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Caso Master

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Políticos · pessoa

Antonio Rueda

Presidente nacional do União Brasil. Advogado, titular de escritórios que prestaram serviços jurídicos.

Afirmações 2

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Fato Master declarou pagamentos a Temer, Rueda, Lewandowski e ACM Neto

Segundo relatórios da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado e divulgados em abril de 2026, o conglomerado Master declarou pagamentos a escritórios e empresas ligados a quatro figuras públicas: R$ 10 milhões ao escritório de advocacia de Michel Temer em 2025, R$ 6,4 milhões a escritórios de Antonio Rueda em 2023, R$ 5,93 milhões ao escritório de Ricardo Lewandowski entre 2023 e 2025 e R$ 5,4 milhões à consultoria de ACM Neto entre 2023 e 2025. Os citados descrevem os valores como remuneração por serviços jurídicos ou de consultoria; o relatório não afirma irregularidade nos contratos.

Banco Master Michel Temer Antonio Rueda Ricardo Lewandowski ACM Neto Receita Federal CPI do Crime Organizado

Resposta do citado Temer: "Desde que deixei a vida pública reassumi meu escritório de advocacia... meu escritório foi contratado nesse caso para uma atividade jurídica de mediação. O valor recebido pelo contrato foi de R$ 7,5 milhões". Rueda: "Os serviços jurídicos prestados ao conglomerado Master tiveram caráter estritamente técnico, com atuação relevante e devidamente documentada". Lewandowski: além de vários outros clientes, "prestava serviços de consultoria jurídica ao Banco Master". ACM Neto, por sua empresa: "A empresa informa que não pode validar os valores mencionados pela imprensa". Metrópoles — Master declarou pagamentos a Temer, ACM Neto, Rueda e Lewandowski (nível 3, 08/04/2026)
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Casos: PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça

Fato O caso chega às urnas, e o efeito é desigual

No primeiro turno, em 4 de outubro de 2026, Flávio Bolsonaro passou à frente de Lula, com 47,27% dos votos válidos contra 44,88%; o segundo turno ficou marcado para 25 de outubro. Em reportagem de 5 de outubro, a Agência Pública observou que o efeito eleitoral do caso foi desigual. Em março, 38% dos eleitores haviam dito à Genial/Quaest que evitariam votar em candidatos envolvidos no escândalo, mas o resultado concentrou esse sentimento em alguns nomes e não em outros: Ciro Nogueira ficou em terceiro na disputa ao Senado pelo Piauí, enquanto Jaques Wagner, Hugo Motta, Nikolas Ferreira e Antonio Rueda foram eleitos ou reeleitos; Ibaneis Rocha e Cláudio Castro desistiram antes da votação. A própria reportagem ressalva que não há garantia de que essas decisões decorreram do envolvimento direto ou indireto dos candidatos no escândalo, e que nenhum dos citados foi condenado, todos negando irregularidades.

Flávio Bolsonaro Luiz Inácio Lula da Silva Ciro Nogueira Jaques Wagner Hugo Motta Nikolas Ferreira Antonio Rueda Ibaneis Rocha Cláudio Castro

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Casos: O caso Master na campanha presidencial de 2026