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Caso Master

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Judiciário · pessoa

Dias Toffoli

Ministro do STF. Foi relator do inquérito sobre o caso Master de novembro de 2025 até 12 de fevereiro de 2026.

Afirmações 10

Ninguém citado neste site foi condenado criminalmente até agora.

Fato Vorcaro e ex-presidente do BRB se contradizem em acareação na PF

Em 30 de dezembro de 2025, Vorcaro e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foram acareados perante a Polícia Federal e se contradisseram sobre a origem dos créditos comprados do Master: Vorcaro disse que o BRB fora informado de que vinham de uma terceira empresa, a Tirreno, e Paulo Henrique afirmou ter entendido que as carteiras eram originadas pelo próprio Master. Toffoli retirou o sigilo dos depoimentos em 29 de janeiro de 2026.

Daniel Vorcaro Paulo Henrique Costa Dias Toffoli Supremo Tribunal Federal Banco Central do Brasil Polícia Federal

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Casos: BRB tenta comprar o Master e o Banco Central veta

Decisão Toffoli bloqueia R$ 5,7 bilhões de 38 investigados

Em decisão de 6 de janeiro de 2026, tornada pública após a segunda fase da Operação Compliance Zero (14/1), o ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, determinou o bloqueio e sequestro de R$ 5,7 bilhões em bens de 38 investigados e a quebra de sigilo bancário e fiscal de 101 pessoas e entidades, a pedido da PGR.

Dias Toffoli Supremo Tribunal Federal Procuradoria-Geral da República Polícia Federal Daniel Vorcaro Banco Master

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Casos: A PF pede a suspeição de Toffoli

Alegação por Polícia Federal PF pede a suspeição de Toffoli por ligação com resort no Paraná

Em 9 de fevereiro de 2026, a Polícia Federal pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, a suspeição de Dias Toffoli na relatoria do caso. Segundo a PF, o ministro seria citado em conversas, extraídas do celular de Vorcaro, entre o banqueiro e seu cunhado Fabiano Zettel, relacionadas ao resort Tayayá (PR), cuja empresa controladora teria tido como sócios parentes de Toffoli.

Polícia Federal Dias Toffoli Daniel Vorcaro Fabiano Zettel Supremo Tribunal Federal

Resposta do citado O gabinete de Toffoli afirmou que o pedido "trata de ilações" e que a PF "não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo". O ministro admitiu a sociedade de parentes no resort, mas declarou que "jamais recebeu qualquer valor de Daniel Vorcaro ou de seu cunhado Fabiano Zettel". Agência Brasil — Toffoli admite sociedade em resort, mas nega pagamentos de Vorcaro (nível 1, 12/02/2026)
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Casos: A PF pede a suspeição de Toffoli

Fato Toffoli pede para deixar a relatoria do caso

Em 12 de fevereiro de 2026, após reunião de dez ministros convocada por Fachin para dar ciência do relatório da PF, Toffoli pediu para deixar a relatoria do caso; nota assinada pelos ministros afirmou que ele "atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR" e que não havia motivo para suspeição ou impedimento.

Dias Toffoli Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Polícia Federal

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Casos: A PF pede a suspeição de Toffoli

Decisão Mendonça manda o Congresso devolver os sigilos à PF

Em 20 de fevereiro de 2026, o ministro André Mendonça determinou à Presidência do Congresso Nacional a "imediata entrega às autoridades da Polícia Federal" de todos os elementos obtidos com as quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de Daniel Vorcaro, sem retenção de cópias. O material estava sob custódia da presidência do Senado desde 15 de dezembro, quando o então relator Dias Toffoli o retirou da CPMI do INSS.

André Mendonça Davi Alcolumbre Senado Federal Polícia Federal Daniel Vorcaro Dias Toffoli Supremo Tribunal Federal

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Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Decisão Fachin arquiva o pedido de suspeição de Toffoli

Em 21 de fevereiro de 2026, Fachin arquivou o pedido de suspeição de Toffoli, prejudicado pela troca de relator; Toffoli não foi declarado suspeito e, em princípio, pode participar de julgamentos ligados ao caso.

Edson Fachin Dias Toffoli Supremo Tribunal Federal Polícia Federal

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Casos: A PF pede a suspeição de Toffoli

Fato CPI do Crime rejeita relatório que pedia indiciar ministros

Em 14 de abril de 2026, a CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou, por 6 votos a 4, o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral Paulo Gonet por crimes de responsabilidade, com base no caso Master; a CPI terminou sem relatório aprovado.

CPI do Crime Organizado Senado Federal Dias Toffoli Alexandre de Moraes Procuradoria-Geral da República

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Casos: Congresso: CPI do Crime rejeita indiciar ministros e a CPMI do Master não sai

Alegação por Polícia Federal Relatórios sem timbre sobre Mendonça levantam suspeita

Os relatórios de inteligência da PF sobre Mendonça, com cerca de 50 páginas, sem timbre, assinatura ou data, produzidos antes de 1º de setembro de 2026 e enviados a Moraes, que os juntou ao inquérito das fake news, levantam hipóteses: que Mendonça veria no presidente do União Brasil, Antonio Rueda, uma "rota de acesso" a Davi Alcolumbre, "provável alvo estratégico" por controlar a pauta de impeachment de ministros; que haveria "interesse" em investigar Moraes e "contemporização" com Toffoli; e que Gonet seria tido como "indigno de confiança" pela proximidade com Gilmar. O próprio documento diz não ter valor probatório.

Polícia Federal André Mendonça Alexandre de Moraes Paulo Gonet Gilmar Mendes Dias Toffoli

Resposta do citado Mendonça não respondeu ao Poder360; em decisão de 8 de setembro, chamou o documento de "apócrifo, sem timbre ou qualquer outro símbolo gráfico". Agência Brasil — Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal (nível 1, 08/09/2026)
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Casos: Mendonça × Moraes: um ministro pede a investigação do outro

Decisão Segunda Turma mantém o afastamento de Andrei Rodrigues

Em sessão extraordinária em 8 de setembro de 2026, a Segunda Turma do STF formou maioria, com Mendonça, Fux e Nunes Marques, para manter o afastamento de Andrei Rodrigues; Gilmar Mendes pediu vista logo na abertura, com o voto de Toffoli pendente, e a liminar segue em vigor.

Supremo Tribunal Federal André Mendonça Gilmar Mendes Dias Toffoli Andrei Rodrigues

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro

Fato Fachin chama os ex-presidentes da Corte para conter a crise

Em 8 de setembro de 2026, Fachin manifestou a intenção de reunir reservadamente os quatro ministros que já presidiram o STF e continuam na Corte — Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luiz Fux — para tratar da crise aberta pela divulgação das mensagens enviadas por Vorcaro ao contato atribuído a Moraes. Fachin havia dito que a resposta da Corte seria "firme, proporcional e rigorosa".

Edson Fachin Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes Dias Toffoli Luiz Fux Alexandre de Moraes Daniel Vorcaro

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Casos: A crise no STF: o afastamento do diretor da PF e a sessão de 15 de setembro