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O caso no STF: Toffoli, o resort e a troca de relator
No STF, o inquérito ficou com o ministro Dias Toffoli, que em janeiro de 2026 bloqueou R$ 5,7 bilhões de 38 investigados. Em fevereiro, a PF pediu sua suspeição: no celular de Vorcaro havia conversas entre o banqueiro e o cunhado, Fabiano Zettel, ligadas a um resort no Paraná cuja empresa tinha primos do ministro como sócios. Toffoli chamou o pedido de "ilações", admitiu a sociedade dos parentes e negou ter recebido valores. Em 12 de fevereiro, deixou a relatoria; André Mendonça foi sorteado, e Edson Fachin arquivou o pedido de suspeição. Caso: A PF pede a suspeição de Toffoli.