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Caso Master

Conteúdo atualizado até

Judiciário · pessoa

Alexandre de Moraes

Ministro do STF.

Afirmações 25

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Alegação por Polícia Federal PF aponta Fábio Faria como ponte entre Vorcaro e Moraes

Segundo o relatório da Polícia Federal divulgado em setembro de 2026, o ex-ministro Fábio Faria teria intermediado, em 26 de dezembro de 2023, o primeiro contato entre Vorcaro e Moraes, compartilhando contatos do ministro, e depois teria tratado com o banqueiro do prazo do contrato com o escritório da mulher do ministro e de atrasos em pagamentos.

Fábio Faria Daniel Vorcaro Alexandre de Moraes Barci de Moraes Advogados Polícia Federal

Resposta do citado Fábio Faria afirmou que "sugeriu o escritório Barci de Moraes para atuação em um caso na Justiça de São Paulo" e que "não se reuniu em nenhum momento com a banca e sequer tomou conhecimento dos valores contratados entre as partes". CNN Brasil — Fábio Faria aproximou Moraes e Vorcaro, diz PF (nível 2, 01/09/2026)
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Casos: PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família

Alegação por Polícia Federal PF aponta ao menos seis encontros entre Vorcaro e Moraes

Segundo a Polícia Federal, Vorcaro e Moraes teriam se encontrado ao menos seis vezes entre novembro de 2024 e agosto de 2025, além de um jantar com as esposas em 2 de fevereiro de 2024, e o ministro teria feito ajustes em um contrato do escritório antes da assinatura; em mensagem, Vorcaro teria escrito: "Estamos juntos sempre. Você sabe que tenho gratidão da minha vida a você".

Alexandre de Moraes Daniel Vorcaro Polícia Federal Barci de Moraes Advogados

Resposta do citado Em março de 2026, quando O Globo noticiou as mensagens, o gabinete de Moraes afirmou que o ministro "não recebeu essas mensagens referidas na matéria" e que se tratava de "ilação mentirosa no sentido, novamente, de atacar o Supremo Tribunal Federal". Após a divulgação do relatório da PF, em setembro de 2026, CNN Brasil e Poder360 procuraram o ministro e não obtiveram resposta até a publicação. CNN Brasil — Vorcaro trocou mensagens com Moraes no dia em que foi preso, diz jornal (nível 2, 06/03/2026)
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Casos: PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família

Alegação por Polícia Federal Mensagens mostram Vorcaro tratando o pagamento ao escritório como prioridade

Segundo relatório da Polícia Federal, mensagens extraídas do celular de Vorcaro mostram que ele tratava os repasses ao escritório Barci de Moraes como a conta mais importante do Banco Master. A uma funcionária escreveu: "Esse Barci de Moraes por favor não deixe atrasar um dia, coloca no seu controle. É o pgto mais importante que temos". Em 8 de fevereiro de 2024 cobrou o primeiro pagamento e confirmou transferência de R$ 3.422.268,14. Em 15 de março de 2024, diante de novo atraso, escreveu a um funcionário identificado como Angelo: "Angelo. Pqp. Não pagaram Barci de Moraes. Não to entendendo isso. Contrato mais importante que temos". As cobranças se referiam às parcelas mensais, de R$ 3 milhões líquidos, do contrato assinado em janeiro de 2024. Procurados, Moraes, o procurador-geral Paulo Gonet e a defesa de Vorcaro não se manifestaram até a publicação da reportagem.

Daniel Vorcaro Barci de Moraes Advogados Alexandre de Moraes Banco Master Polícia Federal

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Casos: PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família

Alegação por Polícia Federal Fábio Faria teria alertado Vorcaro sobre o atraso: “O careca não pode atrasar”

Segundo relatório da Polícia Federal, em 15 de março de 2024 o ex-ministro das Comunicações Fábio Faria enviou a Vorcaro uma captura de tela com a frase "O careca não pode atrasar". A mensagem se referia às parcelas do contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, que previa pagamento até o quinto dia útil de cada mês e cujos repasses de fevereiro e março atrasaram. Procurados, Moraes, o procurador-geral e a defesa de Vorcaro não se manifestaram; o escritório Barci de Moraes divulgou nota sobre seus procedimentos de compliance, sem comentar especificamente o alerta.

Fábio Faria Daniel Vorcaro Barci de Moraes Advogados Alexandre de Moraes Banco Master Polícia Federal

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Casos: PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família

Alegação por Polícia Federal PF aponta evento em Londres organizado com ajuda de Moraes

Segundo o relatório da PF, Moraes teria ajudado a organizar um fórum jurídico-político "superexclusivo" patrocinado pelo Master em Londres, de 24 a 27 de abril de 2024, com homenagens a Michel Temer e Rodrigo Pacheco, convidando autoridades e com poder de veto sobre participantes; em mensagem, convidou Gilmar Mendes para um painel. Sobre uma restrição, Vorcaro teria escrito a uma funcionária: "De jeito nenhum. Alexandre morre se você fizer isso".

Alexandre de Moraes Daniel Vorcaro Banco Master Gilmar Mendes Polícia Federal

Resposta do citado Nem Moraes nem Gilmar Mendes responderam ao Poder360 até a publicação. Poder360 — Moraes ajudou a organizar evento "superexclusivo" de Vorcaro em Londres (nível 2, 01/09/2026)
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Casos: PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família

Alegação por Polícia Federal PF aponta segundo contrato, de R$ 50 milhões, com o escritório

Segundo o relatório da PF, além do contrato de janeiro de 2024 com o Master (R$ 131,3 milhões brutos em três anos), o escritório Barci de Moraes teria firmado em maio de 2025 contrato de R$ 50 milhões com a Viking Participações, ligada a Vorcaro; metadados indicariam que Moraes editou um dos contratos, e, em outubro de 2025, Vorcaro teria objetado ao pagamento por Pix ("Nao e bom").

Barci de Moraes Advogados Alexandre de Moraes Daniel Vorcaro Polícia Federal

Resposta do citado O escritório Barci de Moraes negou o segundo contrato à Folha de S.Paulo, afirmando que nada foi assinado. Sobre as mensagens noticiadas em março de 2026 por O Globo, o gabinete de Moraes afirmou que o ministro "não recebeu essas mensagens referidas na matéria" e que se tratava de "ilação mentirosa no sentido, novamente, de atacar o Supremo Tribunal Federal". Após a divulgação do relatório da PF, em setembro de 2026, CNN Brasil e Poder360 procuraram o ministro e não obtiveram resposta até a publicação. CNN Brasil — Vorcaro trocou mensagens com Moraes no dia em que foi preso, diz jornal (nível 2, 06/03/2026)
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Casos: PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família

Alegação por Polícia Federal Vorcaro teria orientado que os repasses ao escritório não fossem por Pix

Segundo relatório da Polícia Federal, em 1º de outubro de 2025 o responsável pelas operações financeiras do Master, Alberto Felix, informou a Vorcaro os pagamentos feitos. Vorcaro perguntou: "Mas nao faz barci pix ne?". Felix respondeu: "Fez, nao pode? Foi pix para os mesmos dados da ted". Vorcaro concluiu: "Nao e bom". O relatório indica que ele orientou o funcionário a não usar Pix nesses repasses, mas não registra o motivo. A conversa foi extraída do celular apreendido na Operação Compliance Zero. Procurados, Moraes, o escritório Barci, o procurador-geral e a defesa de Vorcaro não se manifestaram até a publicação.

Daniel Vorcaro Barci de Moraes Advogados Alexandre de Moraes Banco Master Polícia Federal

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Casos: PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família

Alegação por Polícia Federal PF aponta mensagens de Vorcaro a contato salvo como Moraes

Segundo relatório da Polícia Federal entregue ao STF em 27 de agosto de 2026 e tornado público em 1º de setembro pelo ministro André Mendonça, Daniel Vorcaro teria enviado mensagens, nos dias anteriores à prisão, a um contato salvo em seu celular como "Alexandre de Moraes BRASILIA", entre elas, às 20h48 de 17 de novembro de 2025, minutos antes de ser preso, o texto "To indo assinar com os investidores de fora e estou online". As mensagens teriam sido enviadas em modo de visualização única e recuperadas pela perícia a partir de rascunhos salvos no aparelho.

Daniel Vorcaro Alexandre de Moraes Polícia Federal Supremo Tribunal Federal

Resposta do citado Em março de 2026, quando O Globo noticiou as mensagens, o gabinete de Moraes afirmou que o ministro "não recebeu essas mensagens referidas na matéria" e que se tratava de "ilação mentirosa no sentido, novamente, de atacar o Supremo Tribunal Federal". Após a divulgação do relatório da PF, em setembro de 2026, CNN Brasil e Poder360 procuraram o ministro e não obtiveram resposta até a publicação das reportagens. CNN Brasil — Vorcaro trocou mensagens com Moraes no dia em que foi preso, diz jornal (nível 2, 06/03/2026)
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Casos: PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família

Fato Contrato de R$ 129 milhões com o escritório da mulher de Moraes

Em dezembro de 2025, O Globo revelou contrato do escritório Barci de Moraes com o Banco Master de R$ 129 milhões em três anos, R$ 3,6 milhões mensais, interrompido com a liquidação; em março de 2026 o escritório confirmou ter prestado ao banco "ampla consultoria" entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, com 36 pareceres, e afirmou que "nunca conduziu nenhuma causa para o Banco Master no âmbito do STF". Dados da Receita enviados à CPI indicam R$ 80,2 milhões recebidos em 2024 e 2025.

Barci de Moraes Advogados Banco Master Alexandre de Moraes

Resposta do citado O escritório afirmou que "nunca conduziu nenhuma causa para o Banco Master no âmbito do STF". Em dezembro de 2025, procurados pela CNN, o escritório, o gabinete do ministro e o Master não responderam. Agência Brasil — Escritório ligado à família de Moraes afirma que não atuou no STF (nível 1, 09/03/2026)
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Casos: PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família

Fato CPI do Crime rejeita relatório que pedia indiciar ministros

Em 14 de abril de 2026, a CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou, por 6 votos a 4, o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral Paulo Gonet por crimes de responsabilidade, com base no caso Master; a CPI terminou sem relatório aprovado.

CPI do Crime Organizado Senado Federal Dias Toffoli Alexandre de Moraes Procuradoria-Geral da República

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Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Decisão Mendonça retira o sigilo do relatório sobre Vorcaro e Moraes
Decisão Gonet pede a anulação da investigação sobre Moraes

Em 1º de setembro de 2026, o procurador-geral Paulo Gonet pediu ao STF a anulação da investigação sobre as mensagens entre Vorcaro e Moraes, sustentando que Mendonça investigou ilegalmente um ministro da Corte: "A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual"; segundo a manifestação, 188 das mais de 200 páginas do relatório tratam de Moraes.

Paulo Gonet Procuradoria-Geral da República André Mendonça Alexandre de Moraes Supremo Tribunal Federal

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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Fato Dezoito seccionais da OAB pedem apuração rigorosa

Após a retirada do sigilo, em 1º de setembro de 2026, presidentes de 18 das 27 seccionais da OAB pediram ao STF "apuração rigorosa e isenta de todos os fatos" envolvendo Mendonça, Moraes e Gonet; a seccional do Paraná pediu o afastamento de Moraes e a suspeição de Gonet.

Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes André Mendonça Paulo Gonet

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Fato Nikolas publica vídeo com trechos do relatório sobre Moraes

Em 2 de setembro de 2026, Nikolas Ferreira publicou vídeo de quase 12 minutos com trechos do relatório da PF sobre Vorcaro e Moraes, citando contratos de cerca de R$ 208 milhões entre empresas ligadas ao banqueiro e o escritório Barci de Moraes e cartões do Master com limite de R$ 300 mil aprovados para dois filhos do ministro, que o escritório diz nunca terem sido usados; o deputado pediu o afastamento cautelar de Moraes.

Nikolas Ferreira Alexandre de Moraes Barci de Moraes Advogados Daniel Vorcaro

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Casos: Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro

Alegação por Polícia Federal Relatórios sugerem assimetria nas decisões de Mendonça

Relatórios de inteligência da PF sobre as operações Sem Desconto e Compliance Zero, anexados por Moraes a decisão de 3 de setembro de 2026, sugerem "assimetria" nas decisões de Mendonça conforme o investigado: citam que, em reunião de 13 de agosto, o ministro teria dito ter a "percepção" de que ACM Neto "aparentaria estar exercendo atividade de representação de interesses dentro dos limites do permitido", tratamento comparado ao dado a Lulinha; a própria PF classifica a confiança da amostra como "baixa".

Polícia Federal André Mendonça ACM Neto Alexandre de Moraes

Resposta do citado O Poder360 pediu manifestação ao gabinete de Mendonça e não obteve resposta até a publicação. Poder360 — PF sugere haver "assimetria" em decisões de André Mendonça (nível 2, 03/09/2026)
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Casos: PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça

Decisão Moraes pede que Mendonça seja investigado

Em 3 de setembro de 2026, no inquérito das fake news, Moraes pediu a Fachin providências contra Mendonça por "fortes indícios" de improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade, acusando-o de direcionar investigações contra ministros (Moraes, Gilmar Mendes, Toffoli, Fux e Nunes Marques), de conduzir irregularmente negociações de delação, de tentar atingir Davi Alcolumbre por meio de Antonio Rueda e de ter retirado o sigilo do caso Vorcaro para desviar atenção; baseou-se em relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça.

