Pular para o conteúdo
Caso Master

Conteúdo atualizado até

Órgãos de controle · organizacao

CPI do Crime Organizado

Comissão parlamentar de inquérito do Senado que ouviu Galípolo e tratou do caso Master; encerrada em 14/04/2026 sem relatório aprovado.

Afirmações 10

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Decisão Mendonça dispensa Vorcaro de depor no Congresso

Em fevereiro de 2026, Mendonça dispensou Vorcaro de comparecer a comissões do Congresso e garantiu o direito ao silêncio caso comparecesse, citando a garantia contra a autoincriminação; a CPI do Crime Organizado recorreu ao STF em 10 de março.

André Mendonça Daniel Vorcaro CPI do Crime Organizado Supremo Tribunal Federal

2 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Fato Fundador da Reag nega vínculo com o PCC

Na CPI do Crime Organizado, em 11 de março de 2026, o fundador da Reag, João Carlos Mansur, negou vínculo com o PCC ("Não temos nenhuma ligação"), disse que as 15 mil páginas da Carbono Oculto não mencionam a associação e admitiu que o Master era cliente da gestora, recusando-se a responder por que a empresa foi alvo de três operações.

Reag Investimentos CPI do Crime Organizado Banco Master

2 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada

Decisão CPI quer identificar os beneficiários finais dos fundos

Em 18 de março de 2026, a CPI do Crime Organizado aprovou requerimentos para identificar, junto a CVM, Banco Central, Receita e Anbima, os beneficiários finais dos fundos ligados ao Master e à Reag; a convocação e a quebra de sigilos da Prime Aviation, empresa de jatos ligada a Vorcaro; e a convocação de Martha Graeff, ex-noiva do banqueiro, e do ex-governador Pedro Taques. Rejeitou a quebra de sigilo de Paulo Guedes e a convocação de Valdemar Costa Neto.

CPI do Crime Organizado Senado Federal Banco Master Reag Investimentos Martha Graeff

2 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Alegação por Polícia Federal PF aponta plano de transferir mansão à ex-noiva

Mensagens interceptadas pela PF indicariam que Vorcaro planejava transferir uma mansão de R$ 450 milhões e outros bens para o nome da ex-noiva, Martha Graeff, como blindagem patrimonial; a CPI do Crime e a CPMI do INSS aprovaram sua convocação e não conseguiram localizá-la.

Martha Graeff Daniel Vorcaro Polícia Federal CPI do Crime Organizado

Resposta do citado Defesa de Graeff, pelo advogado Lucio de Constantino: "A Sra. Martha não possui imóveis, automóveis ou depósitos de valores decorrentes do relacionamento com o Sr. Daniel Vorcaro. Também não tem conhecimento sobre a existência de algum Trust que lhe envolva"; ela mora de aluguel em Miami e seu patrimônio "é igual antes, durante e depois do relacionamento". Poder360 — Defesa de ex-namorada de Vorcaro desconhece bens citados pela PF (nível 2, 19/03/2026)
2 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Fato Campos Neto nega responsabilidade por “falhas de terceiros”

Convocado pela CPI do Crime Organizado para 3 de março de 2026, o ex-presidente do BC Roberto Campos Neto afirmou em nota que "a presidência do Banco Central não trata das operações específicas de bancos do segmento S3 e não pode ser responsabilizada por falhas de terceiros", e que a supervisão é conduzida por servidores de carreira; em agosto de 2023, o BC havia endurecido as regras para bancos do S3 declararem o valor real de seus ativos.

Roberto Campos Neto Banco Central do Brasil CPI do Crime Organizado Banco Master

2 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto

Fato Banco Central impõe sigilo de oito anos à liquidação

O Banco Central impôs sigilo de oito anos aos documentos da liquidação do Master; à CPI do Crime Organizado, em 8 de abril de 2026, Galípolo disse que o prazo segue norma interna de 2018 e que, na liquidação, o banco tinha em caixa apenas 10% do necessário para pagar os CDBs que venciam.

Banco Central do Brasil Gabriel Galípolo CPI do Crime Organizado Banco Master

3 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos

Fato Galípolo diz que tratou da Lei Magnitsky, não do Master, com ministros do STF

Na mesma sessão da CPI, Galípolo confirmou ter se reunido com ministros do STF, mas para tratar da Lei Magnitsky, e afirmou que nenhum processo relacionado ao Master foi tema dessas conversas: "Nenhum processo relacionado com o que está colocado aqui". Disse ainda que recebeu de Lula a orientação "Seja técnico, o mais técnico possível. Não proteja ninguém, não persiga ninguém".

Gabriel Galípolo Banco Central do Brasil Supremo Tribunal Federal CPI do Crime Organizado Luiz Inácio Lula da Silva

1 fonte · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos

Fato Master declarou pagamentos a Temer, Rueda, Lewandowski e ACM Neto

Segundo relatórios da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado e divulgados em abril de 2026, o conglomerado Master declarou pagamentos a escritórios e empresas ligados a quatro figuras públicas: R$ 10 milhões ao escritório de advocacia de Michel Temer em 2025, R$ 6,4 milhões a escritórios de Antonio Rueda em 2023, R$ 5,93 milhões ao escritório de Ricardo Lewandowski entre 2023 e 2025 e R$ 5,4 milhões à consultoria de ACM Neto entre 2023 e 2025. Os citados descrevem os valores como remuneração por serviços jurídicos ou de consultoria; o relatório não afirma irregularidade nos contratos.

Banco Master Michel Temer Antonio Rueda Ricardo Lewandowski ACM Neto Receita Federal CPI do Crime Organizado

Resposta do citado Temer: "Desde que deixei a vida pública reassumi meu escritório de advocacia... meu escritório foi contratado nesse caso para uma atividade jurídica de mediação. O valor recebido pelo contrato foi de R$ 7,5 milhões". Rueda: "Os serviços jurídicos prestados ao conglomerado Master tiveram caráter estritamente técnico, com atuação relevante e devidamente documentada". Lewandowski: além de vários outros clientes, "prestava serviços de consultoria jurídica ao Banco Master". ACM Neto, por sua empresa: "A empresa informa que não pode validar os valores mencionados pela imprensa". Metrópoles — Master declarou pagamentos a Temer, ACM Neto, Rueda e Lewandowski (nível 3, 08/04/2026)
1 fonte · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça

Fato CPI do Crime rejeita relatório que pedia indiciar ministros

Em 14 de abril de 2026, a CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou, por 6 votos a 4, o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral Paulo Gonet por crimes de responsabilidade, com base no caso Master; a CPI terminou sem relatório aprovado.

CPI do Crime Organizado Senado Federal Dias Toffoli Alexandre de Moraes Procuradoria-Geral da República

4 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Fato STJ investiga ex-governador de Mato Grosso

O STJ investiga, sob sigilo, o ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes por suspeita de favorecimento ao Master no credenciamento do Credcesta para servidores estaduais; em março de 2026, o ex-governador Pedro Taques, advogado de sindicatos, disse à CPI do Crime que o Master comandaria uma rede de instituições no consignado do estado.

Mauro Mendes Banco Master CPI do Crime Organizado

Resposta do citado Mauro Mendes disse ao jornal O Globo que os atos de sua gestão seguiram a legalidade e que o Master era uma entre 24 instituições credenciadas no estado; não respondeu ao Poder360. Poder360 — STJ investiga ex-governador de MT em caso ligado ao Banco Master (nível 2, 24/06/2026)
2 fontes · 1 caso

Reportar erro neste registro

Casos: Consignado em Mato Grosso: STJ investiga ex-governador por favorecimento ao Master