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Caso Master

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Instituições privadas

Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada

A Reag Investimentos, alvo da Operação Carbono Oculto por suspeita de lavagem para o PCC, administrava fundos que negociavam CDBs do Master. Em janeiro de 2026, o Banco Central a liquidou, apontando operações fraudulentas com o banco entre 2023 e 2024. Na CPI, o fundador negou vínculo com a facção e se recusou a explicar por que a empresa foi alvo de três operações.

Afirmações 3

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Fato Fundo da Reag aparece na Operação Carbono Oculto

A Operação Carbono Oculto, da PF e da Receita contra lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, identificou que o fundo Hans 95, gerido por uma das sociedades controladas pela Reag Investimentos e atribuído a organização criminosa, negociou CDBs do Banco Master; a Reag disse que as operações não tinham "atipicidade" e que o Master era "apenas um entre centenas de clientes".

Reag Investimentos Banco Master Polícia Federal

Resposta do citado Banco Master: "O Banco Master é apenas um entre centenas de clientes da Reag, que é das maiores do País, não tendo participação na gestão, estrutura ou decisões internas." Reag: "O fundo Hans 95 negociou CDBs do Banco Master sem guardar atipicidade em relação ao histórico de operações realizadas pelo referido fundo." CNN Brasil — Banco Master recebeu investimentos de fundo ligado ao crime organizado (nível 2, 19/11/2025)
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Decisão Banco Central liquida a Reag Trust

Em 15 de janeiro de 2026, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Reag Trust DTVM, renomeada CBSF Distribuidora, por "graves violações" às normas do sistema financeiro: fundos administrados pela Reag teriam estruturado operações fraudulentas com o Master entre julho de 2023 e julho de 2024, segundo relatório do BC ao TCU. A gestora administrava cerca de 700 fundos, somando R$ 300 bilhões, e já era alvo da Carbono Oculto.

Banco Central do Brasil Reag Investimentos Banco Master Tribunal de Contas da União

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Fato Fundador da Reag nega vínculo com o PCC

Na CPI do Crime Organizado, em 11 de março de 2026, o fundador da Reag, João Carlos Mansur, negou vínculo com o PCC ("Não temos nenhuma ligação"), disse que as 15 mil páginas da Carbono Oculto não mencionam a associação e admitiu que o Master era cliente da gestora, recusando-se a responder por que a empresa foi alvo de três operações.

Reag Investimentos CPI do Crime Organizado Banco Master

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Registrado em 09/09/2026 · atualizado em 09/09/2026