Políticos · organizacao
Senado Federal
Casa do Congresso Nacional. Sua Comissão de Assuntos Econômicos acompanha o caso Master.
- Período
- 08/2024 a 28/07/2026
- Tipos
- Fato 4 Decisão 3 Alegação 1
- Alegações com resposta do citado
- 1 de 1
- Fontes distintas
- 19, sendo 11 de nível 1
- Registros com aviso de qualidade
- 7 de 8
- Quem mais aparece
- Senado Federal 8 · Banco Master 4 · Supremo Tribunal Federal 3 · Fundo Garantidor de Créditos 2 · Polícia Federal 2
Contagens tiradas dos próprios registros desta página. O site não gera síntese em texto: o que cada fonte diz está no registro.
Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.
PF aponta que a “emenda Master” foi escrita pelo banco
Segundo a Polícia Federal, a emenda apresentada por Ciro Nogueira em agosto de 2024 à PEC 65/2023, elevando a garantia do FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão, teria sido "elaborada pela assessoria do Banco Master" e "reproduzida de forma integral pelo parlamentar"; a emenda foi rejeitada na CCJ do Senado por inconstitucionalidade e inadequação.
Ciro Nogueira Banco Master Fundo Garantidor de Créditos Polícia Federal Senado Federal
Resposta do citado Nota da defesa: "A defesa do senador Ciro Nogueira repudia qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar. Reitera o comprometimento do senador em contribuir com a Justiça, a fim de esclarecer que não teve qualquer participação em atividades ilícitas e nos fatos investigados". Em vídeo, o senador negou irregularidades e disse sofrer perseguição política por liderar a oposição no Piauí. Poder360 — Ciro Nogueira é alvo de nova fase da operação Compliance Zero (nível 2, 07/05/2026)
3 fontes · 1 caso
- Agência Brasil — Emenda 'comprada' por dono do Master colocaria FGC em risco (nível 1)
- CNN Brasil — Relator negou 'emenda Master' de Ciro Nogueira por não ver relação com PEC (nível 2)
- Poder360 — PF diz que emenda de Ciro Nogueira ao FGC foi escrita pelo Master (nível 2)
Casos: PF aponta vantagens a Ciro Nogueira e 'emenda Master' no FGC
Pedido de CPI com 53 senadores segue sem leitura
O requerimento de CPI do Banco Master foi protocolado no Senado em 26 de novembro de 2025 e reuniu 53 senadores, mais de 65% da Casa, número acima do mínimo constitucional. Depois de quase quatro meses e de várias sessões deliberativas, o texto seguia sem ser lido em plenário pela Mesa do Congresso, passo necessário para instalar a comissão. Um grupo de senadores recorreu ao STF com mandado de segurança para obrigar a leitura.
Davi Alcolumbre Senado Federal Supremo Tribunal Federal Banco Master
Resposta do citado Alcolumbre afirmou que "o momento da leitura é ato discricionário da Presidência da Mesa do Congresso Nacional" e que aquela sessão tinha outra prioridade, a de socorrer municípios inadimplentes. Em 2 de junho de 2026 declarou que passou "quatro horas sendo ofendido por todos os congressistas que queriam a CPMI" e que o objetivo dos autores seria "fazer campanha eleitoral". Metrópoles — Davi Alcolumbre descarta leitura de pedidos para criar CPMI do Master (nível 3, 21/05/2026)
3 fontes · 1 caso
- CNN Brasil — Senadores acionam STF por instalação da CPI do Banco Master (nível 2)
- Metrópoles — Davi Alcolumbre descarta leitura de pedidos para criar CPMI do Master (nível 3, 21/05/2026)
- Rádio Senado — Parlamentares cobram CPMI do Banco Master durante sessão do Congresso (nível 1, 21/05/2026)
Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai
Pedido de CPMI reúne 280 assinaturas e não é instalado
Em 3 de fevereiro de 2026, o deputado Carlos Jordy protocolou pedido de CPMI do Banco Master com 280 assinaturas, 239 de deputados e 41 de senadores; até maio a comissão não havia sido instalada, e um mandado de segurança do deputado Rodrigo Rollemberg, relatado no STF por Cristiano Zanin, cobrou a instalação.
