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Caso Master

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Órgãos de controle

Banco Central liquida o restante do grupo e impõe sigilo de oito anos

Depois do Banco Master, o Banco Central liquida a Will Financeira em janeiro de 2026 e o Banco Master Múltiplo em março. Os documentos da liquidação recebem sigilo de oito anos, que Galípolo defende na CPI do Crime Organizado como regra interna. No Senado, a Comissão de Assuntos Econômicos derruba o sigilo da auditoria do TCU sobre a supervisão do BC.

Afirmações 6

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Decisão Banco Central liquida a Will Financeira

Em 21 de janeiro de 2026, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira, do grupo Master, citando o comprometimento de sua situação econômico-financeira e o descumprimento de obrigações no arranjo de pagamentos da Mastercard, que a bloqueou.

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Decisão Banco Central liquida o Banco Pleno

Em 18 de fevereiro de 2026, o Banco Central liquidou o Banco Pleno, de Augusto Lima, citando comprometimento da situação econômico-financeira, deterioração da liquidez e infringência às normas. Lima foi sócio de Vorcaro no Master de 2019 a maio de 2024, trouxe o Credcesta ao banco e é casado desde janeiro de 2024 com Flávia Arruda, ex-ministra do governo Bolsonaro e ex-diretora de sustentabilidade do Master.

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Decisão Banco Central liquida o Banco Master Múltiplo

Em 17 de março de 2026, o Banco Central converteu em liquidação extrajudicial o regime de administração especial temporária do Banco Master Múltiplo, decretado em 18 de novembro de 2025 na tentativa de preservar a Will Financeira.

Banco Central do Brasil Banco Master

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Decisão Senado derruba o sigilo da auditoria do TCU

Em 24 de março de 2026, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidida por Renan Calheiros, derrubou o sigilo que o TCU impôs às auditorias sobre as fraudes do Banco Master.

Senado Federal Tribunal de Contas da União Banco Central do Brasil

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Fato Banco Central impõe sigilo de oito anos à liquidação

O Banco Central impôs sigilo de oito anos aos documentos da liquidação do Master; à CPI do Crime Organizado, em 8 de abril de 2026, Galípolo disse que o prazo segue norma interna de 2018 e que, na liquidação, o banco tinha em caixa apenas 10% do necessário para pagar os CDBs que venciam.

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Fato Galípolo diz que tratou da Lei Magnitsky, não do Master, com ministros do STF

Na mesma sessão da CPI, Galípolo confirmou ter se reunido com ministros do STF, mas para tratar da Lei Magnitsky, e afirmou que nenhum processo relacionado ao Master foi tema dessas conversas: "Nenhum processo relacionado com o que está colocado aqui". Disse ainda que recebeu de Lula a orientação "Seja técnico, o mais técnico possível. Não proteja ninguém, não persiga ninguém".

Gabriel Galípolo Banco Central do Brasil Supremo Tribunal Federal CPI do Crime Organizado Luiz Inácio Lula da Silva

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Registrado em 08/09/2026 · atualizado em 09/09/2026