Núcleo Master · organizacao
Banco Máxima
Banco carioca com origem na Máxima Corretora de Títulos e Valores Mobiliários. Passou ao controle de Daniel Vorcaro e foi rebatizado como Banco Master em 2019.
- Período
- 2017 a 08/2019
- Tipos
- Fato 3
- Fontes distintas
- 2
- Registros com aviso de qualidade
- 3 de 3
- Quem mais aparece
- Daniel Vorcaro 3 · Banco Máxima 3 · Banco Central do Brasil 2 · Banco Master 2 · Sidnei Marques 1
Contagens tiradas dos próprios registros desta página. O site não gera síntese em texto: o que cada fonte diz está no registro.
Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.
Banco Central barra a primeira tentativa de Vorcaro comprar um banco
Em 2017, Daniel Vorcaro pediu autorização ao Banco Central para assumir o controle do Banco Máxima, instituição carioca nascida da Máxima Corretora de Títulos e Valores Mobiliários. O pedido foi rejeitado por Sidnei Marques, então diretor de Organização do Sistema Financeiro do BC. Segundo a reconstrução publicada pela Agência Pública, a operação de compra tinha entre os investidores Oliver Ortiz de Zarate Martin, identificado na reportagem como narcotraficante espanhol, com a operação passando pela corretora Sefer Investimento.
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1 fonte · 1 caso
O cartão baiano chega a Vorcaro
Em junho de 2018, a NGV transferiu os direitos do Credcesta para a PKL One Participações, com o empresário baiano Augusto Ferreira Lima, o Guga, atuando nos bastidores. Ainda em 2018, Lima procurou Daniel Vorcaro, do Banco Máxima, que pouco depois viraria Banco Master. O Credcesta se tornaria uma das bases da carteira de crédito consignado do grupo.
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O Banco Central aprova, e o Máxima vira Master
Em agosto de 2019, o Banco Central reexaminou o pedido e aprovou a transferência de controle. O Banco Máxima foi rebatizado como Banco Master e passou a crescer de forma acelerada, com um modelo agressivo para o padrão brasileiro: CDBs com taxas que chegavam a 140% do CDI, vendidos com o argumento de que estavam cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos, que assegura até R$ 250 mil por pessoa em caso de liquidação.
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