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Caso Master

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Políticos · organizacao

Senado Federal

Casa do Congresso Nacional. Sua Comissão de Assuntos Econômicos acompanha o caso Master.

Afirmações 8

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Alegação por Polícia Federal PF aponta que a “emenda Master” foi escrita pelo banco

Segundo a Polícia Federal, a emenda apresentada por Ciro Nogueira em agosto de 2024 à PEC 65/2023, elevando a garantia do FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão, teria sido "elaborada pela assessoria do Banco Master" e "reproduzida de forma integral pelo parlamentar"; a emenda foi rejeitada na CCJ do Senado por inconstitucionalidade e inadequação.

Ciro Nogueira Banco Master Fundo Garantidor de Créditos Polícia Federal Senado Federal

Resposta do citado Nota da defesa: "A defesa do senador Ciro Nogueira repudia qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar. Reitera o comprometimento do senador em contribuir com a Justiça, a fim de esclarecer que não teve qualquer participação em atividades ilícitas e nos fatos investigados". Em vídeo, o senador negou irregularidades e disse sofrer perseguição política por liderar a oposição no Piauí. Poder360 — Ciro Nogueira é alvo de nova fase da operação Compliance Zero (nível 2, 07/05/2026)
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Casos: PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC

Fato Pedido de CPI com 53 senadores segue sem leitura

O requerimento de CPI do Banco Master foi protocolado no Senado em 26 de novembro de 2025 e reuniu 53 senadores, mais de 65% da Casa, número acima do mínimo constitucional. Depois de quase quatro meses e de várias sessões deliberativas, o texto seguia sem ser lido em plenário pela Mesa do Congresso, passo necessário para instalar a comissão. Um grupo de senadores recorreu ao STF com mandado de segurança para obrigar a leitura.

Davi Alcolumbre Senado Federal Supremo Tribunal Federal Banco Master

Resposta do citado Alcolumbre afirmou que "o momento da leitura é ato discricionário da Presidência da Mesa do Congresso Nacional" e que aquela sessão tinha outra prioridade, a de socorrer municípios inadimplentes. Em 2 de junho de 2026 declarou que passou "quatro horas sendo ofendido por todos os congressistas que queriam a CPMI" e que o objetivo dos autores seria "fazer campanha eleitoral". Metrópoles — Davi Alcolumbre descarta leitura de pedidos para criar CPMI do Master (nível 3, 21/05/2026)
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Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Fato Pedido de CPMI reúne 280 assinaturas e não é instalado

Em 3 de fevereiro de 2026, o deputado Carlos Jordy protocolou pedido de CPMI do Banco Master com 280 assinaturas, 239 de deputados e 41 de senadores; até maio a comissão não havia sido instalada, e um mandado de segurança do deputado Rodrigo Rollemberg, relatado no STF por Cristiano Zanin, cobrou a instalação.

Senado Federal Supremo Tribunal Federal

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Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Decisão Mendonça manda o Congresso devolver os sigilos à PF

Em 20 de fevereiro de 2026, o ministro André Mendonça determinou à Presidência do Congresso Nacional a "imediata entrega às autoridades da Polícia Federal" de todos os elementos obtidos com as quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de Daniel Vorcaro, sem retenção de cópias. O material estava sob custódia da presidência do Senado desde 15 de dezembro, quando o então relator Dias Toffoli o retirou da CPMI do INSS.

André Mendonça Davi Alcolumbre Senado Federal Polícia Federal Daniel Vorcaro Dias Toffoli Supremo Tribunal Federal

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Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Decisão CPI quer identificar os beneficiários finais dos fundos

Em 18 de março de 2026, a CPI do Crime Organizado aprovou requerimentos para identificar, junto a CVM, Banco Central, Receita e Anbima, os beneficiários finais dos fundos ligados ao Master e à Reag; a convocação e a quebra de sigilos da Prime Aviation, empresa de jatos ligada a Vorcaro; e a convocação de Martha Graeff, ex-noiva do banqueiro, e do ex-governador Pedro Taques. Rejeitou a quebra de sigilo de Paulo Guedes e a convocação de Valdemar Costa Neto.

CPI do Crime Organizado Senado Federal Banco Master Reag Investimentos Martha Graeff

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Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Decisão Senado derruba o sigilo da auditoria do TCU

Em 24 de março de 2026, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidida por Renan Calheiros, derrubou o sigilo que o TCU impôs às auditorias sobre as fraudes do Banco Master.

Senado Federal Tribunal de Contas da União Banco Central do Brasil

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Casos: Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos

Fato CPI do Crime rejeita relatório que pedia indiciar ministros

Em 14 de abril de 2026, a CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou, por 6 votos a 4, o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral Paulo Gonet por crimes de responsabilidade, com base no caso Master; a CPI terminou sem relatório aprovado.

CPI do Crime Organizado Senado Federal Dias Toffoli Alexandre de Moraes Procuradoria-Geral da República

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Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Fato Senadores propõem novas regras para o FGC

Em 28 de julho de 2026, o grupo da Comissão de Assuntos Econômicos que acompanha o caso, presidido por Renan Calheiros, apresentou três projetos: mudar regras do FGC, ampliar a fiscalização de títulos bancários vendidos em plataformas e elevar penas de fraude financeira para até 12 anos; a CVM informou ter detectado operações atípicas do Master desde 2022 sem equipe para concluir apurações, e o BRB estimou perdas de cerca de R$ 3 bilhões.

Senado Federal Fundo Garantidor de Créditos Banco Master Banco de Brasília (BRB)

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Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai