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Caso Master

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Capítulo 1 de 9 1 min de leitura

Antes da queda: o BRB e o Banco Central

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Em março de 2025, o conselho do BRB aprovou a compra de 58% do Master. O Cade e a Câmara Legislativa do DF aprovaram a operação, mas em setembro o Banco Central a indeferiu, apontando risco excessivo nos ativos do Master para um banco público. A PF sustenta hoje que, antes disso, o Master já vendia ao BRB carteiras de crédito "insubsistentes", em operações de R$ 12,2 bilhões, e que o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, teria recebido imóveis de luxo como vantagem; ele foi preso em abril de 2026 e a defesa contesta. Em maio de 2025, o FGC já havia montado uma operação de suporte ao grupo para honrar credores. A PF também aponta dois servidores do Banco Central que teriam orientado Vorcaro sobre a fiscalização, e o BC liquidou a Reag Investimentos, gestora ligada a fundos do PCC cujos clientes incluíam o Master. Casos: BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta, Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto e Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada.

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