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Caso Master

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Políticos · pessoa

Flávio Bolsonaro

Senador (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e pré-candidato à Presidência em 2026.

Afirmações 16

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Alegação por Revista Piauí Piauí aponta Flávio em jato ligado a Vorcaro, depois de ele dizer que nunca entrou

Reportagem de Breno Pires na revista Piauí, publicada em 23 de setembro de 2026, aponta que Flávio Bolsonaro teria viajado em 19 de janeiro de 2025 de Fort Lauderdale, na Flórida, a Brasília no jato Legacy 650 de prefixo PP-NLR, acompanhado da mulher, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, e das duas filhas. Também estaria a bordo o advogado e empresário Willer Tomaz. A aeronave era operada pela Prime You, que detinha um terço das cotas e teve Vorcaro como sócio de 2021 a setembro de 2025; Vorcaro era sócio da Fraction 024, proprietária formal do PP-NLR desde o fim de 2024. O mesmo avião levou o ministro Alexandre de Moraes e a mulher, Viviane Barci de Moraes, em agosto de 2025, segundo O Globo.

Flávio Bolsonaro Daniel Vorcaro Willer Tomaz Alexandre de Moraes Barci de Moraes Advogados Revista Piauí

Resposta do citado Flávio não respondeu ao pedido de comentário da Piauí. Em junho de 2026, ao lado da mulher, ele havia dito: "a única relação que eu tive com o Vorcaro é sobre o filme do meu pai. Vocês não vão ver eu em festinha de Vorcaro, em clubes de whisky de Vorcaro. Vocês não vão me ver viajando para Londres, Estados Unidos, para Paris, para tudo que é lugar. Nunca entrei em avião do Vorcaro". CNN Brasil — “Nunca entrei em avião de Vorcaro”, disse Flávio há três meses (nível 2, 24/09/2026)
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Casos: PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família, Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio

Alegação por The Intercept Brasil Intercept aponta US$ 24 milhões de Vorcaro para filme sobre Bolsonaro

Segundo mensagens e documentos divulgados pelo Intercept Brasil em maio de 2026, Flávio Bolsonaro teria negociado com Vorcaro US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões) para financiar o filme "Dark Horse", sobre Jair Bolsonaro, e Vorcaro teria pago ao menos US$ 10,6 milhões (R$ 61 milhões) em seis transferências entre fevereiro e maio de 2025; US$ 2 milhões teriam ido a um fundo no Texas gerido pelo advogado de Eduardo Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro Daniel Vorcaro The Intercept Brasil

Resposta do citado Flávio confirmou ter pedido ajuda financeira a Vorcaro e negou irregularidades: "era um filho procurando patrocínio". Disse não poder "descumprir os contratos" de confidencialidade e que perícia concluiu não haver "um único centavo de dinheiro público" no filme. CNN Brasil — Entenda o caso Flávio-Vorcaro em 6 pontos (nível 2, 16/05/2026)
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Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio

Alegação por Polícia Federal Na véspera da prisão, Flávio escreveu: “só preciso que me dê uma luz”

Segundo documentos da Polícia Federal liberados por Mendonça, Flávio Bolsonaro procurou Vorcaro nos dias anteriores à prisão do banqueiro. Em 16 de novembro de 2025, um dia antes, depois de tentar ligar sem resposta — Vorcaro respondeu que estava na igreja —, trocaram imagens de visualização única, e Flávio escreveu: "irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!". Vorcaro devolveu outra imagem do mesmo tipo e Flávio encerrou com "amém". São as últimas mensagens identificadas entre os dois. Em 22 de outubro de 2025 ele já havia avisado que a produção do filme estava "no limite", pedindo que o banqueiro avisasse caso não pudesse fazer o aporte, porque buscaria "outra alternativa com urgência". A PF afirma que Flávio atuou como "interlocutor direto de Daniel Vorcaro em tratativas relacionadas ao financiamento", com cobranças de pagamento e acompanhamento das gravações, e incluiu a atuação do senador entre os pontos a esclarecer no Inquérito 5.070.

Flávio Bolsonaro Daniel Vorcaro Polícia Federal Go Up Entertainment André Mendonça

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Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio

Fato PF investiga desvio de parte dos recursos do filme

A Polícia Federal abriu investigação sobre possível desvio de parte desses recursos para despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.

Polícia Federal Flávio Bolsonaro Daniel Vorcaro

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Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio

Fato Flávio Bolsonaro nega: “É mentira”

Questionado no STF em 13 de maio de 2026, dia da reportagem do Intercept Brasil, Flávio Bolsonaro disse: "É mentira. De onde você tirou isso?" e "é dinheiro privado"; áudios divulgados em seguida mostraram o senador pedindo a Vorcaro a continuidade dos pagamentos, e ele passou a confirmar o pedido de patrocínio.

Flávio Bolsonaro Daniel Vorcaro The Intercept Brasil

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Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio

Fato Áudio traz Flávio Bolsonaro falando em cobrança a Vorcaro

No áudio divulgado pelo Intercept Brasil em 13 de maio de 2026, Flávio Bolsonaro diz a Vorcaro: "Apesar de você ter dado a liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando", "agora que é a reta final, que a gente não pode vacilar. Não pode não honrar com os compromissos aqui" e "Perde tudo, cara, todo o contrato, perde ator, perde diretor, perde equipe"; em mensagens, chama o banqueiro de "irmão". A última mensagem foi enviada na véspera da prisão de Vorcaro, em novembro de 2025.

Flávio Bolsonaro Daniel Vorcaro The Intercept Brasil

Resposta do citado Flávio disse ter conhecido Vorcaro em dezembro de 2024, depois do fim do governo, e que só o procurou para pedir a retomada do patrocínio: "Um filho procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai", "Zero de dinheiro público. Zero de Lei Rouanet", "Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem". Pediu a instalação da CPI do Master para "separar os inocentes dos bandidos". CNN Brasil — Bolsonaro me disse para ficar firme e que Michelle não é opção, diz Flávio (nível 2, 14/05/2026)
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Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio

Fato Produtora nega ter recebido dinheiro do Banco Master

A produtora Go Up Entertainment afirmou não ter recebido "um único centavo do Banco Master"; segundo a CNN, o deputado Mário Frias, produtor executivo, admitiu depois o recebimento por meio de empresa intermediária. Em 14 de maio de 2026, Frias disse que o filme foi feito "com orçamento muito menor do que o planejado" e, em apuração no STF relatada por Flávio Dino sobre R$ 2 milhões enviados ao Instituto Conhecer Brasil, negou ter usado emenda parlamentar para a produção.

Mário Frias Go Up Entertainment Flávio Bolsonaro Supremo Tribunal Federal

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Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio

Fato Flávio diz que o pai mandou “ficar firme”

Em 14 de maio de 2026, Flávio afirmou que o pai, Jair Bolsonaro, lhe disse para "ficar firme, pois não havia absolutamente nada de errado com o filme", e descartou Michelle Bolsonaro como alternativa na disputa presidencial.

Flávio Bolsonaro Jair Bolsonaro

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Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio

Fato Operação Wi-Fi Livre apura fraude em contrato de R$ 108 milhões

Em 1º de junho de 2026, a Polícia Civil de São Paulo deflagrou a Operação Wi-Fi Livre, com oito mandados de busca, para apurar fraude no contrato de R$ 108 milhões do Instituto Conhecer Brasil com a prefeitura: dos 5 mil pontos de wi-fi previstos, 3,2 mil foram instalados, e ao menos R$ 16,5 milhões em notas fiscais são questionados.

Karina Gama Go Up Entertainment Flávio Bolsonaro

Resposta do citado Flávio Bolsonaro: "A operação não tem nada a ver com o filme". A prefeitura repudiou "qualquer insinuação de desvio de recursos públicos" e disse que o contrato seguiu "os princípios da legalidade, transparência e economicidade". Agência Brasil — Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro (nível 1, 01/06/2026)
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Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio

Fato Perito do filme diz não ter rastreado a origem do dinheiro

O perito Anísio Castelo Branco, contratado pela Go Up, disse em agosto de 2026 não ter rastreado a origem do dinheiro do filme: "Eu não sei quanto foi enviado do Brasil aos EUA, nem sei se foi enviado, porque eu não estou investigando o fundo, eu não falo pelo fundo, eu não pertenço ao Havengate"; Flávio Bolsonaro havia afirmado que a perícia comprovava o uso integral dos recursos no filme.

Flávio Bolsonaro Go Up Entertainment Havengate Development Fund

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Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio

Fato Deputados da base cobram que o sigilo do Dark Horse caia também

Em 2 de setembro de 2026, dezessete deputados das federações Brasil da Esperança e PSOL-Rede peticionaram a Fachin pedindo que o plenário do STF decida pelo fim do sigilo das investigações sobre o filme Dark Horse, que apuram repasses de Vorcaro à produção. O líder do PT na Câmara, Pedro Uczai, argumentou com "isonomia e transparência": se as conversas de Moraes com Vorcaro vieram a público, as que envolvem o senador Flávio Bolsonaro também deveriam vir. "Eu não vi nenhum deles vir aqui pedir até agora [para] levantar o sigilo do André Mendonça", disse, lembrando que Flávio é "o único denunciado que é candidato a presidente". A petição também pediu notificação da PGR para apurar os encontros de Mendonça com Vorcaro.

Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Flávio Bolsonaro André Mendonça Daniel Vorcaro Procuradoria-Geral da República Câmara dos Deputados

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Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio

Fato Flávio usa o caso contra Lula: “não sei se quem governa é o Lula ou o Alexandre de Moraes”

Em comício em Porto Alegre, em 2 de setembro de 2026, o senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, cobrou o silêncio do presidente sobre as mensagens entre Vorcaro e Moraes: "eu não sei se quem governa o Brasil hoje é o Lula ou o Alexandre de Moraes. Vocês sabem quem é o único candidato à Presidência que ainda não se pronunciou sobre esse escândalo de Alexandre de Moraes? Esse aí, esse tal de Lula". Atribuiu o silêncio a uma dívida: "porque ele tem o rabo preso. O Lula deve ao STF sair da cadeia; o Lula deve ao STF ser colocado no jogo político", em referência à anulação das condenações da Lava Jato em 2021. Segundo a CNN Brasil, a campanha do PL planejava associar Lula a Moraes na reta final, lembrando o contrato do escritório da mulher do ministro com o Master, e explorar investigações que envolvem pessoas próximas ao presidente.

Flávio Bolsonaro Luiz Inácio Lula da Silva Alexandre de Moraes Daniel Vorcaro Supremo Tribunal Federal Barci de Moraes Advogados

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Casos: O caso Master na campanha presidencial de 2026

Decisão Fachin dá 24 horas a Mendonça para liberar todas as provas

Em 11 de setembro de 2026, às 15h40, Fachin acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que Mendonça retirasse em 24 horas o sigilo de todos os documentos da Operação Compliance Zero, "ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade". Para a PGR, a divulgação apenas parcial passava a "ideia equivocada" de que a transparência estava comprometida. A ordem veio depois de Mendonça ter atendido em parte o pedido anterior, na véspera, abrindo quinze procedimentos e mantendo em sigilo outras linhas de apuração, entre elas as que envolvem Flávio Bolsonaro e o senador Jaques Wagner.

Edson Fachin André Mendonça Procuradoria-Geral da República Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Cristiano Zanin Flávio Bolsonaro Jaques Wagner

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Decisão Mendonça abre mais trinta e nove processos, entre eles o do Dark Horse

Na noite de 11 de setembro de 2026, horas depois da ordem de Fachin e do segundo ofício de Moraes, Mendonça levantou o sigilo de trinta e nove processos: dezoito que a Procuradoria-Geral da República havia pedido e outros vinte e um por iniciativa própria. Entre eles a Petição 16.369, sobre o financiamento do filme Dark Horse e o que envolve Flávio e Eduardo Bolsonaro; a Petição 15.873, sobre a atuação de Ciro Nogueira no Congresso em favor do Master; as Petições 16.210 e 16.229, sobre Jaques Wagner e o ex-sócio Augusto Ferreira Lima; a petição sobre os recursos da Rioprevidência aplicados no banco, que alcança Cláudio Castro; e os Inquéritos 5.050 e 5.070. Mendonça registrou que esses processos "não têm relação com o objeto da sessão extraordinária" marcada para 15 de setembro.

André Mendonça Supremo Tribunal Federal Procuradoria-Geral da República Edson Fachin Flávio Bolsonaro Eduardo Bolsonaro Ciro Nogueira Jaques Wagner Augusto Ferreira Lima Cláudio Castro Daniel Vorcaro

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Casos: Dark Horse: Vorcaro teria financiado filme sobre Bolsonaro a pedido de Flávio, Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro, A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Fato Lula usa o caso contra os Bolsonaro: “quem legalizou o Master foi o Bolsonaro”

Em ato de campanha em Guarulhos, em 18 de setembro de 2026, o presidente Lula disse: "quem legalizou o Banco Master foi o Bolsonaro. Quem fechou o Banco Master foi o Lula e o Haddad", afirmando que o governo anterior "criou um banqueiro ladrão que deu um golpe de R$ 60 bilhões" e que "esse banqueiro deles, no meu governo, virou prisioneiro". Em 25 de setembro, em comício no Recife, voltou ao tema ligando o adversário ao financiamento do filme Dark Horse: "a gente não pode permitir voltar, votar na família Bolsonaro é votar no Vorcaro".

Luiz Inácio Lula da Silva Flávio Bolsonaro Jair Bolsonaro Daniel Vorcaro Banco Master

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Casos: O caso Master na campanha presidencial de 2026

Fato O caso chega às urnas, e o efeito é desigual

No primeiro turno, em 4 de outubro de 2026, Flávio Bolsonaro passou à frente de Lula, com 47,27% dos votos válidos contra 44,88%; o segundo turno ficou marcado para 25 de outubro. Em reportagem de 5 de outubro, a Agência Pública observou que o efeito eleitoral do caso foi desigual. Em março, 38% dos eleitores haviam dito à Genial/Quaest que evitariam votar em candidatos envolvidos no escândalo, mas o resultado concentrou esse sentimento em alguns nomes e não em outros: Ciro Nogueira ficou em terceiro na disputa ao Senado pelo Piauí, enquanto Jaques Wagner, Hugo Motta, Nikolas Ferreira e Antonio Rueda foram eleitos ou reeleitos; Ibaneis Rocha e Cláudio Castro desistiram antes da votação. A própria reportagem ressalva que não há garantia de que essas decisões decorreram do envolvimento direto ou indireto dos candidatos no escândalo, e que nenhum dos citados foi condenado, todos negando irregularidades.

Flávio Bolsonaro Luiz Inácio Lula da Silva Ciro Nogueira Jaques Wagner Hugo Motta Nikolas Ferreira Antonio Rueda Ibaneis Rocha Cláudio Castro

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Casos: O caso Master na campanha presidencial de 2026