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Caso Master

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Núcleo Master

Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação

Solto em novembro de 2025 com tornozeleira, Vorcaro volta à prisão em 4 de março de 2026, na terceira fase da Compliance Zero. A PF sustenta que ele coordenava um núcleo de intimidação e obstrução, "A Turma", e um grupo de ataques digitais. Em maio, o pai do banqueiro é preso; duas propostas de delação são rejeitadas; em julho, a PF aponta uma campanha paga contra o Banco Central.

Afirmações 8

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Fato Apontado como operador do grupo, Luiz Phillipi Mourão morre na prisão

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, tratado nos autos pelo apelido "Sicário" e apontado pela Polícia Federal como o responsável pelos acessos clandestinos a sistemas oficiais, foi preso em março de 2026 e morreu dois dias depois, na prisão, após uma tentativa de suicídio. As condutas atribuídas a ele nos relatórios da PF, portanto, nunca chegaram a ser respondidas em juízo por ele próprio.

Daniel Vorcaro Polícia Federal

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Fato Vorcaro é preso pela segunda vez

Em 4 de março de 2026, na terceira fase da Compliance Zero, autorizada por André Mendonça, Vorcaro foi preso preventivamente de novo, com mais três pessoas; foram cumpridos 4 mandados de prisão e 15 de busca em São Paulo e Minas Gerais, com sequestro e bloqueio de bens de até R$ 22 bilhões.

Polícia Federal Daniel Vorcaro André Mendonça Supremo Tribunal Federal

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Alegação por Polícia Federal PF aponta núcleo de intimidação chamado “A Turma”

Segundo a representação da Polícia Federal que embasou a nova prisão, Vorcaro teria coordenado um núcleo de intimidação e obstrução, chamado "A Turma", responsável por ameaças, intimidações presenciais, levantamentos clandestinos e obtenção ilegal de informações sigilosas, e um grupo de ataques digitais chamado "Os Meninos", que faria invasões, derrubada de perfis e monitoramento digital ilegal.

Daniel Vorcaro Polícia Federal

Resposta do citado Em nota assinada pelo advogado Edson Gushiken, a defesa negou "categoricamente" as alegações, afirmou que Vorcaro "colaborou de forma transparente com as investigações desde o início" e pediu ao STF as datas das mensagens atribuídas a ele na representação. Agência Brasil — Defesa de Vorcaro pede ao STF provas objetivas de prisão do banqueiro (nível 1)
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Fato PF prende Henrique Vorcaro, pai do banqueiro

Na sexta fase, em 14 de maio de 2026, a Polícia Federal cumpriu 7 mandados de prisão preventiva e 17 de busca em SP, RJ e MG e prendeu Henrique Vorcaro, pai do banqueiro; a decisão de Mendonça cita a "persistência das atividades ilícitas" dos grupos após as prisões e conversas em que Henrique Vorcaro teria seguido acionando o grupo, com repasses de R$ 400 mil a R$ 800 mil.

Polícia Federal Henrique Vorcaro Daniel Vorcaro André Mendonça

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Fato PF rejeita duas propostas de delação de Vorcaro

A Polícia Federal rejeitou duas propostas de delação premiada de Vorcaro: a primeira em 20 de maio de 2026, por considerar o material "superficial" e omisso sobre aliados políticos, e a segunda, protocolada na PGR entre 1º e 2 de junho, em 10 de junho; a PGR também rejeitou proposta por não trazer elementos novos.

Daniel Vorcaro Polícia Federal Procuradoria-Geral da República

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Alegação por Polícia Federal PF aponta campanha paga contra a credibilidade do Banco Central

Na décima fase, em 9 de julho de 2026, a Polícia Federal apontou uma campanha coordenada em redes sociais contra a credibilidade do Banco Central, chamada "Projeto DV", que teria sido financiada por Vorcaro com influenciadores e veículos sob contratos de confidencialidade com multa de até R$ 2 milhões; o publicitário Thiago Miranda foi alvo de busca.

Polícia Federal Daniel Vorcaro Thiago Miranda Banco Central do Brasil André Mendonça

Resposta do citado A defesa de Thiago Miranda "vem a público refutar, de forma categórica, a prática de qualquer ilegalidade" e afirmou que a existência de investigação "não autoriza qualquer juízo antecipado de culpa". CNN Brasil — Master: PF faz operação sobre ataques ao BC; Thiago Miranda é um dos alvos (nível 2, 09/07/2026)
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Alegação por Polícia Federal Relatórios liberados descrevem ameaças a ex-funcionários e às famílias deles

Relatórios da Polícia Federal divulgados por Mendonça em 10 de setembro de 2026 descrevem coação, ameaças, agressões físicas e constrangimento praticados, segundo a apuração, pelo grupo em torno de Vorcaro. Um trecho diz: "Se diante do público Daniel Vorcaro se apresenta como uma pessoa de boa interlocução e amigável, nas conversas com o Sicário Felipe Mourão surge uma versão voltada para a realização de atos de violência". Os documentos citam o ex-piloto Luís Felipe Woyceichoski, alvo de ameaças que teriam alcançado a família dele, e o ex-chefe de cozinha Leandro Garcia da Silva, que teria sido ameaçado de morte por sete pessoas no local de trabalho depois de publicar um vídeo nas redes.

Daniel Vorcaro Polícia Federal André Mendonça

Resposta do citado O Poder360 não registrou manifestação da defesa sobre esses relatórios. Em março de 2026, ao ser divulgada a representação que apontava o núcleo "A Turma", a defesa de Vorcaro havia negado "categoricamente" as acusações e afirmado que o banqueiro colaborava com as investigações desde o início. Agência Brasil — Defesa de Vorcaro pede ao STF provas objetivas de prisão do banqueiro (nível 1)
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Alegação por Polícia Federal PF diz que o grupo entrava em sistemas do MPF, da PF e do Banco Central com login de terceiros

Relatório da Polícia Federal de 164 páginas, tornado público em 11 de setembro de 2026, sustenta que Vorcaro pagava R$ 1 milhão por mês para manter o grupo chamado "A Turma" e que o responsável pelos acessos clandestinos, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, fazia "acesso recorrente e irregular a procedimentos sigilosos em andamento no MPF, na PF, na Polícia Civil e no Banco Central", pela "utilização de logins funcionais de terceiros". Segundo o documento, o alcance chegou a organismos internacionais como o FBI e a Interpol. Em 15 de fevereiro de 2024, quarenta minutos depois de Vorcaro pedir informações sobre inquéritos, veio a resposta com o áudio de um policial federal dizendo que a "Tropa" daria atenção especial; em seguida foram enviados comprovantes de consulta ao CPF do banqueiro nos sistemas do MPF, que apontaram quinze procedimentos ligados a ele, onze deles sigilosos. Questionado se deveria buscar todos os processos com "BRB AND MASTER", Vorcaro respondeu: "Quero tudo. Atenção total". A PF registra que o servidor que fez a consulta tentou ocultar a própria identificação, apagando o nome e o setor, o que indicaria "intenção deliberada do servidor de ocultar sua identidade". O policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva, preso em 4 de março de 2026, é apontado como quem tinha acesso aos sistemas do MPF.

Daniel Vorcaro Polícia Federal Procuradoria-Geral da República Banco Central do Brasil

Resposta do citado A Agência Brasil não registrou manifestação da defesa sobre este relatório. Em março de 2026, quando veio a público a representação que apontava o núcleo "A Turma", a defesa de Vorcaro negou "categoricamente" as acusações e afirmou que ele colaborava com as investigações desde o início. Agência Brasil — Defesa de Vorcaro pede ao STF provas objetivas de prisão do banqueiro (nível 1)
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Registrado em 08/09/2026 · atualizado em 11/09/2026