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Caso Master

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Órgãos de controle · organizacao

Tribunal de Contas da União

Órgão de controle externo. Auditou a supervisão do Banco Central sobre o Master.

Afirmações 4

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Fato Já em 2023 a fiscalização do BC via o problema se formando

Na resposta que entregou ao Tribunal de Contas da União em 29 de dezembro de 2025, o Banco Central apresentou a cronologia da própria fiscalização. Segundo esse documento, ainda em 2023 a área de supervisão identificou fragilidades no Banco Master: crescimento acelerado do passivo e concentração em ativos de baixa liquidez, sobretudo precatórios. Nos anos seguintes, o BC exigiu aportes de capital, recusou operações por dúvidas sobre a origem dos recursos, comunicou achados às autoridades de investigação e impôs restrições ligadas ao FGC que limitavam a captação de depósitos. A estratégia da resposta, segundo a CNN, era demonstrar que "a liquidação foi o desfecho de um processo longo, técnico e documentado".

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Casos: Da Máxima ao Master: como o banco foi montado, Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto

Fato O BC libera a venda do Voiter a sócio de Vorcaro depois de achar créditos inexistentes

Em 24 de julho de 2025, o Banco Central aprovou a transferência do controle do Banco Voiter a Augusto Ferreira Lima. No comunicado que enviou depois ao Tribunal de Contas da União, o próprio BC registrou que "no 1º semestre de 2025, foi constatada cessão de créditos inexistentes ao BRB" e que os fatos foram "comunicados pelo BCB ao Ministério Público Federal (MPF) em julho de 2025" — ou seja, a autorização saiu depois de o regulador já conhecer o problema. Em agosto de 2025 o banco passou a se chamar Banco Pleno, e em fevereiro de 2026 foi liquidado. A operação com o BRB envolvia créditos no valor de R$ 11,5 bilhões. Procurados pelo Poder360, o Banco Central e o Banco Pleno não responderam até a publicação.

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Casos: Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto

Decisão Banco Central liquida a Reag Trust

Em 15 de janeiro de 2026, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Reag Trust DTVM, renomeada CBSF Distribuidora, por "graves violações" às normas do sistema financeiro: fundos administrados pela Reag teriam estruturado operações fraudulentas com o Master entre julho de 2023 e julho de 2024, segundo relatório do BC ao TCU. A gestora administrava cerca de 700 fundos, somando R$ 300 bilhões, e já era alvo da Carbono Oculto.

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Casos: Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada

Decisão Senado derruba o sigilo da auditoria do TCU

Em 24 de março de 2026, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidida por Renan Calheiros, derrubou o sigilo que o TCU impôs às auditorias sobre as fraudes do Banco Master.

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Casos: Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos