Pular para o conteúdo
Caso Master

Conteúdo atualizado até

Órgãos de controle · organizacao

Procuradoria-Geral da República

Órgão do Ministério Público Federal que atua perante o STF.

Afirmações 12

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Decisão Toffoli bloqueia R$ 5,7 bilhões de 38 investigados

Em decisão de 6 de janeiro de 2026, tornada pública após a segunda fase da Operação Compliance Zero (14/1), o ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, determinou o bloqueio e sequestro de R$ 5,7 bilhões em bens de 38 investigados e a quebra de sigilo bancário e fiscal de 101 pessoas e entidades, a pedido da PGR.

Dias Toffoli Supremo Tribunal Federal Procuradoria-Geral da República Polícia Federal Daniel Vorcaro Banco Master

3 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: A PF pede a suspeição de Toffoli

Fato CPI do Crime rejeita relatório que pedia indiciar ministros

Em 14 de abril de 2026, a CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou, por 6 votos a 4, o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral Paulo Gonet por crimes de responsabilidade, com base no caso Master; a CPI terminou sem relatório aprovado.

CPI do Crime Organizado Senado Federal Dias Toffoli Alexandre de Moraes Procuradoria-Geral da República

4 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Fato PF rejeita duas propostas de delação de Vorcaro

A Polícia Federal rejeitou duas propostas de delação premiada de Vorcaro: a primeira em 20 de maio de 2026, por considerar o material "superficial" e omisso sobre aliados políticos, e a segunda, protocolada na PGR entre 1º e 2 de junho, em 10 de junho; a PGR também rejeitou proposta por não trazer elementos novos.

Daniel Vorcaro Polícia Federal Procuradoria-Geral da República

2 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação

Fato Vorcaro depôs no gabinete de Mendonça, sem a Polícia Federal na sala

Em 27 de agosto de 2026, Vorcaro foi ouvido no gabinete de Mendonça pelo juiz auxiliar João Azambuja, na presença de seus advogados Daniel Bialski e Engels Muniz e de um integrante do Ministério Público Federal, sem agentes da Polícia Federal. Relatou que a mãe passou a receber ameaças de morte depois da prisão dele — "receberam inúmeras ameaças de morte e falaram que eu seria morto. Tem e-mails, inclusive" — e disse que os remetentes eram anônimos, sem entregar os e-mails na ocasião. Em nota de 2 de setembro, o gabinete confirmou o depoimento, afirmou que ele foi feito "por requerimento expresso da defesa do depoente, que relatou estar sofrendo graves intimidações e solicitou ser ouvido com urgência", que a ausência da PF "seguiu essa mesma diretriz de proteção" e que a presença do Ministério Público "é exigência legal, e foi observada". A nota também negou que temas relacionados a Moraes tivessem sido abordados. No mesmo 2 de setembro, a PGR pediu o arquivamento do depoimento, sustentando que Vorcaro não apresentou provas das supostas ameaças; as tratativas de delação do banqueiro já haviam sido recusadas duas vezes pela PF e pela própria PGR.

André Mendonça Daniel Vorcaro Polícia Federal Procuradoria-Geral da República Supremo Tribunal Federal

4 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Mendonça e Vorcaro: o encontro, o terno e o depoimento no gabinete

Fato No depoimento à PF, Vorcaro diz que tinha uma solução e que soube da liquidação ao ser preso

Em depoimento à Polícia Federal em 28 de agosto de 2026, por videoconferência da Papudinha, em Brasília, ao delegado Albert Paulo Sérgio de Moura, Vorcaro contou que na manhã de 17 de novembro de 2025 avisou o Banco Central de que tinha encontrado comprador: "eu aviso pela manhã o Banco Central que eu arrumei uma solução, que eu já estava protocolando o primeiro contrato". Disse que viajaria naquela noite para apresentar outros dois contratos nos dias seguintes. Foi preso no aeroporto de Guarulhos naquela mesma noite, e o banco foi liquidado no dia seguinte. Sobre a liquidação, afirmou que o processo "tinha sido aberto há muito tempo e não era mexido" e "teve um desfecho rápido e inusitado" naquela tarde, e que só então soube que o banco seria liquidado. Descreveu o que vivia como "um terror" e "algo desumano", reconheceu que "houveram erros no desenrolar do tema do Banco Master" e disse ter "muito a contribuir e a falar". O depoimento foi tomado na investigação sobre suposto pagamento de propina a servidores do Banco Central; as duas tentativas de acordo de delação do banqueiro já haviam sido recusadas pela PF e pela PGR.

Daniel Vorcaro Polícia Federal Banco Master Banco Central do Brasil Procuradoria-Geral da República

3 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Vorcaro é preso e o Banco Master é liquidado

Decisão Gonet pede a anulação da investigação sobre Moraes

Em 1º de setembro de 2026, o procurador-geral Paulo Gonet pediu ao STF a anulação da investigação sobre as mensagens entre Vorcaro e Moraes, sustentando que Mendonça investigou ilegalmente um ministro da Corte: "A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual"; segundo a manifestação, 188 das mais de 200 páginas do relatório tratam de Moraes.

Paulo Gonet Procuradoria-Geral da República André Mendonça Alexandre de Moraes Supremo Tribunal Federal

2 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Fato PGR fecha delação com empresário ligado ao filme

Em setembro de 2026, a PGR fechou acordo de delação com o empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, o "Mineiro", dono da Entre Investimentos e Participações, cuja empresa, segundo a apuração, teria canalizado pagamentos ao Havengate Development Fund, fundo no Texas que repassou recursos à Go Up; é o primeiro acordo ligado ao filme e depende de homologação por Mendonça.

Procuradoria-Geral da República Havengate Development Fund Go Up Entertainment Eduardo Bolsonaro André Mendonça Daniel Vorcaro

Resposta do citado Eduardo Bolsonaro nega ter recebido repasses. Flávio Bolsonaro e Paulo Calixto não se manifestaram na reportagem. CNN Brasil — Dark Horse: PGR fecha delação com empresário ligado a fundo nos EUA (nível 2, 03/09/2026)
1 fonte · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio

Decisão Fux dá 15 dias para explicarem por que o socorro ao BRB não saiu do papel

Em decisão assinada em 9 de setembro de 2026 e noticiada em 11 de setembro, Fux deu 15 dias para que a União, o Banco Central e o FGC expliquem os entraves ao empréstimo destinado a cobrir R$ 6,6 bilhões de prejuízo do BRB com as carteiras compradas do Banco Master. O acordo foi homologado por Fux em maio e continua sem execução; as garantias previstas são o Fundo de Participação dos Estados e o Fundo de Participação dos Municípios, e não recursos federais diretos. Cumprido o prazo, a PGR deve se manifestar em seguida. Sem o socorro, o BRB corre risco de não cumprir requisitos regulatórios.

Luiz Fux Supremo Tribunal Federal Banco de Brasília (BRB) Banco Central do Brasil Fundo Garantidor de Créditos Banco Master Procuradoria-Geral da República

2 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta

Decisão Fachin derruba as decisões dos dois lados e mantém Andrei no cargo

Em 9 de setembro de 2026, horas depois de Dino reverter o afastamento decidido por Mendonça, Fachin suspendeu as duas decisões e manteve Andrei Rodrigues na direção-geral da Polícia Federal, acolhendo recurso da Advocacia-Geral da União. Escreveu que "é grave o quadro em que decisões de Ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal". Na mesma decisão, suspendeu o procedimento da PGR que apurava possível interferência de Mendonça na condução das investigações da PF e determinou que nenhuma apuração envolvendo ministros do STF siga sem análise prévia da Presidência.

Edson Fachin Supremo Tribunal Federal André Mendonça Flávio Dino Andrei Rodrigues Polícia Federal Procuradoria-Geral da República

1 fonte · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Decisão Fachin dá 24 horas a Mendonça para liberar todas as provas

Em 11 de setembro de 2026, às 15h40, Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que Mendonça retirasse em 24 horas o sigilo de todos os documentos da Operação Compliance Zero, "ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade". Para a PGR, a divulgação apenas parcial passava a "ideia equivocada" de que a transparência estava comprometida. A ordem veio depois de Mendonça ter atendido em parte o pedido anterior, na véspera, abrindo quinze procedimentos e mantendo em sigilo outras linhas de apuração, entre elas as que envolvem Flávio Bolsonaro e o senador Jaques Wagner.

Edson Fachin André Mendonça Procuradoria-Geral da República Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Cristiano Zanin Flávio Bolsonaro Jaques Wagner

2 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Alegação por Polícia Federal PF diz que o grupo entrava em sistemas do MPF, da PF e do Banco Central com login de terceiros

Relatório da Polícia Federal de 164 páginas, tornado público em 11 de setembro de 2026, sustenta que Vorcaro pagava R$ 1 milhão por mês para manter o grupo chamado "A Turma" e que o responsável pelos acessos clandestinos, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, fazia "acesso recorrente e irregular a procedimentos sigilosos em andamento no MPF, na PF, na Polícia Civil e no Banco Central", pela "utilização de logins funcionais de terceiros". Segundo o documento, o alcance chegou a organismos internacionais como o FBI e a Interpol. Em 15 de fevereiro de 2024, quarenta minutos depois de Vorcaro pedir informações sobre inquéritos, veio a resposta com o áudio de um policial federal dizendo que a "Tropa" daria atenção especial; em seguida foram enviados comprovantes de consulta ao CPF do banqueiro nos sistemas do MPF, que apontaram quinze procedimentos ligados a ele, onze deles sigilosos. Questionado se deveria buscar todos os processos com "BRB AND MASTER", Vorcaro respondeu: "Quero tudo. Atenção total". A PF registra que o servidor que fez a consulta tentou ocultar a própria identificação, apagando o nome e o setor, o que indicaria "intenção deliberada do servidor de ocultar sua identidade". O policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva, preso em 4 de março de 2026, é apontado como quem tinha acesso aos sistemas do MPF.

Daniel Vorcaro Polícia Federal Procuradoria-Geral da República Banco Central do Brasil

Resposta do citado A Agência Brasil não registrou manifestação da defesa sobre este relatório. Em março de 2026, quando veio a público a representação que apontava o núcleo "A Turma", a defesa de Vorcaro negou "categoricamente" as acusações e afirmou que ele colaborava com as investigações desde o início. Agência Brasil — Defesa de Vorcaro pede ao STF provas objetivas de prisão do banqueiro (nível 1)
1 fonte · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação

Decisão Mendonça abre mais trinta e nove processos, entre eles o do Dark Horse

Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro.

André Mendonça Supremo Tribunal Federal Procuradoria-Geral da República Edson Fachin Flávio Bolsonaro Eduardo Bolsonaro Ciro Nogueira Jaques Wagner Augusto Ferreira Lima Cláudio Castro Daniel Vorcaro

2 fontes · 3 casos

Reportar erro neste registro

Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio, Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro, A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro