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Caso Master

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Instituições privadas · organizacao

Banco Pleno

Banco de Augusto Lima, antes chamado Voiter e, antes disso, Indusval. Liquidado pelo Banco Central em 18/02/2026.

Afirmações 3

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Fato Em 2024 o Banco Central aprova Vorcaro para controlar mais um banco

Em julho de 2024, o Banco Central aprovou Daniel Vorcaro para assumir o controle do antigo Indusval, que passou a se chamar Banco Voiter. Foi um ano antes de o mesmo BC autorizar a transferência desse banco a Augusto Ferreira Lima, sócio de Vorcaro no Master.

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Fato O BC libera a venda do Voiter a sócio de Vorcaro depois de achar créditos inexistentes

Em 24 de julho de 2025, o Banco Central aprovou a transferência do controle do Banco Voiter a Augusto Ferreira Lima. No comunicado que enviou depois ao Tribunal de Contas da União, o próprio BC registrou que "no 1º semestre de 2025, foi constatada cessão de créditos inexistentes ao BRB" e que os fatos foram "comunicados pelo BCB ao Ministério Público Federal (MPF) em julho de 2025" — ou seja, a autorização saiu depois de o regulador já conhecer o problema. Em agosto de 2025 o banco passou a se chamar Banco Pleno, e em fevereiro de 2026 foi liquidado. A operação com o BRB envolvia créditos no valor de R$ 11,5 bilhões. Procurados pelo Poder360, o Banco Central e o Banco Pleno não responderam até a publicação.

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Casos: Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto

Decisão Banco Central liquida o Banco Pleno

Em 18 de fevereiro de 2026, o Banco Central liquidou o Banco Pleno, de Augusto Lima, citando comprometimento da situação econômico-financeira, deterioração da liquidez e infringência às normas. Lima foi sócio de Vorcaro no Master de 2019 a maio de 2024, trouxe o Credcesta ao banco e é casado desde janeiro de 2024 com Flávia Arruda, ex-ministra do governo Bolsonaro e ex-diretora de sustentabilidade do Master.

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