Pular para o conteúdo
Caso Master

Conteúdo atualizado até

Políticos

PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça

Uma mensagem de maio de 2024 no celular de Vorcaro diz que ACM Neto teria ido à casa do banqueiro e dado "apoio total", sem que a PF esclareça a que se referia. Em setembro de 2026, relatórios de inteligência da PF usados por Moraes sugerem que Mendonça tratou o caso de ACM Neto com "assimetria" em relação a outros investigados.

Afirmações 3

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Alegação por Polícia Federal PF cita “apoio total” de ACM Neto a Vorcaro

Segundo o relatório da PF divulgado em julho de 2026, Vorcaro contou a Fábio Faria, em 22 de maio de 2024, que ACM Neto teria ido à sua casa e lhe dado "apoio total", sem que o relatório esclareça a que assunto o apoio se referia; Faria teria respondido "Agora eh aproximar o PT da Bahia". A PF usou o diálogo para sustentar que Vorcaro buscava ampliar canais políticos na Bahia e não identificou providências posteriores.

ACM Neto Daniel Vorcaro Fábio Faria Polícia Federal

Resposta do citado O Poder360 tentou contato com ACM Neto e não conseguiu localizá-lo antes da publicação; não há manifestação registrada. Poder360 — Ex-ministro de Bolsonaro sugeriu a Vorcaro aproximação com PT da Bahia (nível 2, 31/07/2026)
1 fonte

Reportar erro neste registro

Fato Master declarou pagamentos a Temer, Rueda, Lewandowski e ACM Neto

Segundo relatórios da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado e divulgados em abril de 2026, o conglomerado Master declarou pagamentos a escritórios e empresas ligados a quatro figuras públicas: R$ 10 milhões ao escritório de advocacia de Michel Temer em 2025, R$ 6,4 milhões a escritórios de Antonio Rueda em 2023, R$ 5,93 milhões ao escritório de Ricardo Lewandowski entre 2023 e 2025 e R$ 5,4 milhões à consultoria de ACM Neto entre 2023 e 2025. Os citados descrevem os valores como remuneração por serviços jurídicos ou de consultoria; o relatório não afirma irregularidade nos contratos.

Banco Master Michel Temer Antonio Rueda Ricardo Lewandowski ACM Neto Receita Federal CPI do Crime Organizado

Resposta do citado Temer: "Desde que deixei a vida pública reassumi meu escritório de advocacia... meu escritório foi contratado nesse caso para uma atividade jurídica de mediação. O valor recebido pelo contrato foi de R$ 7,5 milhões". Rueda: "Os serviços jurídicos prestados ao conglomerado Master tiveram caráter estritamente técnico, com atuação relevante e devidamente documentada". Lewandowski: além de vários outros clientes, "prestava serviços de consultoria jurídica ao Banco Master". ACM Neto, por sua empresa: "A empresa informa que não pode validar os valores mencionados pela imprensa". Metrópoles — Master declarou pagamentos a Temer, ACM Neto, Rueda e Lewandowski (nível 3, 08/04/2026)
1 fonte

Reportar erro neste registro

Alegação por Polícia Federal Relatórios sugerem assimetria nas decisões de Mendonça

Relatórios de inteligência da PF sobre as operações Sem Desconto e Compliance Zero, anexados por Moraes a decisão de 3 de setembro de 2026, sugerem "assimetria" nas decisões de Mendonça conforme o investigado: citam que, em reunião de 13 de agosto, o ministro teria dito ter a "percepção" de que ACM Neto "aparentaria estar exercendo atividade de representação de interesses dentro dos limites do permitido", tratamento comparado ao dado a Lulinha; a própria PF classifica a confiança da amostra como "baixa".

Polícia Federal André Mendonça ACM Neto Alexandre de Moraes

Resposta do citado O Poder360 pediu manifestação ao gabinete de Mendonça e não obteve resposta até a publicação. Poder360 — PF sugere haver "assimetria" em decisões de André Mendonça (nível 2, 03/09/2026)
1 fonte

Reportar erro neste registro

Registrado em 08/09/2026 · atualizado em 09/09/2026