonet pediu ao STF a anulação da investigação sobre as mensagens entre Vorcaro e Moraes, sustentando que Mendonça investigou ilegalmente um ministro da Corte: "A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual"; segundo a manifestação, 188 das mais de 200 páginas do relatório tratam de Moraes. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 3 registros
  • Decisão Em 9 de setembro de 2026, horas depois de Dino reverter o afastamento decidido por Mendonça, Fachin suspendeu as duas decisões e manteve Andrei Rodrigues na direção-geral da Polícia Federal, acolhendo recurso da Advocacia-Geral da União. Escreveu que "é grave o quadro em que decisões de Ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal". Na mesma decisão, suspendeu o procedimento da PGR que apurava possível interferência de Mendonça na condução das investigações da PF e determinou que nenhuma apuração envolvendo ministros do STF siga sem análise prévia da Presidência. ver no caso
  • Decisão Em 11 de setembro de 2026, às 15h40, Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que Mendonça retirasse em 24 horas o sigilo de todos os documentos da Operação Compliance Zero, "ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade". Para a PGR, a divulgação apenas parcial passava a "ideia equivocada" de que a transparência estava comprometida. A ordem veio depois de Mendonça ter atendido em parte o pedido anterior, na véspera, abrindo quinze procedimentos e mantendo em sigilo outras linhas de apuração, entre elas as que envolvem Flávio Bolsonaro e o senador Jaques Wagner. ver no caso
  • Decisão Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro. ver no caso
Receita Federal 1 caso · 1 registro
PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça 1 registro
  • Fato Segundo relatórios da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado e divulgados em abril de 2026, o conglomerado Master declarou pagamentos a escritórios e empresas ligados a quatro figuras públicas: R$ 10 milhões ao escritório de advocacia de Michel Temer em 2025, R$ 6,4 milhões a escritórios de Antonio Rueda em 2023, R$ 5,93 milhões ao escritório de Ricardo Lewandowski entre 2023 e 2025 e R$ 5,4 milhões à consultoria de ACM Neto entre 2023 e 2025. Os citados descrevem os valores como remuneração por serviços jurídicos ou de consultoria; o relatório não afirma irregularidade nos contratos. ver no caso
Roberto Campos Neto 2 casos · 2 registros
Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto 1 registro
  • Fato Convocado pela CPI do Crime Organizado para 3 de março de 2026, o ex-presidente do BC Roberto Campos Neto afirmou em nota que "a presidência do Banco Central não trata das operações específicas de bancos do segmento S3 e não pode ser responsabilizada por falhas de terceiros", e que a supervisão é conduzida por servidores de carreira; em agosto de 2023, o BC havia endurecido as regras para bancos do S3 declararem o valor real de seus ativos. ver no caso
A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 1 registro
  • Alegação Segundo documento obtido pela Polícia Federal e revelado pelo UOL em maio de 2026, Lula teria aconselhado Vorcaro, naquele encontro, a não vender o Banco Master ao BTG Pactual pelo valor simbólico de R$ 1, recomendando que mantivesse o banco; teria ainda criticado a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central e indicado que a direção seguinte agiria de outro modo. ver no caso
Tribunal de Contas da União 2 casos · 2 registros
Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 1 registro
  • Decisão Em 24 de março de 2026, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidida por Renan Calheiros, derrubou o sigilo que o TCU impôs às auditorias sobre as fraudes do Banco Master. ver no caso
Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada 1 registro
  • Decisão Em 15 de janeiro de 2026, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Reag Trust DTVM, renomeada CBSF Distribuidora, por "graves violações" às normas do sistema financeiro: fundos administrados pela Reag teriam estruturado operações fraudulentas com o Master entre julho de 2023 e julho de 2024, segundo relatório do BC ao TCU. A gestora administrava cerca de 700 fundos, somando R$ 300 bilhões, e já era alvo da Carbono Oculto. ver no caso
Instituições privadas 18 entidades
André Valadão 1 caso · 1 registro
Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 1 registro
  • Fato Em abril de 2024, Vorcaro escreveu ao pastor André Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, pedindo ajuda com Nikolas Ferreira, cujas declarações estariam sendo usadas para atacá-lo por causa do patrocínio de um evento em Londres; Valadão, que diz conhecer Vorcaro há mais de 30 anos, confirmou ter sugerido que os dois falassem diretamente, e Nikolas afirma ter recebido o contato do banqueiro por meio do pastor, em 2023. ver no caso
Banco de Brasília (BRB) 3 casos · 10 registros
O maior rombo da história do FGC 1 registro
  • Fato Em maio de 2025, o FGC celebrou operação de suporte financeiro ao conglomerado Master, para honrar credores elegíveis até a análise da venda ao BRB pelo Banco Central; ao fim de 2025, o saldo dessas emissões era de R$ 5,7 bilhões. ver no caso
BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 8 registros
  • Fato Em 28 de março de 2025, o conselho de administração do BRB aprovou e comunicou ao mercado a compra de 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais do Banco Master, 58% do capital, por valor equivalente a 75% do patrimônio líquido do Master; pelo acordo, Vorcaro ficaria fora da gestão do novo grupo. ver no caso
  • Fato O Cade aprovou a operação entre BRB e Master em 17 de junho de 2025, e a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, em agosto de 2025, o projeto de lei que autorizava o negócio, sancionado pelo governador em 20 de agosto. ver no caso
  • Decisão Em 3 de setembro de 2025, o Banco Central indeferiu o pedido de aquisição do Banco Master pelo BRB, protocolado em 28 de março; segundo o BRB, em fato relevante, o regulador apontou riscos excessivos nos ativos do Master, incompatíveis com o perfil do banco público e de seus correntistas. ver no caso
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, o Master teria vendido ao BRB carteiras de crédito "insubsistentes" e, após fiscalização do Banco Central, as teria substituído por outros ativos sem avaliação técnica adequada; as operações investigadas somariam R$ 12,2 bilhões. ver no caso
  • Alegação A PF apontou o empresário Nelson Tanure como possível "sócio oculto" do Master e investiga se seria "destinatário final" de recursos suspeitos movimentados pela rede de Vorcaro; seu celular foi apreendido em janeiro de 2026, e mensagens mostrariam agradecimento por um relógio de luxo avaliado em até R$ 1 milhão enviado pelo banqueiro. ver no caso
  • Decisão Em 26 de fevereiro de 2026, a 13ª Vara Cível do Distrito Federal determinou o bloqueio e arresto de participações societárias de investigados na Operação Compliance Zero, avaliadas em R$ 376,4 milhões, para ressarcir prejuízos causados ao BRB. ver no caso
  • Fato Na quarta fase da Operação Compliance Zero, em 16 de abril de 2026, a Polícia Federal prendeu preventivamente o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, por decisão de André Mendonça, em investigação sobre lavagem de dinheiro para pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos; foram cumpridos dois mandados de prisão e sete de busca no DF e em SP. ver no caso
  • Decisão Em decisão assinada em 9 de setembro de 2026 e noticiada em 11 de setembro, Fux deu 15 dias para que a União, o Banco Central e o FGC expliquem os entraves ao empréstimo destinado a cobrir R$ 6,6 bilhões de prejuízo do BRB com as carteiras compradas do Banco Master. O acordo foi homologado por Fux em maio e continua sem execução; as garantias previstas são o Fundo de Participação dos Estados e o Fundo de Participação dos Municípios, e não recursos federais diretos. Cumprido o prazo, a PGR deve se manifestar em seguida. Sem o socorro, o BRB corre risco de não cumprir requisitos regulatórios. ver no caso
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 1 registro
  • Fato Em 28 de julho de 2026, o grupo da Comissão de Assuntos Econômicos que acompanha o caso, presidido por Renan Calheiros, apresentou três projetos: mudar regras do FGC, ampliar a fiscalização de títulos bancários vendidos em plataformas e elevar penas de fraude financeira para até 12 anos; a CVM informou ter detectado operações atípicas do Master desde 2022 sem equipe para concluir apurações, e o BRB estimou perdas de cerca de R$ 3 bilhões. ver no caso
Banco Pleno 1 caso · 1 registro
Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos 1 registro
  • Decisão Em 18 de fevereiro de 2026, o Banco Central liquidou o Banco Pleno, de Augusto Lima, citando comprometimento da situação econômico-financeira, deterioração da liquidez e infringência às normas. Lima foi sócio de Vorcaro no Master de 2019 a maio de 2024, trouxe o Credcesta ao banco e é casado desde janeiro de 2024 com Flávia Arruda, ex-ministra do governo Bolsonaro e ex-diretora de sustentabilidade do Master. ver no caso
Barci de Moraes Advogados 2 casos · 9 registros
PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família 8 registros
  • Alegação Segundo o relatório da Polícia Federal divulgado em setembro de 2026, o ex-ministro Fábio Faria teria intermediado, em 26 de dezembro de 2023, o primeiro contato entre Vorcaro e Moraes, compartilhando contatos do ministro, e depois teria tratado com o banqueiro do prazo do contrato com o escritório da mulher do ministro e de atrasos em pagamentos. ver no caso
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, Vorcaro e Moraes teriam se encontrado ao menos seis vezes entre novembro de 2024 e agosto de 2025, além de um jantar com as esposas em 2 de fevereiro de 2024, e o ministro teria feito ajustes em um contrato do escritório antes da assinatura; em mensagem, Vorcaro teria escrito: "Estamos juntos sempre. Você sabe que tenho gratidão da minha vida a você". ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, mensagens extraídas do celular de Vorcaro mostram que ele tratava os repasses ao escritório Barci de Moraes como a conta mais importante do Banco Master. A uma funcionária escreveu: "Esse Barci de Moraes por favor não deixe atrasar um dia, coloca no seu controle. É o pgto mais importante que temos". Em 8 de fevereiro de 2024 cobrou o primeiro pagamento e confirmou transferência de R$ 3.422.268,14. Em 15 de março de 2024, diante de novo atraso, escreveu a um funcionário identificado como Angelo: "Angelo. Pqp. Não pagaram Barci de Moraes. Não to entendendo isso. Contrato mais importante que temos". As cobranças se referiam às parcelas mensais, de R$ 3 milhões líquidos, do contrato assinado em janeiro de 2024. Procurados, Moraes, o procurador-geral Paulo Gonet e a defesa de Vorcaro não se manifestaram até a publicação da reportagem. ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, em 15 de março de 2024 o ex-ministro das Comunicações Fábio Faria enviou a Vorcaro uma captura de tela com a frase "O careca não pode atrasar". A mensagem se referia às parcelas do contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, que previa pagamento até o quinto dia útil de cada mês e cujos repasses de fevereiro e março atrasaram. Procurados, Moraes, o procurador-geral e a defesa de Vorcaro não se manifestaram; o escritório Barci de Moraes divulgou nota sobre seus procedimentos de compliance, sem comentar especificamente o alerta. ver no caso
  • Alegação Segundo o relatório da PF, além do contrato de janeiro de 2024 com o Master (R$ 131,3 milhões brutos em três anos), o escritório Barci de Moraes teria firmado em maio de 2025 contrato de R$ 50 milhões com a Viking Participações, ligada a Vorcaro; metadados indicariam que Moraes editou um dos contratos, e, em outubro de 2025, Vorcaro teria objetado ao pagamento por Pix ("Nao e bom"). ver no caso
  • Alegação Segundo relatório da Polícia Federal, em 1º de outubro de 2025 o responsável pelas operações financeiras do Master, Alberto Felix, informou a Vorcaro os pagamentos feitos. Vorcaro perguntou: "Mas nao faz barci pix ne?". Felix respondeu: "Fez, nao pode? Foi pix para os mesmos dados da ted". Vorcaro concluiu: "Nao e bom". O relatório indica que ele orientou o funcionário a não usar Pix nesses repasses, mas não registra o motivo. A conversa foi extraída do celular apreendido na Operação Compliance Zero. Procurados, Moraes, o escritório Barci, o procurador-geral e a defesa de Vorcaro não se manifestaram até a publicação. ver no caso
  • Fato Em dezembro de 2025, O Globo revelou contrato do escritório Barci de Moraes com o Banco Master de R$ 129 milhões em três anos, R$ 3,6 milhões mensais, interrompido com a liquidação; em março de 2026 o escritório confirmou ter prestado ao banco "ampla consultoria" entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, com 36 pareceres, e afirmou que "nunca conduziu nenhuma causa para o Banco Master no âmbito do STF". Dados da Receita enviados à CPI indicam R$ 80,2 milhões recebidos em 2024 e 2025. ver no caso
  • Alegação Na sétima fase da Compliance Zero, em 19 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu dois mandados contra um perito criminal federal lotado em Rondônia que, segundo a corporação, teria repassado à imprensa dados sigilosos da investigação, entre eles o contrato do escritório Barci de Moraes com o Master. ver no caso
Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 1 registro
  • Fato Em 2 de setembro de 2026, Nikolas Ferreira publicou vídeo de quase 12 minutos com trechos do relatório da PF sobre Vorcaro e Moraes, citando contratos de cerca de R$ 208 milhões entre empresas ligadas ao banqueiro e o escritório Barci de Moraes e cartões do Master com limite de R$ 300 mil aprovados para dois filhos do ministro, que o escritório diz nunca terem sido usados; o deputado pediu o afastamento cautelar de Moraes. ver no caso
BTG Pactual 1 caso · 1 registro
A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda 1 registro
  • Alegação Segundo documento obtido pela Polícia Federal e revelado pelo UOL em maio de 2026, Lula teria aconselhado Vorcaro, naquele encontro, a não vender o Banco Master ao BTG Pactual pelo valor simbólico de R$ 1, recomendando que mantivesse o banco; teria ainda criticado a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central e indicado que a direção seguinte agiria de outro modo. ver no caso
Fictor Holding Financeira 1 caso · 2 registros
Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado 2 registros
  • Fato Em 17 de novembro de 2025, horas antes da prisão de Vorcaro, a Fictor Holding Financeira anunciou, com um consórcio de investidores dos Emirados Árabes Unidos, a compra do Banco Master com aporte imediato de R$ 3 bilhões; após a liquidação do banco, no dia seguinte, o consórcio suspendeu a tentativa. ver no caso
  • Fato Em fevereiro de 2026, o Grupo Fictor pediu recuperação judicial na Justiça de São Paulo, com compromissos de cerca de R$ 4 bilhões, atribuindo a crise à "repercussão midiática negativa" da tentativa de compra do Master. ver no caso
Fiesp 1 caso · 1 registro
A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro 1 registro
  • Fato Em 8 de setembro de 2026, cerca de 3.000 entidades lideradas pela Fiesp — entre elas CNI, CNC, CACB, Facesp e FecomercioSP — divulgaram manifesto pedindo que o STF "examine em sessão pública os fatos, decida com absoluta urgência, sem subterfúgios e sem corporativismo". O texto afirma que a legitimidade do Judiciário depende de "imparcialidade, a transparência e a exemplaridade" e que "cada dia é um dia a mais de descrédito". ver no caso
Fundo Garantidor de Créditos 4 casos · 6 registros
O maior rombo da história do FGC 3 registros
  • Fato Em maio de 2025, o FGC celebrou operação de suporte financeiro ao conglomerado Master, para honrar credores elegíveis até a análise da venda ao BRB pelo Banco Central; ao fim de 2025, o saldo dessas emissões era de R$ 5,7 bilhões. ver no caso
  • Fato Ao ser decretada a liquidação, o FGC estimou em cerca de R$ 41 bilhões as garantias devidas a aproximadamente 1,6 milhão de credores das instituições do conglomerado Master, o maior pagamento da história do fundo; o recorde anterior era o do Bamerindus, em 1997. ver no caso
  • Fato Em abril de 2026, o FGC informou provisão de R$ 40,6 bilhões para as garantias do conglomerado Master (Banco Master, Master de Investimentos e Letsbank), cujo pagamento começou em 17 de janeiro de 2026. Somadas as liquidações da Will Financeira e do Banco Pleno, ocorridas no início de 2026, a estimativa total de garantias chega a R$ 51,7 bilhões; até aquela data, cerca de R$ 49 bilhões já haviam sido pagos a quase 870 mil credores. ver no caso
BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 1 registro
  • Decisão Em decisão assinada em 9 de setembro de 2026 e noticiada em 11 de setembro, Fux deu 15 dias para que a União, o Banco Central e o FGC expliquem os entraves ao empréstimo destinado a cobrir R$ 6,6 bilhões de prejuízo do BRB com as carteiras compradas do Banco Master. O acordo foi homologado por Fux em maio e continua sem execução; as garantias previstas são o Fundo de Participação dos Estados e o Fundo de Participação dos Municípios, e não recursos federais diretos. Cumprido o prazo, a PGR deve se manifestar em seguida. Sem o socorro, o BRB corre risco de não cumprir requisitos regulatórios. ver no caso
PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC 1 registro
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, a emenda apresentada por Ciro Nogueira em agosto de 2024 à PEC 65/2023, elevando a garantia do FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão, teria sido "elaborada pela assessoria do Banco Master" e "reproduzida de forma integral pelo parlamentar"; a emenda foi rejeitada na CCJ do Senado por inconstitucionalidade e inadequação. ver no caso
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 1 registro
  • Fato Em 28 de julho de 2026, o grupo da Comissão de Assuntos Econômicos que acompanha o caso, presidido por Renan Calheiros, apresentou três projetos: mudar regras do FGC, ampliar a fiscalização de títulos bancários vendidos em plataformas e elevar penas de fraude financeira para até 12 anos; a CVM informou ter detectado operações atípicas do Master desde 2022 sem equipe para concluir apurações, e o BRB estimou perdas de cerca de R$ 3 bilhões. ver no caso
Go Up Entertainment 1 caso · 7 registros
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 7 registros
  • Fato A produtora Go Up Entertainment afirmou não ter recebido "um único centavo do Banco Master"; segundo a CNN, o deputado Mário Frias, produtor executivo, admitiu depois o recebimento por meio de empresa intermediária. Em 14 de maio de 2026, Frias disse que o filme foi feito "com orçamento muito menor do que o planejado" e, em apuração no STF relatada por Flávio Dino sobre R$ 2 milhões enviados ao Instituto Conhecer Brasil, negou ter usado emenda parlamentar para a produção. ver no caso
  • Fato "Dark Horse" ("O Azarão") é uma cinebiografia de Jair Bolsonaro dirigida pelo norte-americano Cyrus Nowrasteh, com Jim Caviezel no papel do ex-presidente, produção e roteiro de Mário Frias e produtora Go Up Entertainment, de Karina Gama; a estreia foi anunciada para 11 de setembro de 2026. Em 7 de agosto, a Ancine concedeu o Registro de Obra Estrangeira e abriu processo contra a produtora por filmar sem comunicação prévia. ver no caso
  • Fato Entidades presididas por Karina Gama, sócia-administradora da Go Up, acertaram o recebimento de R$ 110,8 milhões em recursos públicos: contrato de R$ 108,8 milhões com a Prefeitura de São Paulo para instalar wi-fi em comunidades e R$ 4,8 milhões em emendas de deputados do PL, incluindo R$ 1 milhão de Mário Frias. A produtora afirma que o filme foi estruturado "sem utilização de recursos públicos", e a prefeitura diz que o contrato não tem relação com o filme. ver no caso
  • Fato Em 1º de junho de 2026, a Polícia Civil de São Paulo deflagrou a Operação Wi-Fi Livre, com oito mandados de busca, para apurar fraude no contrato de R$ 108 milhões do Instituto Conhecer Brasil com a prefeitura: dos 5 mil pontos de wi-fi previstos, 3,2 mil foram instalados, e ao menos R$ 16,5 milhões em notas fiscais são questionados. ver no caso
  • Fato Em 18 de agosto de 2026, a PF pediu à Ancine registros do filme Dark Horse, dados dos responsáveis e informação sobre incentivos fiscais ou recursos públicos, em inquérito no STF relatado por Mendonça sobre a origem e a destinação do dinheiro do Master usado na produção e sobre eventual custeio de despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. ver no caso
  • Fato O perito Anísio Castelo Branco, contratado pela Go Up, disse em agosto de 2026 não ter rastreado a origem do dinheiro do filme: "Eu não sei quanto foi enviado do Brasil aos EUA, nem sei se foi enviado, porque eu não estou investigando o fundo, eu não falo pelo fundo, eu não pertenço ao Havengate"; Flávio Bolsonaro havia afirmado que a perícia comprovava o uso integral dos recursos no filme. ver no caso
  • Fato Em setembro de 2026, a PGR fechou acordo de delação com o empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, o "Mineiro", dono da Entre Investimentos e Participações, cuja empresa, segundo a apuração, teria canalizado pagamentos ao Havengate Development Fund, fundo no Texas que repassou recursos à Go Up; é o primeiro acordo ligado ao filme e depende de homologação por Mendonça. ver no caso
Havengate Development Fund 1 caso · 3 registros
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 3 registros
  • Fato O fundo Havengate, no Texas, por onde passaram os repasses de Vorcaro ao filme, é administrado pelo advogado de imigração Paulo Calixto, próximo a Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos; em 14 de maio de 2026, Eduardo negou ter recebido dinheiro de Vorcaro por meio do fundo. ver no caso
  • Fato O perito Anísio Castelo Branco, contratado pela Go Up, disse em agosto de 2026 não ter rastreado a origem do dinheiro do filme: "Eu não sei quanto foi enviado do Brasil aos EUA, nem sei se foi enviado, porque eu não estou investigando o fundo, eu não falo pelo fundo, eu não pertenço ao Havengate"; Flávio Bolsonaro havia afirmado que a perícia comprovava o uso integral dos recursos no filme. ver no caso
  • Fato Em setembro de 2026, a PGR fechou acordo de delação com o empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, o "Mineiro", dono da Entre Investimentos e Participações, cuja empresa, segundo a apuração, teria canalizado pagamentos ao Havengate Development Fund, fundo no Texas que repassou recursos à Go Up; é o primeiro acordo ligado ao filme e depende de homologação por Mendonça. ver no caso
Igreja Batista da Lagoinha 2 casos · 3 registros
Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro 3 registros
  • Fato Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, presidia a Igreja Batista da Lagoinha Belverde, em Belo Horizonte; segundo a igreja, está afastado das funções pastorais desde novembro de 2025. Em 2022, doou R$ 3 milhões à campanha de Jair Bolsonaro e R$ 2 milhões à de Tarcísio de Freitas. ver no caso
  • Fato Em abril de 2024, Vorcaro escreveu ao pastor André Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, pedindo ajuda com Nikolas Ferreira, cujas declarações estariam sendo usadas para atacá-lo por causa do patrocínio de um evento em Londres; Valadão, que diz conhecer Vorcaro há mais de 30 anos, confirmou ter sugerido que os dois falassem diretamente, e Nikolas afirma ter recebido o contato do banqueiro por meio do pastor, em 2023. ver no caso
  • Decisão Em 19 de março de 2026, o ministro Flávio Dino, em ação sobre transparência de emendas, deu cinco dias ao Senado e ao senador Carlos Viana para explicar cerca de R$ 3,6 milhões em emendas destinadas, via prefeituras de Belo Horizonte e Capim Branco, à Fundação Oásis, ligada à Igreja Batista da Lagoinha; em 30 de março considerou as respostas "genéricas e insuficientes", abriu petição própria e apontou possível conflito de interesses, já que Viana presidia a CPMI que investigava entidades beneficiadas. ver no caso
Vorcaro alega que doações de 2022 a Bolsonaro e Tarcísio eram propina 1 registro
  • Fato Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, presidia a Igreja Batista da Lagoinha Belverde, em Belo Horizonte; segundo a igreja, está afastado das funções pastorais desde novembro de 2025. Em 2022, doou R$ 3 milhões à campanha de Jair Bolsonaro e R$ 2 milhões à de Tarcísio de Freitas. ver no caso
Karina Gama 1 caso · 3 registros
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 3 registros
  • Fato "Dark Horse" ("O Azarão") é uma cinebiografia de Jair Bolsonaro dirigida pelo norte-americano Cyrus Nowrasteh, com Jim Caviezel no papel do ex-presidente, produção e roteiro de Mário Frias e produtora Go Up Entertainment, de Karina Gama; a estreia foi anunciada para 11 de setembro de 2026. Em 7 de agosto, a Ancine concedeu o Registro de Obra Estrangeira e abriu processo contra a produtora por filmar sem comunicação prévia. ver no caso
  • Fato Entidades presididas por Karina Gama, sócia-administradora da Go Up, acertaram o recebimento de R$ 110,8 milhões em recursos públicos: contrato de R$ 108,8 milhões com a Prefeitura de São Paulo para instalar wi-fi em comunidades e R$ 4,8 milhões em emendas de deputados do PL, incluindo R$ 1 milhão de Mário Frias. A produtora afirma que o filme foi estruturado "sem utilização de recursos públicos", e a prefeitura diz que o contrato não tem relação com o filme. ver no caso
  • Fato Em 1º de junho de 2026, a Polícia Civil de São Paulo deflagrou a Operação Wi-Fi Livre, com oito mandados de busca, para apurar fraude no contrato de R$ 108 milhões do Instituto Conhecer Brasil com a prefeitura: dos 5 mil pontos de wi-fi previstos, 3,2 mil foram instalados, e ao menos R$ 16,5 milhões em notas fiscais são questionados. ver no caso
Martha Graeff 1 caso · 2 registros
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 2 registros
  • Decisão Em 18 de março de 2026, a CPI do Crime Organizado aprovou requerimentos para identificar, junto a CVM, Banco Central, Receita e Anbima, os beneficiários finais dos fundos ligados ao Master e à Reag; a convocação e a quebra de sigilos da Prime Aviation, empresa de jatos ligada a Vorcaro; e a convocação de Martha Graeff, ex-noiva do banqueiro, e do ex-governador Pedro Taques. Rejeitou a quebra de sigilo de Paulo Guedes e a convocação de Valdemar Costa Neto. ver no caso
  • Alegação Mensagens interceptadas pela PF indicariam que Vorcaro planejava transferir uma mansão de R$ 450 milhões e outros bens para o nome da ex-noiva, Martha Graeff, como blindagem patrimonial; a CPI do Crime e a CPMI do INSS aprovaram sua convocação e não conseguiram localizá-la. ver no caso
Nelson Tanure 1 caso · 1 registro
BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 1 registro
  • Alegação A PF apontou o empresário Nelson Tanure como possível "sócio oculto" do Master e investiga se seria "destinatário final" de recursos suspeitos movimentados pela rede de Vorcaro; seu celular foi apreendido em janeiro de 2026, e mensagens mostrariam agradecimento por um relógio de luxo avaliado em até R$ 1 milhão enviado pelo banqueiro. ver no caso
Paulo Henrique Costa 1 caso · 3 registros
BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta 3 registros
  • Fato Em 30 de dezembro de 2025, Vorcaro e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foram acareados perante a Polícia Federal e se contradisseram sobre a origem dos créditos comprados do Master: Vorcaro disse que o BRB fora informado de que vinham de uma terceira empresa, a Tirreno, e Paulo Henrique afirmou ter entendido que as carteiras eram originadas pelo próprio Master. Toffoli retirou o sigilo dos depoimentos em 29 de janeiro de 2026. ver no caso
  • Fato Na quarta fase da Operação Compliance Zero, em 16 de abril de 2026, a Polícia Federal prendeu preventivamente o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, por decisão de André Mendonça, em investigação sobre lavagem de dinheiro para pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos; foram cumpridos dois mandados de prisão e sete de busca no DF e em SP. ver no caso
  • Alegação Segundo a Polícia Federal, Paulo Henrique Costa teria aceitado vantagem indevida estimada em R$ 146,6 milhões, na forma de seis imóveis de alto padrão escolhidos por critérios pessoais e familiares, em troca de operações sem lastro adequado com o Banco Master. ver no caso
Reag Investimentos 2 casos · 4 registros
Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai 1 registro
  • Decisão Em 18 de março de 2026, a CPI do Crime Organizado aprovou requerimentos para identificar, junto a CVM, Banco Central, Receita e Anbima, os beneficiários finais dos fundos ligados ao Master e à Reag; a convocação e a quebra de sigilos da Prime Aviation, empresa de jatos ligada a Vorcaro; e a convocação de Martha Graeff, ex-noiva do banqueiro, e do ex-governador Pedro Taques. Rejeitou a quebra de sigilo de Paulo Guedes e a convocação de Valdemar Costa Neto. ver no caso
Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada 3 registros
  • Fato A Operação Carbono Oculto, da PF e da Receita contra lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, identificou que o fundo Hans 95, gerido por uma das sociedades controladas pela Reag Investimentos e atribuído a organização criminosa, negociou CDBs do Banco Master; a Reag disse que as operações não tinham "atipicidade" e que o Master era "apenas um entre centenas de clientes". ver no caso
  • Decisão Em 15 de janeiro de 2026, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Reag Trust DTVM, renomeada CBSF Distribuidora, por "graves violações" às normas do sistema financeiro: fundos administrados pela Reag teriam estruturado operações fraudulentas com o Master entre julho de 2023 e julho de 2024, segundo relatório do BC ao TCU. A gestora administrava cerca de 700 fundos, somando R$ 300 bilhões, e já era alvo da Carbono Oculto. ver no caso
  • Fato Na CPI do Crime Organizado, em 11 de março de 2026, o fundador da Reag, João Carlos Mansur, negou vínculo com o PCC ("Não temos nenhuma ligação"), disse que as 15 mil páginas da Carbono Oculto não mencionam a associação e admitiu que o Master era cliente da gestora, recusando-se a responder por que a empresa foi alvo de três operações. ver no caso
The Intercept Brasil 1 caso · 3 registros
Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio 3 registros
  • Alegação Segundo mensagens e documentos divulgados pelo Intercept Brasil em maio de 2026, Flávio Bolsonaro teria negociado com Vorcaro US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões) para financiar o filme "Dark Horse", sobre Jair Bolsonaro, e Vorcaro teria pago ao menos US$ 10,6 milhões (R$ 61 milhões) em seis transferências entre fevereiro e maio de 2025; US$ 2 milhões teriam ido a um fundo no Texas gerido pelo advogado de Eduardo Bolsonaro. ver no caso
  • Fato Questionado no STF em 13 de maio de 2026, dia da reportagem do Intercept Brasil, Flávio Bolsonaro disse: "É mentira. De onde você tirou isso?" e "é dinheiro privado"; áudios divulgados em seguida mostraram o senador pedindo a Vorcaro a continuidade dos pagamentos, e ele passou a confirmar o pedido de patrocínio. ver no caso
  • Fato No áudio divulgado pelo Intercept Brasil em 13 de maio de 2026, Flávio Bolsonaro diz a Vorcaro: "Apesar de você ter dado a liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando", "agora que é a reta final, que a gente não pode vacilar. Não pode não honrar com os compromissos aqui" e "Perde tudo, cara, todo o contrato, perde ator, perde diretor, perde equipe"; em mensagens, chama o banqueiro de "irmão". A última mensagem foi enviada na véspera da prisão de Vorcaro, em novembro de 2025. ver no caso
Thiago Miranda 1 caso · 1 registro
Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação 1 registro
  • Alegação Na décima fase, em 9 de julho de 2026, a Polícia Federal apontou uma campanha coordenada em redes sociais contra a credibilidade do Banco Central, chamada "Projeto DV", que teria sido financiada por Vorcaro com influenciadores e veículos sob contratos de confidencialidade com multa de até R$ 2 milhões; o publicitário Thiago Miranda foi alvo de busca. ver no caso