Senado Federal Supremo Tribunal Federal
3 fontes · 1 caso
- Rádio Senado — Parlamentares cobram CPMI do Banco Master durante sessão do Congresso (nível 1, 21/05/2026)
- Câmara dos Deputados — Repasse de recursos de Vorcaro a Flávio Bolsonaro reforça pressão por CPI do Banco Master (nível 1, 13/05/2026)
- Agência Brasil — Zanin será novo relator de pedido de criação da CPI do Banco Master (nível 1)
Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai
Mendonça manda o Congresso devolver os sigilos à PF
Em 20 de fevereiro de 2026, o ministro André Mendonça determinou à Presidência do Congresso Nacional a "imediata entrega às autoridades da Polícia Federal" de todos os elementos obtidos com as quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de Daniel Vorcaro, sem retenção de cópias. O material estava sob custódia da presidência do Senado desde 15 de dezembro, quando o então relator Dias Toffoli o retirou da CPMI do INSS.
André Mendonça Davi Alcolumbre Senado Federal Polícia Federal Daniel Vorcaro Dias Toffoli Supremo Tribunal Federal
1 fonte · 1 caso
- Metrópoles — Mendonça manda Alcolumbre enviar sigilos de Vorcaro à CPMI do INSS (nível 3, 20/02/2026)
Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai
CPI quer identificar os beneficiários finais dos fundos
Em 18 de março de 2026, a CPI do Crime Organizado aprovou requerimentos para identificar, junto a CVM, Banco Central, Receita e Anbima, os beneficiários finais dos fundos ligados ao Master e à Reag; a convocação e a quebra de sigilos da Prime Aviation, empresa de jatos ligada a Vorcaro; e a convocação de Martha Graeff, ex-noiva do banqueiro, e do ex-governador Pedro Taques. Rejeitou a quebra de sigilo de Paulo Guedes e a convocação de Valdemar Costa Neto.
CPI do Crime Organizado Senado Federal Banco Master Reag Investimentos Martha Graeff
2 fontes · 1 caso
- Agência Brasil — CPI do Crime aprova pedido para investigar beneficiários do Banco Master (nível 1, 18/03/2026)
- CNN Brasil — CPI do Crime aprova convocação de ex-noiva de Vorcaro, Martha Graeff (nível 2, 18/03/2026)
Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai
Senado derruba o sigilo da auditoria do TCU
Em 24 de março de 2026, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidida por Renan Calheiros, derrubou o sigilo que o TCU impôs às auditorias sobre as fraudes do Banco Master.
Senado Federal Tribunal de Contas da União Banco Central do Brasil
CPI do Crime rejeita relatório que pedia indiciar ministros
Em 14 de abril de 2026, a CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou, por 6 votos a 4, o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral Paulo Gonet por crimes de responsabilidade, com base no caso Master; a CPI terminou sem relatório aprovado.
CPI do Crime Organizado Senado Federal Dias Toffoli Alexandre de Moraes Procuradoria-Geral da República
4 fontes · 1 caso
- Senado Notícias — CPI do Crime Organizado termina sem relatório final aprovado (nível 1, 14/04/2026)
- Agência Brasil — Relatório final da CPI do Crime Organizado é rejeitado (nível 1)
- CNN Brasil — CPI do Crime rejeita relatório que propõe indiciar Moraes, Toffoli e Gilmar (nível 2)
- Agência Brasil — Relatório da CPI do Crime conecta facções com sistema financeiro (nível 1, 14/04/2026)
Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai
Senadores propõem novas regras para o FGC
Em 28 de julho de 2026, o grupo da Comissão de Assuntos Econômicos que acompanha o caso, presidido por Renan Calheiros, apresentou três projetos: mudar regras do FGC, ampliar a fiscalização de títulos bancários vendidos em plataformas e elevar penas de fraude financeira para até 12 anos; a CVM informou ter detectado operações atípicas do Master desde 2022 sem equipe para concluir apurações, e o BRB estimou perdas de cerca de R$ 3 bilhões.
Senado Federal Fundo Garantidor de Créditos Banco Master Banco de Brasília (BRB)