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Caso Master

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Órgãos de controle · pessoa

Andrei Rodrigues

Diretor-geral da Polícia Federal, afastado preventivamente por André Mendonça em 8 de setembro de 2026.

Afirmações 7

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Alegação por Polícia Federal Mensagens citam pedido de “proteção” para Andrei e Paulo

Entre as mensagens do celular de Vorcaro divulgadas em 1º de setembro de 2026, há referência a um suposto pedido de "proteção" para "Andrei" e "Paulo", que os investigadores interpretam como o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral Paulo Gonet; Mendonça acionou a PGR pedindo esclarecimentos.

Daniel Vorcaro Andrei Rodrigues Paulo Gonet Polícia Federal André Mendonça

Resposta do citado Onze diretores da PF divulgaram nota em apoio a Andrei Rodrigues: "repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana". Gonet pediu a anulação da investigação (ver afirmação própria). Agência Brasil — Mendonça usou pedido do partido Novo para afastar diretor-geral da PF (nível 1, 08/09/2026)
2 fontes · 1 caso

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Casos: PF aponta relação entre Vorcaro e Moraes e contrato com escritório da família

Decisão Fachin dá cinco dias a Moraes, Mendonça, Gonet e Andrei

Em 3 de setembro de 2026, Fachin determinou que Moraes, Mendonça, Gonet e Andrei Rodrigues prestem informações em cinco dias úteis, até 11 de setembro, abriu procedimento próprio sobre a investigação do caso Master e, no dia seguinte, retirou do inquérito das fake news o pedido contra Mendonça, incluindo-o nesse procedimento; anunciou sessão do plenário para a semana seguinte, com transmissão pela TV Justiça.

Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes André Mendonça Paulo Gonet Andrei Rodrigues

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Decisão Mendonça leva o caso ao plenário do STF

Em 6 de setembro de 2026, Mendonça formalizou o pedido para que o plenário do STF analise o caso das conversas de Vorcaro com Moraes e as referências a Gonet e Andrei Rodrigues, defendendo exame "pública e transparente, em sessão presencial".

André Mendonça Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Paulo Gonet Andrei Rodrigues

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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Decisão Mendonça afasta o diretor-geral da Polícia Federal

Em 8 de setembro de 2026, a pedido do partido Novo, Mendonça afastou preventivamente o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada, citando documento assinado por Andrei que mostraria ao menos seis relatórios de inteligência sobre o próprio ministro entre 3 e 31 de agosto: "ao menos há mais de 30 dias este relator tem sido monitorado pela Polícia Federal"; a Segunda Turma formou maioria para manter a decisão, e Gilmar Mendes pediu vista.

André Mendonça Andrei Rodrigues Polícia Federal Partido Novo Supremo Tribunal Federal

Resposta do citado Onze diretores da PF divulgaram nota de apoio a Andrei. A AGU pediu a Fachin a suspensão do afastamento, alegando violação da prerrogativa presidencial de nomear e exonerar o diretor-geral e "desorganização institucional"; o presidente Lula não se pronunciou até a publicação. Poder360 — AGU pede que Fachin restitua Andrei Rodrigues para a chefia da PF (nível 2, 08/09/2026)
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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Decisão Segunda Turma mantém o afastamento de Andrei Rodrigues

Em sessão extraordinária em 8 de setembro de 2026, a Segunda Turma do STF formou maioria, com Mendonça, Fux e Nunes Marques, para manter o afastamento de Andrei Rodrigues; Gilmar Mendes pediu vista logo na abertura, com o voto de Toffoli pendente, e a liminar segue em vigor.

Supremo Tribunal Federal André Mendonça Gilmar Mendes Dias Toffoli Andrei Rodrigues

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Decisão Dino derruba o afastamento e manda Andrei voltar ao comando da PF

Em 9 de setembro de 2026, um dia depois do afastamento decidido por Mendonça, o ministro Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal e de Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Dino sustentou que o Partido Novo, autor do pedido, "não possui legitimidade para requerer medidas cautelares em investigações criminais", apontou que a legenda tem candidato próprio na eleição presidencial e, portanto, interesse direto no afastamento, e afirmou que a matéria está sob a relatoria do presidente do STF — só a ele ou ao plenário caberia decidir.

Flávio Dino Supremo Tribunal Federal Andrei Rodrigues Polícia Federal André Mendonça Partido Novo

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Decisão Fachin derruba as decisões dos dois lados e mantém Andrei no cargo

Em 9 de setembro de 2026, horas depois de Dino reverter o afastamento decidido por Mendonça, Fachin suspendeu as duas decisões e manteve Andrei Rodrigues na direção-geral da Polícia Federal, acolhendo recurso da Advocacia-Geral da União. Escreveu que "é grave o quadro em que decisões de Ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal". Na mesma decisão, suspendeu o procedimento da PGR que apurava possível interferência de Mendonça na condução das investigações da PF e determinou que nenhuma apuração envolvendo ministros do STF siga sem análise prévia da Presidência.

Edson Fachin Supremo Tribunal Federal André Mendonça Flávio Dino Andrei Rodrigues Polícia Federal Procuradoria-Geral da República

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro