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Caso Master

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Instituições privadas · organizacao

Fundo Garantidor de Créditos

Entidade privada mantida pelas instituições financeiras que garante depósitos e investimentos até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição.

Afirmações 9

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Fato O Banco Central aprova, e o Máxima vira Master

Em agosto de 2019, o Banco Central reexaminou o pedido e aprovou a transferência de controle. O Banco Máxima foi rebatizado como Banco Master e passou a crescer de forma acelerada, com um modelo agressivo para o padrão brasileiro: CDBs com taxas que chegavam a 140% do CDI, vendidos com o argumento de que estavam cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos, que assegura até R$ 250 mil por pessoa em caso de liquidação.

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Casos: Da Máxima ao Master: como o banco foi montado

Fato Já em 2023 a fiscalização do BC via o problema se formando

Na resposta que entregou ao Tribunal de Contas da União em 29 de dezembro de 2025, o Banco Central apresentou a cronologia da própria fiscalização. Segundo esse documento, ainda em 2023 a área de supervisão identificou fragilidades no Banco Master: crescimento acelerado do passivo e concentração em ativos de baixa liquidez, sobretudo precatórios. Nos anos seguintes, o BC exigiu aportes de capital, recusou operações por dúvidas sobre a origem dos recursos, comunicou achados às autoridades de investigação e impôs restrições ligadas ao FGC que limitavam a captação de depósitos. A estratégia da resposta, segundo a CNN, era demonstrar que "a liquidação foi o desfecho de um processo longo, técnico e documentado".

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Casos: Da Máxima ao Master: como o banco foi montado, Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto

Alegação por Polícia Federal PF aponta que a “emenda Master” foi escrita pelo banco

Segundo a Polícia Federal, a emenda apresentada por Ciro Nogueira em agosto de 2024 à PEC 65/2023, elevando a garantia do FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão, teria sido "elaborada pela assessoria do Banco Master" e "reproduzida de forma integral pelo parlamentar"; a emenda foi rejeitada na CCJ do Senado por inconstitucionalidade e inadequação.

Ciro Nogueira Banco Master Fundo Garantidor de Créditos Polícia Federal Senado Federal

Resposta do citado Nota da defesa: "A defesa do senador Ciro Nogueira repudia qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar. Reitera o comprometimento do senador em contribuir com a Justiça, a fim de esclarecer que não teve qualquer participação em atividades ilícitas e nos fatos investigados". Em vídeo, o senador negou irregularidades e disse sofrer perseguição política por liderar a oposição no Piauí. Poder360 — Ciro Nogueira é alvo de nova fase da operação Compliance Zero (nível 2, 07/05/2026)
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Casos: PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC

Fato FGC socorre o Master meses antes da liquidação

Em maio de 2025, o FGC celebrou operação de suporte financeiro ao conglomerado Master, para honrar credores elegíveis até a análise da venda ao BRB pelo Banco Central; ao fim de 2025, o saldo dessas emissões era de R$ 5,7 bilhões.

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Casos: O maior rombo da história do FGC

Fato FGC estima R$ 41 bilhões devidos a 1,6 milhão de credores

Ao ser decretada a liquidação, o FGC estimou em cerca de R$ 41 bilhões as garantias devidas a aproximadamente 1,6 milhão de credores das instituições do conglomerado Master, o maior pagamento da história do fundo; o recorde anterior era o do Bamerindus, em 1997.

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Casos: O maior rombo da história do FGC

Fato “O FGC virou uma espécie de seguro para vender produtos podres”

Em reportagem publicada em 5 de dezembro de 2025, especialistas ouvidos pela Agência Pública apontaram que o Fundo Garantidor de Créditos, criado em 1995 para proteger depósitos de até R$ 250 mil, acabou usado como argumento de venda de produtos de risco. A pesquisadora Lucía Ferrés Zakia, especialista em regulação financeira, afirmou que "o mercado sabia que um banco pequeno como o Master prometer rendimentos de 140% em certas aplicações era irreal" e que o FGC "virou uma espécie de seguro para vender produtos podres". Carlos Primo Braga, ex-diretor do Banco Mundial, questionou como agências de classificação e auditorias não identificaram as fraudes, já que a Fitch e auditorias respeitadas atribuíam avaliações positivas ao banco.

Fundo Garantidor de Créditos Banco Master Banco Central do Brasil

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Casos: Da Máxima ao Master: como o banco foi montado

Fato Contas do FGC chegam a R$ 51,7 bilhões com o grupo Master

Em abril de 2026, o FGC informou provisão de R$ 40,6 bilhões para as garantias do conglomerado Master (Banco Master, Master de Investimentos e Letsbank), cujo pagamento começou em 17 de janeiro de 2026. Somadas as liquidações da Will Financeira e do Banco Pleno, ocorridas no início de 2026, a estimativa total de garantias chega a R$ 51,7 bilhões; até aquela data, cerca de R$ 49 bilhões já haviam sido pagos a quase 870 mil credores.

Fundo Garantidor de Créditos Banco Master

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Casos: O maior rombo da história do FGC

Fato Senadores propõem novas regras para o FGC

Em 28 de julho de 2026, o grupo da Comissão de Assuntos Econômicos que acompanha o caso, presidido por Renan Calheiros, apresentou três projetos: mudar regras do FGC, ampliar a fiscalização de títulos bancários vendidos em plataformas e elevar penas de fraude financeira para até 12 anos; a CVM informou ter detectado operações atípicas do Master desde 2022 sem equipe para concluir apurações, e o BRB estimou perdas de cerca de R$ 3 bilhões.

Senado Federal Fundo Garantidor de Créditos Banco Master Banco de Brasília (BRB)

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Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Decisão Fux dá 15 dias para explicarem por que o socorro ao BRB não saiu do papel

Em decisão assinada em 9 de setembro de 2026 e noticiada em 11 de setembro, Fux deu 15 dias para que a União, o Banco Central e o FGC expliquem os entraves ao empréstimo destinado a cobrir R$ 6,6 bilhões de prejuízo do BRB com as carteiras compradas do Banco Master. O acordo foi homologado por Fux em maio e continua sem execução; as garantias previstas são o Fundo de Participação dos Estados e o Fundo de Participação dos Municípios, e não recursos federais diretos. Cumprido o prazo, a PGR deve se manifestar em seguida. Sem o socorro, o BRB corre risco de não cumprir requisitos regulatórios.

Luiz Fux Supremo Tribunal Federal Banco de Brasília (BRB) Banco Central do Brasil Fundo Garantidor de Créditos Banco Master Procuradoria-Geral da República

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Casos: BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta