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Caso Master

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Judiciário · pessoa

Flávio Dino

Ministro do STF; relator da ação sobre transparência de emendas parlamentares.

Afirmações 3

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Decisão Dino cobra explicação sobre emendas à Lagoinha

Em 19 de março de 2026, o ministro Flávio Dino, em ação sobre transparência de emendas, deu cinco dias ao Senado e ao senador Carlos Viana para explicar cerca de R$ 3,6 milhões em emendas destinadas, via prefeituras de Belo Horizonte e Capim Branco, à Fundação Oásis, ligada à Igreja Batista da Lagoinha; em 30 de março considerou as respostas "genéricas e insuficientes", abriu petição própria e apontou possível conflito de interesses, já que Viana presidia a CPMI que investigava entidades beneficiadas.

Flávio Dino Carlos Viana Igreja Batista da Lagoinha Supremo Tribunal Federal Fabiano Zettel

Resposta do citado Viana: "A igreja não recebeu um tostão. Foi para as prefeituras. As prefeituras aprovaram planos de trabalho e repassaram os recursos"; "nunca tive nenhuma ingerência sobre esse dinheiro". Agência Brasil — Senador reafirma que não cometeu irregularidades com emendas (nível 1, 31/03/2026)
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Casos: Nikolas, o pastor da Lagoinha e Vorcaro

Decisão Dino derruba o afastamento e manda Andrei voltar ao comando da PF

Em 9 de setembro de 2026, um dia depois do afastamento decidido por Mendonça, o ministro Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal e de Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Dino sustentou que o Partido Novo, autor do pedido, "não possui legitimidade para requerer medidas cautelares em investigações criminais", apontou que a legenda tem candidato próprio na eleição presidencial e, portanto, interesse direto no afastamento, e afirmou que a matéria está sob a relatoria do presidente do STF — só a ele ou ao plenário caberia decidir.

Flávio Dino Supremo Tribunal Federal Andrei Rodrigues Polícia Federal André Mendonça Partido Novo

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Decisão Fachin derruba as decisões dos dois lados e mantém Andrei no cargo

Em 9 de setembro de 2026, horas depois de Dino reverter o afastamento decidido por Mendonça, Fachin suspendeu as duas decisões e manteve Andrei Rodrigues na direção-geral da Polícia Federal, acolhendo recurso da Advocacia-Geral da União. Escreveu que "é grave o quadro em que decisões de Ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal". Na mesma decisão, suspendeu o procedimento da PGR que apurava possível interferência de Mendonça na condução das investigações da PF e determinou que nenhuma apuração envolvendo ministros do STF siga sem análise prévia da Presidência.

Edson Fachin Supremo Tribunal Federal André Mendonça Flávio Dino Andrei Rodrigues Polícia Federal Procuradoria-Geral da República

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