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Caso Master

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Órgãos de controle · organizacao

Ministério Público Federal

Ramo do Ministério Público da União que atua perante a Justiça Federal.

Afirmações 4

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Fato O BC libera a venda do Voiter a sócio de Vorcaro depois de achar créditos inexistentes

Em 24 de julho de 2025, o Banco Central aprovou a transferência do controle do Banco Voiter a Augusto Ferreira Lima. No comunicado que enviou depois ao Tribunal de Contas da União, o próprio BC registrou que "no 1º semestre de 2025, foi constatada cessão de créditos inexistentes ao BRB" e que os fatos foram "comunicados pelo BCB ao Ministério Público Federal (MPF) em julho de 2025" — ou seja, a autorização saiu depois de o regulador já conhecer o problema. Em agosto de 2025 o banco passou a se chamar Banco Pleno, e em fevereiro de 2026 foi liquidado. A operação com o BRB envolvia créditos no valor de R$ 11,5 bilhões. Procurados pelo Poder360, o Banco Central e o Banco Pleno não responderam até a publicação.

Banco Central do Brasil Augusto Ferreira Lima Banco Pleno Banco de Brasília (BRB) Banco Master Ministério Público Federal Tribunal de Contas da União

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Casos: Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto

Fato Gonet diz que viu Vorcaro uma vez, em painel patrocinado pelo Master

Em 16 de setembro de 2026, o Conselho Superior do Ministério Público Federal marcou para 25 de setembro o debate sobre o procedimento aberto a partir de representação de deputados do Novo, que pediram o afastamento de Paulo Gonet das investigações do caso Master. Relata o subprocurador-geral Francisco de Assis Sanseverino. Na defesa apresentada em 15 de setembro, Gonet afirmou não ter "com o Sr. Daniel Vorcaro relação de amizade alguma, nem muito menos interesse pessoal nos processos em que ele conste como parte ou investigado", e disse tê-lo encontrado uma única vez, de forma "brevíssima e banal", num painel jurídico em Londres patrocinado pelo Master, sem conhecimento prévio de quem eram os patrocinadores. Investigadores da Operação Compliance Zero apontam menções a Gonet em conversas de Vorcaro com Moraes, entre elas "não podemos reverter isso com Paulo e Andrei".

Paulo Gonet Ministério Público Federal Partido Novo Daniel Vorcaro Alexandre de Moraes Andrei Rodrigues Banco Master

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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Decisão Por 5 a 4, o Conselho do MPF decide não investigar Gonet

Em 25 de setembro de 2026, o Conselho Superior do Ministério Público Federal arquivou por 5 votos a 4 o pedido para investigar criminalmente Paulo Gonet, e rejeitou por unanimidade o afastamento dele das investigações do caso Master. Votaram pelo arquivamento o relator Francisco Sanseverino, Celso de Albuquerque Silva, Alexandre Camanho, Hindemburgo Chateaubriand e Nicolao Dino; pela apuração, Janice Ascari, Samantha Chantal Dobrowolski, José Adônis e Ana Borges Santos. Sanseverino sustentou que "não houve nenhum contato direto, nem indireto dele, solicitação direta ou indireta de vantagem". Na divergência, Dobrowolski disse que "ninguém pode ser juiz de si mesmo" e defendeu designar um membro do MPF para apurar possível prevaricação, argumentando que o procurador-geral deveria ter tido mais cuidado ao se manifestar sobre a nulidade de uma investigação que o citava. O pedido partira de deputados do Novo, depois de Gonet aparecer em mensagens do celular de Vorcaro e numa fotografia, publicada pelo O Globo, ao lado do banqueiro num evento jurídico em Londres em abril de 2024.

Paulo Gonet Ministério Público Federal Partido Novo Daniel Vorcaro Procuradoria-Geral da República

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Fato Investigado do grupo digital pede soltura e sinaliza disposição de falar

Em 2 de outubro de 2026, a defesa de Victor Lima Sedlmaier, apontado pela PF como integrante de "Os Meninos" — o braço de ataques digitais, invasão de aparelhos, derrubada de perfis e monitoramento ilegal —, pediu a Mendonça a revogação da prisão preventiva. É o segundo pedido; o primeiro é de 22 de maio. Alega que o prazo de 90 dias para reavaliação da custódia venceu, que o celular, o SSD e os documentos já foram apreendidos, e que ele não é acusado de violência nem de ameaçar testemunhas. Se não for solto, aceita tornozeleira, entrega de passaporte, proibição de viajar e comparecimento periódico. A petição diz que ele quer esclarecer os fatos à PF e, se for o caso, ao MPF, e pede que a PGR seja informada da disposição de colaborar — ressalvando que não se trata de proposta formal de delação nem de confissão. Sedlmaier foi preso em 16 de maio de 2026, na sexta fase, depois de deportado de Dubai.

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Casos: Vorcaro é preso de novo; PF aponta grupo de intimidação