Políticos · organizacao
Partido Novo
Partido político. Pediu ao STF a prisão preventiva do diretor-geral da PF em setembro de 2026.
- Período
- 08/09/2026 a 25/09/2026
- Tipos
- Fato 1 Decisão 3
- Fontes distintas
- 8, sendo 6 de nível 1
- Registros com aviso de qualidade
- 2 de 4
- Quem mais aparece
- Partido Novo 4 · Andrei Rodrigues 3 · André Mendonça 2 · Polícia Federal 2 · Supremo Tribunal Federal 2
Contagens tiradas dos próprios registros desta página. O site não gera síntese em texto: o que cada fonte diz está no registro.
Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.
Mendonça afasta o diretor-geral da Polícia Federal
Em 8 de setembro de 2026, a pedido do partido Novo, Mendonça afastou preventivamente o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada, citando documento assinado por Andrei que mostraria ao menos seis relatórios de inteligência sobre o próprio ministro entre 3 e 31 de agosto: "ao menos há mais de 30 dias este relator tem sido monitorado pela Polícia Federal"; a Segunda Turma formou maioria para manter a decisão, e Gilmar Mendes pediu vista.
André Mendonça Andrei Rodrigues Polícia Federal Partido Novo Supremo Tribunal Federal
Resposta do citado Onze diretores da PF divulgaram nota de apoio a Andrei. A AGU pediu a Fachin a suspensão do afastamento, alegando violação da prerrogativa presidencial de nomear e exonerar o diretor-geral e "desorganização institucional"; o presidente Lula não se pronunciou até a publicação. Poder360 — AGU pede que Fachin restitua Andrei Rodrigues para a chefia da PF (nível 2, 08/09/2026)
3 fontes · 1 caso
- Agência Brasil — Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal (nível 1, 08/09/2026)
- Agência Brasil — Mendonça usou pedido do partido Novo para afastar diretor-geral da PF (nível 1, 08/09/2026)
- Agência Brasil — Novo citou mensagens de Vorcaro e pediu prisão preventiva de Andrei (nível 1, 08/09/2026)
Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro
Dino derruba o afastamento e manda Andrei voltar ao comando da PF
Em 9 de setembro de 2026, um dia depois do afastamento decidido por Mendonça, o ministro Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal e de Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Dino sustentou que o Partido Novo, autor do pedido, "não possui legitimidade para requerer medidas cautelares em investigações criminais", apontou que a legenda tem candidato próprio na eleição presidencial e, portanto, interesse direto no afastamento, e afirmou que a matéria está sob a relatoria do presidente do STF — só a ele ou ao plenário caberia decidir.
Flávio Dino Supremo Tribunal Federal Andrei Rodrigues Polícia Federal André Mendonça Partido Novo
1 fonte · 1 caso
- Agência Brasil — Dino determina reintegração de Andrei Rodrigues no comando da PF (nível 1, 09/09/2026)
Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro
Gonet diz que viu Vorcaro uma vez, em painel patrocinado pelo Master
Em 16 de setembro de 2026, o Conselho Superior do Ministério Público Federal marcou para 25 de setembro o debate sobre o procedimento aberto a partir de representação de deputados do Novo, que pediram o afastamento de Paulo Gonet das investigações do caso Master. Relata o subprocurador-geral Francisco de Assis Sanseverino. Na defesa apresentada em 15 de setembro, Gonet afirmou não ter "com o Sr. Daniel Vorcaro relação de amizade alguma, nem muito menos interesse pessoal nos processos em que ele conste como parte ou investigado", e disse tê-lo encontrado uma única vez, de forma "brevíssima e banal", num painel jurídico em Londres patrocinado pelo Master, sem conhecimento prévio de quem eram os patrocinadores. Investigadores da Operação Compliance Zero apontam menções a Gonet em conversas de Vorcaro com Moraes, entre elas "não podemos reverter isso com Paulo e Andrei".
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1 fonte · 1 caso
- Agência Brasil — Conselho Superior do MPF analisará mensagens de Vorcaro sobre Gonet (nível 1, 16/09/2026)
Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro
Por 5 a 4, o Conselho do MPF decide não investigar Gonet
Em 25 de setembro de 2026, o Conselho Superior do Ministério Público Federal arquivou por 5 votos a 4 o pedido para investigar criminalmente Paulo Gonet, e rejeitou por unanimidade o afastamento dele das investigações do caso Master. Votaram pelo arquivamento o relator Francisco Sanseverino, Celso de Albuquerque Silva, Alexandre Camanho, Hindemburgo Chateaubriand e Nicolao Dino; pela apuração, Janice Ascari, Samantha Chantal Dobrowolski, José Adônis e Ana Borges Santos. Sanseverino sustentou que "não houve nenhum contato direto, nem indireto dele, solicitação direta ou indireta de vantagem". Na divergência, Dobrowolski disse que "ninguém pode ser juiz de si mesmo" e defendeu designar um membro do MPF para apurar possível prevaricação, argumentando que o procurador-geral deveria ter tido mais cuidado ao se manifestar sobre a nulidade de uma investigação que o citava. O pedido partira de deputados do Novo, depois de Gonet aparecer em mensagens do celular de Vorcaro e numa fotografia, publicada pelo O Globo, ao lado do banqueiro num evento jurídico em Londres em abril de 2024.
Paulo Gonet Ministério Público Federal Partido Novo Daniel Vorcaro Procuradoria-Geral da República
3 fontes · 1 caso
- Poder360 — Conselho do MPF rejeita abrir investigação contra Gonet (nível 2, 25/09/2026)
- Agência Brasil — Conselho do MPF forma maioria para manter Gonet no caso Master (nível 1, 25/09/2026)
- Poder360 — Conselheira do MPF diz que Gonet deveria ter se afastado do Master (nível 2, 25/09/2026)
Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro