Políticos · pessoa
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República desde 2023.
- Período
- 04/12/2024 a 04/10/2026
- Tipos
- Fato 6 Alegação 1
- Alegações com resposta do citado
- 1 de 1
- Fontes distintas
- 10, sendo 2 de nível 1
- Registros com aviso de qualidade
- 5 de 7
- Quem mais aparece
- Luiz Inácio Lula da Silva 7 · Daniel Vorcaro 4 · Banco Master 4 · Supremo Tribunal Federal 3 · Flávio Bolsonaro 3
Contagens tiradas dos próprios registros desta página. O site não gera síntese em texto: o que cada fonte diz está no registro.
Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.
Vorcaro é recebido por Lula fora da agenda oficial
Em 4 de dezembro de 2024, Daniel Vorcaro foi recebido por Lula no Palácio do Planalto, em encontro de cerca de uma hora e meia que não constou da agenda oficial do presidente nem da de Gabriel Galípolo. A reunião foi marcada pelo ex-ministro Guido Mantega e teve ainda os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então presidente do Master, Augusto Lima. Segundo relatos, Vorcaro sustentou no encontro que grandes bancos agiriam para preservar a concentração do mercado e prejudicar o Master.
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Resposta do citado A Presidência da República informou não ter registrado as reuniões conduzidas por Guido Mantega no Planalto, incluindo essa, e afirmou que não foram produzidas "atas, registros, filmagens, gravações ou outros documentos dessa natureza". Metrópoles — Planalto diz não ter guardado registros de reunião de Vorcaro com Lula (nível 3)
3 fontes · 1 caso
- CNN Brasil — Lula esteve com Vorcaro em encontro fora da agenda em dezembro de 2024 (nível 2)
- Metrópoles — Lula e Galípolo omitiram de agenda encontro com dono do Master (nível 3)
- Poder360 — Lula aconselhou Vorcaro a não vender Master ao BTG (nível 2, 17/05/2026)
Casos: A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda
Documento aponta conselho de Lula para não vender ao BTG
Segundo documento obtido pela Polícia Federal e revelado pelo UOL em maio de 2026, Lula teria aconselhado Vorcaro, naquele encontro, a não vender o Banco Master ao BTG Pactual pelo valor simbólico de R$ 1, recomendando que mantivesse o banco; teria ainda criticado a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central e indicado que a direção seguinte agiria de outro modo.
Luiz Inácio Lula da Silva Daniel Vorcaro BTG Pactual Banco Master Roberto Campos Neto Banco Central do Brasil
Resposta do citado Ao depor à CPI em abril de 2026, Gabriel Galípolo, presente à reunião, deu versão diferente: afirmou que Lula orientou que o Banco Central tratasse Vorcaro de forma estritamente técnica. A Presidência da República não respondeu especificamente sobre o conselho a respeito do BTG. Agência Brasil — Galípolo: Lula orientou que Bacen tratasse Vorcaro de forma técnica (nível 1, 04/2026)
2 fontes · 1 caso
- Poder360 — Lula aconselhou Vorcaro a não vender Master ao BTG (nível 2, 17/05/2026)
- Metrópoles — Lula e Galípolo omitiram de agenda encontro com dono do Master (nível 3)
Casos: A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda
Galípolo diz que tratou da Lei Magnitsky, não do Master, com ministros do STF
Na mesma sessão da CPI, Galípolo confirmou ter se reunido com ministros do STF, mas para tratar da Lei Magnitsky, e afirmou que nenhum processo relacionado ao Master foi tema dessas conversas: "Nenhum processo relacionado com o que está colocado aqui". Disse ainda que recebeu de Lula a orientação "Seja técnico, o mais técnico possível. Não proteja ninguém, não persiga ninguém".
Gabriel Galípolo Banco Central do Brasil Supremo Tribunal Federal CPI do Crime Organizado Luiz Inácio Lula da Silva
1 fonte · 1 caso
- Senado Notícias — Galípolo explica liquidação do Master e diz que tema não foi tratado no STF (nível 1, 08/04/2026)
Casos: Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos
Flávio usa o caso contra Lula: “não sei se quem governa é o Lula ou o Alexandre de Moraes”
Em comício em Porto Alegre, em 2 de setembro de 2026, o senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, cobrou o silêncio do presidente sobre as mensagens entre Vorcaro e Moraes: "eu não sei se quem governa o Brasil hoje é o Lula ou o Alexandre de Moraes. Vocês sabem quem é o único candidato à Presidência que ainda não se pronunciou sobre esse escândalo de Alexandre de Moraes? Esse aí, esse tal de Lula". Atribuiu o silêncio a uma dívida: "porque ele tem o rabo preso. O Lula deve ao STF sair da cadeia; o Lula deve ao STF ser colocado no jogo político", em referência à anulação das condenações da Lava Jato em 2021. Segundo a CNN Brasil, a campanha do PL planejava associar Lula a Moraes na reta final, lembrando o contrato do escritório da mulher do ministro com o Master, e explorar investigações que envolvem pessoas próximas ao presidente.
Flávio Bolsonaro Luiz Inácio Lula da Silva Alexandre de Moraes Daniel Vorcaro Supremo Tribunal Federal Barci de Moraes Advogados
2 fontes · 1 caso
- Poder360 — Flávio critica Lula por silêncio sobre caso Moraes e Vorcaro (nível 2, 02/09/2026)
- CNN Brasil — Sob ofensiva do PT, Flávio prepara contra-ataque a Lula antes do 1º turno (nível 2, 26/09/2026)
Lula pede quebra total de sigilo, “doa a quem doer”
Em 9 de setembro de 2026, em publicação nas redes sociais, Lula defendeu a quebra completa do sigilo das investigações sobre todos os envolvidos no caso Master, "seja quem for, doa a quem doer", afirmou que "o Brasil precisa saber a verdade" e disse que o país enfrenta uma crise institucional no Judiciário.
Luiz Inácio Lula da Silva Supremo Tribunal Federal Banco Master
1 fonte · 1 caso
- Agência Brasil — Lula pede quebra completa de sigilo do caso Master “doa a quem doer” (nível 1, 09/09/2026)
Casos: A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda
Lula usa o caso contra os Bolsonaro: “quem legalizou o Master foi o Bolsonaro”
Em ato de campanha em Guarulhos, em 18 de setembro de 2026, o presidente Lula disse: "quem legalizou o Banco Master foi o Bolsonaro. Quem fechou o Banco Master foi o Lula e o Haddad", afirmando que o governo anterior "criou um banqueiro ladrão que deu um golpe de R$ 60 bilhões" e que "esse banqueiro deles, no meu governo, virou prisioneiro". Em 25 de setembro, em comício no Recife, voltou ao tema ligando o adversário ao financiamento do filme Dark Horse: "a gente não pode permitir voltar, votar na família Bolsonaro é votar no Vorcaro".
Luiz Inácio Lula da Silva Flávio Bolsonaro Jair Bolsonaro Daniel Vorcaro Banco Master
2 fontes · 1 caso
- Metrópoles — “Quem legalizou o Master foi o Bolsonaro”, diz Lula em ato de campanha (nível 3, 18/09/2026)
- Poder360 — “Votar na família Bolsonaro é votar no Vorcaro”, afirma Lula (nível 2, 25/09/2026)
O caso chega às urnas, e o efeito é desigual
No primeiro turno, em 4 de outubro de 2026, Flávio Bolsonaro passou à frente de Lula, com 47,27% dos votos válidos contra 44,88%; o segundo turno ficou marcado para 25 de outubro. Em reportagem de 5 de outubro, a Agência Pública observou que o efeito eleitoral do caso foi desigual. Em março, 38% dos eleitores haviam dito à Genial/Quaest que evitariam votar em candidatos envolvidos no escândalo, mas o resultado concentrou esse sentimento em alguns nomes e não em outros: Ciro Nogueira ficou em terceiro na disputa ao Senado pelo Piauí, enquanto Jaques Wagner, Hugo Motta, Nikolas Ferreira e Antonio Rueda foram eleitos ou reeleitos; Ibaneis Rocha e Cláudio Castro desistiram antes da votação. A própria reportagem ressalva que não há garantia de que essas decisões decorreram do envolvimento direto ou indireto dos candidatos no escândalo, e que nenhum dos citados foi condenado, todos negando irregularidades.
Flávio Bolsonaro Luiz Inácio Lula da Silva Ciro Nogueira Jaques Wagner Hugo Motta Nikolas Ferreira Antonio Rueda Ibaneis Rocha Cláudio Castro
1 fonte · 1 caso
- Agência Pública — Escândalo Master pesa na urna para uns e passa batido para outros (nível 2, 05/10/2026)