Judiciário · pessoa
Dias Toffoli
Ministro do STF. Foi relator do inquérito sobre o caso Master de novembro de 2025 até 12 de fevereiro de 2026.
- Período
- 30/12/2025 a 15/09/2026
- Tipos
- Fato 5 Decisão 4 Alegação 3
- Alegações com resposta do citado
- 3 de 3
- Fontes distintas
- 25, sendo 11 de nível 1
- Registros com aviso de qualidade
- 8 de 12
- Quem mais aparece
- Dias Toffoli 12 · Supremo Tribunal Federal 10 · Polícia Federal 8 · Daniel Vorcaro 6 · Alexandre de Moraes 4
Contagens tiradas dos próprios registros desta página. O site não gera síntese em texto: o que cada fonte diz está no registro.
Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.
Vorcaro e ex-presidente do BRB se contradizem em acareação na PF
Em 30 de dezembro de 2025, Vorcaro e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foram acareados perante a Polícia Federal e se contradisseram sobre a origem dos créditos comprados do Master: Vorcaro disse que o BRB fora informado de que vinham de uma terceira empresa, a Tirreno, e Paulo Henrique afirmou ter entendido que as carteiras eram originadas pelo próprio Master. Toffoli retirou o sigilo dos depoimentos em 29 de janeiro de 2026.
Daniel Vorcaro Paulo Henrique Costa Dias Toffoli Supremo Tribunal Federal Banco Central do Brasil Polícia Federal
2 fontes · 1 caso
Toffoli bloqueia R$ 5,7 bilhões de 38 investigados
Em decisão de 6 de janeiro de 2026, tornada pública após a segunda fase da Operação Compliance Zero (14/1), o ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, determinou o bloqueio e sequestro de R$ 5,7 bilhões em bens de 38 investigados e a quebra de sigilo bancário e fiscal de 101 pessoas e entidades, a pedido da PGR.
Dias Toffoli Supremo Tribunal Federal Procuradoria-Geral da República Polícia Federal Daniel Vorcaro Banco Master
3 fontes · 1 caso
- STF (notícias) — STF determina quebra de sigilo fiscal e bancário de investigados por supostas fraudes no Banco Master (nível 1)
- JOTA — PF faz operação em endereços de Vorcaro e STF determina bloqueio de R$ 5,7 bilhões (nível 2)
- Polícia Federal — Polícia Federal deflagra segunda fase da Operação Compliance Zero (nível 1, 14/01/2026)
PF pede a suspeição de Toffoli por ligação com resort no Paraná
Em 9 de fevereiro de 2026, a Polícia Federal pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, a suspeição de Dias Toffoli na relatoria do caso. Segundo a PF, o ministro seria citado em conversas, extraídas do celular de Vorcaro, entre o banqueiro e seu cunhado Fabiano Zettel, relacionadas ao resort Tayayá (PR), cuja empresa controladora teria tido como sócios parentes de Toffoli.
Polícia Federal Dias Toffoli Daniel Vorcaro Fabiano Zettel Supremo Tribunal Federal
Resposta do citado O gabinete de Toffoli afirmou que o pedido "trata de ilações" e que a PF "não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo". O ministro admitiu a sociedade de parentes no resort, mas declarou que "jamais recebeu qualquer valor de Daniel Vorcaro ou de seu cunhado Fabiano Zettel". Agência Brasil — Toffoli admite sociedade em resort, mas nega pagamentos de Vorcaro (nível 1, 12/02/2026)
4 fontes · 1 caso
- Agência Brasil — PF pede a Fachin suspeição de Toffoli no inquérito do Banco Master (nível 1, 11/02/2026)
- Poder360 — PF pede suspeição de Toffoli após ministro ser citado em celular de Vorcaro (nível 2, 11/02/2026)
- Agência Brasil — Toffoli admite sociedade em resort, mas nega pagamentos de Vorcaro (nível 1, 12/02/2026)
- CNN Brasil — Caso Master: Parentes de Vorcaro e de Toffoli tiveram elo com resort (nível 2, 16/01/2026)
Toffoli pede para deixar a relatoria do caso
Em 12 de fevereiro de 2026, após reunião de dez ministros convocada por Fachin para dar ciência do relatório da PF, Toffoli pediu para deixar a relatoria do caso; nota assinada pelos ministros afirmou que ele "atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR" e que não havia motivo para suspeição ou impedimento.
Dias Toffoli Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Polícia Federal
2 fontes · 1 caso
- CNN Brasil — Toffoli deixa relatoria do caso do Banco Master (nível 2, 12/02/2026)
- Agência Brasil — André Mendonça assume relatoria do caso Master após saída de Toffoli (nível 1, 12/02/2026)
Mendonça manda o Congresso devolver os sigilos à PF
Em 20 de fevereiro de 2026, o ministro André Mendonça determinou à Presidência do Congresso Nacional a "imediata entrega às autoridades da Polícia Federal" de todos os elementos obtidos com as quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de Daniel Vorcaro, sem retenção de cópias. O material estava sob custódia da presidência do Senado desde 15 de dezembro, quando o então relator Dias Toffoli o retirou da CPMI do INSS.
André Mendonça Davi Alcolumbre Senado Federal Polícia Federal Daniel Vorcaro Dias Toffoli Supremo Tribunal Federal
1 fonte · 1 caso
- Metrópoles — Mendonça manda Alcolumbre enviar sigilos de Vorcaro à CPMI do INSS (nível 3, 20/02/2026)
Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai
Fachin arquiva o pedido de suspeição de Toffoli
Em 21 de fevereiro de 2026, Fachin arquivou o pedido de suspeição de Toffoli, prejudicado pela troca de relator; Toffoli não foi declarado suspeito e, em princípio, pode participar de julgamentos ligados ao caso.
Edson Fachin Dias Toffoli Supremo Tribunal Federal Polícia Federal
2 fontes · 1 caso
CPI do Crime rejeita relatório que pedia indiciar ministros
Em 14 de abril de 2026, a CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou, por 6 votos a 4, o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral Paulo Gonet por crimes de responsabilidade, com base no caso Master; a CPI terminou sem relatório aprovado.
CPI do Crime Organizado Senado Federal Dias Toffoli Alexandre de Moraes Procuradoria-Geral da República
4 fontes · 1 caso
- Senado Notícias — CPI do Crime Organizado termina sem relatório final aprovado (nível 1, 14/04/2026)
- Agência Brasil — Relatório final da CPI do Crime Organizado é rejeitado (nível 1)
- CNN Brasil — CPI do Crime rejeita relatório que propõe indiciar Moraes, Toffoli e Gilmar (nível 2)
- Agência Brasil — Relatório da CPI do Crime conecta facções com sistema financeiro (nível 1, 14/04/2026)
Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai
Relatórios sem timbre sobre Mendonça levantam suspeita
Os relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça, com cerca de 50 páginas, sem timbre, assinatura ou data, produzidos antes de 1º de setembro de 2026 e enviados a Moraes, que os juntou ao inquérito das fake news, levantam hipóteses: que Mendonça veria no presidente do União Brasil, Antonio Rueda, uma "rota de acesso" a Davi Alcolumbre, "provável alvo estratégico" por controlar a pauta de impeachment de ministros; que haveria "interesse" em investigar Moraes e "contemporização" com Toffoli; e que Gonet seria tido como "indigno de confiança" pela proximidade com Gilmar. O próprio documento diz não ter valor probatório.
Polícia Federal André Mendonça Alexandre de Moraes Paulo Gonet Gilmar Mendes Dias Toffoli
Resposta do citado Mendonça não respondeu ao Poder360; em decisão de 8 de setembro, chamou o documento de "apócrifo, sem timbre ou qualquer outro símbolo gráfico". Agência Brasil — Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal (nível 1, 08/09/2026)
2 fontes · 1 caso
- Poder360 — PF produziu relatório paralelo sobre atuação de Mendonça no caso Master (nível 2, 03/09/2026)
- Poder360 — PF sugere haver "assimetria" em decisões de André Mendonça (nível 2, 03/09/2026)
Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro
Segunda Turma mantém o afastamento de Andrei Rodrigues
Em sessão extraordinária em 8 de setembro de 2026, a Segunda Turma do STF formou maioria, com Mendonça, Fux e Nunes Marques, para manter o afastamento de Andrei Rodrigues; Gilmar Mendes pediu vista logo na abertura, com o voto de Toffoli pendente, e a liminar segue em vigor.
Supremo Tribunal Federal André Mendonça Gilmar Mendes Dias Toffoli Andrei Rodrigues
1 fonte · 1 caso
- Agência Brasil — STF: Segunda Turma tem maioria para afastar Andrei; Gilmar pede vista (nível 1, 08/09/2026)
Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro
Fachin chama os ex-presidentes da Corte para conter a crise
Em 8 de setembro de 2026, Fachin manifestou a intenção de reunir reservadamente os quatro ministros que já presidiram o STF e continuam na Corte — Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luiz Fux — para tratar da crise aberta pela divulgação das mensagens enviadas por Vorcaro ao contato atribuído a Moraes. Fachin havia dito que a resposta da Corte seria "firme, proporcional e rigorosa".
Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes Dias Toffoli Luiz Fux Alexandre de Moraes Daniel Vorcaro
1 fonte · 1 caso
- Poder360 — Fachin quer ouvir ex-presidentes do STF sobre crise na Corte (nível 2, 08/09/2026)
Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro
PF suspeita que Vorcaro tentou influenciar um voto de Toffoli sobre precatórios
Relatório da Polícia Federal noticiado pela revista Piauí em 10 de setembro de 2026 aponta indícios de que Vorcaro teria tentado influenciar o voto de Dias Toffoli num julgamento sobre precatórios do setor sucroalcooleiro, envolvendo a destilaria Alcídia — caso que, segundo a apuração, poderia afetar uma carteira de R$ 10 bilhões em precatórios do Banco Master. Nas mensagens do celular do banqueiro, ele teria escrito "estou acompanhando" e "mais do que imagina", e depois "tô tratando aqui"; o diretor jurídico do banco, André Kruschewsky, teria se oferecido para "tirar de pauta" o processo. Após a votação favorável, Vorcaro teria comemorado: "ganhamos Alcídia".
Daniel Vorcaro Dias Toffoli André Kruschewsky Banco Master Polícia Federal Supremo Tribunal Federal Revista Piauí
Resposta do citado O gabinete de Toffoli negou à Piauí qualquer alteração de voto. O ministro já havia deixado a relatoria do caso Master em fevereiro de 2026. CNN Brasil — PF suspeita que Vorcaro tentou influenciar voto de Toffoli, diz revista (nível 2, 10/09/2026)
1 fonte · 1 caso
- CNN Brasil — PF suspeita que Vorcaro tentou influenciar voto de Toffoli, diz revista (nível 2, 10/09/2026)
Dois ministros saem do julgamento antes de ele começar
Na abertura da sessão de 15 de setembro de 2026, Kássio Nunes Marques declarou-se impedido, alegando que o cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral impediria que ele proferisse um voto que pudesse ter impacto sobre a corrida presidencial. Dias Toffoli declarou-se suspeito por foro íntimo, retomando a suspeição que já havia declarado em abril: "me senti na obrigação também de preservar a Corte, de manifestar a minha suspeição por motivo de foro íntimo".
Kássio Nunes Marques Dias Toffoli Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes
2 fontes · 1 caso
- Agência Brasil — Marques se declara impedido, e Toffoli suspeito em julgamento no STF (nível 1, 15/09/2026)
- Poder360 — STF tem 4 x 3 para analisar casos de Moraes e Mendonça separados; Dino pede vista (nível 2, 15/09/2026)
Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro