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Caso Master

Conteúdo atualizado até

Judiciário · pessoa

André Mendonça

Ministro do STF. Relator do inquérito sobre o caso Master desde 12 de fevereiro de 2026.

Afirmações 37

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Alegação por Ciro Rocha Soares Áudio de advogado do Master sugere terno para Mendonça; ministro mostra as notas

Em áudio de 8 de fevereiro de 2025 extraído do celular de Vorcaro, o advogado Ciro Rocha Soares diz ao banqueiro: "Fala, Vorcarinho, trabalhando por você! Levei o André lá no Vasco agora, para fazer um terno". Junto seguiu uma foto do advogado ao lado de Mendonça na alfaiataria. A mensagem sugere que o ministro teria recebido roupas ligadas ao entorno de Vorcaro; o conteúdo veio a público em 2 de setembro de 2026, em reportagem do portal ICL.

André Mendonça Daniel Vorcaro Ciro Rocha Soares Banco Master

Resposta do citado Mendonça apresentou duas notas fiscais da alfaiataria, emitidas em nome de sua mulher: R$ 16.530 em 8 de fevereiro de 2025, por camisas e ternos sob medida, e R$ 9.900 em 28 de fevereiro, por blazers e acessórios — R$ 26.430 no total. O gabinete reafirmou que o ministro recebeu Vorcaro uma única vez, em março de 2025, para tratar de créditos de precatórios de interesse do Banco Master, e que sua atuação foi contrária à posição defendida pelo empresário. CNN Brasil — Mendonça apresenta notas de R$ 26,4 mil para rebater suspeita sobre terno (nível 2, 04/09/2026)
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Casos: Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete

Fato Gabinete de Mendonça confirma um encontro com Vorcaro

Em nota de 2 de setembro de 2026, após reportagem do portal ICL sobre a articulação de um encontro, o gabinete de Mendonça afirmou que o ministro recebeu Vorcaro "uma única vez", em 14 de março de 2025, "por iniciativa do próprio empresário", e também o advogado dele no mesmo mês, com memorandos escritos; o assunto foi a STP 976, sobre precatórios de interesse do Master, e "a atuação jurisdicional do ministro foi contrária à posição defendida pelo empresário".

André Mendonça Daniel Vorcaro Banco Master Supremo Tribunal Federal

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Casos: Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete

Alegação por Polícia Federal Mensagens citam pedido de “proteção” para Andrei e Paulo

Entre as mensagens do celular de Vorcaro divulgadas em 1º de setembro de 2026, há referência a um suposto pedido de "proteção" para "Andrei" e "Paulo", que os investigadores interpretam como o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral Paulo Gonet; Mendonça acionou a PGR pedindo esclarecimentos.

Daniel Vorcaro Andrei Rodrigues Paulo Gonet Polícia Federal André Mendonça

Resposta do citado Onze diretores da PF divulgaram nota em apoio a Andrei Rodrigues: "repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana". Gonet pediu a anulação da investigação (ver afirmação própria). Agência Brasil — Mendonça usou pedido do partido Novo para afastar diretor-geral da PF (nível 1, 08/09/2026)
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Casos: PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família

Decisão Mendonça dispensa Vorcaro de depor no Congresso

Em fevereiro de 2026, Mendonça dispensou Vorcaro de comparecer a comissões do Congresso e garantiu o direito ao silêncio caso comparecesse, citando a garantia contra a autoincriminação; a CPI do Crime Organizado recorreu ao STF em 10 de março.

André Mendonça Daniel Vorcaro CPI do Crime Organizado Supremo Tribunal Federal

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Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Fato Mendonça é sorteado novo relator

No mesmo dia, André Mendonça foi sorteado eletronicamente novo relator do inquérito sobre o caso Master.

André Mendonça Supremo Tribunal Federal

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Casos: A PF pede a suspeição de Toffoli

Decisão Mendonça manda o Congresso devolver os sigilos à PF

Em 20 de fevereiro de 2026, o ministro André Mendonça determinou à Presidência do Congresso Nacional a "imediata entrega às autoridades da Polícia Federal" de todos os elementos obtidos com as quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de Daniel Vorcaro, sem retenção de cópias. O material estava sob custódia da presidência do Senado desde 15 de dezembro, quando o então relator Dias Toffoli o retirou da CPMI do INSS.

André Mendonça Davi Alcolumbre Senado Federal Polícia Federal Daniel Vorcaro Dias Toffoli Supremo Tribunal Federal

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Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Fato Vorcaro é preso pela segunda vez

Em 4 de março de 2026, na terceira fase da Compliance Zero, autorizada por André Mendonça, Vorcaro foi preso preventivamente de novo, com mais três pessoas; foram cumpridos 4 mandados de prisão e 15 de busca em São Paulo e Minas Gerais, com sequestro e bloqueio de bens de até R$ 22 bilhões.

Polícia Federal Daniel Vorcaro André Mendonça Supremo Tribunal Federal

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Casos: Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação

Alegação por Polícia Federal PF aponta dois servidores do BC orientando Vorcaro

Na terceira fase da Compliance Zero, a PF apontou que dois servidores do Banco Central, Paulo Sérgio de Souza, ex-diretor de fiscalização, e Bellini Santana, ex-chefe de departamento de supervisão bancária, teriam mantido contato com Vorcaro e prestado "consultoria informal", com orientações estratégicas sobre procedimentos do Banco Central que envolviam o Master. Galípolo afastou os dois dos cargos e abriu sindicância, e a CGU analisa o relatório para decidir se instaura processo disciplinar.

Paulo Sérgio de Souza Bellini Santana Banco Central do Brasil Daniel Vorcaro Polícia Federal Gabriel Galípolo André Mendonça

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Casos: Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto

Fato PF prende o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa

Na quarta fase da Operação Compliance Zero, em 16 de abril de 2026, a Polícia Federal prendeu preventivamente o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, por decisão de André Mendonça, em investigação sobre lavagem de dinheiro para pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos; foram cumpridos dois mandados de prisão e sete de busca no DF e em SP.

Polícia Federal Paulo Henrique Costa Banco de Brasília (BRB) André Mendonça Supremo Tribunal Federal

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Casos: BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta

Fato Quinta fase da operação mira o entorno de Ciro Nogueira

Na quinta fase, em 7 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca e um de prisão temporária, contra Felipe Cançado Vorcaro, primo do banqueiro, no Piauí, em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal, com o senador Ciro Nogueira entre os alvos, por autorização de André Mendonça.

Polícia Federal Ciro Nogueira André Mendonça Daniel Vorcaro

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Casos: PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC

Fato PF prende Henrique Vorcaro, pai do banqueiro

Na sexta fase, em 14 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 7 mandados de prisão preventiva e 17 de busca em SP, RJ e MG e prendeu Henrique Vorcaro, pai do banqueiro; a decisão de Mendonça cita a "persistência das atividades ilícitas" dos grupos após as prisões e conversas em que Henrique Vorcaro teria seguido acionando o grupo, com repasses de R$ 400 mil a R$ 800 mil.

Polícia Federal Henrique Vorcaro Daniel Vorcaro André Mendonça

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Casos: Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação

Alegação por Polícia Federal PF apura R$ 3 bilhões da Rioprevidência aplicados no Master

Na oitava fase, em 26 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca no Rio de Janeiro e em Brasília sobre aportes de cerca de R$ 3 bilhões da Rioprevidência em fundos do Master; segundo a decisão de Mendonça, o ex-governador Cláudio Castro teria relação próxima com Vorcaro que teria facilitado as aplicações, e encontros entre os dois teriam coincidido com as datas dos aportes.

Cláudio Castro Rioprevidência Banco Master Daniel Vorcaro Polícia Federal André Mendonça

Resposta do citado Procurada pelo Poder360 no dia da operação, a defesa de Cláudio Castro não se manifestou até a publicação da reportagem. Poder360 — Saiba quem foram os alvos da operação que mira Cláudio Castro (nível 2)
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Casos: PF investiga aportes da Rioprevidência no Master e mira Cláudio Castro

Fato Nona fase cumpre mandados ligados a Jaques Wagner

Na nona fase, em 18 de junho de 2026, a Polícia Federal cumpriu 18 mandados de busca na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal, com o senador Jaques Wagner, líder do governo, e o ex-sócio do Master Augusto Lima entre os alvos, por autorização de André Mendonça.

Polícia Federal Jaques Wagner Augusto Ferreira Lima André Mendonça

Resposta do citado Em agosto de 2026, a assessoria afirmou: "O senador Jaques Wagner (PT-BA) já forneceu todos os esclarecimentos necessários. Todos os méritos do procedimento estão sendo discutidos por sua defesa nos autos." No dia da operação de junho, o senador não respondeu ao Poder360; o presidente do PT, Edinho Silva, divulgou nota de confiança no senador. Poder360 — Jaques Wagner e Rui Costa favoreceram negócio que enriqueceu Vorcaro (nível 2, 10/08/2026)
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Casos: PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta

Alegação por Polícia Federal PF aponta campanha paga contra a credibilidade do Banco Central

Na décima fase, em 9 de julho de 2026, a Polícia Federal apontou uma campanha coordenada em redes sociais contra a credibilidade do Banco Central, chamada "Projeto DV", que teria sido financiada por Vorcaro com influenciadores e veículos sob contratos de confidencialidade com multa de até R$ 2 milhões; o publicitário Thiago Miranda foi alvo de busca.

Polícia Federal Daniel Vorcaro Thiago Miranda Banco Central do Brasil André Mendonça

Resposta do citado A defesa de Thiago Miranda "vem a público refutar, de forma categórica, a prática de qualquer ilegalidade" e afirmou que a existência de investigação "não autoriza qualquer juízo antecipado de culpa". CNN Brasil — Master: PF faz operação sobre ataques ao BC; Thiago Miranda é um dos alvos (nível 2, 09/07/2026)
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Casos: Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação

Fato PF pede à Ancine os registros do filme Dark Horse

Em 18 de agosto de 2026, a PF pediu à Ancine registros do filme Dark Horse, dados dos responsáveis e informação sobre incentivos fiscais ou recursos públicos, em inquérito no STF relatado por Mendonça sobre a origem e a destinação do dinheiro do Master usado na produção e sobre eventual custeio de despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.

Polícia Federal Go Up Entertainment André Mendonça Supremo Tribunal Federal Eduardo Bolsonaro

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Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio

Fato Vorcaro depôs no gabinete de Mendonça, sem a Polícia Federal na sala

Em 27 de agosto de 2026, Vorcaro foi ouvido no gabinete de Mendonça pelo juiz auxiliar João Azambuja, na presença de seus advogados Daniel Bialski e Engels Muniz e de um integrante do Ministério Público Federal, sem agentes da Polícia Federal. Relatou que a mãe passou a receber ameaças de morte depois da prisão dele — "receberam inúmeras ameaças de morte e falaram que eu seria morto. Tem e-mails, inclusive" — e disse que os remetentes eram anônimos, sem entregar os e-mails na ocasião. Em nota de 2 de setembro, o gabinete confirmou o depoimento, afirmou que ele foi feito "por requerimento expresso da defesa do depoente, que relatou estar sofrendo graves intimidações e solicitou ser ouvido com urgência", que a ausência da PF "seguiu essa mesma diretriz de proteção" e que a presença do Ministério Público "é exigência legal, e foi observada". A nota também negou que temas relacionados a Moraes tivessem sido abordados. No mesmo 2 de setembro, a PGR pediu o arquivamento do depoimento, sustentando que Vorcaro não apresentou provas das supostas ameaças; as tratativas de delação do banqueiro já haviam sido recusadas duas vezes pela PF e pela própria PGR.

André Mendonça Daniel Vorcaro Polícia Federal Procuradoria-Geral da República Supremo Tribunal Federal

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Casos: Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete

Decisão Mendonça retira o sigilo do relatório sobre Vorcaro e Moraes
Decisão Gonet pede a anulação da investigação sobre Moraes

Em 1º de setembro de 2026, o procurador-geral Paulo Gonet pediu ao STF a anulação da investigação sobre as mensagens entre Vorcaro e Moraes, sustentando que Mendonça investigou ilegalmente um ministro da Corte: "A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual"; segundo a manifestação, 188 das mais de 200 páginas do relatório tratam de Moraes.

Paulo Gonet Procuradoria-Geral da República André Mendonça Alexandre de Moraes Supremo Tribunal Federal

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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Fato Dezoito seccionais da OAB pedem apuração rigorosa

Após a retirada do sigilo, em 1º de setembro de 2026, presidentes de 18 das 27 seccionais da OAB pediram ao STF "apuração rigorosa e isenta de todos os fatos" envolvendo Mendonça, Moraes e Gonet; a seccional do Paraná pediu o afastamento de Moraes e a suspeição de Gonet.

Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes André Mendonça Paulo Gonet

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Alegação por Polícia Federal Relatórios sugerem assimetria nas decisões de Mendonça

Relatórios de inteligência da PF sobre as operações Sem Desconto e Compliance Zero, anexados por Moraes a decisão de 3 de setembro de 2026, sugerem "assimetria" nas decisões de Mendonça conforme o investigado: citam que, em reunião de 13 de agosto, o ministro teria dito ter a "percepção" de que ACM Neto "aparentaria estar exercendo atividade de representação de interesses dentro dos limites do permitido", tratamento comparado ao dado a Lulinha; a própria PF classifica a confiança da amostra como "baixa".

Polícia Federal André Mendonça ACM Neto Alexandre de Moraes

Resposta do citado O Poder360 pediu manifestação ao gabinete de Mendonça e não obteve resposta até a publicação. Poder360 — PF sugere haver "assimetria" em decisões de André Mendonça (nível 2, 03/09/2026)
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Casos: PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça

Fato PGR fecha delação com empresário ligado ao filme

Em setembro de 2026, a PGR fechou acordo de delação com o empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, o "Mineiro", dono da Entre Investimentos e Participações, cuja empresa, segundo a apuração, teria canalizado pagamentos ao Havengate Development Fund, fundo no Texas que repassou recursos à Go Up; é o primeiro acordo ligado ao filme e depende de homologação por Mendonça.

Procuradoria-Geral da República Havengate Development Fund Go Up Entertainment Eduardo Bolsonaro André Mendonça Daniel Vorcaro

Resposta do citado Eduardo Bolsonaro nega ter recebido repasses. Flávio Bolsonaro e Paulo Calixto não se manifestaram na reportagem. CNN Brasil — Dark Horse: PGR fecha delação com empresário ligado a fundo nos EUA (nível 2, 03/09/2026)
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Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio

Decisão Moraes pede que Mendonça seja investigado

Em 3 de setembro de 2026, no inquérito das fake news, Moraes pediu a Fachin providências contra Mendonça por "fortes indícios" de improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade, acusando-o de direcionar investigações contra ministros (Moraes, Gilmar Mendes, Toffoli, Fux e Nunes Marques), de conduzir irregularmente negociações de delação, de tentar atingir Davi Alcolumbre por meio de Antonio Rueda e de ter retirado o sigilo do caso Vorcaro para desviar atenção; baseou-se em relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça.

Alexandre de Moraes André Mendonça Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Polícia Federal

Resposta do citado Mendonça não respondeu ao Poder360. Em decisão de 8 de setembro, chamou o documento divulgado por Moraes de "apócrifo, sem timbre ou qualquer outro símbolo gráfico". Agência Brasil — Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal (nível 1, 08/09/2026)
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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Decisão Fachin dá cinco dias a Moraes, Mendonça, Gonet e Andrei

Em 3 de setembro de 2026, Fachin determinou que Moraes, Mendonça, Gonet e Andrei Rodrigues prestem informações em cinco dias úteis, até 11 de setembro, abriu procedimento próprio sobre a investigação do caso Master e, no dia seguinte, retirou do inquérito das fake news o pedido contra Mendonça, incluindo-o nesse procedimento; anunciou sessão do plenário para a semana seguinte, com transmissão pela TV Justiça.

Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes André Mendonça Paulo Gonet Andrei Rodrigues

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Alegação por Polícia Federal Relatórios sem timbre sobre Mendonça levantam suspeita

Os relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça, com cerca de 50 páginas, sem timbre, assinatura ou data, produzidos antes de 1º de setembro de 2026 e enviados a Moraes, que os juntou ao inquérito das fake news, levantam hipóteses: que Mendonça veria no presidente do União Brasil, Antonio Rueda, uma "rota de acesso" a Davi Alcolumbre, "provável alvo estratégico" por controlar a pauta de impeachment de ministros; que haveria "interesse" em investigar Moraes e "contemporização" com Toffoli; e que Gonet seria tido como "indigno de confiança" pela proximidade com Gilmar. O próprio documento diz não ter valor probatório.

Polícia Federal André Mendonça Alexandre de Moraes Paulo Gonet Gilmar Mendes Dias Toffoli

Resposta do citado Mendonça não respondeu ao Poder360; em decisão de 8 de setembro, chamou o documento de "apócrifo, sem timbre ou qualquer outro símbolo gráfico". Agência Brasil — Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal (nível 1, 08/09/2026)
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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Decisão Mendonça leva o caso ao plenário do STF

Em 6 de setembro de 2026, Mendonça formalizou o pedido para que o plenário do STF analise o caso das conversas de Vorcaro com Moraes e as referências a Gonet e Andrei Rodrigues, defendendo exame "pública e transparente, em sessão presencial".

André Mendonça Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Paulo Gonet Andrei Rodrigues

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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Decisão Mendonça afasta o diretor-geral da Polícia Federal

Em 8 de setembro de 2026, a pedido do partido Novo, Mendonça afastou preventivamente o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada, citando documento assinado por Andrei que mostraria ao menos seis relatórios de inteligência sobre o próprio ministro entre 3 e 31 de agosto: "ao menos há mais de 30 dias este relator tem sido monitorado pela Polícia Federal"; a Segunda Turma formou maioria para manter a decisão, e Gilmar Mendes pediu vista.

André Mendonça Andrei Rodrigues Polícia Federal Partido Novo Supremo Tribunal Federal

Resposta do citado Onze diretores da PF divulgaram nota de apoio a Andrei. A AGU pediu a Fachin a suspensão do afastamento, alegando violação da prerrogativa presidencial de nomear e exonerar o diretor-geral e "desorganização institucional"; o presidente Lula não se pronunciou até a publicação. Poder360 — AGU pede que Fachin restitua Andrei Rodrigues para a chefia da PF (nível 2, 08/09/2026)
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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Decisão Segunda Turma mantém o afastamento de Andrei Rodrigues

Em sessão extraordinária em 8 de setembro de 2026, a Segunda Turma do STF formou maioria, com Mendonça, Fux e Nunes Marques, para manter o afastamento de Andrei Rodrigues; Gilmar Mendes pediu vista logo na abertura, com o voto de Toffoli pendente, e a liminar segue em vigor.

Supremo Tribunal Federal André Mendonça Gilmar Mendes Dias Toffoli Andrei Rodrigues

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Decisão Dino derruba o afastamento e manda Andrei voltar ao comando da PF

Em 9 de setembro de 2026, um dia depois do afastamento decidido por Mendonça, o ministro Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal e de Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Dino sustentou que o Partido Novo, autor do pedido, "não possui legitimidade para requerer medidas cautelares em investigações criminais", apontou que a legenda tem candidato próprio na eleição presidencial e, portanto, interesse direto no afastamento, e afirmou que a matéria está sob a relatoria do presidente do STF — só a ele ou ao plenário caberia decidir.

Flávio Dino Supremo Tribunal Federal Andrei Rodrigues Polícia Federal André Mendonça Partido Novo

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Decisão Fachin marca para 15 de setembro a sessão que decide o futuro de Moraes

Em 9 de setembro de 2026, Fachin convocou sessão extraordinária do plenário para terça-feira, 15 de setembro, às 10h. O plenário deve decidir três pontos: se foi regular a ordem de Mendonça que levou ao aprofundamento da análise dos dados do celular de Vorcaro, se o material produzido pela PF a partir dessa medida pode ser usado, e o que fazer com o pedido da PGR de anulação do procedimento. Da resposta a esses pontos depende o destino dos elementos que envolvem Moraes.

Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes André Mendonça Paulo Gonet Polícia Federal Daniel Vorcaro

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Decisão Fachin derruba as decisões dos dois lados e mantém Andrei no cargo

Em 9 de setembro de 2026, horas depois de Dino reverter o afastamento decidido por Mendonça, Fachin suspendeu as duas decisões e manteve Andrei Rodrigues na direção-geral da Polícia Federal, acolhendo recurso da Advocacia-Geral da União. Escreveu que "é grave o quadro em que decisões de Ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal". Na mesma decisão, suspendeu o procedimento da PGR que apurava possível interferência de Mendonça na condução das investigações da PF e determinou que nenhuma apuração envolvendo ministros do STF siga sem análise prévia da Presidência.

Edson Fachin Supremo Tribunal Federal André Mendonça Flávio Dino Andrei Rodrigues Polícia Federal Procuradoria-Geral da República

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Alegação por Polícia Federal Relatórios liberados descrevem ameaças a ex-funcionários e às famílias deles

Relatórios da Polícia Federal divulgados por Mendonça em 10 de setembro de 2026 descrevem coação, ameaças, agressões físicas e constrangimento praticados, segundo a apuração, pelo grupo em torno de Vorcaro. Um trecho diz: "Se diante do público Daniel Vorcaro se apresenta como uma pessoa de boa interlocução e amigável, nas conversas com o Sicário Felipe Mourão surge uma versão voltada para a realização de atos de violência". Os documentos citam o ex-piloto Luís Felipe Woyceichoski, alvo de ameaças que teriam alcançado a família dele, e o ex-chefe de cozinha Leandro Garcia da Silva, que teria sido ameaçado de morte por sete pessoas no local de trabalho depois de publicar um vídeo nas redes.

Daniel Vorcaro Polícia Federal André Mendonça

Resposta do citado O Poder360 não registrou manifestação da defesa sobre esses relatórios. Em março de 2026, ao ser divulgada a representação que apontava o núcleo "A Turma", a defesa de Vorcaro havia negado "categoricamente" as acusações e afirmado que o banqueiro colaborava com as investigações desde o início. Agência Brasil — Defesa de Vorcaro pede ao STF provas objetivas de prisão do banqueiro (nível 1)
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Casos: Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação

Decisão Mendonça abre quinze processos do caso, mas guarda parte do material

Em 10 de setembro de 2026, atendendo a pedido de Fachin feito no mesmo dia, Mendonça retirou o sigilo da Petição 15.556 e de mais catorze procedimentos: os Inquéritos 5.026 e 5.035, a Reclamação 88.121 e as Petições 15.198, 15.478, 15.504, 15.562, 15.563, 15.693, 15.976, 15.977, 15.978, 16.019 e 16.662. Manteve fechado o material que, segundo ele, possa prejudicar diligências e novos procedimentos — entre o que continuou em sigilo está o caso do filme Dark Horse, também sob sua relatoria, por não ter pertinência com o julgamento sobre Moraes. Informou ainda que enviaria cópias completas dos processos, em HDs dedicados, à Presidência do STF e aos gabinetes dos demais ministros. No dia seguinte, sob nova ordem de Fachin, esse sigilo remanescente caiu, inclusive o do Dark Horse.

André Mendonça Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Daniel Vorcaro

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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro, A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Fato Moraes acusa Mendonça de liberar o caso pela metade e cobra os 180 documentos que faltam

Em 11 de setembro de 2026, Moraes enviou ofício a Fachin apontando "escolha seletiva" na retirada do sigilo feita por Mendonça. Segundo levantamento anexado ao ofício, 4.334 dos 4.514 documentos foram liberados e 180 continuaram fora do alcance dos demais ministros, entre eles peças sobre os recursos atribuídos a Vorcaro no filme Dark Horse e sobre a relação entre o senador Jaques Wagner e o ex-sócio do Master Augusto Ferreira Lima. Moraes pediu a retirada "imediata de todo e qualquer sigilo, sem exceção" dos procedimentos ligados à PET 15.556, a intimação de todos os magistrados citados na investigação e que seu pedido de investigação contra Mendonça entre na pauta de 15 de setembro.

Alexandre de Moraes Edson Fachin André Mendonça Supremo Tribunal Federal Daniel Vorcaro Jaques Wagner Augusto Ferreira Lima

Resposta do citado Na noite do mesmo 11 de setembro, em despacho respondendo ao ofício, Mendonça afirmou ter disponibilizado integralmente os procedimentos que vão a julgamento e disse que o sigilo que restou decorre de "análise prudente e responsável, considerando a existência de investigações em andamento e a necessidade de zelar pela preservação de dados pessoais das pessoas investigadas" — citando como exemplo "dados bancários e fiscais de inúmeras pessoas físicas e jurídicas" e sustentando que "jamais se poderia publicizar a 'totalidade dos procedimentos contidos ou relacionados à PET 15.556'". Sobre a diferença nos números apontada por Moraes, escreveu que "Sua Excelência não atentou para o fato de haver múltiplas razões pelas quais os números apresentados, de fato, não sejam idênticos". Agência Brasil — Mendonça diz ter divulgado todo conteúdo disponível no caso Master (nível 1, 11/09/2026)
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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Fato Zanin quer ver o celular inteiro de Vorcaro antes de julgar

Em 11 de setembro de 2026, o ministro Cristiano Zanin pediu a Fachin acesso à íntegra dos dados extraídos do celular de Vorcaro — um iPhone sob a guarda do gabinete de Mendonça —, requerendo que todo o conteúdo da mídia examinada pela PF fosse gravado em um HD. Zanin argumentou que quer analisar não apenas os trechos aproveitados pelos investigadores no laudo, mas a mídia referenciada por inteiro, antes do julgamento de 15 de setembro.

Cristiano Zanin Edson Fachin André Mendonça Daniel Vorcaro Polícia Federal Supremo Tribunal Federal

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Decisão Fachin dá 24 horas a Mendonça para liberar todas as provas

Em 11 de setembro de 2026, às 15h40, Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que Mendonça retirasse em 24 horas o sigilo de todos os documentos da Operação Compliance Zero, "ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade". Para a PGR, a divulgação apenas parcial passava a "ideia equivocada" de que a transparência estava comprometida. A ordem veio depois de Mendonça ter atendido em parte o pedido anterior, na véspera, abrindo quinze procedimentos e mantendo em sigilo outras linhas de apuração, entre elas as que envolvem Flávio Bolsonaro e o senador Jaques Wagner.

Edson Fachin André Mendonça Procuradoria-Geral da República Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Cristiano Zanin Flávio Bolsonaro Jaques Wagner

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Alegação por Alexandre de Moraes Moraes acusa Mendonça de dirigir o sigilo para proteger um grupo político

Em novo ofício a Fachin, na noite de 11 de setembro de 2026, Moraes afirmou que Mendonça faria um levantamento "seletivo e direcionado" do sigilo no caso Master, com o efeito de proteger "determinado grupo político". Anexou telas do sistema do STF que apontariam "a existência de documentos sigilosos e não visíveis" nos procedimentos, e escreveu que "não é o que consta dos autos". Sustentou que o colegiado seguia sem acesso a dezoito petições e cento e oitenta documentos, e contestou que caiba ao relator escolher quais peças ficam disponíveis aos demais ministros.

Alexandre de Moraes André Mendonça Edson Fachin Supremo Tribunal Federal

Resposta do citado Mendonça negou ter feito retirada seletiva do sigilo. Argumentou que a diferença no número de peças exibido pelo sistema não significa ocultação de documentos e afirmou que "todo o material necessário ao julgamento já foi disponibilizado". Horas depois, levantou o sigilo de trinta e nove processos. CNN Brasil — Moraes diz que Mendonça direciona sigilo para proteger grupo político (nível 2, 11/09/2026)
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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Decisão Mendonça abre mais trinta e nove processos, entre eles o do Dark Horse

Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro.

André Mendonça Supremo Tribunal Federal Procuradoria-Geral da República Edson Fachin Flávio Bolsonaro Eduardo Bolsonaro Ciro Nogueira Jaques Wagner Augusto Ferreira Lima Cláudio Castro Daniel Vorcaro

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