Órgãos de controle · organizacao
CPI do Crime Organizado
Comissão parlamentar de inquérito do Senado que ouviu Galípolo e tratou do caso Master; encerrada em 14/04/2026 sem relatório aprovado.
- Período
- 02/2026 a 24/06/2026
- Tipos
- Fato 7 Decisão 2 Alegação 1
- Alegações com resposta do citado
- 1 de 1
- Fontes distintas
- 17, sendo 9 de nível 1
- Registros com aviso de qualidade
- 5 de 10
- Quem mais aparece
- CPI do Crime Organizado 10 · Banco Master 6 · Banco Central do Brasil 3 · Daniel Vorcaro 2 · Supremo Tribunal Federal 2
Contagens tiradas dos próprios registros desta página. O site não gera síntese em texto: o que cada fonte diz está no registro.
Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.
Mendonça dispensa Vorcaro de depor no Congresso
Em fevereiro de 2026, Mendonça dispensou Vorcaro de comparecer a comissões do Congresso e garantiu o direito ao silêncio caso comparecesse, citando a garantia contra a autoincriminação; a CPI do Crime Organizado recorreu ao STF em 10 de março.
André Mendonça Daniel Vorcaro CPI do Crime Organizado Supremo Tribunal Federal
2 fontes · 1 caso
- Poder360 — Mendonça dispensa Vorcaro de depor no Congresso (nível 2)
- Senado Notícias — CPI do Crime Organizado entra com recurso no STF pela convocação de Vorcaro (nível 1, 10/03/2026)
Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai
Fundador da Reag nega vínculo com o PCC
Na CPI do Crime Organizado, em 11 de março de 2026, o fundador da Reag, João Carlos Mansur, negou vínculo com o PCC ("Não temos nenhuma ligação"), disse que as 15 mil páginas da Carbono Oculto não mencionam a associação e admitiu que o Master era cliente da gestora, recusando-se a responder por que a empresa foi alvo de três operações.
Reag Investimentos CPI do Crime Organizado Banco Master
2 fontes · 1 caso
- Agência Brasil — CPI do Crime: fundador da empresa Reag nega vínculo com PCC (nível 1, 11/03/2026)
- Senado Notícias — CPI ouve Campos Neto e fundador da Reag sobre banco Master na terça (nível 1, 02/03/2026)
Casos: Reag: a gestora ligada ao PCC que operava com o Master e foi liquidada
CPI quer identificar os beneficiários finais dos fundos
Em 18 de março de 2026, a CPI do Crime Organizado aprovou requerimentos para identificar, junto a CVM, Banco Central, Receita e Anbima, os beneficiários finais dos fundos ligados ao Master e à Reag; a convocação e a quebra de sigilos da Prime Aviation, empresa de jatos ligada a Vorcaro; e a convocação de Martha Graeff, ex-noiva do banqueiro, e do ex-governador Pedro Taques. Rejeitou a quebra de sigilo de Paulo Guedes e a convocação de Valdemar Costa Neto.
CPI do Crime Organizado Senado Federal Banco Master Reag Investimentos Martha Graeff
2 fontes · 1 caso
- Agência Brasil — CPI do Crime aprova pedido para investigar beneficiários do Banco Master (nível 1, 18/03/2026)
- CNN Brasil — CPI do Crime aprova convocação de ex-noiva de Vorcaro, Martha Graeff (nível 2, 18/03/2026)
Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai
PF aponta plano de transferir mansão à ex-noiva
Mensagens interceptadas pela PF indicariam que Vorcaro planejava transferir uma mansão de R$ 450 milhões e outros bens para o nome da ex-noiva, Martha Graeff, como blindagem patrimonial; a CPI do Crime e a CPMI do INSS aprovaram sua convocação e não conseguiram localizá-la.
Martha Graeff Daniel Vorcaro Polícia Federal CPI do Crime Organizado
Resposta do citado Defesa de Graeff, pelo advogado Lucio de Constantino: "A Sra. Martha não possui imóveis, automóveis ou depósitos de valores decorrentes do relacionamento com o Sr. Daniel Vorcaro. Também não tem conhecimento sobre a existência de algum Trust que lhe envolva"; ela mora de aluguel em Miami e seu patrimônio "é igual antes, durante e depois do relacionamento". Poder360 — Defesa de ex-namorada de Vorcaro desconhece bens citados pela PF (nível 2, 19/03/2026)
2 fontes · 1 caso
- CNN Brasil — CPI do Crime aprova convocação de ex-noiva de Vorcaro, Martha Graeff (nível 2, 18/03/2026)
- Poder360 — Defesa de ex-namorada de Vorcaro desconhece bens citados pela PF (nível 2, 19/03/2026)
Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai
Campos Neto nega responsabilidade por “falhas de terceiros”
Convocado pela CPI do Crime Organizado para 3 de março de 2026, o ex-presidente do BC Roberto Campos Neto afirmou em nota que "a presidência do Banco Central não trata das operações específicas de bancos do segmento S3 e não pode ser responsabilizada por falhas de terceiros", e que a supervisão é conduzida por servidores de carreira; em agosto de 2023, o BC havia endurecido as regras para bancos do S3 declararem o valor real de seus ativos.
Roberto Campos Neto Banco Central do Brasil CPI do Crime Organizado Banco Master
2 fontes · 1 caso
- CNN Brasil — Master: Campos Neto diz que não é responsável por "falhas de terceiros" (nível 2, 23/03/2026)
- Senado Notícias — CPI ouve Campos Neto e fundador da Reag sobre banco Master na terça (nível 1, 02/03/2026)
Casos: Supervisão do Banco Central: servidores investigados e a defesa de Campos Neto
Banco Central impõe sigilo de oito anos à liquidação
O Banco Central impôs sigilo de oito anos aos documentos da liquidação do Master; à CPI do Crime Organizado, em 8 de abril de 2026, Galípolo disse que o prazo segue norma interna de 2018 e que, na liquidação, o banco tinha em caixa apenas 10% do necessário para pagar os CDBs que venciam.
Banco Central do Brasil Gabriel Galípolo CPI do Crime Organizado Banco Master
3 fontes · 1 caso
- Senado Notícias — Galípolo explica liquidação do Master e diz que tema não foi tratado no STF (nível 1, 08/04/2026)
- Agência Brasil — Sigilo de oito anos para liquidação do Master é regra, diz Galípolo (nível 1)
- CNN Brasil — BC impôs sigilo de oito anos sob documentos da liquidação do Banco Master (nível 2)
Casos: Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos
Galípolo diz que tratou da Lei Magnitsky, não do Master, com ministros do STF
Na mesma sessão da CPI, Galípolo confirmou ter se reunido com ministros do STF, mas para tratar da Lei Magnitsky, e afirmou que nenhum processo relacionado ao Master foi tema dessas conversas: "Nenhum processo relacionado com o que está colocado aqui". Disse ainda que recebeu de Lula a orientação "Seja técnico, o mais técnico possível. Não proteja ninguém, não persiga ninguém".
Gabriel Galípolo Banco Central do Brasil Supremo Tribunal Federal CPI do Crime Organizado Luiz Inácio Lula da Silva
1 fonte · 1 caso
- Senado Notícias — Galípolo explica liquidação do Master e diz que tema não foi tratado no STF (nível 1, 08/04/2026)
Casos: Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos
Master declarou pagamentos a Temer, Rueda, Lewandowski e ACM Neto
Segundo relatórios da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado e divulgados em abril de 2026, o conglomerado Master declarou pagamentos a escritórios e empresas ligados a quatro figuras públicas: R$ 10 milhões ao escritório de advocacia de Michel Temer em 2025, R$ 6,4 milhões a escritórios de Antonio Rueda em 2023, R$ 5,93 milhões ao escritório de Ricardo Lewandowski entre 2023 e 2025 e R$ 5,4 milhões à consultoria de ACM Neto entre 2023 e 2025. Os citados descrevem os valores como remuneração por serviços jurídicos ou de consultoria; o relatório não afirma irregularidade nos contratos.
Banco Master Michel Temer Antonio Rueda Ricardo Lewandowski ACM Neto Receita Federal CPI do Crime Organizado
Resposta do citado Temer: "Desde que deixei a vida pública reassumi meu escritório de advocacia... meu escritório foi contratado nesse caso para uma atividade jurídica de mediação. O valor recebido pelo contrato foi de R$ 7,5 milhões". Rueda: "Os serviços jurídicos prestados ao conglomerado Master tiveram caráter estritamente técnico, com atuação relevante e devidamente documentada". Lewandowski: além de vários outros clientes, "prestava serviços de consultoria jurídica ao Banco Master". ACM Neto, por sua empresa: "A empresa informa que não pode validar os valores mencionados pela imprensa". Metrópoles — Master declarou pagamentos a Temer, ACM Neto, Rueda e Lewandowski (nível 3, 08/04/2026)
1 fonte · 1 caso
- Metrópoles — Master declarou pagamentos a Temer, ACM Neto, Rueda e Lewandowski (nível 3, 08/04/2026)
Casos: PF aponta "apoio total" de ACM Neto a Vorcaro e cita decisão de Mendonça
CPI do Crime rejeita relatório que pedia indiciar ministros
Em 14 de abril de 2026, a CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou, por 6 votos a 4, o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral Paulo Gonet por crimes de responsabilidade, com base no caso Master; a CPI terminou sem relatório aprovado.
CPI do Crime Organizado Senado Federal Dias Toffoli Alexandre de Moraes Procuradoria-Geral da República
4 fontes · 1 caso
- Senado Notícias — CPI do Crime Organizado termina sem relatório final aprovado (nível 1, 14/04/2026)
- Agência Brasil — Relatório final da CPI do Crime Organizado é rejeitado (nível 1)
- CNN Brasil — CPI do Crime rejeita relatório que propõe indiciar Moraes, Toffoli e Gilmar (nível 2)
- Agência Brasil — Relatório da CPI do Crime conecta facções com sistema financeiro (nível 1, 14/04/2026)
Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai
STJ investiga ex-governador de Mato Grosso
O STJ investiga, sob sigilo, o ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes por suspeita de favorecimento ao Master no credenciamento do Credcesta para servidores estaduais; em março de 2026, o ex-governador Pedro Taques, advogado de sindicatos, disse à CPI do Crime que o Master comandaria uma rede de instituições no consignado do estado.
Mauro Mendes Banco Master CPI do Crime Organizado
Resposta do citado Mauro Mendes disse ao jornal O Globo que os atos de sua gestão seguiram a legalidade e que o Master era uma entre 24 instituições credenciadas no estado; não respondeu ao Poder360. Poder360 — STJ investiga ex-governador de MT em caso ligado ao Banco Master (nível 2, 24/06/2026)
2 fontes · 1 caso
- Poder360 — STJ investiga ex-governador de MT em caso ligado ao Banco Master (nível 2, 24/06/2026)
- Agência Brasil — CPI do Crime aprova pedido para investigar beneficiários do Banco Master (nível 1, 18/03/2026)
Casos: Consignado em Mato Grosso: STJ investiga ex-governador por favorecimento ao Master