Alexandre de Moraes André Mendonça Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Polícia Federal

Resposta do citado Mendonça não respondeu ao Poder360. Em decisão de 8 de setembro, chamou o documento divulgado por Moraes de "apócrifo, sem timbre ou qualquer outro símbolo gráfico". Agência Brasil — Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal (nível 1, 08/09/2026)
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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Decisão Fachin dá cinco dias a Moraes, Mendonça, Gonet e Andrei

Em 3 de setembro de 2026, Fachin determinou que Moraes, Mendonça, Gonet e Andrei Rodrigues prestem informações em cinco dias úteis, até 11 de setembro, abriu procedimento próprio sobre a investigação do caso Master e, no dia seguinte, retirou do inquérito das fake news o pedido contra Mendonça, incluindo-o nesse procedimento; anunciou sessão do plenário para a semana seguinte, com transmissão pela TV Justiça.

Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes André Mendonça Paulo Gonet Andrei Rodrigues

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Alegação por Polícia Federal Relatórios sem timbre sobre Mendonça levantam suspeita

Os relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça, com cerca de 50 páginas, sem timbre, assinatura ou data, produzidos antes de 1º de setembro de 2026 e enviados a Moraes, que os juntou ao inquérito das fake news, levantam hipóteses: que Mendonça veria no presidente do União Brasil, Antonio Rueda, uma "rota de acesso" a Davi Alcolumbre, "provável alvo estratégico" por controlar a pauta de impeachment de ministros; que haveria "interesse" em investigar Moraes e "contemporização" com Toffoli; e que Gonet seria tido como "indigno de confiança" pela proximidade com Gilmar. O próprio documento diz não ter valor probatório.

Polícia Federal André Mendonça Alexandre de Moraes Paulo Gonet Gilmar Mendes Dias Toffoli

Resposta do citado Mendonça não respondeu ao Poder360; em decisão de 8 de setembro, chamou o documento de "apócrifo, sem timbre ou qualquer outro símbolo gráfico". Agência Brasil — Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal (nível 1, 08/09/2026)
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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Decisão Mendonça leva o caso ao plenário do STF

Em 6 de setembro de 2026, Mendonça formalizou o pedido para que o plenário do STF analise o caso das conversas de Vorcaro com Moraes e as referências a Gonet e Andrei Rodrigues, defendendo exame "pública e transparente, em sessão presencial".

André Mendonça Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Paulo Gonet Andrei Rodrigues

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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Fato Fachin chama os ex-presidentes da Corte para conter a crise

Em 8 de setembro de 2026, Fachin manifestou a intenção de reunir reservadamente os quatro ministros que já presidiram o STF e continuam na Corte — Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luiz Fux — para tratar da crise aberta pela divulgação das mensagens enviadas por Vorcaro ao contato atribuído a Moraes. Fachin havia dito que a resposta da Corte seria "firme, proporcional e rigorosa".

Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes Dias Toffoli Luiz Fux Alexandre de Moraes Daniel Vorcaro

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Decisão Fachin marca para 15 de setembro a sessão que decide o futuro de Moraes

Em 9 de setembro de 2026, Fachin convocou sessão extraordinária do plenário para terça-feira, 15 de setembro, às 10h. O plenário deve decidir três pontos: se foi regular a ordem de Mendonça que levou ao aprofundamento da análise dos dados do celular de Vorcaro, se o material produzido pela PF a partir dessa medida pode ser usado, e o que fazer com o pedido da PGR de anulação do procedimento. Da resposta a esses pontos depende o destino dos elementos que envolvem Moraes.

Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes André Mendonça Paulo Gonet Polícia Federal Daniel Vorcaro

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Decisão Mendonça abre quinze processos do caso, mas guarda parte do material

Em 10 de setembro de 2026, atendendo a pedido de Fachin feito no mesmo dia, Mendonça retirou o sigilo da Petição 15.556 e de mais catorze procedimentos: os Inquéritos 5.026 e 5.035, a Reclamação 88.121 e as Petições 15.198, 15.478, 15.504, 15.562, 15.563, 15.693, 15.976, 15.977, 15.978, 16.019 e 16.662. Manteve fechado o material que, segundo ele, possa prejudicar diligências e novos procedimentos — entre o que continuou em sigilo está o caso do filme Dark Horse, também sob sua relatoria, por não ter pertinência com o julgamento sobre Moraes. Informou ainda que enviaria cópias completas dos processos, em HDs dedicados, à Presidência do STF e aos gabinetes dos demais ministros. No dia seguinte, sob nova ordem de Fachin, esse sigilo remanescente caiu, inclusive o do Dark Horse.

André Mendonça Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Daniel Vorcaro

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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro, A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Fato Moraes acusa Mendonça de liberar o caso pela metade e cobra os 180 documentos que faltam

Em 11 de setembro de 2026, Moraes enviou ofício a Fachin apontando "escolha seletiva" na retirada do sigilo feita por Mendonça. Segundo levantamento anexado ao ofício, 4.334 dos 4.514 documentos foram liberados e 180 continuaram fora do alcance dos demais ministros, entre eles peças sobre os recursos atribuídos a Vorcaro no filme Dark Horse e sobre a relação entre o senador Jaques Wagner e o ex-sócio do Master Augusto Ferreira Lima. Moraes pediu a retirada "imediata de todo e qualquer sigilo, sem exceção" dos procedimentos ligados à PET 15.556, a intimação de todos os magistrados citados na investigação e que seu pedido de investigação contra Mendonça entre na pauta de 15 de setembro.

Alexandre de Moraes Edson Fachin André Mendonça Supremo Tribunal Federal Daniel Vorcaro Jaques Wagner Augusto Ferreira Lima

Resposta do citado Na noite do mesmo 11 de setembro, em despacho respondendo ao ofício, Mendonça afirmou ter disponibilizado integralmente os procedimentos que vão a julgamento e disse que o sigilo que restou decorre de "análise prudente e responsável, considerando a existência de investigações em andamento e a necessidade de zelar pela preservação de dados pessoais das pessoas investigadas" — citando como exemplo "dados bancários e fiscais de inúmeras pessoas físicas e jurídicas" e sustentando que "jamais se poderia publicizar a 'totalidade dos procedimentos contidos ou relacionados à PET 15.556'". Sobre a diferença nos números apontada por Moraes, escreveu que "Sua Excelência não atentou para o fato de haver múltiplas razões pelas quais os números apresentados, de fato, não sejam idênticos". Agência Brasil — Mendonça diz ter divulgado todo conteúdo disponível no caso Master (nível 1, 11/09/2026)
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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Decisão Fachin dá 24 horas a Mendonça para liberar todas as provas

Em 11 de setembro de 2026, às 15h40, Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que Mendonça retirasse em 24 horas o sigilo de todos os documentos da Operação Compliance Zero, "ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade". Para a PGR, a divulgação apenas parcial passava a "ideia equivocada" de que a transparência estava comprometida. A ordem veio depois de Mendonça ter atendido em parte o pedido anterior, na véspera, abrindo quinze procedimentos e mantendo em sigilo outras linhas de apuração, entre elas as que envolvem Flávio Bolsonaro e o senador Jaques Wagner.

Edson Fachin André Mendonça Procuradoria-Geral da República Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Cristiano Zanin Flávio Bolsonaro Jaques Wagner

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Alegação por Alexandre de Moraes Moraes acusa Mendonça de dirigir o sigilo para proteger um grupo político

Em novo ofício a Fachin, na noite de 11 de setembro de 2026, Moraes afirmou que Mendonça faria um levantamento "seletivo e direcionado" do sigilo no caso Master, com o efeito de proteger "determinado grupo político". Anexou telas do sistema do STF que apontariam "a existência de documentos sigilosos e não visíveis" nos procedimentos, e escreveu que "não é o que consta dos autos". Sustentou que o colegiado seguia sem acesso a dezoito petições e cento e oitenta documentos, e contestou que caiba ao relator escolher quais peças ficam disponíveis aos demais ministros.

Alexandre de Moraes André Mendonça Edson Fachin Supremo Tribunal Federal

Resposta do citado Mendonça negou ter feito retirada seletiva do sigilo. Argumentou que a diferença no número de peças exibido pelo sistema não significa ocultação de documentos e afirmou que "todo o material necessário ao julgamento já foi disponibilizado". Horas depois, levantou o sigilo de trinta e nove processos. CNN Brasil — Moraes diz que Mendonça direciona sigilo para proteger grupo político (nível 2, 11/09/2026)
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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro