Políticos · pessoa
Jaques Wagner
Senador (PT-BA), líder do governo no Senado.
- Período
- 18/06/2026 a 11/09/2026
- Tipos
- Fato 2 Decisão 2 Alegação 3
- Alegações com resposta do citado
- 3 de 3
- Fontes distintas
- 13, sendo 4 de nível 1
- Registros com aviso de qualidade
- 1 de 7
- Quem mais aparece
- Jaques Wagner 7 · Augusto Ferreira Lima 5 · Polícia Federal 4 · André Mendonça 4 · Daniel Vorcaro 4
Contagens tiradas dos próprios registros desta página. O site não gera síntese em texto: o que cada fonte diz está no registro.
Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.
Nona fase cumpre mandados ligados a Jaques Wagner
Na nona fase, em 18 de junho de 2026, a Polícia Federal cumpriu 18 mandados de busca na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal, com o senador Jaques Wagner, líder do governo, e o ex-sócio do Master Augusto Lima entre os alvos, por autorização de André Mendonça.
Polícia Federal Jaques Wagner Augusto Ferreira Lima André Mendonça
Resposta do citado Em agosto de 2026, a assessoria afirmou: "O senador Jaques Wagner (PT-BA) já forneceu todos os esclarecimentos necessários. Todos os méritos do procedimento estão sendo discutidos por sua defesa nos autos." No dia da operação de junho, o senador não respondeu ao Poder360; o presidente do PT, Edinho Silva, divulgou nota de confiança no senador. Poder360 — Jaques Wagner e Rui Costa favoreceram negócio que enriqueceu Vorcaro (nível 2, 10/08/2026)
2 fontes · 1 caso
- Poder360 — PF mira Jaques Wagner em operação sobre Banco Master (nível 2, 18/06/2026)
- Polícia Federal — PF deflagra 9ª fase da Operação Compliance Zero (nível 1, 18/06/2026)
Casos: PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta
PF aponta vantagens do Master a familiares de Jaques Wagner
Segundo relatórios da Polícia Federal tornados públicos por Mendonça em 30 de julho de 2026, Wagner teria recebido vantagens do núcleo do Master por meio de familiares e pessoas de confiança: apartamento de R$ 2,45 milhões em Salvador, ingressos de show no valor de R$ 63 mil, uso gratuito de aeronaves de Augusto Lima e de Vorcaro e presentes; e teria acompanhado de perto a "emenda Master" no Senado.
Jaques Wagner Augusto Ferreira Lima Daniel Vorcaro Polícia Federal
Resposta do citado Em agosto de 2026, a assessoria afirmou: "O senador Jaques Wagner (PT-BA) já forneceu todos os esclarecimentos necessários. Todos os méritos do procedimento estão sendo discutidos por sua defesa nos autos." No dia da operação de junho, o senador não respondeu ao Poder360; o presidente do PT, Edinho Silva, divulgou nota de confiança no senador. Poder360 — Jaques Wagner e Rui Costa favoreceram negócio que enriqueceu Vorcaro (nível 2, 10/08/2026)
2 fontes · 1 caso
- CNN Brasil — PF detalha vínculos pessoais e políticos de Jaques Wagner com Banco Master (nível 2, 31/07/2026)
- Poder360 — PF mira Jaques Wagner em operação sobre Banco Master (nível 2, 18/06/2026)
Casos: PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta
PF registra três ministros citados como favoráveis à venda
Em relatório da nona fase da Operação Compliance Zero entregue ao STF e noticiado em 30 de julho de 2026, a PF registra que Vorcaro apontava três integrantes do governo como favoráveis à venda do Master: os ministros Rui Costa e Alexandre Silveira e o então líder do governo no Senado, Jaques Wagner.
Daniel Vorcaro Rui Costa Alexandre Silveira Jaques Wagner Banco Master Polícia Federal Supremo Tribunal Federal
Resposta do citado As reportagens consultadas não trazem manifestação individual dos três sobre esse ponto. Jaques Wagner nega, de modo geral, ter atuado em favor do Banco Master. Metrópoles — Vorcaro apontou ministros de Lula favoráveis à venda do Master, diz PF (nível 3, 30/07/2026)
1 fonte · 1 caso
- Metrópoles — Vorcaro apontou ministros de Lula favoráveis à venda do Master, diz PF (nível 3, 30/07/2026)
Casos: A reunião de Vorcaro com Lula no Planalto, fora da agenda
PF aponta favorecimento na venda da Ebal e do Credcesta
Segundo a decisão de Mendonça na nona fase, Wagner e o ministro Rui Costa teriam favorecido, em 2018, a venda da Ebal e do cartão Credcesta por R$ 15 milhões e, dias depois, decretos que permitiram crédito consignado com juros próximos a 5% ao mês ao operador ligado a Augusto Lima; a PF identificou transferência de R$ 3,5 milhões da PKL One Participações à BN Financeira, ligada à família de Wagner, em outubro de 2025.
Jaques Wagner Rui Costa Augusto Ferreira Lima Polícia Federal
Resposta do citado A assessoria de Wagner afirmou que ele "já forneceu todos os esclarecimentos necessários" e que "todos os méritos do procedimento estão sendo discutidos por sua defesa nos autos". À CNN Brasil, o senador declarou que "nunca atuou em favor do Banco Master". Sobre ter sido procurado por Augusto Lima, disse: "qualquer senador é procurado pelos interessados na votação de uma matéria". Rui Costa não respondeu às reportagens. CNN Brasil — Entenda a relação entre líder do governo e ex-sócio de Daniel Vorcaro (nível 2, 18/06/2026)
3 fontes · 1 caso
- Poder360 — Jaques Wagner e Rui Costa favoreceram negócio que enriqueceu Vorcaro (nível 2, 10/08/2026)
- CNN Brasil — Entenda a relação entre líder do governo e ex-sócio de Daniel Vorcaro (nível 2, 18/06/2026)
- Metrópoles — PF aponta Jaques Wagner como “interlocutor relevante” do Master (nível 3, 18/06/2026)
Casos: PF aponta vantagens a Jaques Wagner e favorecimento no Credcesta
Moraes acusa Mendonça de liberar o caso pela metade e cobra os 180 documentos que faltam
Em 11 de setembro de 2026, Moraes enviou ofício a Fachin apontando "escolha seletiva" na retirada do sigilo feita por Mendonça. Segundo levantamento anexado ao ofício, 4.334 dos 4.514 documentos foram liberados e 180 continuaram fora do alcance dos demais ministros, entre eles peças sobre os recursos atribuídos a Vorcaro no filme Dark Horse e sobre a relação entre o senador Jaques Wagner e o ex-sócio do Master Augusto Ferreira Lima. Moraes pediu a retirada "imediata de todo e qualquer sigilo, sem exceção" dos procedimentos ligados à PET 15.556, a intimação de todos os magistrados citados na investigação e que seu pedido de investigação contra Mendonça entre na pauta de 15 de setembro.
Alexandre de Moraes Edson Fachin André Mendonça Supremo Tribunal Federal Daniel Vorcaro Jaques Wagner Augusto Ferreira Lima
Resposta do citado Na noite do mesmo 11 de setembro, em despacho respondendo ao ofício, Mendonça afirmou ter disponibilizado integralmente os procedimentos que vão a julgamento e disse que o sigilo que restou decorre de "análise prudente e responsável, considerando a existência de investigações em andamento e a necessidade de zelar pela preservação de dados pessoais das pessoas investigadas" — citando como exemplo "dados bancários e fiscais de inúmeras pessoas físicas e jurídicas" e sustentando que "jamais se poderia publicizar a 'totalidade dos procedimentos contidos ou relacionados à PET 15.556'". Sobre a diferença nos números apontada por Moraes, escreveu que "Sua Excelência não atentou para o fato de haver múltiplas razões pelas quais os números apresentados, de fato, não sejam idênticos". Agência Brasil — Mendonça diz ter divulgado todo conteúdo disponível no caso Master (nível 1, 11/09/2026)
2 fontes · 1 caso
- Agência Brasil — Moraes aponta “escolha seletiva” e pede divulgação de todo caso Master (nível 1, 11/09/2026)
- Poder360 — Moraes pede para Fachin intimar todos os “juízes” citados no Master (nível 2, 11/09/2026)
Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro
Fachin dá 24 horas a Mendonça para liberar todas as provas
Em 11 de setembro de 2026, às 15h40, Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que Mendonça retirasse em 24 horas o sigilo de todos os documentos da Operação Compliance Zero, "ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade". Para a PGR, a divulgação apenas parcial passava a "ideia equivocada" de que a transparência estava comprometida. A ordem veio depois de Mendonça ter atendido em parte o pedido anterior, na véspera, abrindo quinze procedimentos e mantendo em sigilo outras linhas de apuração, entre elas as que envolvem Flávio Bolsonaro e o senador Jaques Wagner.
Edson Fachin André Mendonça Procuradoria-Geral da República Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Cristiano Zanin Flávio Bolsonaro Jaques Wagner
2 fontes · 1 caso
- Agência Brasil — Fachin dá 24h para Mendonça levantar sigilo de todo caso Master (nível 1, 11/09/2026)
- Poder360 — Fachin dá 24h para Mendonça liberar todas as provas do Master (nível 2, 11/09/2026)
Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro
Mendonça abre mais trinta e nove processos, entre eles o do Dark Horse
Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro.
André Mendonça Supremo Tribunal Federal Procuradoria-Geral da República Edson Fachin Flávio Bolsonaro Eduardo Bolsonaro Ciro Nogueira Jaques Wagner Augusto Ferreira Lima Cláudio Castro Daniel Vorcaro
2 fontes · 3 casos
- Agência Brasil — Mendonça levanta sigilo de quase 40 processos no STF (nível 1, 11/09/2026)
- Poder360 — Mendonça derruba sigilo de processos sobre “Dark Horse”, Ciro e Castro (nível 2, 11/09/2026)
Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio, Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro, A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro